
Nora Roberts - Trilogia da herana 01 Born in




        Querido Leitor:
        Toda minha vida eu quis visitar a Irlanda. Meus antepassados eram da Irlanda e Esccia, e o puxe sempre foi ver l para mim as colinas verdes e sentar em
um bar esfumaado enquanto escutando msica tradicional que  jogada. Quando eu pude fazer a viagem com minha famlia, eu soube que eu estava em casa o momento que
eu pousei em Aeroporto de Shannon
        Fixando uma histria na Irlanda era uma deciso natural. A terra e suas pessoas inspiram, como tambm prospere em, histrias. A idia, para mim, era escrever
de Irlanda, e de famlia, como eles entrelaaram em meu corao. Em cada livro nesta trilogia nova eu escolhi caracterizar um de trs irms, diferente em tipo mas
saltou atravs de sangue. As vidas deles/delas tm cada levado um curso diferente, contudo  Irlanda que os inspira, como me inspira.
        Nascido em destaques de Fogo Margaret Mary Concannon, a irm primognita, artista de copo com uma raia independente to feroz quanto o temperamento voltil
dela. Ela  uma mulher que  ambos confortada e rasgada separadamente por famlia, e de quem ambies a levaro a descobrir a e os talentos dela. Mo que assoa copo
 uma arte difcil e exata, e enquanto ela pode produzir o delicado e o frgil, Maggie  uma mulher forte e opiniosa, uma mulher de Clare, com toda a turbulncia
daquele municpio ocidental fascinante. A relao dela com o Dublin galeria dono sofisticado, Rogan Sweeney, no estar calmo, mas eu espero que voc achar isto
entretendo.
        E eu espero que voc desfrutar, neste primeiro livro de meu NASCIDO EM trilogia, a viagem para Municpio Clare, uma terra de colinas verdes, precipcios
selvagens, e beleza duradoura.
        NORA ROBERTS
Para AMY BERKOWER,
durante uma dcada de levar ao cuidado de negcio

Eu nunca me casarei, eu serei a esposa de nenhum homem.
Eu pretendo ficar nico para o resto de minha vida.
- dcimo nono*-sculo balada irlandesa

Captulo Um
        ELE estaria no bar, claro que. Onde mais um homem inteligente se esquentaria em um frgido, tarde de windblown? Certamente no em casa, pelo prprio fogo
dele.
        No, Tom Concannon era um homem inteligente, Maggie pensou, e no estaria em casa.
        O pai dela estaria no bar, entre os amigos e risada. Ele era um homem que amou rir, e chorar e girar sonhos improvveis. Um homem tolo alguns poderiam o
chamar. Mas no Maggie, nunca Maggie.
        Como ela a guiou atormentou zorra de ng ao redor da ltima curva que conduziu na aldeia de Kilmihil, ela no viu uma alma na rua. Nenhuma maravilha, como
era bem ltimo tempo pelo almoo e no um dia por passear com inverno que corre dentro do Atlntico gosta de um co de caa de Inferno frio. A costa ocidental de
Irlanda tremeu debaixo disto e sonhou com fonte.
        Ela viu o Ordem danificada do pai dela, entre outros veculos reconheceu ela. Tim O'Malley teve uma multido boa este dia. Ela estacionou to ntimo quanto
ela pde  entrada dianteira de bar de dado que foi se conchegado em uma linha de vrias lojas.
        Como ela caminhou o vento batido rua abaixo o dela atrs, a fez se precipitar dentro da jaqueta tosquiar-forrada e baixa o bon de l preto abaixe na cabea
dela. Cor chicoteou nas bochechas dela como um rubor. Havia um cheiro de umidade debaixo do resfriado, como uma ameaa srdida. Haveria gelo, pensamento a filha
do fazendeiro, antes de anoitecer.
        Ela no pde se lembrar de um janeiro mais amargo, ou um dial parecia to inferno-curvado em assoar sua respirao gelada em cima de Municpio Clare. O pequeno
jardim em frente  loja pela que ela se apressou tinha pagado afetuosamente. O que foi partido disto foi enegrecido pelo vento e congelao e pitifully secular no
cho encharcado.
        Ela sentia muita por isto, mas as notcias ela segurou dentro dela era to medrosamente luminoso, ela desejou saber as flores no se levantaram e floresceram
fora em fonte.
        Havia bastante calor em O'Malley. Ela sentia isto a fosse o momento ela abriu a porta. Ela poderia cheirar a turfa que queima no fogo, seu corao incandescente
queimando sem chama cheerfully, e o guisado que a esposa de O'Malley, Deirdre, tinha servido ao almoo. E tabaco, cerveja, a camada membranosa que fritando fatias
partiram no ar.
        Ela manchou Murphy primeiro, enquanto sentando a um das mesas minsculas, as botas dele estiraram fora como ele aliviou uma melodia fora de um acordeo irlands
que emparelhou a doura da voz dele. Os outros protetores do bar estavam escutando, sonhando um pouco em cima da cerveja deles/delas e zelador. A melodia estava
triste, como o melhor de Irlanda era, melancolia e graciosamente como as lgrimas de um amante. Era uma cano que agentou o nome dela, e falou de envelhecer.
        Murphy a viu, sorriu um pouco. Os cabelos pretos dele derrubaram untidily em cima da sobrancelha dele, de forma que ele a cabea dele lanou para tirar isto.
Tim O'Malley estava atrs de barra de dado, um barril de um homem cujo avental pouco estirado pelo cinturo dele. Ele teve uma face larga, dobrada e olhos que desapareceram
em dobras de carne quando ele riu.
        Ele estava polindo culos. Quando ele viu Maggie, ele continuou a tarefa dele, enquanto sabendo que ela faria o que era corts e espera ordenar at que a
cano era acabado.
        Ela viu David Ryan, enquanto soprando aceso dos cigarros americanos o irmo dele o enviaram todos os meses de Boston, e Sra. Logan limpo, tricotando com
l rosa enquanto o p dela bateu  melodia. Havia Johnny Conroy velho, enquanto sorrindo toothlessly, a propriedade de mo spera dele o igualmente torcido um da
esposa dele de cinqenta anos. Eles sentaram junto como recm casados, perdido na cano de Murphy.
        A televiso em cima da barra estava calada, mas seu quadro era luminoso e lustroso com uma novela britnica. Pessoas em roupas deslumbrantes e cabelos lustrando
discutidos ao redor de uma mesa volumosa iluminada com velas prata-baseadas e cristal elegante.
        Sua histria de glittery era mais, muito mais que um pas longe do pequeno bar com sua barra cicatrizada e paredes fumar-escuras.
        O desprezo de Maggie para os carter lustrando que disputam no quarto rico deles/delas era rpido e automtico como um puxo de joelho. Assim era o puxo
rpido de inveja.
        Se ela j tivesse tal riqueza, ela pensamento-entretanto, claro que, ela no se preocupou um modo ou o outro-ela saberia o que ver com isto certamente.
        Ento ela o viu, enquanto sentando no canto por ele. No separe, no. Ele era como muito uma parte do quarto como a cadeira na que ele sentou. Ele teve um
brao atirado em cima da parte de trs daquela cadeira, enquanto a outra mo segurou uma xcara que ela soube seguraria ch forte usado espartilho com irlands.
        Um homem imprevisvel que ele poderia ser, cheio de comeos e paradas e voltas rpidas, mas ela o conheceu. De todos os homens tinha conhecido ela, ela tinha
amado ningum com
        o empurro cheio do corao dela como ela amou Tom Concannon.
        Ela disse nada, cruzado a ele, sentou e descansou a cabea dela no ombro dele.
        Ame para ele rosa para cima nela, um fogo que esquentou at o osso mas nunca queimou. O brao dele veio de ao redor da cadeira e a embrulhou mais ntimo.
Os lbios dele escovaram pelo templo dela.
        Quando a cano era terminada, ela levou a mo dele em seu e beijou isto "eu soube que voc estaria aqui."
        "Como voc soube eu estava pensando em voc, Maggie, meu amor? "
        "Deve ser eu estava pensando em voc." Ela sentou sorrir a ele atrs. Ele era um homem pequeno, mas toughly construram. Como um touro de enfezado, ele disse 
freqentemente dele com um dos risos rolando dele. Havia reveste os olhos dele que afundaram e abanaram fora ao redor quando ele sorriu. Eles o, nos olhos de Maggie, 
fizeram ainda mais bonito. Os cabelos dele tinham sido uma vez gloriously vermelho e cheio. Tinha emagrecido um pouco com tempo, e o cinza listrado pelo fogo como 
fumaa. Ele era, para Maggie, o homem mais enrgico no mundo.
        Ele era o pai dela.
        "Da", ela disse. "Eu tenho notcias."
        "Seguramente, eu posso ver tudo em cima de sua face."
        Piscando, ele puxou fora o bon dela de forma que o cabelo dela caia freneticamente vermelho aos ombros dela. Ele sempre tinha gostado de olhar para isto, 
assistir isto flamejam e chiam. Ele ainda poderia se lembrar quando ele tinha a segurado na primeira vez, a face dela deu mancada com a raiva de vida, o bunched 
de punhos minsculo dela e batendo. E o cabelo dela lustrando como uma moeda nova.
        Ele no tinha sido desapontado para no ter um filho,
        tinha sido humilhado para ter sido determinado o presente de uma filha.
        "Me traga a menina uma bebida, Tim".
        "Eu terei ch", ela convocou "Isto  resfriado mau." Agora que ela aqui era, ela quis o prazer de tirar as notcias, enquanto saboreando isto " que por 
que voc est em aqui cantando melodias e bebendo, Murphy? Quem est mantendo suas vacas esquentam? "
        "Um ao outro", ele atirou atrs. "E se este tempo mantiver, eu terei mais bezerros vir primaveral que eu posso controlar, como gado faa o que o resto do 
mundo faz em uma noite de inverno longa"
        "Oh, sente pelo fogo com um livro bom, faa eles? " Maggie disse, e teve o quarto que ecoa com risada. Era nenhum secreto, e s um embarao leve para Murphy, 
que o amor dele de ler era famoso.
        "Agora, eu tentei os me interessar pelas alegrias de literatura, mas essas vacas, eles prefeririam assistir a televiso." Ele bateu o copo vazio dele. "E 
eu aqui sou para o quieto, isso que com seu forno rugindo como dia de trovo e noite Por que voc no est em casa, enquanto jogando com seu copo? "
        "Da." Quando Murphy caminhou  barra, Maggie levou o mo do pai dela novamente. "Eu precisei lhe falar primeiro Voc sabe que eu ocupei alguns pedaos  
loja de McGuinness em Ennis esta manh? "
        "O feito agora? " Ele tirou o tubo dele, bateu isto "Voc deveria me ter falado voc ia. Eu teria o mantido companhia no modo."
        "Eu quis fazer isto s."
        "Meu pequeno ermito", ele disse, e sacudiu um dedo abaixo o nariz dela.
        "Da, ele os" comprou. Os olhos dela, to verde quanto o pai dela, brilharam. "Ele comprou quatro deles, e
        isso  tudo nos que eu levei. Me pagado ento e l" por eles.
        "Voc no diz, Maggie, voc no diz! " Ele saltou para cima, enquanto a arrastando com ele, e a girou ao redor do quarto. "Escute isto, senhoras e senhores. 
Minha filha, minha prpria Margaret Mary, vendeu o copo dela em Ennis."
        Havia aplauso rpido, espontneo e uma barragem de perguntas.
        "A McGuinness, disse ela, enquanto incendiando respostas atrs. "Quatro pedaos, e ele olhar para mais. Dois vasos, uma tigela, e um... Eu supus voc poderia 
chamar o ltimo um pesa-papis." Ela riu quando o Tim fixou usques no contador para ela e o pai dela.
        "Certo ento." Ela ergueu o copo dela e brindou. Para Tom Concannon que acreditou em mim."
        "Oh, no, Maggie." O pai dela tremeu a cabea dele e havia lgrimas nos olhos dele. Para voc. Tudo para voc." Ele clicou culos e enviou o usque que flui 
abaixo o "Fogo de garganta dele para cima aquela caixa de aperto, Murphy. Eu quero danar com minha filha."
        Murphy obrigou com uma giga. Com os sons de gritos e aplaudindo mos, o Tom conduziu a filha dele ao redor do cho. Deirdre saiu da cozinha, enquanto esfregando 
as mos dela no avental dela. A face dela foi corada de cozinhar como ela puxou o marido dela na dana. Bobinar e bobinar a hornpipe, Maggie girou de scio a scio 
de giga at que as pernas dela doeram.
        Como outros entrou no bar, ou puxado pela msica ou o prospecto de companhia, as notcias foram espalhadas. Atravs de anoitecer, soube ela, todo o mundo 
dentro de vinte quilmetros teriam ouvido falar disto
        Era o tipo de fama para o que ela tinha esperado. Era o segredo dela para o que ela desejou mais.
        
        "Oh, bastante." Ela afundou na cadeira dela e escoou o ch frio dela. "Meu corao sobre estourar"
        "Assim  meu. Com orgulho para voc." O sorriso de Tom permaneceu luminoso, mas os olhos dele um pouco. "Ns deveramos ir contar para sua me, Maggie. E 
sua irm, tambm".
        "Eu contarei hoje  noite" para Brianna, o prprio humor dela trocou  meno da me dela.
        "Certo, ento." Ele alcanou abaixo, escovou a mo dele em cima da bochecha dela. " seu dia, Maggie Mae, nada deteriorar isto para voc."
        "No, 'tis nosso dia. Para 1 nunca teria assoado a primeira bolha de copo sem voc."
        "Ento ns compartilharemos isto, s ns dois para um pequeno tempo." Ele sentia sufocado durante um minuto, atordoado e quente. Ele pensou que ele sentia 
um pequeno trinco atrs dos olhos dele antes de clareasse. Areje, ele pensou. Ele precisou um pouco de ar. "Eu estou disposto a um passeio. Eu quero cheirar o mar, 
Maggie. Voc vir comigo? "
        "Claro que eu vou." Ela subiu imediatamente. "Mas est gelando fora, e o vento  o diabo. Voc est seguro voc quer ir para os precipcios hoje? "
        "Eu tenho uma necessidade para." Ele alcanou para o casaco dele, enquanto lanando ao redor ento um silenciador a garganta dele, virado para o bar. Toda 
a escurido, cores esfumaadas pareciam girar nos olhos dele. Ele pensou, ruefully que ele era um pequeno o bbado. Ento novamente, era o dia para isto. "Ns estamos 
nos tendo uma festa. Amanh de noite ser. Com comida boa, bebida boa e msica boa, celebrar o sucesso de minha filha. Eu esperarei todo um de mim l" os amigos.
        Maggie esperou at que eles estavam fora no resfriado. "Uma festa? Da, voc sabe que ela no ter isto"
        "Eu ainda sou o mestre de minha prpria casa." O queixo dele, muito goste da filha dele, sobressaiu fora. "Uma festa haver, Maggie. Eu lidarei com sua me. 
Voc dirigiria agora? "
        "Certo." No havia nenhum discutindo, ela soube, uma vez Tom Concannon tinha se decidido. Ela agradeceu isso, ou ela nunca teria podido viajar a Veneza e 
aprendiz ela em uma casa de copo. Nunca pde levar o que ela tinha aprendido, e o que ela tinha sonhado, e constri o prprio estdio dela. Ela conheceu a me dela 
tinha feito o Tom pagar miseravelmente pelo dinheiro tinha valido Mas ele teve ficado firme.
        Me conte o no qual voc est trabalhando agora."
        "Bem,  um tipo de uma garrafa. E eu quero isto para ser muito alto, muito esbelto. Se afilado voc v, ento tampar, deveria chamejar fora de fundo. Um 
pouco como um lrio. E a cor deveria ser muito delicada, como o dentro de um pssego."
        Ela poderia ver isto, clareie como a mo ela descrevia isto.
        " coisas adorveis que voc v em sua cabea."
        " fcil dos ver l." Ela o atirou um sorriso. O trabalho duro est os fazendo real."
        "Voc os far real." Ele bateu levemente a mo dela e entrou em silncio.
        Maggie levou o torcendo, estrada estreita para o mar. Fora para o oeste, as nuvens estavam voando dentro, as velas deles/delas chicoteadas pelo vento e escureceu 
com tempestade. Remendos mais claros foram engolidos para cima, ento lutou o modo deles/delas livre arder pedra preciosa luminoso entre o pewter.
        Ela viu uma tigela, largo e fundo, rodada com essas cores em guerra, e comeou a formar isto na cabea dela.
        A estrada torceu, ento endireitou, como ela enfiou a zorra sacudindo por hedgerows amarelado com inverno e mais alto que um homem. Um santurio  margem 
de estrada para Mary estava aos arredores de uma aldeia. A face da Virgem estava serena no resfriado, os braos dela esparramaram em acolhimento generoso, tolamente 
plstico luminoso floresce aos ps dela.
        Um suspiro do pai dela teve Maggie que olha em cima de. Ele parecia um pouco plido para ela, um pequeno puxado ao redor dos olhos. "Voc parece cansado, 
Da. Voc est seguro voc no quer que eu o leve de volta? "
        "No, no." Ele tirou o tubo dele, bateu isto absently contra a palma dele. "Eu quero assistir o mar. H um tempestade se preparando, Maggie Mae. Ns teremos 
um espetculo dos precipcios a "Cabea de Volta.
        "Ns vamos a isso."
        Alm da aldeia estreitou inquietantemente novamente a estrada at que ela estava enfiando a zorra junto como algodo pelo olho de uma agulha. Um homem, empacotado 
apertado contra o resfriado, marchou para eles, o partidrio de cachorro fiel dele estoicamente aos saltos de sapatos dele. Homem e cachorro entraram fora a estrada 
nas cercas vivas como a zorra aliviada por, polegadas do dedo do p das botas do homem. Ele acernar com a cabea a Maggie e Tom cumprimentando.
        "Voc sabe o que eu tenho pensado, Da? "
        "O que  que? "
        "Se eu pudesse vender alguns mais pedao-s alguns mais notar-eu poderia ter outro forno. Eu quero trabalhar com mais cor, voc v. Se eu pudesse construir 
outro forno, eu poderia ter mais andamento de fundies. O tijolo refratrio no to caro, realmente. Mas eu precisarei mais que duzentos."
        "Eu tenho um pouco posto por."
        "No, no novamente." Nisto ela era firme. "Eu o amo para isto, mas isto eu farei em meu prprio."
        
        Ele se ofendeu imediata e fez carranca ao tubo dele. Para "o que  um pai, eu gostaria de saber, se no dar s crianas dele? Voc no ter roupas caprichosas 
ou bonitas bugigangas, assim se  tijolo refratrio que voc quer, ento isso  o que voc ter."
        "Assim eu vou", ela atirou atrs. "Mas eu comprarei isto me. Eu tenho uma necessidade para fazer isto eu. No  o dinheiro que eu quero  a f."
        "Voc j" me reembolsou dcuplo. Ele sentou atrs, enquanto puxando a janela abaixo uma racha de forma que o vento assobiaram por como ele acendeu o tubo 
dele. "Eu sou um homem rico, Maggie. Eu tenho duas filhas adorveis, cada um deles uma jia. E entretanto um homem poderia perguntar para no mais que que, eu tenho 
uma casa slida boa e amigos para contar em."
        Maggie notou que ele no incluiu a me dela nos tesouros dele. "E sempre a panela ao trmino do arco-ris."
        "Sempre isso." Ele se calou calado novamente, enquanto pensando. Eles passaram por cabanas de pedra velhas, desabrigado e deserto  beira de campos cinza-verdes 
nos que estiraram, infinito e impossivelmente bonito na luz escura E aqui uma igreja, enquanto se levantando contra o vento que era agora irrompvel, s foi bloqueado 
atravs de alguns rvores tranadas e desfolhadas.
        Deveria ter sido uma viso triste e s, mas o Tom achou isto bonito. Ele no compartilhou o amor de Maggie de solido, mas quando ele se parecia fora em 
uma viso, com cu abaixado e terra vazia que se encontram com apenas uma viso de homem entre, que ele entendeu isto.
        Pela racha de assobio da janela, ele poderia cheirar o mar. Uma vez ele tinha sonhado com cruzamento isto
        Uma vez ele tinha sonhado com muitas coisas.
        
        Ele sempre tinha procurado aquela panela de ouro, e soube o fracasso para achar isto era dele. Ele tinha sido de nascena um fazendeiro, mas nunca atravs 
de inclinao. Agora ele tinha perdido todos menos alguns acres de terra, bastante s para as flores e legumes o filha Brianna dele cresceu to habilmente. Bastante 
s o lembrar que ele tinha falhado.
        Muitos esquemas, ele pensou agora como outro suspiro ido buscar para cima no trax dele. A esposa dele, Maeve, tinha razo sobre isso que Ele sempre tinha 
estado cheio de esquemas, mas nunca teve o senso ou a sorte para os fazer trabalhar.
        Eles chugged passado outro se precipita de casas e um edifcio cujo o dono ostentou isto foi o ltimo bar at Nova Iorque. Os lcois de Tom ergueram  viso, 
como fizeram sempre eles.
        "Ns velejaremos em cima de para Nova Iorque, Maggie, e teremos um quartilho? " ele disse, como fez sempre ele.
        Eu comprarei o primeiro crculo."
        Ele riu. Um sentimento de urgncia aconteceu com ele como ela puxou a zorra ao fim da estrada onde deu modo a grama e balana, e afinal para o mar varrido 
pelo vento que atravessou para a Amrica.
        Eles entraram em um rugido de som que era vento e gua que chicoteiam furiosamente contra os dentes e punhos de pedra preta. Com os braos deles/delas unidos, 
eles cambalearam iguais bbados, enquanto rindo ento, comeou a caminhar.
        " loucura para vir aqui em tal um dia."
        "Sim, uma loucura boa. Sinta o ar, Maggie eu Sinto isto. Quer nos assoar daqui para Cidade de Dublin. Voc se lembra quando ns fomos para Dublin? "
        "Ns vimos um ilusionista que lana bolas coloridas. Eu amei isto tanto voc aprendeu como voc."
        
        O riso dele prosperou fora como o prprio mar. "Oh, as mas que eu contundi."
        "Ns tivemos tortas e sapateiros durante semanas."
        "E eu pensei que eu pudesse fazer uma libra ou dois com minha habilidade nova e poderia me levar at Galway para a feira."
        "E gasto todo centavo que voc fez em presentes para eu e Brianna."
        A cor dele estava de volta, ela notou, e os olhos dele estavam lustrando. Ela foi de boa vontade com ele para o outro lado da grama desigual nos dentes rangendo 
do vento. L eles se levantaram na extremidade do Atlntico poderoso com seu guerreiro renuncia a golpear  pedra impiedosa. gua bateu, ento chicoteou fora novamente, 
enquanto deixando dzias de cachoeiras que caem por fendas. Em cima, gaivotas choraram e que tem rodas, chorou e que tem rodas, o ecoando so sem parar contra o 
trovo das ondas.
        O spray emplumou alto, branco como neve  base, clareie como cristal nas contas que se espalharam no ar frio. Nenhum barco subiu e descer na superfcie spera 
do mar hoje. O whitecaps feroz montaram o mar s.
        Ela desejou saber se o pai dela viesse to freqentemente aqui porque a fuso de mar e pedra simbolizou matrimnio at guerra para os olhos dele. E o matrimnio 
dele sempre tinha sido uma batalha, a amargura constante e raiva da esposa dele sempre est chicoteando ao corao dele, e gradualmente, oh to gradualmente, usando 
isto fora.
        "Por que voc fica com ela, Da? "
        "O que? " Ele retirou a ateno dele do mar e o cu.
        "Por que voc fica com ela? " Maggie repetiu. "Brie e!  agora crescido. Por que voc fica onde voc no est contente? "
        
        "Ela  minha esposa", ele simplesmente disse.
        "Por que isso deveria ser uma resposta? " ela exigiu. "Por que deveria ser um fim? No h nenhum amor entre voc, nenhuma preferncia, se vier que Ela  
feita seu inferno de vida contanto que eu possa me lembrar."
        "Voc  muito duro nela." Tambm, isto estava na cabea dele, ele pensou. Por amar a criana tanto que ele tinha sido desamparado para no aceitar o amor 
incondicional dela por ele. Um amor, ele soube, isso no tinha deixado nenhum quarto por entender as decepes da mulher que tinha a agentado. O que est entre 
sua me e eu sou como muito meu fazendo como seu. Um matrimnio  uma coisa delicada, Maggie, um equilbrio de dois coraes e duas esperanas. s vezes o peso s 
muito pesado no um lado, e o outro no pode erguer a isto. Voc entender quando voc tiver um matrimnio de seu prprio."
        "Eu nunca me casarei." Ela disse em fiercely, como um voto antes de Deus. "Eu nunca darei para qualquer um o direito para me fazer to infeliz."
        "No diga isso no Faa Ele a apertou duro, preocupado. No h nada mais precioso que matrimnio e famlia. Nada no mundo."
        "Se isso  assim, como pode ser tal uma priso? "
        No  significado ser." A fraqueza aconteceu com ele novamente, e tudo de uma vez ele sentia o resfriado fundo nos ossos dele. "Ns no lhe demos um exemplo 
bom, sua me e me, e eu sente pena disto Mais que eu posso lhe falar. Mas eu sei isto, Maggie, minha menina. Quando voc ama com tudo que voc , no  infelicidade 
s voc risco.  cu, tambm".
        Ela apertou a face dela no casaco dele, tirou conforto do cheiro dele. Ela no lhe pde falar que ela soube, tinha conhecido por anos, que no tinha sido
        cu para ele. E que ele nunca teria trancado a porta quela priso matrimonial atrs dele se no tivesse sido para ela.
        "Voc a amou, j? "
        "Sim. E estava to quente quanto um de seus fornos. Voc veio disso, Maggie Mae. Nascido em fogo estava voc, como um de suas esttuas melhores e mais corajosas. 
Porm muito aquele fogo esfriou, queimou uma vez. Talvez se no tivesse chamejado to luminoso, to duro, ns poderamos ter feito isto durar"
        Algo no tom dele a fez observar novamente, estude a face dele. Havia outra pessoa."
        Como uma lmina de honeyed, a memria era dolorosa e doce. Tom olhou novamente para mar, como se ele pudesse contemplar por isto e poderia achar a mulher 
que ele deixaria v. "Sim, havia uma vez. Mas era no ser. Tido nenhum certo ser. Eu lhe contarei isto, quando amor vier, quando a seta golpear o corao, no h 
nenhum boa da amarra isto. E at mesmo hemorragia  um prazer. Assim nunca no diz a mim, Maggie. Eu quero para voc o que eu no pude ter."
        Ela no disse isto a ele, mas ela pensou isto. "Eu sou vinte e trs, Da, e Erie mas um ano atrs de mim. Eu sei o que a igreja diz, mas eu sou maldito se 
eu acredito h um Deus em cu que acha alegria castigando um homem para o todo da vida dele para um engano."
        "Engano." As sobrancelhas dele abaixaram, o Tom aderiu o tubo dele nos dentes dele. "Meu matrimnio no foi um engano, Margaret Mary, e voc no diro to 
agora, nem j novamente. Voc e Brie vieram disto UM engano-no, um milagre. Eu era passado quarenta quando voc nasceu, sem um pensamento em minha cabea para comear 
uma famlia. Eu penso do que minha vida teria sido como sem os dois de voc. Onde eu estaria agora? Um homem prximo setenta, s. S." Ele cupped a face dela nas 
mos dele e os olhos dele seja feroz em seu. "Eu agradeo Deus diariamente eu achei sua me, e que entre ns ns fizemos algo atrs do que eu posso partir. De todas 
as coisas fiz eu, e no terminado, voc e Brianna so meu primeiro e mais verdadeiras alegrias. Agora haver nenhuma mais conversa de enganos ou infelicidade, voc 
ouve? "
        "Eu o, Da", amo.
        A face dele amoleceu. "Eu conheo isto muito, eu penso, mas eu no posso lamentar isto." O senso de urgncia veio nele, como um vento que sussurra para se 
apressar, novamente. H algo que eu perguntaria de voc, Maggie".
        "O que ? "
        Ele estudou a face dela, a moldagem de dedos dele isto como se ele tivesse uma necessidade para memorizar toda caracterstica de repente - o queixo teimoso 
afiado, a curva macia de bochecha, os olhos como verde e inquieto como o mar que colidiu em baixo deles.
        "Voc  um forte, Maggie. Duro e forte, com um verdadeiro corao em baixo do ao. Deus sabe que voc  inteligente que eu no posso comear a entender as 
coisas voc sabe, ou como voc os conhece. Voc  minha estrela luminosa, Maggie, o modo Erie minha rosa fresca. Eu o, os ambos de voc, quero seguir onde seus sonhos 
o conduzem. Eu quero que mais que 1 possa dizer. E quando voc os perseguir abaixo, voc os perseguir como muito para mim como para voc."
        O rugido do mar escureceu nas orelhas dele, como fez a luz nos olhos dele. Para um momento obscureceu a face de Maggie e enfraquecido.
        "O que ? " Alarmado, ela apertou a ele. Ele tinha ido cinza como o cu, e de repente parecia horrivelmente velho. "Voc est doente, Da? Me deixe o voltar 
na zorra."
        "No." Era vital, por razes no soube ele, que ele se levanta aqui, s aqui  gorjeta mais distante do pas dele, e termina o que ele tinha comeado. "Eu 
estou bem. H pouco uma puno  tudo."
        "Voc est gelando." Realmente, o corpo de arame dele sentia como pouco mais que uma bolsa de ossos frios nas mos dela.
        "Me" escute. A voz dele era afiada. "No deixe nada parada voc de ir onde voc precisa ir, de fazer o que voc precisa fazer. Faa sua marca no mundo, e 
faa fundo assim dura. Mas no faz - "
        "Da! " Pnico borbulhou dentro o dela como cambaleou ele, se ajoelhe. "Oh Deus, Da, o que ? Seu corao? "
        No, no o corao dele, ele refletiu para uma neblina de dor turva. Porque ele poderia ouvir aquela batida duro e rpido nas prprias orelhas dele. Mas 
ele sentia algo dentro dele quebrando, enquanto estourando e se escapulindo. "No o, Maggie, endurea. Me prometa. Voc nunca perder o que est dentro de voc. 
Voc levar ao cuidado de sua irm. E sua me. Voc me prometer isso."
        "Voc tem que se levantar. Ela arrastou a ele, enquanto lutando fora medo. O trilhe do mar parecido um rompimento de tempestade agora, uma tempestade de 
pesadelo que os varreria ambos fora o precipcio e sobre as pedras lanceando. "Voc me, Da, ouve? Voc tem que se levantar agora."
        "Me" prometa.
        "Sim, eu prometo. Eu juro isto antes de Deus, eu cuidarei de ambos eles, sempre". Os dentes dela estavam tagarelando; j picando lgrimas correram abaixo 
as bochechas dela.
        "Eu preciso de um padre", ele ofegou fora
        "No, no, voc s precisa sair deste resfriado." Mas ela soube que era uma mentira como ela disse isto. Ele estava deslizando longe dela; nenhum mais como 
firmemente ela segurou o corpo dele, o que estava dentro dele estava se escapulindo. "No faa
        me deixe goste isto. No goste isto." Desesperado, ela esquadrinhou os campos, os caminhos batidos onde as pessoas caminharam ano depois de ano estar de 
p como tinham estado de p eles. Mas no havia nada, ningum, assim ela mordeu um grito atrs para ajuda. "Tente, Da, venha e tente se levantar agora. Ns o adquiriremos 
a um doutor."
        Ele descansou a cabea dele no ombro dela e suspirou. Havia nenhuma dor, s entorpecimento, agora. "Maggie", ele disse. Ento ele sussurrou outro nome, o 
nome de um estranho, e isso era tudo.
        "No." Como se o proteger do vento ele j no sentia, ela embrulhou os braos dela apertado ao redor dele, balanando, balanando, que balana como chorou 
ela.
        E o vento trombeteou at o mar e trouxe com isto as primeiras agulhas de chuva fria.
        
        Captulo Dois
        
        A esteira de THOMAS Concannon seria falada aproximadamente durante anos. Havia comida boa e msica boa, como ele tinha planejado o festa de celebrao da 
filha dele. A casa onde ele tinha sobrevivido os ltimos anos dele era abarrotada com pessoas.
        Tom no tinha sido um homem rico, alguns diriam, mas ele era um homem que sido rico em amigos.
        Eles vieram da aldeia, e a aldeia alm disso. Das fazendas e lojas e cabanas. Eles trouxeram comida, como os vizinhos fazem para tal ocasiona, e a cozinha 
foi provida depressa com pes e carnes e bolos. Eles beberam  vida dele e fizeram serenata o transcurso dele.
        Os fogos queimaram morno a aduela fora o vento forte que sacudiu as janelas e o frio de lamentar.
        Mas Maggie estava seguro ela nunca estaria novamente morna. Ela sentou prxima o fogo na sala de estar limpa enquanto a companhia encheu a casa ao redor 
dela. Nas chamas ela os precipcios, a ebulio mar-e, s, se viu segurando o pai morrendo dela.
        "Maggie."
        Assustado, ela virou e viu Murphy abaixou em frente a ela. Ele apertou um cozinhando em vapor assalte nas mos dela.
        "O que ? "
        "Principalmente usque, com um pouco de ch esquentar isto para cima." Os olhos dele eram amveis e afligindo. "Beba agora abaixo. H uma menina. Voc no 
comer um pouco? O faria bom."
        "Eu no posso, ela disse, mas fez como ele perguntou e bebeu. Ela teria jurado ela sentia cada deslizamento de gota gneo abaixo a garganta dela "eu no 
o, Murphy, deveria ter levado l fora. Eu deveria ter visto ele estava doente."
        "Isso  tolice, e voc conhece isto. Ele parecia bom e ajuste quando ele deixou o bar. Por que, ele tinha estado danando, no teve ele? "
        Danando, ela pensou. Ela tinha danado com o pai dela em dia de dado que ele morreu. V ela, em algum dia, acha conforto nisso? "Mas se ns no tivssemos 
sido to longe. To s. . . "
        O doutor lhe contou plancie, Maggie. Teria dado na mesma. O aneurisma o matou, e era misericordiosamente rpido."
        "Sim, era rpido." A mo dela tremeu, assim ela bebeu novamente. Era posteriormente o tempo isso tinha estado lento. O tempo terrvel quando ela tinha dirigido 
o corpo dele longe do mar, com a respirao dela ofegando na garganta dela e as mos dela geladas na roda.
        "Eu nunca vi um homem to orgulhoso como ele era de voc." Murphy hesitou, olhou para baixo s mos dele. "Ele estava como um segundo pai a mim, Maggie".
        "Eu sei que" Ela alcanou fora, o cabelo de Murphy escovado fora a sobrancelha dele. "Assim fez ele."
        To agora ele tinha perdido um pai duas vezes, Murphy pensou E durante a segunda vez sentia o peso de aflio e responsabilidade.
        "Eu quero lhe falar, ter certeza voc sabe, que se h qualquer coisa, qualquer coisa a'tall do que voc est precisando, ou suas necessidades familiares, 
voc s tem que me" falar.
        
        " bom de voc dizer assim, e significar isto."
        Ele observou novamente; os olhos dele que selvagem Cltico azul, conheceu o seu. "Eu sei que era duro quando ele teve que vender a terra. E duro que eu fui 
o um comprar isto"
        "No." Maggie fixou o assalte aparte e ps as mos dela em cima de seu. A terra no era importante a ele."
        "Sua me. . . "
        "Ela teria culpado para um santo por comprar isto", Maggie disse vivamente. "Embora o dinheiro que trouxe posto comida na boca dela. Eu lhe falo era mais 
fcil que seja voc. Brie e eu no o invejamos uma lmina de grama que  a verdade Murphy." Ela se fez sorriso a ele, porque eles ambos precisaram isto "Voc fez 
o que ele no pde, e o que ele no quis fazer simplesmente. Voc fez a terra crescer. No ouamos mais nenhuma conversa assim"
        Ela deu uma olhada ento, como se ela h pouco tivesse caminhado fora de um quarto vazio em um cheio. Algum estava tocando a flauta, e a filha de O'Malley, 
pesado com a primeira criana dela, estava cantando uma luz, ar sonhador. Havia um vibre de risada de pelo quarto, vivamente e livre. Um beb estava chorando. Foram 
amontoados os homens aqui e l, enquanto falando de Tom, e do tempo, da gua de roan doente de Jack Marley e o Donovans * escoando telhado de cabana.
        As mulheres falaram como bem de Tom, e do tempo, de crianas e de casamentos e esteiras.
        Ela viu uma mulher velha, um primo ancio e distante, em sapatos usados e meia-calas reparadas, que gira uma histria para um grupo de crianas largo-de 
olhos enquanto ela tricotou um suter.
        "Ele amou tendo as pessoas ao redor, voc sabe." A dor estava l, enquanto pulsando como uma ferida na voz dela. "Ele teria enchido a casa diariamente deles 
se ele pudesse. Sempre era uma maravilha a ele que eu preferi ser em meu prprio." Ela atraiu uma respirao e esperou a voz dela era casual. "Voc j o ouviu falar 
de algum nomeado a Amanda? "
        "Amanda? " Murphy carranqueou e considerou. "No. Por que voc pergunta? "
        "No  nada. Eu equivoquei isto" provavelmente. Ela encolheu os ombros isto fora. Seguramente o pai dela est morrendo palavras no tinham sido o nome de 
uma mulher estranha. 1 deveria ir ajudar Brie na cozinha. Obrigado pela bebida, Murphy. E para o resto." Ela beijou o e rosa.
        Havia nenhum modo fcil para consumir o quarto, claro que. Ela teve que parar novamente e novamente, ouvir palavras de conforto, ou uma histria rpida sobre 
o pai dela, ou em caso de dado de Tim O'Malley, oferecer conforto ela.
        "Jesus, eu sentirei falta dele", o Tim disse, unabashedly que esfrega os olhos dele. "Nunca tido um amigo como querido para mim, e nunca vai novamente. Ele 
brincou sobre abrir um bar do prprio dele, voc sabe. Me dando um pouco de competio." "Eu sei." Ela tambm soube que no tinha sido uma piada, mas outro sonho.
        "Ele quis ser um poeta", outra pessoa ps dentro enquanto Maggie abraou o Tim e bateu levemente a parte de trs dele. "Dito ele tinha faltado s as palavras 
para ser um."
        "Ele teve o corao de um poeta", o Tim disse entrecortadamente. O corao e alma de um, estar seguro. Um homem melhor nunca caminhou esta terra que Tom 
Concannon."
        Maggie teve palavras com o padre sobre servios de funeral fixados durante a manh que vem, e finalmente passou despercebido na cozinha.
        Era to abarrotado quanto o resto da casa, com busily de mulheres servindo comida ou fazendo isto. Os sons e cheiros eram de vida aqui-chaleiras cantar, 
sopas chiando, um presunto assando. Crianas vagaram sob os ps, de forma que mulher-com aquela graa materna misteriosa eles pareciam ser com-evitados ao redor 
deles ou os escavaram para cima como necessidades exigidas.
        O filhote de cachorro de co de caa que o Tom tinha dado Brianna no ltimo aniversrio dela roncou contentemente debaixo da mesa de cozinha. O prprio Brianna 
estava ao fogo, a face dela comps, as mos dela Maggie competente poderia ver os sinais sutis de aflio nos olhos quietos e a boca macia, sria.
        "Voc ter um prato." Um das mulheres de vizinho manchou Maggie e comeou a amontoar comida junto. "E voc comer ou responder a mim."
        "Eu s entrei para ajudar."
        "Voc ajudar comendo alguma desta comida. Bastante para um exrcito . Voc sabe uma vez seu pai me vendeu um galo. Reivindicado era o galo melhor no municpio 
e me manteria galinhas feliz durante anos vir. Ele teve um modo com ele, o Tom fez, isso o fez acreditar o que ele estava dizendo embora voc conhecesse isto para 
tolice." Ela empilhou grandes pores de comida no prato como falou ela, enquanto levando intervalo para bater levemente uma criana fora do modo sem quebrar ritmo. 
"Bem, um pssaro terrvel, mau que ele se mostrou para ser, e nunca gritou de alegria uma vez na vida miservel" dele.
        Maggie sorriu um pouco e disse o que foi esperado dela, entretanto ela soube bem o conto. "E o que fez voc com o galo que Da lhe vendeu, Sra. Mayo? "
        "Eu torci o pescoo do galo amaldioado e o fervi em guisado. Dado seu bastante uma tigela disto, tambm, que eu fiz. Dito ele nunca tinha sido melhor na 
vida inteira" dele. Ela riu cordialmente e apertou o prato em Maggie.
        "E era? "
        A carne era pegajosa e dura como couro velho. Mas o Tom comeu toda gota. O" abenoe.
        Assim Maggie comeu, porque no havia nada que ela poderia fazer mas poderia viver e poderia ir em. Ela escutou as histrias e contou alguns dela prprio. 
Quando o sol se ps e a cozinha esvaziou lentamente, ela se sentou e segurou o filhote de cachorro no colo dela. "Ele foi amado", Maggie disse. "Ele era." Brianna 
estava ao lado do fogo, um pano na mo dela e um olhar ofuscado nos olhos dela. Havia ningum deixou alimentar ou tender, nada para manter a mente dela e as mos 
dela ocupado. Aflio enxameou no corao dela como abelhas bravas. Para evitar isto mais longo por algum tempo, ela comeou a guardar os pratos.
        Ela era esbelta, quase coberto de salgueiros, com um modo fresco, controlado de mover. Se tinha havido dinheiro e meios, ela poderia ter sido uma danarina. 
O cabelo dela, ouro rseo e grosso, era nitidamente encaracolado  nuca do pescoo dela. Um avental branco cobriu o vestido preto claro dela. Em contraste, o cabelo 
de Maggie era ao redor uma confuso gnea a face dela. Ela usou uma saia ela tinha esquecido de apertar e um suter que precisou de remendo.
        "No clarear para amanh." Brianna tinha esquecido dos pratos nas mos dela e tinha encarado fora a janela a noite tempestuosa.
        "No, no vai Mas as pessoas viro, s o mesmo, como eles fizeram hoje."
        "Ns os recuperaremos aqui depois. H comida tanto. Eu no sei o que ns faremos com tudo. . . " A voz de Brianna arrastou fora. "Ela j saiu do quarto dela? 
" Brianna ainda representou um momento, ento comeou a empilhar pratos lentamente. "Ela no  bem." "Oh Deus, no faa. O morto do marido dela e todo o mundo que 
o conheceu veio aqui hoje. Ela pode nem mesmo movimento ela para fingir isto importa."
        "Claro que importa a ela." A voz de Brianna apertou. Ela no pensou que ela pudesse agentar um argumento agora, no quando o corao dela estava inchando 
para cima como um tumor no trax dela que "Ela viveu com ele mais de vinte anos."
        "E pequeno outro ela fez com ele. Por que voc a defende? At mesmo agora."
        A mo de Brianna apertou um prato to duro ela desejou saber no estalou em dois. A voz dela permaneceu perfeitamente calma, perfeitamente razovel. "Eu 
estou defendendo ningum, s dizendo o que  verdade. Ns no podemos manter paz? Pelo menos at que ns o enterramos, ns no podemos manter paz nesta casa? "
        Nunca  havido paz nesta casa." Maeve falou da entrada. A face dela no foi saqueada atravs de lgrimas, mas estava frio e duro e irreconcilivel. "Ele 
cuidou disso. Ele cuidou disto da mesma maneira que ele est cuidando disto agora. At mesmo morto, ele est fazendo para minha vida um sofrimento."
        "No fale dele." A fria que Maggie tinha segurado todo o dia quebrou por, uma pedra denteada por copo frgil. Ela empurrou longe da mesa, enquanto enviando 
a corrida de cachorro para cobertura. "No faa voc ousa falar doente dele."
        "Eu falarei como eu escolho." A mo de Maeve apertou ao mant que ela usou, atraiu isto apertado  garganta dela. Era l, e ela sempre tinha querido seda. 
"Ele me deu nada mais que aflio enquanto ele viveu. Agora ele est morto e me deu mais."
        "Eu no vejo nenhuma lgrima em seus olhos, Me".
        "E voc no vai eu nem viverei nem morrerei um hipcrita, mas fala a prpria verdade de Deus. Ele ir para o diabo pelo que  que ele  feito a mim este 
dia." Os olhos dela, amargo e azula, trocou de Maggie a Brianna. "E como Deus no o perdoar, eu" nem.
        "Voc conhece a mente de Deus agora? " Maggie exigiu. "Tem todos seu prayerbook que l e clacking de rosrio lhe dado diretamente uma linha para o Deus? 
"
        "Voc no blasfemar." As bochechas de Maeve avermelharam com temperamento. "Voc no blasfemar nesta casa."
        "Eu falarei como eu escolho." Maggie ecoou o palavras da me dela com um sorriso apertado. "Eu lhe falarei Tom Concannon no precisou nenhum de seu perdo 
mesquinho."
        "Bastante." Embora os interiores dela estivessem tremendo, Brianna ps uma mo firmando no ombro de Maggie. Ela levou uma respirao longa, cuidadosa para 
ser certa a voz dela estava tranqila. "Eu lhe, Me, falei eu darei a casa a voc. Voc no tem nada que preocupar aproximadamente."
        "O que  isto? " Maggie virou  irm dela. "O que sobre a casa? "
        "Voc ouviu o que disse ao testamento ler", Brianna comeou, mas Maggie tremeu a cabea dela.
        "Eu no levei nada disto dentro. A conversa de advogado. Eu no estava prestando ateno."
        "Ele deixou isto a ela." Ainda tremendo, Maeve ergueu um dedo e espetou isto fora como uma acusao. "Ele deixou a casa a ela. Todos os anos sofri eu e sacrifiquei, 
e ele leva at mesmo que de mim."
        "Ela se estabelecer direito bastante quando ela sabe que ela tem um telhado robusto em cima da cabea dela e nenhuma necessidade para fazer qualquer coisa 
que manter isto", Maggie disse uma vez a me dela deixou o quarto.
        Era bastante verdade. E Brianna pensou que ela pudesse manter a paz. Ela tinha tido toda vida de
        prtica. Til mantm a casa, e ela ficar aqui. Eu posso cuidar deles ambos."
        "So Brianna", Maggie murmurou, mas no havia nenhuma malcia nisto "Ns administraremos isto entre ns." O forno novo teria que esperar, ela decidiu. Mas 
contanto que McGuinness continuasse comprando, haveria bastante para unir as duas casas.
        "Eu pensei aproximadamente... Da e eu falamos um pequeno tempo atrs sobre isto, e eu tenho pensado. . . . " Brianna hesitou.
        Maggie empurrou os prprios pensamentos dela aparte. "H pouco diga"
        "Precisa alguns arrumando, eu sei, e eu s tenho um pouco partido do que Gran partiu eu-e h a garantia."
        "Eu estarei pagando integralmente a garantia."
        "No, isso no  certo"
        " Maggie perfeitamente certo" se levantou v buscar a chaleira. "Ele levou isto para me enviar para Veneza, no fez ele? Hipotecado a casa e resistiu a 
Me de vento forte derrubada na cabea dele por fazer isto eu tive trs anos de treinar graas a ele. E eu reembolsarei isto.
        "A casa  minha." O firmed de voz de Brianna. "E assim a Galinha."
        A irm dela teve um olhar macio sobre ela, mas Maggie soube que Brianna pudesse ser mula teimoso quando a vestiu. "Bem, ns podemos discutir isso a morte. 
Ns ambos pagaro isto. Se voc no me deixar fazer isto para voc, Brie, me deixe fazer isto para ele. Eu tenho uma necessidade para."
        "Ns trabalharemos isto fora" Brianna levou a xcara de ch que Maggie lhe verteu.
        "Me conte o que voc tem pensado."
        "Certo" sentia tolo. Ela poderia esperar que s no soasse assim. "Eu quero entrar na casa um B-e-B. "
        "Um hotel! " Atordoado, Maggie s poderia fitar. "Voc quer ter pagando convidados que se intrometem sobre o lugar? Voc no ter nenhuma privacidade nada, 
Brianna, e voc estar trabalhando de "noite de gaveta de manh
        "Eu gosto de ter as pessoas ao redor", Brianna disse coolly. "No todo o mundo quer ser um ermito goste de voc. E eu tenho uma destreza para isto, eu penso, 
por fazer as pessoas confortvel. Est no sangue." Ela ressaltou o queixo dela. "Granda correu um hotel, no fez ele, e Gran correu isto depois que ele morresse. 
Eu poderia fazer isto."
        "Eu nunca disse que voc no pde, eu s para a vida de mim no pode ver por que voc quereria. Estranhos em e fora diariamente." Por que, s lhe deu os 
tremores imaginar isto.
        "Eu s posso esperar que eles viro. Os quartos precisaro refrescar, claro que", escada acima. Os olhos de Brianna obscureceram como ela refletiu para os 
detalhes. "Alguns pintam, algum papel. Um tapete novo ou dois. E o encanamento precisa de trabalho, Deus sabe. O fato , ns precisaramos de outro banho completamente, 
mas eu penso o armrio escada acima abaixo ao trmino do corredor serviria. Eu poderia ter um pequeno apartamento somado fora a cozinha aqui, para Me-assim ela 
no ser perturbada. E eu acrescentaria um pouco aos jardins, postos para cima um pequeno sinal. Nada em uma balana principal, voc v. H pouco pequeno e saboroso 
e confortvel."
        "Voc quer isto", Maggie murmurou, enquanto vendo a luz no olhos da irm dela. "Voc verdadeiramente faz."
        "Eu fao, sim. Eu quero isto."
        Ento faa" Maggie agarrou as mos dela. "H pouco faa isto, Brie. Refresque seus quartos e fixe seu encanamento. Ponha para cima um sinal bom. Ele quis 
isto para voc."
        "Eu penso ele fez. Ele riu quando eu falei com ele sobre isto, daquele modo grande teve" ele.
        "Sim, ele teve um riso principal."
        "E ele me beijou e brincou sobre eu sendo a neta de um innkeeper, e tradio seguinte. Se 1 comeado pequeno bastante, eu poderia abrir durante vero este 
ano. Os turistas, eles especialmente entram aos municpios ocidentais no vero, e eles procuram um lugar agradvel, confortvel para passar a noite. Eu pude - " 
Brianna fechou os olhos dela. "Oh, escute esta conversa, e ns estamos enterrando nosso pai amanh."
        " o que ele quereria ouvir." Maggie pde sorrir novamente. "Um esquema principal assim, ele teria o alegrado em! "
        "Ns Concannons." Brianna tremeu a cabea dela. "Ns somos grande por planejar."
        "Brianna que dia no precipcio, ele falou de voc. Ele o chamou a rosa dele. Ele quereria que voc florescesse."
        E ela tinha sido a estrela dele, Maggie pensou que Ela ia fazer tudo que que ela pde para lustrar.
        
        
        Captulo Trs
        
        ELA era s-como gostou melhor ela. Da entrada da cabana dela ela assistiu a chuva que chicoteia os campos de Murphy Muldoon, enquanto cortando de modo selvagem 
em cima da grama e pedra enquanto o sol irradiou esperanosamente, obstinadamente, atrs dela. Havia a possibilidade de uma dzia de diferente resiste no cu estendido 
em camadas, todo o sumrio e inconstante.
        Isso era a Irlanda.
        Mas para Margaret Mary Concannon, a chuva era uma coisa boa. Ela preferiu freqentemente isto  inclinao morna de sol e o brilho claro de cus azuis sem 
nuvens. A chuva era uma cortina cinza macia, enquanto a comprimindo longe do mundo. Ou mais importante, recortando o mundo, alm da viso dela de colina e campo 
e vacas manchadas macio e lustroso.
        Para enquanto a fazenda, a pedra cerca e gramas verdes alm da confuso de fcsia j no pertenceram a Maggie ou a famlia dela, esta mancha com seu jardim 
selvagem pequeno e umidade ar primaveral era ela prprio.
        Ela era a filha de um fazendeiro, retifique bastante. Mas nenhum fanner era ela. Em dado cinco anos desde o morte da espuma dela, ela fixaria sobre fazer 
o prprio dela lugar-e a marca ele tinha lhe pedido que fizesse. Talvez no estava como ainda to fundo, mas ela continuou vendendo o que ela fez, em Galway agora 
e Arrolha, como tambm Ennis.
        
        Ela precisou nada alm de o que ela teve. Querido mais, talvez, mas ela soube que deseja, no importa como fundo e arrastando, no pague as contas. Ela tambm 
soube que algumas ambies, quando percebeu, levou um preo pesado.
        Se de vez em quando ela fosse frustrada ou inquieto, ela s teve que se lembrar que ela era onde ela precisou ser, e fazendo o que ela escolheu fazer.
        Mas em manhs goste isto, com a chuva e o sol na guerra, que ela pensou no pai dela, e dos sonhos ele tinha visto nunca vindo verdadeiro.
        Ele tinha morrido sem riqueza, sem sucesso e sem a fazenda que tinha sido arada e tinha sido colhida atravs de mos de Concannon para geraes.
        Ela no se ressentiu com o fato que tanto do direito inato dela tinha sido vendido fora para impostos e dvidas e as fantasias alto-sopradas do pai dela. 
Talvez havia um puxo de sentimento e lamenta para o hillocks e campos que ela tinha corrido uma vez em cima de com toda a arrogncia e inocncia de mocidade. Mas 
isso era passado. Realmente, ela quis nenhuma parte do funcionamento disto, o preocupando em cima disto Ela teve pouco do amor de cultivar coisas que mexeram a irm 
dela, Brianna. Retifique, ela desfrutou o jardim dela, as flores desafiantes grandes e os cheiros que flutuaram deles. Mas as flores cresceram apesar dos perodos 
dela de negligncia.
        Ela teve o dela coloque, e qualquer coisa alm disto estava fora do reino dela, e ento, a maioria normalmente, fora da mente dela. Maggie preferiu precisar 
ningum, e no precisando nada certamente ela no pde se prover.
        Dependncia, ela soube, e o desejo para mais que o que voc teve, conduziu a infelicidade e descontentamento Ela teve o exemplo dos pais dela antes dela.
        
        Pausando l, h pouco passado a porta aberta na chuva esfriando, ela respirou no ar, a doura mida disto tingiu com fonte das flores de blackthorn que formaram 
um hedgerow ao leste e as rosas cedo que lutam em flor ao oeste Ela era uma mulher pequena, bem formado em baixo das calas jeans folgadas e camisa de flanela Em 
cima do ombro-comprimento dela, cabelo gneo ela usou um chapu de andar relaxado, to cinza quanto a chuva. Em baixo de sua conta os olhos dela eram o verde mal-humorado, 
mstico do mar.
        A chuva umedeceu a face dela, a curva macia de bochecha e queixo, a boca larga, melanclica. Orvalhou a aparncia do ruivo cremoso e uniu as sardas de ouro 
se espalhadas em cima da ponte do nariz dela.
        Ela bebeu o doce ch de caf da manh forte de um copo assalte do prprio desgnio dela e ignorou o telefone que tinha comeado a guinchar da cozinha. Ignorando 
a convocao era tanta poltica quanto hbito, particularmente quando a mente dela estava vagueando para o trabalho dela. Havia uma escultura que forma na cabea 
dela, to claro quanto um pingo de chuva, que ela pensou. Puro e alisa, com copo que flui em copo no corao disto.
        O puxe da viso acenada. Despedindo o telefone tocando, ela caminhou pela chuva para o seminrio dela e o rugido calmante do forno de copo.
        Dos escritrios dele em Dublin, Rogan Sweeney escutou o anel do telefone pelo receptor e jurou. Ele era um homem ocupado, tambm ocupe para desperdiar o 
tempo dele em um artista rude e temperamental que recusou responder a batida afiada de oportunidade.
        Ele teve negcios para ver, chama para responder, arquivos para ler, figuras para contar. Ele deve, enquanto o dia era
        jovem, abaixe para a galeria e vigie a mais recente remessa que A cermica americana Nativa era, afinal de contas, o beb dele, e ele tinha gastado meses 
selecionando o melhor do melhor
        Mas isso, claro que, j era um desafio se encontrado. Aquele espetculo de particular asseguraria uma vez mais aquele Mundial era um topo galeria internacional. 
Enquanto isso a mulher, a maldio, Clarewoman teimoso, estava aglomerando a mente dele. Embora ele contudo conhecer o face-para-face dela, a e o gnio dela ocupados 
muito da mente dele.
        A remessa nova vai, claro que, recebe como muito da habilidade dele, energia e tempo como requereu. Mas artista novo, particularmente um cujo trabalho teve 
to completamente capturou a imaginao dele, entusiasmado em um nvel diferente. A emoo de descoberta era como vital para Rogan como o desenvolvimento cuidadoso 
que comercializa e venda dos trabalhos de um artista.
        Ele quis Concannon, exclusivamente, para Galerias Mundiais. Como com a maioria dos desejos dele tudo dos quais Rogan julgou bastante razovel, no descansaria 
ele at que era realizado.
        Ele tinha sido elevado a ter sucesso-a terceira gerao de comerciantes prsperos que acharam modos inteligentes para se transformar pence em libras. O negcio 
o av dele tinha fundado sessenta anos antes floresceu abaixo o dele liderana-porque Rogan Sweeney recusou levar nenhum para uma resposta. Ele alcanaria as metas 
dele atravs de suor atravs de charme, por tenacidade ou qualquer outro meios ele julgou satisfatrio.
        Margaret Mary Concannon e o talento desenfreado dela eram a meta mais nova e mais frustrante dele.
        Ele no era um homem irracional na prpria mente dele, e teria estado chocado e insultou para descobrir que ele h pouco foi descrito como que por muitos 
dos conhecidos dele. Se ele esperasse horas longas e trabalho duro dos empregados dele, ele esperou nenhum menos dele. Passeio e dedicao somente no eram virtudes 
a Rogan, elas eram necessidades que tinham sido criadas nos ossos dele.
        Ele poderia ter entregado as rdeas de Mundial para um gerente e se manteve vivo bastante confortavelmente o procede. Ento ele poderia viajar, no para 
negcio mas para prazer, desfrutando as frutas da herana dele sem suar em cima do colher.
        Ele poderia ter, mas a responsabilidade dele e ambio sedenta eram os direitos inatos dele.
        E M. M. Concannon, artista de copo, ermito e excntrico eram a obsesso dele.
        Ele ia fazer mudanas em Galerias Mundiais, mudanas que refletiriam a prpria viso dele que celebraria o prprio pas dele. M. M. Trapaceiro-canho foi 
o primeiro passo dele, e ele seria condenado se a teimosia dela o fizesse tropear.
        Ela era desavisado-porque ela recusou escutar, Rogan pensou severamente-que ele pretendeu lhe fazer primeira estrela irlandesa nativa Mundial. No passado, 
com o pai dele e av ao capacete, as galerias tinham especializado em arte internacional. Rogan no pretendeu estreitar a extenso, mas ele pretendeu trocar o foco 
e dar o mundo o melhor da terra do nascimento dele.
        Ele arriscaria o dinheiro dele e a reputao dele para fazer isto.
        Se o primeiro artista dele fosse um sucesso, como ele a pretendeu ser completamente, o investimento dele teria pagado, os instintos dele teriam estado justificados 
e o sonho dele, uma galeria nova que showcased trabalha exclusivamente por artistas irlandeses, se tornaria realidade.
        Ele queria que Margaret Mary Concannon comeasse.
        Aborrecido com ele, ele subiu da escrivaninha de carvalho antiga dele para se levantar pela janela. A cidade estirou fora antes dele, suas ruas largas e 
quadrados de verde, a prata reflete isso era o rio e as pontes que atravessaram isto.
        Debaixo de, trfico se mudou para um fluxo fixo, trabalhadores e turistas que fundem na rua em um fluxo colorido na luz solar. Eles pareciam muito distantes 
agora a ele como eles passearam em pacotes ou twosomes. Ele assistiu um abrao de par jovem, um unindo casual de braos, se encontrando de lbios. Ambos usaram mochilas 
e expresses de delcia vertiginosa
        Ele se virou, picou por uma pequena seta estranha de inveja.
        Ele era novo a sentir inquieto, como era agora ele. Havia trabalho na escrivaninha dele, compromissos no livro dele, contudo ele nem no virou para. Desde 
infncia ele tinha movido com propsito de educao para profisso, de sucesso para sucesso. Como tinha sido esperado dele. Como ele tinha esperado dele.
        Ele tinha perdido ambos os pais dele sete anos antes quando o pai dele tinha sofrido um ataque de corao atrs da roda do carro dele e tinha esmagado em 
um poste de utilidade. Ele ainda poderia se lembrar do pnico severo, e a descrena quase sonhadora que tinha o encapotado durante o vo de Dublin para Londres onde 
a me dele e o pai tinha viajado para negcio e o cheiro horrvel, estril de hospital.
        O pai dele tinha morrido em impacto a me dele tinha vivido uma hora apenas mais longo. Assim eles tinham sido ambos antes de ele tinha chegado, longo antes 
de ele tivesse podido aceitar isto Mas eles tinham lhe ensinado uma grande transao antes de ele tivesse perdido eles-sobre a famlia e orgulho de herana, o amor 
de arte, o amor de negcio e como os combinar.
        Ele se fundaria a cabea de Mundial s vinte e seis e suas subsidirias, responsvel para pessoal, para decises, para a arte colocada nas mos dele. Durante 
sete anos ele tinha trabalhado no s para fazer o negcio crescer, mas fazer isto lustrar. Tinha sido mais que suficiente para ele.
        Esta sensao de unsetded, o dilema disto, que ele soube tido suas razes na tarde de inverno arejada quando ele tinha visto o trabalho de Maggie Concannon 
primeiro.
        Que primeiro pedao, espiado durante um ch obrigatrio com a av dele, tinha o comeado nesta odissia para possuir-no, ele pensou, incmodo com a palavra. 
Para controlar, corrigiu ele, ele quis controlar o destino da arte, e a carreira do artista Desde aquela tarde, ele tinha podido comprar s dois pedaos do trabalho 
dela. A pessoa era to delicado quanto um devaneio, uma coluna quase leve esbelta falou enigmaticamente com arco-ris vislumbrando e dificilmente maior que o palmo 
da mo dele de pulso para ponta do dedo.
        O segundo, e o um ele poderia admitir privadamente assombrado e poderia o atrair, era um pesadelo violento, incendiado de uma mente apaixonada em uma confuso 
turbulenta de copo. Deveria ter estado desequilibrado, ele pensou agora como ele estudou o pedao na escrivaninha dele. Deveria ter sido feio com sua guerra selvagem 
de cores e formas, os pmpanos vidos enrolando e arranhando fora do
        base agachada.
        Ao invs, era fascinante e incomodamente sexual. E o fez desejar saber que tipo de mulher pudesse criar ambos os pedaos com habilidade igual e poder.
        
        Desde que ele tinha comprado isto um pequeno mais de dois meses antes de, ele tinha tentado sem sucesso contatar o artista e a se interessar por patronato.
        Ele tinha a localizado duas vezes atravs de telefone, mas a conversao na parte dela tinha sido breve ao ponto de rudeza. Ela no requereu um protetor, 
particularmente homem de negcios de Dublin com muita educao e muito pequeno gosto.
        Oh, isso tinha picado.
        Ela era, ela tinha lhe falado no sotaque de municpio ocidental musical dela, contedo para criar ao prprio passo dela e vender o trabalho dela quando e 
onde a vestiu. Ela no teve nenhuma necessidade pelos contratos dele, ou para algum lhe contar o que deve ser vendido. Isto o trabalho dela era, no era, assim 
por que ele no voltou para as razes dele, do qual ela tinha certeza ele bastante teve, e a deixa a isto?
        Pequena crtica insolente, ele pensou, enquanto incendiando novamente para cima. Aqui ele estava oferecendo um ajudando d, uma mo para a que outros artistas 
incontveis teriam implorado, e ela rosnou a isto
        Ele deveria a deixar a isto, Rogan meditou. A deixe criar em obscuridade. Era certo que ele nem Mundialmente precisou dela.
        Mas, maldio tudo, ele a quis.
        Em impulso, ele apanhou o telefone dele e zumbiu o secretrio dele. "Eileen, cancele meus compromissos logo para dado par de dias. Eu vou em uma viagem."
        Era uma coisa rara para Rogan ter negcio nos municpios ocidentais. Ele se lembrou de um feriado familiar de infncia. A maioria normalmente os pais dele 
tinham preferido viagens para Paris ou Milo, ou uma fratura ocasional na vila eles mantiveram no francs mediterrneo. Tinha havido viagens que tinham combinado 
negcio e prazer. Nova Iorque, Londres, Bonn, Veneza, Boston,. Mas uma vez, quando ele tinha tido nove ou dez anos, eles tinham dirigido  rea de Shannon para levar 
na paisagem selvagem, gloriosa do oeste Ele se lembrou disto em remendos, o dizzying v dos Precipcios de Mohr, os panoramas deslumbrando e guas pedra precioso*-luminosas 
do Distrito de Lago, as aldeias quietas e o verde infinito de glebas cultivadas.
        Bonito era. Mas tambm era inconveniente. Ele j estava lamentando a deciso impulsiva dele para fazer o passeio, particularmente desde as direes ele tinha 
sido determinado na aldeia perto tinha o levado sobre uma desculpa descaroada para uma estrada. O Aston Martin dele controlou bem isto, at mesmo como a sujeira 
virou a lama debaixo da chuva motriz incessante. O humor dele no negociou os buracos to suavemente quanto fez o carro dele.
        S teimosia o impediu retroceder. A mulher escutaria argumentar, por Deus. Ele cuidaria disto. Se ela quisesse se enterrar atrs de cercas vivas de furze 
e hawthorn, era o negcio dela. Mas a arte dela era dele. Ou seria.
        Seguindo as direes ele tinha sido determinado na agncia postal local, ele passou o cama-e-caf da manh chamado Cabana de Blackthorn com seus jardins 
gloriosos e apara venezianas azuis. Mais longe em l era cabanas de pedra, abrigos para animais, um celeiro de feno, um abrigo ardsia-telhado onde um homem trabalhou 
em um trator.
        O homem ergueu uma mo em saudao, ento voltou trabalhar como Rogan manobrado o carro ao redor da curva estreita. O fazendeiro foi o primeiro sinal de 
vida, diferente de gado, ele tinha visto desde partir o
        aldeia.
        Como qualquer um sobreviveu neste lugar de godforsaken estava alm dele. Ele levaria as ruas abarrotadas de Dublin
        e convenincias em cima da chuva incessante e campos infinitos diariamente da semana. Paisagem seja condenada.
        Ela tinha se escondido bem, ele pensou que Ele tinha pegado viso do porto de jardim e a cabana caiada apenas alm disto pelos arbustos de desmoronamento 
de alfena e fcsia.
        Rogan reduziu a velocidade, entretanto ele quase tinha estado em todo caso a um rastejo. Havia um passeio curto, ocupado por uma zorra azul enfraquecida 
que vai enferrujar. Ele puxou o Aston branco enrgico dele atrs disto e adquiriu fora
        Ele circulou ao redor ao porto, rebaixado dado passeio curto entre o que cortou pesado-encabeado, flores brilhantes que subiram e descer na chuva. Ele 
deu para a porta que foi pintada uma magenta corajosa trs piparotes afiados, ento trs novamente antes de impacincia o tivesse espiando a uma janela para investigar 
dentro.
        Havia um fogo que queima baixo na grelha, e uma cadeira de sugan levantou fim. Um sof caindo cobriu em alguma impresso floral selvagem que acasalou reds 
e bluess e prpuras balanada em um canto. Ele teria pensado que ele tinha equivocado a casa mas para os pedaos do trabalho dela fixados ao longo do quarto pequeno. 
Esttuas e garrafas, vasos e tigelas estavam, sentaram ou reclinaram em toda superfcie disponvel.
        Rogan esfregou o molhado da janela e espiou os candelabros de muitos-filial posicionaram centro morto do mantel. Foi formado de copo to claro, to puro, 
poderia ter sido gua gelada em lugar. Os braos encurvaram fluidly para cima, a base uma cachoeira. Ele sentia a onda rpida, o trinco interno que pressagiou aquisio.
        Oh sim, ele a fundaria.
        Agora se ela atendesse h pouco a porta de maldio.
        Ele desistiu da frente e caminhou ao redor pela grama molhada  parte de trs da cabana. Mais flores, crescendo selvagem como ervas daninhas. Ou, ele corrigiu, 
enquanto crescendo selvagem com ervas daninhas. Senhorita Concannon no gastou muito tempo obviamente limpando as camas dela.
        Havia um magro-para ao lado da porta debaixo da qual foram empilhados tijolos de relva. Uma bicicleta antiga com um pneu plano foi apoiado ao lado deles 
junto com um par de "Wellingtons que era barrento aos tornozelos.
        Ele comeou a bater novamente quando a vinda s por detrs ele o teve dirigindo em direo aos abrigos. O rugido, constante e baixo, era quase como o mar. 
Ele poderia ver a fumaa que empluma fora da chamin no cu plmbeo.
        O edifcio teve vrias janelas, e apesar da umidade fria do dia, alguns foram apoiados aberto. O seminrio dela, nenhuma dvida, que Rogan pensou, e cruzou 
a isto, contente que ele tinha a encalado e confiante do resultado da reunio deles/delas.
        Ele bateu e, entretanto ele no recebeu nenhuma resposta, empurrou a porta aberto. Ele teve um momento para registrar a exploso de calor, os cheiros afiados 
e a mulher pequena sentaram em uma cadeira de madeira grande, um tubo longo nas mos dela.
        Ele pensou em fadas e feitios.
        "Feche a porta, o condene, h um desenho."
        Ele obedeceu automaticamente, enquanto eriando debaixo da fria afiada da ordem. "Suas janelas esto abertas."
        "Ventilao. Desenho. Idiota." Ela disse mais para nada, nem ela o poupou tanto como um relance. Ela fixou a boca dela ao tubo e soprou.
        Ele assistiu a forma de bolha, fascinada apesar dele. Tal um procedimento simples, ele pensou, s respirao e copo fundido. Os dedos dela trabalharam no 
tubo, enquanto virando isto e virando isto, gravidade lutadora, usando isto, at que ela estava satisfeita com a forma.
        Ela no pensou nada dele nada como ela fez sobre o trabalho dela. Ela beijou a bolha, enquanto usando tomadas para recuar um arvoredo raso s alm a cabea 
do tubo. Havia passos, dzias deles contudo levar, mas ela j poderia ver o trabalho acabado to claramente quanto se ela segurasse isto esfrie e slido na mo dela.
        Ao forno, ela empurrou a bolha debaixo da superfcie do copo fundido aqueceu para fazer a segunda dobra l. Atrs ao banco ela rodou a dobra em um bloco 
de madeira esfriar o copo e formar a "pele." O tempo todo o tubo estava movendo, movendo, firme e controlou pelas mos dela, da mesma maneira que as fases iniciais 
do trabalho tinham sido controladas pela respirao dela.
        Ela repetiu o mesmo procedimento inmeras vezes, eternamente o paciente, completamente focalizou enquanto Rogan estava pela porta e assistiu. Ela usou blocos 
maiores por formar como a forma cresceu. E como passou tempo e ela no falou uma palavra, ele se foi o molhado dele cubra e esperou.
        O quarto estava cheio com calor do forno. Sentia como se as roupas dele estavam cozinhando em vapor no corpo dele. Ela parecia sublimely no afetado, centrado 
no trabalho dela, enquanto alcanando de vez em quando para uma ferramenta nova enquanto uma mo constantemente revolveu o tubo.
        A cadeira na qual ela sentou era obviamente caseira, com um assento fundo e braos longos, ganchos fixaram aqui e l onde ferramentas penduraram. Havia baldes 
perto encheu de gua ou areia ou cera quente.
        Ela levou uma ferramenta, um que olhou a Rogan para ser um par de pinas afiado-pontudas, e colocou diem  extremidade do recipiente que ela estava criando. 
Parecia eles fluiriam diretamente por, o copo assim se assemelhou a gua, mas ela tirou a forma disto, enquanto alongando isto, emagrecedor isto
        Quando ela subiu novamente, ele comeou a falar, mas um som dela, algo como uma rosnadura, o teve erguendo uma sobrancelha e mantendo o silncio dele.
        Multe ento, ele pensou. Ele poderia ser paciente. Uma hora, duas horas, contanto que levasse. Se ela pudesse estar de p este calor vicioso, assim, por 
Cristo, pde ele.
        Ela fez nem mesmo tato isto, assim inteno era ela. Ela imergiu um impila com vara, outra dobra de copo fundido, sobre o lado do recipiente estava criando 
ela. Quando o copo quente tinha amolecido a parede, ela empurrou um arquivo pontudo, coberto com cera, no copo.
        Suavemente, suavemente.
        Chamas reluziram debaixo da mo dela como a cera queimada. Ela teve que trabalhar para impedir a ferramenta aderir ao copo rapidamente agora. A presso teve 
que ser precisamente certo para o efeito ela quis. A parede interna estabeleceu contato contato com a parede exterior, enquanto fundindo, criando a forma interna, 
o balano de anjo.
        Copo dentro de copo, transparente e fluido.
        Ela quase sorriu.
        Cuidadosamente, ela reblew a forma antes de aplainar o fundo com um remo. Ela prendeu o recipiente a um pontil quente. Ela mergulhou um arquivo em um balde 
de gua, enquanto gotejando isto sobre o encaixe de pescoo do recipiente dela. Ento, com um golpe que fez Rogan sacuda, ela golpeou o arquivo contra o tubo soldador. 
Com o recipiente agora preso ao pontil, ela empurrou isto no forno aquecer o lbio. Levando o recipiente ao forno recozendo, ela bateu o pontil nitidamente com um 
arquivo quebrar o selo.
        
        Ela fixou o tempo e a temperatura, ento caminhou diretamente a um refrigerador pequeno.
        Era baixo ao cho, assim ela foi forada a se ajoelhar. Rogan inclinou a cabea dele  viso. As calas jeans folgadas estavam comeando a usar bastante 
magro em vrios lugares interessantes. Ela endireitou, virou e lanou um da dois macio-bebida enlata ela tirada na direo dele.
        Rogan pegou o projetil atravs de instinto cego antes de conectasse com o nariz dele.
        "Ainda aqui? " Ela estourou o topo na lata dela e bebeu profundamente. "Voc tem que estar assando naquele terno." Agora que o trabalho dela estava fora 
da mente dela e os olhos dela clareie das vises disto, ela o estudou.
        Alto, magro, escuro. Ela bebeu novamente. Cabelo bem nomeado to preto quanto a asa de um corvo e olhos to azul quanto um lago de Kerry. No duro para olhar 
a, meditou ela, enquanto batendo um dedo contra a lata como eles encararam um ao outro. Ele teve uma boca boa, bem esculpiu e generoso. Mas ela no pensou que ele 
usou freqentemente isto por ter sorrido. No com esses olhos. To azul quanto eles eram, e como atraindo, eles estavam frescos, enquanto calculando e confiante
        Uma face nitidamente caracterizada com ossos bons. Ossos bons, procriao boa, que a vov dela dizia. E este aqui, a menos que ela estivesse muito enganada, 
teve sangue azul em baixo do osso.
        O terno foi costurado, provavelmente o ingls. A gravata discreto havia uma piscadela de ouro aos punhos de manga dele. E ele estava de p como um soldado-o 
filho que tinha ganho bastante metal e trana.
        Ela sorriu a ele, contedo para ser agora amigvel que o trabalho dela tinha ido bem. "Voc  perdido ento? "
        "No." O sorriso a fez se parecer um pixie, um capaz de todos os tipos de magia e dano. Ele
        preferiu a carranca que ela tinha usado enquanto ela tinha trabalhado. "Eu vim um modo longo para falar com voc, Senhorita Concannon. Eu sou Rogan Sweeney."
        O sorriso dela inclinou alguns graus em algo mais ntimo para uma zombaria. Sweeney, ela pensou O homem que quis assumir o trabalho dela. "O jackeen." Ela 
usou o termo, enquanto lisonjeando terrivelmente no, para um Dubliner. "Bem, voc  um teimoso, Sr. Sweeney que  a verdade. Eu espero que voc tivesse um passeio 
agradvel assim sua viagem no ser desperdiada."
        "Era um passeio miservel."
        "Piedade."
        
        "Mas eu no considero a viagem desperdiada." Embora ele tivesse preferido uma xcara forte de ch, ele abriu a macio-bebida pode. "Voc tem uma organizao 
interessante aqui."
        Ele esquadrinhou the,room com seu forno rugindo, seus fornos e bancos, a confuso de metal e olhar de madeira, as varas, os tubos e as estantes e armrios 
que ele imaginou segurado as substncias qumicas dela.
        "Eu fao bem bastante, como acredito eu que eu lhe falei em cima do telefone."
        "Aquele pedao no que voc estava trabalhando quando eu entrei. Era adorvel." Ele pisou em cima de para uma mesa atravancada com blocos de desenho, lpis, 
carvo e giz. Ele apanhou um esboo da escultura de copo que recoze agora. Era delicado, fluido.
        "Voc vende seus esboos? "
        "Eu sou artista de copo, Sr. Sweeney, no um pintor".
        Ele a atirou um olhar, fixe o esboo novamente abaixo. "Se voc fosse assinar que, eu poderia adquirir cem libras para isto"
        Ela deixou sair um bufo de descrena e a lanou lata vazia em uma caixa desperdcio.
        "E o pedao que voc h pouco terminou? Quanto pedir voc isto"
        "E por que isso seria seu negcio? "
        "Talvez eu gostaria de comprar isto."
        Ela considerou, enquanto fugindo para cima na extremidade de um banco e balanando os ps dela. Ningum poderia lhe contar o valor do trabalho dela, nem 
mesmo ela. Mas um preo-um preo teve que ser fixado Ela soube bem isso. Para, artista ou no, ela teve que comer
        A frmula dela por figurar preo estava solta e flexvel. Ao contrrio as frmulas dela por fazer copo e misturar isto para cores tiveram muito pequeno para 
ver com cincia. Ela calcularia o tempo gastado em produzir o pedao, os prprios sentimentos dela para isto, ento conte a opinio dela do comprador.
        A opinio dela de Rogan Sweeney ia o valer querido.
        Duzentos e cinqenta libras", ela decidiu. Cem disso estava devido s ligaes de punho de manga de ouro dele.
        Til lhe escrevem um cheque", Ento ele sorriu, e Maggie percebeu ela agradeceu ele no parecia usar freqentemente aquela arma de particular. Letal, ela 
pensou, enquanto assistindo o modo os lbios dele encurvaram, os olhos dele. Charme flutuou abaixo nele, luz e sem esforo como uma nuvem. "E entretanto eu somarei 
isto para meu pessoal coleo-para sentimento, deva ns say?-eu poderia me pr dobro facilmente que para isto em minha galeria."
        " 'Tis uma maravilha que voc fica em negcio, Sr. Sweeney, que satura seus clientes que modo."
        "Voc, Senhorita Concannon", se subestima. Ele cruzou ento a ela, como se ele soubesse que ele tinha ganho a mo superior de repente. Ele esperou at que 
ela tinha inclinado a cabea dela atrs para manter os olhos dela nivele com seu. "Isso  por que voc precisa de mim."
        "Eu sei o que eu estou fazendo" exatamente.
        Em aqui." Ele ergueu um brao para cercar o quarto. Eu tenho aeen que bastante dramaticamente para mim. Mas o mundo empresarial  uma questo diferente."
        Lata no se interessou por negcio."
        "Precisamente", ele lhe falou, enquanto sorrindo novamente como se ela tivesse respondido uma pergunta particularmente espinhosa. Por outro lado, "eu sou 
fascinado por isto"
        Ela estava a uma desvantagem, enquanto sentando no banco com ele pairando em cima dela. E ela no quis isto "eu no quero ningum desarrumando em meu trabalho, 
Sr. Sweeney. Eu fao o que eu escolho, quando eu escolho, e eu me dou muito bem."
        "Voc faz o que voc escolhe, quando voc escolhe." Ele escolheu para cima uma forma de madeira do banco como se admirar o gro. "E voc faz muito bem isto. 
O que uns lotes que seria para algum com seu talento somente se dar bem. Sobre... desarrumando aproximadamente com seu trabalho, eu tenho nenhuma inteno de fazer 
assim. Embora o assistindo trabalho fosse certamente interessante." Os olhos dele reduzidos do molde a ela com uma velocidade que a fez sacodem. "Muito interessante."
        Ela empurrou fora o banco, o melhor se levantar nos prprios ps dela para ganhar o quarto requerido, ela o empurrou aparte. "Eu no quero um gerente."
        "Ah, mas voc precisa um, Margaret Mary. Voc precisa um mal / '
        "Muito voc sabe sobre o que eu estaria precisando", ela resmungou, e comeou a passo. "Algum sharpie de Dublin com "sapatos de fantasia.
        Duas vezes como muito, ele tinha dito; a mente dela jogou de novo as palavras mais cedo dele. Duas vezes o que ela tinha perguntado. E havia a Me para se 
preocupar para, e as contas para pagar, e Doce Jesus, o preo de substncias qumicas era assassino.
        "O que eu a paz de necessidade e quieto. E quarto." Ela girou atrs a ele. O mesmo presense dele no estdio estava a aglomerando. "Quarto. Eu no preciso 
algum como voc vindo e me falando ns precisamos de trs vasos durante semana que vem, ou vinte pesa-papis, ou um meia dzia goblets com talos rosas. Eu no sou 
uma linha de montagem, Sweeney, eu sou um artista."
        Muito calmamente, ele tirou um bloco e uma caneta de ouro do bolso dele e comeou a escrever.
        "O que est fazendo voc l? "
        "Eu estou anotando que voc no ser dado ordens para vasos, pesa-papis ou goblets com talos rosas."
        A boca dela se contraiu uma vez antes de ela controlasse isto que "eu no levarei ordens, nada.
        Os olhos dele sacudiram a seu. "Eu acredito que isso  compreendido. Eu possuo uma fbrica ou dois, Senhorita Concannon, e sei a diferena entre uma linha 
de montagem e arte. Eu aconteo para ganhar meu dinheiro por ambos."
        Isso est ento" bem para voc. Ela acenou ambos os braos antes de fixar os punhos dela nos quadris dela. "Parabns. Por que voc estaria precisando de 
mim? "
        "Eu no fao. " Ele substituiu a caneta e bloco. "Mas eu o" quero.
        O queixo dela pescou para cima. "Mas eu no o" quero.
        "No, mas voc precisa de mim. E h onde ns complementaremos um ao outro. Eu lhe farei uma mulher rica, Senhorita Concannon. E mais que que, um famoso."
        Ele viu algo chamejar nos olhos dela a isso. Ah, ele pensou, ambio. E ele virou a chave facilmente na fechadura. "Voc s cria para esconder seu presente 
por conta prpria estantes e armrios? Vender alguns pedaos aqui e l manter o lobo da porta, e horda o resto? Ou voc quer seu trabalho apreciado, admirou, at 
mesmo aplaudiu? " A voz dele mudou, sutilmente, em um tom de sarcasmo to claro apunhalou bloodlessly. "Ou. . . voc  amedrontado no ser? "
        Os olhos dela foram fundidos como a lmina golpeada verdadeiro. Eu no tenho nenhum medo. Meu trabalho estava. Eu gastei trs apprenticing de anos em uma 
Veneza copo casa, enquanto suando como um menino de pontil. Eu aprendi a arte l, mas no a arte. Porque a arte est em mim." Ela golpeou uma mo no trax dela que 
"estou em mim, e eu inspiro e fora no copo. Qualquer que no gosta de meu trabalho pode pular para dentro diretamente de inferno."
        "Feira bastante. Eu lhe darei um espetculo em minha galeria, e ns veremos quantos levam o salto."
        Um desafio, o condene. Ela no tinha estado preparada para isto "Assim um grupo de esnobes de arte pode cheirar meu trabalho ao redor enquanto eles sorvem 
champanha."
        "Voc tem medo.
        Ela assobiou pelos dentes dela e pisou  porta. "V embora. V embora assim eu posso pensar. Voc est aglomerando minha cabea.' "
        "Ns falaremos novamente pela manh." Ele apanhou hii cubra "Talvez voc pode recomendar um lugar eu poderia ficar a noite. Perto de."
        Cabana de Blackthorn", ao trmino da estrada".
        "Sim, eu vi isto." Ele vestiu o casaco dele. "Graciosamente ajardine, muito ornamento."
        "Limpo e limpa como um alfinete. Voc achar as camas macio e o bem de comida. Minha irm possui isto, e ela tem um prtico, "alma de homemaking.
        Ele ergueu uma sobrancelha ao tom, mas no disse nada. Ento eu confio eu estarei confortvel bastante at manh."
        "H pouco adquira fora" Ela puxado aberto a porta para a chuva. "Eu chamarei a cabana pela manh se eu quiser falar novamente" com voc.
        "Um prazer que o conhece, Senhorita Concannon". Embora no fosse oferecido, ele levou a mo dela, segurou isto enquanto ele olhou nos olhos dela. "Um maior 
um o assistindo trabalham." Em um impulso que surpreendeu ambos eles, ele ergueu a mo dela aos lbios dele, demorou h pouco um momento em cima do gosto da pele 
dela. Eu estarei de volta amanh."
        "Espere por um convite", ela disse, e fechado o smartly de porta atrs dele.
        
        
        
        Captulo Quatro
        
        EM Cabana de Blackthorn, o scones estavam sempre mornos, as flores sempre fresco e a chaleira sempre Na fervura. Embora fosse cedo na estao para convidados, 
Brianna Concannon fez Rogan confortvel no serenely dela maneira eficiente, como ela teve todos os outros convidados que ela  dada boas-vindas desde ento que primeiro 
vero depois do morte do pai dela.
        Ela lhe serviu ch na sala de estar limpa, polida onde um fogo queimou cheerfully e um vaso cheio de freesia cheirou o ar.
        "Eu estarei servindo o jantar s sete, se isso o, Sr. Sweeney", veste. Ela j estava pensando em modos para estirar a galinha que ela tinha planejado cozinhar 
assim alimentaria um mais.
        Isso estar bem, Senhorita Concannon". Ele tomou um gole de lea de dado e achou isto perfeito, um grito distante do refrigerante frio, acar-carregado Maggie 
tinha lanado a ele. "Voc tem um lugar adorvel aqui."
        Obrigado." Era, se no o nico orgulho dela, talvez a nica alegria dela. "Se voc precisa qualquer coisa, qualquer coisa nada, que voc s tem que perguntar."
        "Se eu pudesse fazer uso do telefone? "
        "Claro que." Ela comeou a pisar para lhe dar privacidade fora, quando ele sustentou uma mo, um sinal de comando para qualquer um que serviu.
        
        O vaso l no o trabalho de mesa-sua irm? "
        A surpresa de Brianna  pergunta s mostrou o alargando rpido dos olhos dela. ", sim. Voc conhece o trabalho de Maggie? "
        "Sim. Eu tenho dois pedaos eu. E eu h pouco comprei outro at mesmo como foi feito." Ele tomou um gole do ch dele novamente, enquanto medindo Brianna. 
Como diferente de Maggie como um pedao do trabalho dela era de outro. Que significou, ele assumiu, que eles eram o mesmo em algum lugar em baixo do que o olho poderia 
ver. "Eu h pouco vim do seminrio" dela.
        "Voc estava no seminrio de Maggie? " S verdadeiro choque teria dirigido Brianna para fazer uma pergunta de um convidado com tal um tom de descrena. "Dentro 
de? "
        " to perigoso, ento? "
        Uma sugesto de um sorriso cruzou a face de Brianna, enquanto iluminando as caractersticas dela. "Voc parece estar vivo e bem."
        "Bem bastante. Sua irm  uma mulher imensamente talentosa."
        "Que ela ."
        Rogan reconheceu a mesma subcorrente de orgulho e aborrecimento na declarao como teve ele quando Maggie tinha falado da irm dela. "Voc tem outros pedaos 
seu? "
        "Alguns. Ela os traz por quando o humor a golpear. Se voc no estar precisando qualquer outra coisa no momento, Sr. Sweeney, que eu cuidarei do jantar."
        S, Rogan resolveu atrs com o ch excelente dele. Um par interessante, ele pensou, as irms de Concannon. Brianna era mais alto, mais esbelto e certamente 
mais adorvel que Maggie. O cabelo dela era ouro de rosa em lugar de chama e desabou cachos macios aos ombros dela. Os olhos dela eram um verde largo, plido, quase 
translcido Quieto, ele pensou, at mesmo uma ninharia indiferente, como a maneira dela. As caractersticas dela estavam mais bem, os membros dela,
        mais macio, e ela tinha cheirado de wildflowers em lugar de fumar e suor.
        Ao todo ela era muito mais o tipo de mulher ele achou atraindo.
        Ainda ele achou os pensamentos dele arrastando atrs a Maggie com o corpo compacto dela, os olhos mal-humorados dela e o temperamento incerto dela. Artistas, 
ele meditou, com os egos deles/delas
        e inseguranas, orientao precisada, uma mo firme. Ele deixou o olhar dele vagar em cima do vaso rosa-colorido com seus redemoinhos de copo de base para 
lbio. Ele estava esperando guiar Maggie Concannon muito.
        "Assim, ele est aqui? " Maggie passou despercebido fora da chuva na cozinha morna, fragrante.
        Brianna continuou descascando batatas. Ela tinha estado esperando a visita "Que ele ? "
        "Sweeney." Cruzando ao contador, Maggie arrebatou uma cenoura descascada e pedao dentro. "Alto, escuro, bonito e rico como pecado. Voc no pode sentir 
falta dele."
        "Na sala de estar. Voc pode levar em uma xcara e pode o acompanhar a ch."
        "Eu no quero falar com ele." Maggie se escorregou para cima no contador, cruzou os tornozelos dela. O que eu quis, Brie, ama,  sua opinio dele."
        "Ele  corts e bem falado. "
        Maggie rodou os olhos dela. "Assim aclito na igreja."
        "Ele  um convidado em minha casa - "
        "Um pagando."
        "E eu no tenho nenhuma inteno", Brianna foi em sem pausa, "de fofocar sobre ele atrs da parte de trs" dele.
        "So Brianna." Maggie mastigou abaixo na cenoura, gesticulada com o toco disto. "O que se eu fosse lhe falar que ele busca administrando minha carreira? 
"
        "Administrando? " As mos de Brianna hesitaram antes de eles atormentassem o ritmo novamente. Peelings caiu continuamente no jornal que ela tinha se deitado 
no contador. "De que modo? "
        "Financeiramente, comear. Exibindo meu trabalho nas galerias dele e persuadindo os protetores ricos de comprar isto para grandes somas de dinheiro." Ela 
renunciou aos restos da cenoura antes de terminar isto. "Todo o homem pode pensar aproximadamente est ganhando dinheiro."
        "Galerias", Brianna repetiu. "Ele possui galerias de arte? "
        "Em Dublin e Cortia. Ele tem interesses em outros em Londres e Nova Iorque. Tambm, Paris que eu penso. Provavelmente Roma. Todo o mundo no mundo de arte 
conhece Rogan Sweeney."
        O um mundo era como afastado da vida de Brianna como a lua. Mas ela sentia um orgulho rpido, morno que a irm dela pudesse reivindicar isto "E ele  se 
interessado por seu trabalho."
        "Aderido o nariz do aristocrata dele dentro  o que ele  terminado." Maggie bufou. Me "chamando no telefone, enviando cartas, todos menos direitos exigentes 
para tudo eu fao. Agora hoje, ele se aparece em meu degrau da porta, enquanto me falando que eu preciso dele. Hah."
        "E, claro que, voc no faz. "
        "Eu no preciso ningum."
        "Voc no faz, no." Brianna levou os legumes  pia enxaguar. "No voc, Margaret Mary".
        "Oh, eu odeio aquele tom, todo o resfriado e superior. Voc soa h pouco igual Me." Ela deslizou fora o contador espiar ao refrigerador. E por causa disto, 
ela foi submergida com culpa ao longo da que "Ns estamos melhorando bastante", ela somou como ela tirou de uma cerveja. As contas so liquidadas, h comida na mesa 
e um telhado em cima de todas nossas cabeas." Ela encarou o cadver da irm dela atrs e deixou sair um som de impacincia. "No pode ser o que era uma vez, Brie".
        "Voc pensa que eu no sei que? " Brianna est pulando voz se ficada irritado. "Voc pensa que eu tenho que ter mero? Que eu no posso estar contente com 
o que ? " Unbearably de Sud-denly triste, ela fitou fora a janela para os campos alm. "No sou eu, Maggie. "Tis no eu."
        Maggie fez carranca abaixo  cerveja dela. Era Brianna que sofreu, Maggie soube. Brianna que sempre teve
        estado no meio. Agora, Maggie pensou, ela teve a chance para mudar isso. Tudo ela teve que fazer era venda
        parte da alma dela.
        "Ela  reclama novamente." "No." Brianna comprimiu um cabelo perdido fora no n  nuca do pescoo dela. "No realmente." "Eu posso contar pelo olhar em 
sua face ela  em um dela humor-e tirando isto em voc." Antes de Brianna pudesse falar, Maggie acenou uma mo. "Ela nunca estar contente, Brianna. Voc no a pode 
fazer feliz. O Deus bom sabe que eu no posso. Ela nunca o perdoar por ser o que ele era."
        "E o que foi ele? " Brianna exigiu como ela
        se virado. "H pouco o que foi nosso pai, Maggie? "
        "Humano. Rachado." Ela fixou a cerveja dela abaixo e caminhou  irm dela. "Maravilhoso. Voc se lembra, Brie, o tempo que ele comprou para a mula, e ia 
fazer uma fortuna que tem os turistas romper quadros disto dentro
        um bon de peaked com nosso cachorro velho sentando em sua parte de trs? "
        "Eu me lembro." Brie teria se virado, mas Maggie agarrou as mos dela. "E eu me lembro ele perdeu mais dinheiro que alimenta isso amaldioado, mula mal-humorada 
que ele j fez com o planejar" dele.
        "Oh, mas era divertido. Ns fomos para os Precipcios de Mohr, e era tal um dia de vero luminoso. Os turistas enxameando aproximadamente e o msica jogando. 
E havia Da que segura aquela mula estpida, e aquele cachorro velho pobre, Jos, como apavorado daquela mula como ele teria sido de um leo rugindo."
        Brianna amoleceu. Ela no pde ajudar isto. Jos pobre" sentando e tremendo com medo naquela mula est de volta. Ento aquele alemo veio, enquanto querendo 
um quadro dele com o Jos e a mula."
        "E a mula chutou." Maggie sorriu e apanhou a cerveja dela novamente para uma torrada. "E o alemo gritou em trs idiomas diferentes branco ele pulou aproximadamente 
em um p. E Jos, apavorado, saltou fora e pousou direito em uma exibio de ate colarinhos, e a mula correu, enquanto se espalhando os turistas. Oh, isso que umas 
Pessoas de viso gritando e correndo, senhoras gritando. Havia um violinista l, se lembre? E ele h pouco continuou jogando um carretel como se ns todo o comeo 
que dana qualquer momento."
        "E aquele menino agradvel de Killarney pegou a dianteira da mula e o arrastou atrs. Da tentou lhe vender l e ento" a mula.
        "E quase fez.  uma memria boa, Brie".
        "Ele fez muitos valor de recordaes que ri em cima de. Mas voc no pode se manter em risada s."
        "E voc no pode viver sem isto, como vai ela. Ele estava vivo. Agora parece este familiar mais morto que ele ."
        "Ela est doente", Brianna disse brevemente.
        "Como ela foi para mais de vinte anos. E doente ela ficar contanto que ela o tenha cuidar da mo dela e p."
        Era verdade, mas sabendo a verdade no mudaram o corao de Brianna "Ela  nossa me."
        Que ela ." Maggie escoou a cerveja e ps de lado isto. O yeasty provam warred com a amargura na lngua dela. "Eu vendi outro pedao. Eu terei dinheiro longe 
voc ao final do ms."
        "Im grato para isto. Assim  ela."
        "O inferno que ela ." Maggie olhou no olhos da irm dela com toda a paixo e raiva e feriu fervendo abaixo. "Eu no fao isto para ela. Quando h bastante 
que voc contratar um enfermeira e voc a passar ao prprio lugar" dela. "Isso no  necessrio - "
        "", Maggie interrompeu. Isso era o acordo, Brie. Eu no estarei de p por e o assistirei dana para a melodia dela para o resto da vida dela. Enfermeira 
e um lugar na aldeia."
        "Se isso  o que ela quer."
        Isso  o que ela ter." Maggie inclinou a cabea dela. "Ela o manteve ontem  noite."
        "Ela estava inquieta." Envergonhado, Brianna retrocedeu preparar a galinha. "Um das dores de cabea" dela.
        "Ah, sim." Maggie se lembrou bem do dores de cabea da me dela, e como bem cronometrou eles poderiam ser. Um argumento que Maeve estava perdendo: dor de 
cabea imediata. Uma excurso familiar que ela no aprovou: a palpitao comeou.
        1 sabe o que ela , Maggie". A prpria cabea de Brianna comeou a doer. Isso no lhe faz menos de minha me."
        So Brianna, Maggie pensou novamente, mas com afeto. A irm dela poderia ser mais jovem que o prprio dela vinte e oito antes de um ano, mas sempre tinha 
sido Brianna que assumiram responsabilidade. "E voc no pode mudar o que voc , Brie". Maggie deu para a irm dela um abrao feroz. "Da sempre disse que voc seria 
o anjo bom e eu o ruim. Ele tinha razo finalmente sobre algo." Ela fechou os olhos dela um momento "Diga para Sr. Sweeney que venha a cabana pela manh. Eu falarei 
com ele."
        "Voc o deixar o administrar, ento? "
        A frase teve Maggie estremecendo. "Eu falarei com ele", ela repetiu, e encabeou atrs na chuva.
        Se Maggie tivesse uma fraqueza, era familiar. Aquela fraqueza tinha a mantido tarde na noite e tinha a despertado cedo no frio, amanhecer escuro. Para o 
mundo externo ela preferiu fingir ela s teve responsabilidades a ela e a arte dela, mas em baixo da fachada estava um amor constante de famlia, e o arrastamento, 
freqentemente obrigaes amargas que foram com isto.
        Ela quis recusar Rogan Sweeney, primeiro por princpio. Arte e negcio, para a mente dela, no puderam e no deveriam misturar. Ela quis o recusar secundariamente 
porque o tipo-rico, confiante dele e a azul-blooded-irritou. Em terceiro lugar, e a maioria que conta, ela quis o recusar porque fazer era caso contrrio uma admisso 
que ela faltou a habilidade para controlar os negcios dela s.
        Oh, isso era uma plula que aderiu amargamente na garganta dela
        Ela no o recusaria. Ela tinha tomado a deciso algum dia durante a noite longa e inquieta permitir Rogan Sweeney para fazer os ricos dela.
        No era como se ela no pde se apoiar, e bem, tambm. Ela h pouco tinha estado fazendo que para mais de cinco anos. A penso de Brianna tinha xito bastante 
que mantendo duas casas no era nenhum fardo pesado. Mas eles no puderam entre eles disponha um tero.
        A meta de Maggie, realmente o Gral Santo dela, era estabelecer a me deles/delas em uma residncia separada. Se Rogan pudesse ajudar claro o caminho para 
a indagao dela, ela lidaria com ele. Ela lidaria com o mesmo diabo.
        Mas o diabo poderia vir lamentar a pechincha.
        Na cozinha dela com a chuva que cai macio e firma fora, Maggie ameaou ch. E plotted.
        Rogan Sweeney teve que ser controlado habilmente, ela meditou. Com s a quantia certa de desdm artstico e lisonja feminina. O desdm no seria nenhum problema 
nada, mas o outro ingrediente seria vinda dura.
        Ela se deixou quadro Brianna assando, enquanto ajardinando, enrolou para cima com um livro pelo fogo-sem o lamentar, voz exigente da me deles/delas para 
deteriorar a paz. Brianna se casaria, tenha as crianas. O qual Maggie soube era um sonho a irm dela mantida fechado no corao dela. E fechou ficaria contanto 
que Brianna tivesse a responsabilidade de um hypo-chondriac crnico.
        Enquanto Maggie no pudesse entender a necessidade da irm dela para se amarrar abaixo com um homem e uma meia dzia as crianas, ela faria tudo que levou 
para ajudar para Brianna a realizar o sonho. Era possvel, h pouco possvel, aquele Rogan Sweeney poderia jogar o padrinho de fada.
        A batida na porta da frente da cabana estava viva e impaciente. Este padrinho de fada, Maggie,
        pensamento como ela foi responder, no faria a entrada dele com p de anjo e luzes coloridas.
        Depois de abrir a porta, sorriu ela um pouco. Ele estava molhado, como ele tinha sido o dia antes, e da mesma maneira que elegantemente vestiu. Ela desejou 
saber se ele dormisse em um terno e gravata.
        "Bom dia para voc, Sr. Sweeney."
        "E para voc, Senhorita Concannon." Ele pisou dentro, fora da chuva e morre redemoinho de nvoa.
        "Eu levarei seu casaco? Secar alguns pelo fogo."
        Obrigado." Ele deslizou fora do sobretudo dele, assistiu a expanso dela isto em cima de uma cadeira pelo fogo. Ela era diferente hoje, ele pensou. Agradvel 
A mudana o ps em guarda. Me fale, faz qualquer coisa mas chove em Clare? "
        "Ns desfrutamos tempo macio bom pela primavera. No preocupe, Sr. Sweeney. Nem sequer um Dubliner no deveria derreter em uma "chuva de oeste-municpio. 
Ela lhe enviou um sorriso rpido, encantador, mas os olhos dela eram wickedly divertidos. "Eu estou ameaando ch, se voc gostasse alguns."
        "Eu vou." Antes de ela pudesse virar para a cozinha, ele parou seu-uma mo no brao dela. A ateno dele no estava nela, mas na escultura na mesa ao lado 
deles. Era uma curva longa, sinuosa dentro um fundo frio azul. A cor de um lago rtico. Copo agarrado copo ento em ondas  gorjeta fluiu abaixo, gelo lquido.
        "Um pedao interessante", ele comentou.
        "Voc pensa assim? " Maggie bloqueou o desejo para tremer fora a mo dele. A, com uma posse suavizada que a fez incmodo ridiculamente, segurou ligeiramente. 
Ela poderia o, a gua-de-colnia de woodsy sutil que ele provavelmente tinha colidido em depois de raspar, com meia-vozes de sabo da chuva dele, cheirar. Quando 
ele correu uma ponta do dedo ao longo do comprimento do copo curvado, os suprimiram um tremor Para um momento, um tolo, tinha sentido como se ele tinha arrastado 
um toque da garganta dela para o centro dela.
        "Obviamente feminino", ele murmurou. Embora os seus olho-ficassem no copo, ele estava muito atento dela. A tenso encaracolada no brao dela, o tremor rpido 
que ela tinha tentado mascarar, a escurido, cheiro selvagem do cabelo dela. "Poderoso. Uma mulher sobre render sexualmente a um homem.
        A agitou porque ele tinha razo precisamente. "Como voc acha poder em rendio? "
        Ele olhou ento para ela, esse depthless que olhos azuis fecharam na face dela. A mo dele permaneceu clara no brao dela. "Nada mais poderoso que uma mulher 
quele momento antes de ela" se desse. Ele acariciou o copo novamente. "Obviamente voc est atento disso"
        "E o homem? "
        Ele sorriu ento, s a curva mais lnguida de lbios. O aperto dele no brao dela parecia mais de uma carcia agora. Um pedido E os olhos dele, divertiu, 
interessado, deslizou em cima da face dela. Que, Margaret Mary, dependeria da mulher."
        Ela no moveu, absorvido o ponche sexual, reconheceu isto com um aceno leve. "Bem, ns concordamos em algo. Sexo e poder geralmente dependem da mulher."
        Isso eu no sou o que disse, ou significou o que o puxa criar algo assim? "
        " difcil de explicar arte a um homem de negcio."
        Quando ela teria pisado atrs, ele enrolou os dedos dele ao redor o brao dela, apertou o aperto dele. Prova."
        Aborrecimento picou por ela. O que vem a mim vem. H nenhum enredo, nenhum plano. Tem que fazer com
        emoes, com paixes e no com viabilidade ou lucro. Caso contrrio eu estaria fazendo pequenos cisnes de copo para lojas de presente. Jesus, isso que um 
pensamento."
        O sorriso dele alargou. "Horrorizando. Felizmente eu no estou interessado em pequenos cisnes de copo. Mas eu gostaria daquele ch."
        "Ns teremos isto na cozinha." Ela comeou a pisar fora novamente, e novamente o aperto dele a parou. Temperamento flamejou nos olhos dela como raio. "Voc 
est bloqueando meu modo, Sweeney".
        "Eu no penso assim. Eu estou a ponto de clarear isto para voc." Ele a libertou e a seguiu silenciosamente na cozinha.
        A cabana dela era um grito distante do conforto rural de Blackthorn. Havia nenhum cheiro rico de flutuar assar no ar, nenhum travesseiro engordado ou vislumbrando 
carpintaria. Era espartano, utilitrio e desalinhado. Que era por que, ele sups, a arte descuidadamente fixado aqui e l era tanto mais efetivo e notvel.
        Ele desejou saber onde ela dormiu, e se a cama dela fosse to macia e convidativa quanto o um que ele tinha passado a noite dentro. E ele desejou saber se 
ele compartilhasse isto com ela. No, no se, ele se corrigiu. Quando.
        Maggie fixou a chaleira na mesa junto com dois cermica grossa assalta. "Voc desfrutou sua permanncia em Cabana de Blackthorn? " ela perguntou como verteu 
ela.
        "Sim. Sua irm est encantando. E a arte culinria dela memorvel."
        Maggie amoleceu, acrescentou trs colheres generosas de acar ao ch dela. "Brie  uma dona de casa no melhor senso da palavra. Ela fez os pes de groselha 
dela esta manh? "
        "Eu tive dois deles."
        
        Relaxado novamente, Maggie riu e apoiou a pessoa calou as botas em p no joelho dela. "Nosso pai dizia que Brie adquiriu todo o ouro e eu os bronze. Eu 
tenho medo que voc no adquirir que qualquer casa-assado pes aqui, Sweeney, mas eu provavelmente poderia cavar fora uma lata de biscoitos."
        "Nenhuma necessidade."
        "Voc se pe direto provavelmente bastante a negcio." Cupping o assalte em ambas as mos, Maggie apoiou adiante. "O que se eu fosse lhe contar plancie 
que eu no estou interessado em sua oferta? "
        Rogan considerou, enquanto tomando um gole do preto de ch dele e forte. Td tm que o chamar um mentiroso, Maggie". Ele sorriu ao  isso estourou nos olhos 
dela. "Porque se voc no estivesse interessado, voc no teria concordado em me ver esta manh. E eu no estaria bebendo ch certamente em "cozinha de aguaceiro. 
Ele sustentou uma mo antes de ela pudesse falar. Porm, "ns concordaremos que voc no quer ser interessado."
        Um homem inteligente, ela meditou, s ligeiramente molificou. Homens inteligentes eram perigoso. "Eu tenho nenhum desejo a ser produzido, ou administrou, 
ou guiou."
        "Ns raramente desejamos para o que ns precisamos." Ele a assistiu em cima da beira da xcara dele, enquanto calculando at mesmo que como ele desfrutou 
o modo que o rubor lnguido parecia para sedoso a pele dela, afunde o verde dos olhos dela. "Por que eu no me explico mais claramente? Sua arte  seu domnio. Eu 
tenho nenhuma inteno de interferir de qualquer forma com o que voc faz em seu estdio. Voc cria o que voc  inspirado para criar, quando voc  inspirado para 
criar isto."
        "E o que se o que eu crio no  a seu gosto? "
        Eu mostrei e vendi um grande nmero de pedaos que eu no me preocuparia ter em minha casa. Isso  o negcio, Maggie. E como eu no interferirei com sua 
arte, voc no interferir com meu negcio."
        
        "Eu terei nenhum diga em quem compra meu trabalho? "
        "Nenhum", ele simplesmente disse. "Se voc tiver um anexo emocional a um pedao, voc ter que superar isto, ou mantm o pedao para voc. Uma vez est em 
minhas mos,  meu."
        A mandbula dela apertou. "E qualquer um com o dinheiro pode possuir isto."
        "Exatamente."
        Maggie esbofeteou o assalte abaixo e pulou at passo. Ela usou o corpo inteiro dela, um hbito que Rogan admirou. Pernas, braos, assumem tudo em rhythmically 
movimentos bravos. Ele tampou fora o ch dele e sentou desfrutar o espetculo atrs.
        "Eu arranco algo de mim, e eu crio isto, faa slido, tangvel, real, e algum idiota de Kerry ou Dublin ou, Deus me, Londres, ajuda entra e compra isto para 
o aniversrio da esposa dele sem ter o entendendo menos do que , o que significa? "
        "Voc desenvolve relaes pessoais com todo o mundo que compra seu trabalho? "
        "Pelo menos eu sei onde vai, que est comprando isto." Normalmente, ela acrescentou a ela.
        "Eu terei que o lembrar que eu comprei dois de seus pedaos antes de ns nos encontrssemos"
        "Sim. E olhar onde isso  me" adquiriu.
        Temperamento, ele pensou com um suspiro. Contanto que ele tivesse trabalhado com artistas que ele nunca tinha entendido isto. "Maggie", ele comeou, enquanto 
tentando para o mais razovel de tons. A razo da que voc precisa um gerente  eliminar estas dificuldades. Voc no ter que preocupar sobre as vendas, s a criao. 
E sim, se algum de Kerry ou Dublin, ou Deus o ajuda Londres entra em um de minhas galerias e objetos pegados um interesse em um de seus pedaos,  seu-como longo 
como ele conhece o preo. Nenhum currculo, nenhuma referncia de carter requereu. E ao final de um ano, com minha ajuda, voc ser uma mulher rica."
        . " que o que voc pensa que eu quero? " Insultado, enfurecido, ela girou nele. "Voc pensa, Rogan Sweeney que eu apanho meu tubo calculando diariamente 
quantos ganham poderia haver ao trmino disto? "
        "No, eu no fao. Isso  precisamente onde eu entro. Voc  artista excepcional, Maggie. E ao risco de inchar o que parece ser um j ego titnico, eu admitirei 
que eu fui cativado na primeira vez que eu vi seu trabalho."
        "Talvez voc tem gosto decente", ela disse com um torcido encolha os ombros.
        "Assim me fui falado. Meu ponto  que seu trabalho merece mais que voc est dando isto. Voc merece mais que voc est" se dando.
        Ela apoiou atrs no contador, eyeing ele estreitamente. "E voc vai me ajudar a sair mais da bondade de seu corao."
        "Meu corao no tem nada que ver com isto. Eu vou o ajudar porque seu trabalho acrescentar ao prestgio de minhas galerias."
        "E para seu livro de bolso."
        "Um dia voc ter que explicar a mim a raiz de seu desdm para dinheiro. Enquanto isso, seu ch est se pondo frio."
        Maggie deixou sair uma respirao longa. Ela no estava fazendo um trabalho bom do lisonjear, ela se lembrou, e voltou  mesa. "Rogan." Ela se deixou sorriso. 
"Eu estou seguro voc  muito bom ao que voc faz. Suas galerias tm uma reputao para qualidade e integridade que eu estou seguro  uma reflexo de voc."
        
        Ela era boa, ele meditou, e correu a lngua dele em cima dos dentes dele. Muito bom. "Eu gosto de pensar assim."
        "Indubitavelmente qualquer artista seria emocionado para ser considerado por voc. Mas eu sou acostumado a negociar para mim, por controlar todos os aspectos 
de meu trabalho de fazer o copo a vender o acabado pedao-ou colocando isto pelo menos nas mos de algum eu sei e confio para vender isto eu no o" conheo.
        "Ou confia em mim? "
        Ela ergueu uma mo, deixe cair. "Eu seria um bobo para no confiar em Galerias Mundiais. Mas  difcil eu imaginar um negcio daquele tamanho. Eu sou uma 
mulher simples."
        Ele riu to depressa, to ricamente, que ela piscou. Antes de ela pudesse recuperar, ele estava apoiando adiante, levando um das mos dela em seu. "Oh, no, 
Margaret Mary, simples  exatamente o que voc no  Sagaz, obstinado, brilhante, mal-humorado e bonito voc . Mas simples, nunca."
        "Eu digo que eu sou." Ela arrancou a mo dela livre e lutou no ser encantado. "E eu me conheo melhor que voc faz ou j vai."
        "Toda vez voc termina uma escultura que voc est gritando isto  que sou eu. Pelo menos para hoje. Isso  o que faz arte verdadeiro."
        Ela no pde discutir com ele. Era uma observao que ela no tinha esperado de um homem do fundo dele. Dinheiro fazendo de arte no significou voc entendeu 
isto Aparentemente, ele fez.
        "Eu sou uma mulher simples", ela disse novamente, enquanto o ousando a contradizer em uma segunda vez. "E eu prefiro a permanncia que modo. Se eu aceitar 
sua administrao, haver regras. Meu."
        
        Ele a teve, e ele conheceu isto. Mas um negociador sbio nunca era um presumido. "O que so eles? " ele perguntou.
        Til no fazem nenhuma publicidade, a menos que me vista. E eu posso o prometer no vai. "
        "Acrescentar ao mistrio, no v? "
        Ela muito quase sorriu antes de ela recuperasse. "Eu no buscarei vestindo para cima como algum prato de moda para exibio-se eu vier nada."
        Este tempo ele comprimiu a lngua dele firmemente na bochecha dele. Estanhe seguramente seu senso de estilo refletir sua natureza artstica."
        Poderia ter sido um insulto, mas ela no pde estar segura. "E eu no serei agradvel a pessoas se eu no quiser ser."
        Temperamento, novamente artstico." Ele a brindou com o ch dele. "Deveria acrescentar a vendas." ' Entretanto ela foi divertida, ela sentou atrs e cruzou 
os braos dela em cima do trax dela. "Eu nunca vou, nunca duplico um pedao ou crio algo fora de outra pessoa fantasia."
        Ele carranqueou, tremeu a cabea dele. Isso pode ser um britador de transao. Eu tive esta idia para um unicrnio, com um toque de folha de ouro no chifre 
e hooves. Muito saboroso." Ela riu silenciosamente, ento se rendeu e riu alto fora. "Certo, Rogan. Talvez por algum milagre ns poderemos trabalhar junto. Como 
ns fazemos isto? "
        "Eu terei contratos se aproximados. Mundialmente querer direitos exclusivos a seu trabalho." Ela estremeceu a isso. Sentia como se ela estava rendendo uma 
parte dela. Talvez a melhor parte. Direitos exclusivos" para os pedaos eu escolho vender."
        "Claro que."
        Ela olhou alm dele, fora a janela para os campos alm de. Uma vez, h muito tempo, eles, como a arte dela, tiveram
        sentia como parte dela. Agora elas eram s parte de uma viso adorvel. "Que mais? "
        Ele hesitou. Ela olhou quase unbearably triste. "No mudar o que voc faz. No mudar que voc ."
        "Voc est errado", ela murmurou. Com um esforo, ela tremeu fora o humor e esteve em frente dele novamente. "V em. Que mais? "
        "Eu quererei um espetculo, dentro de dois meses, na galeria de Dublin. Naturalmente, eu precisarei ver o que voc terminou, e eu organizarei por transportar. 
Eu tambm precisarei que voc me mantenha apprised do que voc completou durante as prximas semanas. Ns estimaremos os pedaos, e qualquer inventrio  partido 
depois que o espetculo fosse exibido em Dublin e nossas outras galerias."
        Ela levou um longo, acalmando respirao. Eu apreciaria isto, se voc no recorresse a meu trabalho como inventrio. Pelo menos em minha presena."
        "Feito." Ele steepled os dedos dele. "Voc vai, claro que, seja enviado um itemization completo de pedaos vendido. Voc pode, se voc escolher, tenha alguma 
contribuio sobre qual ones que ns fotografamos para nosso catlogo. Ou voc pode deixar isto at ns."
        "E como e quando eu sou pagado? " ela quis saber.
        "Eu posso comprar os pedaos completamente. Eu no tenho nenhuma objeo a isso desde que eu tenho confiana em seu trabalho",
        Ela se lembrou do antes do qual ele tinha dito, sobre adquirir duas vezes como muito como o que ele tinha lhe pagado pela escultura tinha terminado h pouco 
ela. Ela poderia no ter sido uma mulher de negcios, mas ela no era uma boba.
        "Como voc controla isto outro? "
        "Atravs de comisso. Ns levamos o pedao, e quando e se ns vendermos isto, ns deduzimos uma porcentagem."
        
        Mais de um empreendimento arriscado, ela meditou. E ela preferiu um empreendimento arriscado. "Que porcentagem leva voc? "
        Esperando para uma reao, ele manteve os olhos dele nivelam com seu. Trinta-cinco por cento."
        Ela fez um som estrangulado na garganta dela. Trinta-cinco? Trinta-cinco? Voc o ladro. Voc o ladro." Ela empurrou atrs da mesa e estava de p. "Voc 
 um urubu, Rogan Sweeney. Trinta-cinco por cento sejam condenados e voc com isto"
        1 objeto pegado todos os riscos, eu tenho todas as despesas." Ele espalhou as mos dele, steepled eles novamente. "Voc tem que criar" somente.
        "Oh, como se tudo que leva esto sentando em mim asno e lor de espera a inspirao vir, tremulando abaixo como pingos de chuva. Voc no sabe nada, nada 
sobre isto. Ela comeou novamente a passo, enquanto rodando o ar com temperamento e energia. "Eu o lembrarei, voc no teria nada que vender sem mim. E  meu trabalho, 
meu suor e sangue que eles gastaro dinheiro bom para. Voc adquirir quinze por cento"
        "Eu adquirirei trinta."
        Objeto pegado de pestilncia" voc, Rogan, para um ladro de cavalo. Vinte."
        Vinte e cinco. " Ele subiu para estar de p dedo do p a dedo do p com ela ento. "Mundialmente ganhar um quarto de seu suor e Humor, Maggie, que eu lhe" 
prometo.
        " Um quarto." Ela assobiou pelos dentes dela. Isso  um homem de negcios para voc, enquanto atacando arte."
        "E fazendo o artista financeiramente seguro. Pense em Isto, Maggie. Seu trabalho ser visto em Nova Iorque, em Roma e Paris. E ningum que v isto esquecer 
isto"
        "Oh,  inteligente voc , Rogan, levando uma volta rpida de dinheiro em fama". Ela fez carranca ento a ele
        ressaltado a mo dela. O inferno com isto e voc, voc ter seus vinte e cinco por cento"
        Que era exatamente o no qual ele tinha planejado. Ele olhar a mo dela, segurou isto. "Ns vamos fazer bem junto, Maggie".
        Bem bastante, ela esperou, se instalar a me dela na aldeia e longe de Cabana de Blackthorn. "Se ns no fazemos, Rogan, eu verei que voc paga por isto."
        Porque ele tinha desfrutado o gosto dela, ele ergueu a mo dela aos lbios dele. "Eu arriscarei isto."
        Os lbios dele demoraram l bastante longo para fazer o dela pulse gagueje. "Se voc fosse tentar me seduzir, voc teria sido mais inteligente a comeo antes 
de ns tivssemos uma transao."
        A declarao ambos surpreso e o aborreceu. "Eu prefiro manter assuntos pessoais e profissionais separe."
        "Outra diferena entre ns." A agradou ver ela tinha arranhado o seamlessty exterior corts. "Minhas vidas pessoais e profissionais sempre esto fundindo. 
E eu favoreo ambos quando as "greves de capricho. Sorrindo, ela deslizou a mo dela de seu. "Ainda no tem como - pessoalmente. Eu o deixarei saber se e quando 
faz."
        "Voc est me iscando, Maggie? "
        Ela parou como se refletindo isto. "No, eu estou explicando a voc. Agora eu o levarei para a casa de copo assim voc pode escolher isso que voc desejo 
transportou para Dublin." Ela virou puxar uma jaqueta de uma cavilha pela porta dos fundos. "Voc poderia querer seu casaco. Seria uma vergonha para adquirir aquele 
terno de fantasia molhado."
        Ele a encarou um momento, enquanto desejando saber por que ele deveria sentir insultado to completamente. Sem uma palavra
        ele virou no salto de sapato dele e escarranchou atrs na sala de estar para o casaco dele.
        Maggie aproveitou a oportunidade para pisar fora e esfriar o sangue dela na chuva fria. Ridculo, ela se falou, adquirir to sexualmente amarraram em cima 
de ter a mo dela beijada. Rogan Sweeney era liso, muito liso. Era uma coisa afortunada na que ele se manteve dado outro lado do pas. Mais afortunado contudo, ele 
no era o tipo dela.
        No.
        
        
        
        Captulo Cinco
        
        A grama alta ao lado da abadia arruinada fez um lugar descansando adorvel para o morto. Maggie tinha lutado para ter o pai dela enterrado l, em lugar de 
no cho limpo e frio perto da igreja de aldeia. Ela tinha querido a paz, e o toque de realeza para o pai dela. Por uma vez, Brianna tinha discutido com ela at que 
a me deles/delas teve sullenly fechado a boca dela e lavou as mos dela dos arranjos.
        Maggie visitou l s duas vezes por ano, uma vez no aniversrio do pai dela e uma vez no prprio dela. Lhe agradecer o presente da vida dela. Ela nunca veio 
no aniversrio da morte dele, nem ela se permitiu lamentar dentro privado.
        Nem ela o lamentou agora, mas se sentou na grama ao lado dele, comprimindo os joelhos dela para cima e embrulhando os braos dela ao redor deles. O sol lutado 
por camadas de nuvens para dourar as sepulturas e o vento estava fresco, enquanto cheirando de wildflowers.
        Ela no tinha trazido flores com ela, nunca fez. Brianna tinha plantado um direito de cama em cima dele, de forma que como fonte esquentou a terra, a sepultura 
dele pulou com cor e beleza.
        Brotos de oferta h pouco estavam formando nas prmulas. A fada encabea de aquilgia acernar com a cabea suavemente entre os brotos tenros de larkspur 
e betony. Ela assistiu um dardo de pega em cima de lpides e balana para um campo. Um para tristeza, ela pensou, e procurou o cu infrutiferamente durante o segundo 
que representaria alegria.
        Borboletas tremularam perto, enquanto brilhando asas magras, silenciosas. Ela os assistiu durante um tempo, enquanto levando conforto na cor e o movimento. 
No tinha havido nenhum lugar para o enterrar perto do mar, mas isto, ela pensou, este lugar teria o agradado.
        Maggie apoiou atrs confortavelmente no lado do lpide do pai dela e fechado os olhos dela.
        Eu desejo que voc ainda estava aqui, ela pensou, assim eu pudesse lhe contar o que eu estou fazendo. No que eu escutaria qualquer de seu conselho, mente. 
Mas seria bom para ouvir isto
        Se Rogan Sweeney  um homem do dele palavra-e eu no posso ver como ele seria qualquer coisa outro-eu serei uma mulher rica. Como voc desfrutaria isso. 
H bastante para voc sempre abrir seu prprio bar como voc quis. Oh, isso que um fazendeiro pobre que voc era, bem. Mas o melhor de pais. O muito melhor.
        Ela estava a fazendo melhor manter a promessa dela a ele, ela pensou. Levar ao cuidado da me dela e a irm dela, e seguir o sonho dela.
        "Maggie."
        Ela abriu os olhos dela e olhou para Brianna. Limpe como um alfinete, ela pensou, enquanto estudando a irm dela. O cabelo adorvel dela para cima o que 
tudo escavaram, as roupas dela apertaram nitidamente. "Voc se parece um professor escolar", Maggie disse, e riu da expresso de Brianna. "Um adorvel."
        "Voc se parece um ragpicker", Brianna replicou, enquanto fazendo carranca  escolha de Maggie de calas jeans rasgadas e um suter esfarrapado. "Um adorvel."
        Brianna ajoelhou ao lado da irm dela e dobrou as mos dela. No rezar, s para limpeza' causa.
        Eles sentaram em silncio para um momento enquanto o vento tomou flego pela grama e flutuou pelos caram pedras.
        "Um dia adorvel por sepultura sentar", Maggie comentou. Ele teria sido setenta-um hoje, ela pensou que as flores dele esto florescendo bem."
        "Necessidades alguns que capinam." E Brianna comeou a fazer assim. "Eu achei o dinheiro no contador de cozinha esta manh, Maggie.  muito."
        "Era uma venda boa. Voc por alguns disto por."
        "Eu bastante voc desfrutou isto."
        "Eu sou, enquanto o conhecendo so tanto mais ntimos  ter fora"
        Brianna suspirou. "Ela no  um fardo a mim." Captura-Ing o expresso da irm dela, ela encolheu os ombros. "No tanto quanto voc pensar. S quando ela 
est sentindo pobremente."
        "Que  a maioria do tempo. Brie, eu o" amo.
        "Eu sei que voc faz."
        O dinheiro  o melhor modo que eu sei mostrar para isto Da queria que eu o ajudasse com ela. E o Deus bom sabe que eu no pudesse viver com ela como voc 
faa. Ela me emprestaria ao madhouse, ou eu me enviaria a priso A assassinando no sono" dela. _
        Este negcio com Rogan Sweeney, voc fez isto para ela."
        "No. Maggie eriou ao pensamento disto. "Por causa dela, talvez que  completamente um assunto diferente. Uma vez ela  resolvida e voc recupera sua vida, 
voc se casar e ser me dado uma horda de sobrinhas e sobrinhos."
        "Voc poderia ter suas prprias crianas."
        "Eu no quero matrimnio." Confortvel, Maggie fechou os olhos dela novamente. "No, realmente. Eu prefiro vinda e indo como me veste e respondendo a ningum. 
Eu deteriorarei suas crianas, e eles viro, enquanto correndo 
        Tia Maggie sempre que voc  muito rgido com eles." Ela abriu um olho. "Voc poderia se casar Murphy."
        O riso de Brianna levou formosamente em cima da grama alta. "O chocaria conhecer isto."
        "Ele sempre era doce em voc."
        "Ele era, sim-quando eu tinha treze anos. No, ele  um homem adorvel e eu sou como apaixonado por ele como eu seria de um irmo. Mas ele no  o que eu 
estou procurando em um marido."
        "Voc tem tudo planejado ento? "
        "Eu no tenho nada planejado", Brianna disse primly, "e ns estamos descendo do assunto. Eu no quero que voc una mos com Sr. Sweeney porque voc tato 
obrigou a mim. Eu poderia pensar que  a melhor coisa que voc poderia fazer para seu trabalho, mas eu no o terei infeliz porque voc pensa que eu sou. Porque eu 
no sou.
        "Quantas vezes teve voc para lhe servir uma refeio em cama este ms? "
        "Eu no mantenho uma contabilidade - "
        "Voc deve", Maggie interrompeu. "Em todo caso,  terminado. Eu assinei os contratos dele uma semana atrs. Eu estou sendo administrado agora por Rogan Sweeney 
e Galerias Mundiais. Eu terei um espetculo na galeria de Dublin dele em duas semanas."
        "Duas semanas. Isso  to rpido."
        "Ele no parece ser um homem para desperdiar tempo. Venha comigo, Brianna". Maggie agarrou o mos da irm dela. "Ns faremos Sweeney pagar por um hotel 
caprichoso e ns comeremos fora em restaurantes e compra algo tolo."
        Lojas. Comida que ela no tinha se cozinhado. Uma cama que no teve que ser feito. Brianna ansiou, mas s para um momento "eu amaria estar com voc, Maggie. 
Mas eu no posso partir o dela assim"
        
        "O inferno que voc no pode. Jesus, ela pode agentar a prpria companhia dela alguns dias."
        "Eu no posso. " Brianna hesitou sentado wearily atrs nas coxas dela ento. "Ela caiu semana" passada.
        "Ela estava ferida? " Os dedos de Maggie apertaram na irm dela. "Condena isto, Brie, por que voc no me falou? Como aconteceu? "
        1 no lhe falou porque se mostrou para no ser no grande importa. Ela estava fora, foi fora no prprio dela Enquanto eu era limpando quartos escada acima. 
Perdido o fundamento dela, parece. Ela contundiu o quadril dela, chocalhou o ombro" dela.
        "Voc chamado Dr. Hogan? "
        "Claro que eu fiz. Ele disse no havia nada que preocupar sobre Ela tinha perdido o equilbrio dela era tudo. E se o adquiriu mais exerccio, comeu melhor 
e todo o resto, ela seria mais forte."
        "Quem no soube que? " Condene a mulher, Maggie pensou E condena a culpa constante e incessante que viveu no prprio corao dela "E est de volta a cama 
que ela foi, eu apostarei. E ficou l desde ento."
        Os lbios de Brianna se contraram em um sorriso torto. "Eu no pude a mover. Ela reivindica ela tem uma deficincia de interno-orelha e quer entrar em Cortia 
para um especialista"
        "Hah! " Maggie lanou a cabea dela atrs e luziu no cu. " tpico. Nunca eu soube qualquer um com mais reclamaes que Maeve Concannon. E ela  o adquiriu 
em um fio, minha menina". Ela espetou um dedo a Brianna.
        "Eu no negarei isto, mas eu no tenho o corao para cortar isto"
        "Sim." Maggie estava, escovou aos joelhos dela. O dinheiro da resposta, Brie.  o que sempre lhe querem. Deus sabe que ela fez para a vida dele uma misria 
porque ele no pudesse se agarrar para isto." Em um gesto de proteo, Maggie ps uma mo no lpide do pai dela.
        "Isso  verdade, e ele fez como bem para o seu uma misria. Duas pessoas menos vestido eu nunca vi. Sempre no so feitos matrimnios em cu, ou em inferno. 
s vezes, eles h pouco esto presos em purgatrio."
        "E s vezes as pessoas so muito tolas ou muito ntegras caminhar fora." A mo na lpide acariciada uma vez, ento derrubou fora. "Eu prefiro os bobos a 
mrtires. Ponha o dinheiro por, Brie. Haver mais prximo logo. Eu verei que em Dublin."
        "Voc a ver antes de voc fosse? "
        "Eu vou", Maggie disse severamente.
        "Eu penso que voc a" desfrutar. Rogan imergiu na nata coagulada para o scone dele e sorriu  av dele. "Ela  uma mulher interessante."
        "Interessante." Christine Rogan Sweeney ergueu uma sobrancelha branca afiada. Ela conheceu bem o neto dela, poderia interpretar todo tom de tom e expresso. 
No assunto de Maggie Concannon, porm, ele era secreto. "De que modo? "
        Ele no estava seguro disso ele e protelou durante tempo mexendo o ch dele. "Ela  uma artista brilhante; a viso dela  extraordinria. Ainda ela mora 
s em uma pequena cabana em Clare, e a decorao  qualquer coisa mas esteticamente sem igual. Ela est apaixonada sobre o trabalho dela, mas relutante mostrar para 
isto. Ela est por voltas que encantam e rude-e ambos parecem ser verdade  natureza" dela.
        "Uma mulher contraditria."
        "Mesmo." Ele resolveu atrs, um homem completamente contedo na sala de estar cortesa, Corta xcara na mo dele, e o descansando de cabea dele contra a 
almofada de brocado de uma Rainha Anne cadeira. Um fogo queimou quietamente na grelha. As flores e o scones estavam frescos.
        Ele desfrutou estes chs ocasionais com a av dele tanto quanto fez ela. A paz e ordem da casa dela estavam acalmando, como era ela com a dignidade perptua 
dela e beleza suavemente enfraquecida.
        Ele soube que ela tinha setenta-trs anos e se orgulhou do fato que ela olhou dez anos mais jovem. A pele dela estava plida como alabastro. Forrado, sim, 
mas as marcas de idade s acrescentaram  serenidade da face dela. Os olhos dela eram brilhantemente azuis, o cabelo dela to macio e branco quanto uma primeira 
nevada.
        Ela teve uma mente afiada, gosto inquestionvel, um corao generoso e um seco, s vezes mordendo inteligncia Ela era, como Rogan tinha lhe, a mulher ideal 
dele, falado freqentemente.
        Era um sentimento que lisonjeou a Christine como muito a isto a interessou
        Ele tinha a fracassado de s um modo. Isso era achar. uma satisfao pessoal que equalled o profissional dele.
        "Como preparaes so para o andamento de espetculo? " ela perguntou.
        "Muito bem. Seria mais fcil se nosso artista do
        momento atendeu o "telefone de maldio dela. Ele escovou
        aquela irritao fora. Os pedaos que foram
        transportado dentro  maravilhoso. Voc ter que vir o
        galeria e v para voc."
        1 pode fazer que" Mas ela estava mais interessada no artista que na arte. "Voc disse que ela uma mulher jovem era? " "Hmmm? " "Maggie Con canho. Voc mencionou 
que ela era
        "Oh, anos vinte medianos, eu esperaria Jovem, certamente, para a extenso do trabalho" dela.
        Domine, estava como puxar dentes. "E flamejante voc diria? Como-o que foi o nome-Miranda Whitfield-Fry dela, o que metal esculpiu e usou toda a jia pesada 
e lenos coloridos? "
        "Ela no  nada como Miranda." Agradea o Cristo. Ele se lembrou com um tremor como implacavelmente, e embarrassingly, a mulher tinha o procurado. "Maggie 
 mais as botas e tipo de camisa de algodo. O cabelo dela a se parece tido um golpe a isto com "tesouras de cozinha.
        "Sem atrativo ento."
        "No, mesmo atraente-mas em um senso incomum."
        "Masculino? "
        "No." Ele recordou, incomodamente, o puxo sexual vicioso, o cheiro sensual dela, o tato daquele tremor rpido, involuntrio debaixo da mo dele. "Longe 
disto"
        Ah, a Christine pensou. Ela definitivamente faria tempo * conhecer a mulher que ps aquela carranca na face de Rogan. "Ela o" intriga.
        "Certamente, eu no a teria assinado caso contrrio." Ele pegou o olhar de Christine e elevou uma sobrancelha de uma maneira idntica. " empresarial, Av. 
H pouco empresarial."
        "Claro que." Sorrindo a ela, ela verteu mais ch para ele. "Me fale que mais foi voc at."
        Rogan chegou  galeria s oito DA MANH na manh que vem. Ele tinha desfrutado uma noite no teatro, e uma recente ceia com um s vezes o companheiro. Como 
sempre, ele fundaria Patricia que encanta e encantador. A viva de um velho amigo, ela era, para a mente dele, mais de um primo distante que uma data. Eles tinham 
discutido o Eugene O'Neill jogam em cima de salmo e champanha e tinham se separado de um beijo platnico a
        logo aps meia-noite. 
        E ele no tinha dormido uma piscadela. No tinha sido o riso de luz de Patricia ou o perfume sutil dela que tinham o mantido lanando. 'Maggie Concannon, 
ele pensou. Naturalmente a mulher estava na vanguarda da mente dele, desde a maioria,
        Do tempo dele e esforo foi focalizado no espetculo a chegar dela. Quase no era qualquer maravilha que ele estava pensando
        de seu-particularmente desde que era todos menos impossvel falar com ela.
        A averso dela para o telefone tinha o causado
        replique a telegramas que ele incendiou fora para o oeste
        com regularidade devastadora.
        O um dela e s resposta tinham sido breves e para o ponto: DEIXE DE IMPORTUNAR.
        Imagine, Rogan pensou como destrancou ele o el-egant portas de copo da galeria. Ela tinha o acusado de importunar, como alguns deteriorados, a criana cheio 
de queixumes. Pelo amor de Deus, ele estava a ponto de um homem de negcios um para dar para a carreira dela um aumento astronmico. E ela vai nem mesmo sobressalente 
o tempo apanhar a maldio telefone e tenha
        uma conversao razovel.
        Ele foi usado a artistas. Doce Mary soube ele tinha lidado com as excentricidades deles/delas, as inseguranas deles/delas, o deles/delas Freqentemente 
demandas infantis. Era o trabalho dele para fazer assim, e ele se considerou o perito. Mas Maggie Concan-non estava tentando a habilidade dele e a pacincia dele.
        Ele relocked as portas atrs dele e tomou flego ao ar quietamente cheirado da galeria. Construdo pelo av dele, o edifcio era alto e principal, um testamento 
notvel para arte com seu stonework gtico e balastres esculpidos.
        O interior consistiu em dzias de quartos, algum pequeno, algum grande, todo fluindo no prximo com arcadas largas. Escadarias encurvaram para cima fluidly 
a uma segunda histria que morou um espao de salo de baile-tamanho junto com salas de estar de intirnate provido com sofs antigos.
        Estava l ele mostraria o trabalho de Maggie. No salo de baile ele teria uma orquestra pequena. Enquanto os convidados desfrutaram a msica, o champanha, 
os canaps, que eles poderiam folhear estrategicamente entre ela colocou trabalhos. Os pedaos maiores, mais corajosos que ele realaria, showcasing pedaos menores 
em colocaes mais ntimas.
        Imaginando isto, refinando os quadros na mente dele, ele caminhou pela mais baixa galeria para o escritrio e quartos de armazenamento.
        Ele achou o gerente de galeria dele, Joseph Donahoe, vertendo caf no kitchenette.
        "Voc est aqui cedo." O Joseph sorriu, enquanto mostrando o flash de um dente de ouro. "Caf? "
        "Sim. Eu quis inspecionar o progresso escada acima antes de encabear no escritrio."
        "Vindo sem parar", o Joseph o assegurou. Embora os dois homens fossem de uma idade, o cabelo de Joseph estava emagrecendo em cima. Ele compensou para a perda 
cultivando isto longo bastante amarrar em um rabo-de-cavalo fluindo. O nariz dele tinha estado uma vez quebrado por um malho de plo cabeudo e assim listou um pouco 
 esquerda O resultado era o olhar de um pirata em um Savile Fila terno
        As mulheres o adoraram.
        "Voc parece um pouco desbotado. "
        "Insnia", Rogan disse, e levou o preto de caf dele. A remessa de ontem foi desempacotada? "
        Joseph estremeceu. "Eu tinha medo que voc perguntaria." Ele ergueu a xcara dele e murmurou nisto. "No entrou.
        "O que? "
        Joseph rodou os olhos dele. Ele tinha trabalhado para Rogan para mais que um 'dcada e soube aquele tom. "No chegou ontem. Eu estou seguro estar ao longo 
desta manh. Isso  por que eu cedo" me entrei. "O que est fazendo aquela mulher? As instrues dela eram muito especficas, muito simples. Ela era transportar 
o ltimo dos pedaos durante a noite."
        "Ela  artista, Rogan. Ela provavelmente foi golpeada por Inspirao e trabalhou alm do tempo para postar isto. Ns temos bastante tempo."
        "Eu no terei o arrastamento dela os ps" dela. Enraivecido, Rogan estalou para cima o telefone de cozinha. Ele no teve que observar o nmero de Maggie 
na agenda de endereos dele. Ele j conheceu de cor isto. Ele apunhalou botes e escutou o telefnico anel. E anel. Crtica irresponsvel"
        tirado um cigarro como Rogan bateu o receptor. "Ns temos mais de trinta pedaos", ele disse como ele sacudiu um isqueiro esmaltado ornato. "At mesmo sem 
esta ltima remessa,  bastante. E o trabalho, Rogan. At mesmo uma mo velha gasta como eu  deslumbrada."
        "Isso quase no  o ponto, ? " Joseph apagou fumaa, enrugou os lbios dele. "De fato, , sim."
        "Ns concordamos em quarenta pedaos, no trinta-cinco, no trinta-seis. Quarenta. E por Deus, quarenta so o que eu terei."
        "Rogan-onde voc vai? " ele convocou Rogan fez temporal da cozinha, goddamn Clare."
        levado outro arraste no cigarro dele e
        brindado o ar com a xcara de caf dele. "Bon navegam."
        O vo era um curto e no deu o tempo de temperamento de Rogan para esfriar. Os ps que o cu era
        gloriously azulam, o ar balsmico, no mude uma coisa. Quando ele bateu a porta no carro de aluguel dele e encabeou longe de Aeroporto de Shannon, ele ainda 
estava amaldioando Maggie.
        At que ele chegasse  cabana dela, ele estava a fervura cheia.
        O nervo da mulher, ele pensou como ele espiou at a porta da frente dela. O puxando longe do trabalho dele, das obrigaes dele. Ela pensou que ela o nico 
artista era ele representou?
        Ele bateu na porta dela at que o punho dele pulsou. Modos ignorando, ele empurrou a porta aberto. "Maggie! " ele convocou, enquanto escarranchando da sala 
de estar para a cozinha. "O" condene. Sem pausar, ele estampou pela porta dos fundos e foi ao seminrio dela.
        Ele deveria ter sabido que ela estaria l.
        Ela olhou para cima de uma banca de trabalho e uma montanha de papel rasgado. "Bom, eu poderia usar um pouco de ajuda com isto."
        "Por que o inferno voc no atende o telefone sangrento? Por que tem a coisa de maldio se voc for ignorar isto? "
        "Eu me pergunto freqentemente a mesma coisa. Me passe que martelo, o v? "
        Ele ergueu isto do banco, hefted o peso um momento como a imagem muito agradvel de bopping ela na cabea com isto flitted no crebro dele. "Onde o diabo 
minha remessa? "
        "Est aqui mesmo." Ela arrastou uma mo pelo cabelo desalinhado dela antes de levar o martelo dele. "Eu estou empacotando h pouco isto.
        Era suposto que "estava em Dublin ontem."
        "Bem, no pde ser porque eu no tinha enviado isto contudo" Com movimentos rpidos, especialistas, ela comeou a martelar
        o engradado no cho. "E se voc veio inspecionar isto deste modo, eu tenho que dizer que voc no faz bastante para ver com seu tempo." a erguido fora o 
cho e a arremessou abaixo a banca de trabalho. O martelo soou em trapaceiro-crete, perdendo o p dele apenas. Antes de ela tinha tomado o flego para cuspir a ele, 
ele pegou o queixo dela na mo dele.
        "Eu tenho que ver com meu tempo" mais que suficiente, ele disse uniformemente. "E pajeando para um irresponsvel, a mulher interfere com meu horrio. Eu 
um pessoal na galeria, um cujo horrio , iguale pensamento meticulosamente. Tudo que voc teve eram siga instrues e transporte a "mercadoria de maldio.
        Ela esbofeteou a mo dele fora. "Eu no dou um funileiro sobre seus horrios e horrios. Voc em um artista, Sweeney, no um "balconista de hemorragia. que 
empenho artstico lhe impediu de Ceifar uma direo simples? "
        Ela descobriu os dentes dela, considerou o esmurrando, ento simplesmente apontado. Isso."
        Ele olhou em cima de, gelou. S a cegueira de temperamento poderia lhe ter impedido de ver isto, sendo golpeado bobo por isto em entrar no edifcio.
        A escultura estava no lado distante do quarto, completamente trs ps alto, toda a hemorragia colore e torcendo, formas de sinous. Uma confuso de membros, 
seguramente, que ele pensou, unashamedly sexual, graciosamente o humano. Ele cruzou a isto para estudar isto de um ngulo diferente. Ele quase pde, quase entenda 
faces. Eles semed para derreter em imaginao, deixando s a sensao de cumprimento absoluto. Era impossvel ver onde uma forma comeou e o outro partiu fora, to 
completamente, to perfeitamente era eles fundiram.
        
        Era, ele pensou, uma celebrao do esprito humano e a sexualidade da besta.
        "O que chama voc isto? "
        "Rendio." Ela sorriu. "Parece voc me, Rogan", inspirou. Chicoteado por energia fresca, ela empurrou fora o banco. Ela estava tonta, vertiginosa, e sentia 
glorioso. "Levou para adquirir o direito de cores sempre. Voc no acreditaria o que eu tenho remelted e descartado. Mas eu poderia ver isto, perfeitamente, e teve 
que ser exato" Ela riu e apanhou o martelo dela para dirigir outra unha. "Eu no sei quando eu dormi por ltimo. Dois dias, trs". Ela riu novamente, enquanto arrastando 
as mos dela por ela amarrotaram cabelo. "Eu no estou cansado. Eu sinto incrvel. Cheio de energia desesperada. Eu no posso parecer parar."
        " magnfico, Maggie".
        " o melhor trabalho que eu alguma vez fiz." Ela virou estudar isto novamente, enquanto batendo o martelo contra a palma dela, "Provavelmente o melhor eu 
j farei."
        "Eu organizarei para um engradado." Ele a lanou um olhar em cima do ombro dele. Ela estava plida como cera, ele notou, com a fadiga o crebro de alvoroo 
dela teve ainda que transmitir ao corpo dela. "E controla a remessa pessoalmente."
        "Eu ia construir um. No levaria muito tempo".
        Em "voc no pode ser confiado."
        "Claro que eu posso." O humor dela era to festivo, ela fez nem mesmo ofensa de objeto pegado. "E seria mais rpido para eu construir um que para voc ter 
a pessoa construdo. Eu j tenho as dimenses."
        "Quanto tempo? "
        "Uma hora."
        Ele acernar com a cabea. Til usam seu telefone e organizam para um caminho. Seu telefone trabalha, eu assumo."
        "Sarcasm"-rindo, ela cruzou a ele - "se torna voc. Assim faz aquele impeccably prpria gravata."
        Antes de qualquer um deles teve uma chance para pensar, ela agarrou a gravata dele e o puxou para ela. A boca morna dela fixou em seu, enquanto o aturdindo 
em immo-bility. A carta branca dela deslizou no cabelo dele, agarrou como o corpo dela apertou fim. O beijo chiou, reluziu, smol-dered. Ento to depressa quanto 
ela tinha iniciado isto, ela fugiu.
        "H pouco um capricho", ela disse, e sorriu nele. O corao dela poderia ter sacudido como um coelho no trax dela, mas ela pensaria aproximadamente aquele 
posterior. "Culpe em privao de sono e energia de excesso. Agora - " Ele impediu o brao dela antes de ela pudesse se virar. Ela no escaparia to facilmente, ele 
pensou. No o paralise um momento e encolha os ombros fora o prximo "eu tenho um capricho de meu prprio", ele murmurou. Como ele
        feito uma mo ao redor a xcara a parte de trs do pescoo dela, ele assistiu os olhos dela registram surpresa cautelosa. No
        resista. Ele pensou que ele viu uma sugesto de diverso em
        a face dela antes de ele abaixasse a boca dele a seu.
        A diverso enfraqueceu depressa. Este beijo era macio,
        docemente, suntuoso. To inesperado quanto ptalas de rosa em
        a chama de um forno, esfriou e acalmou e despertou tudo de uma vez. Ela pensou que ela ouviu um som,
        algo entre uma choradeira e um suspiro. O fato que tinha deslizado dela prpria garganta ardente
        a pasmado.
        Mas ela no se afastou, nem mesmo quando o veio novamente, quieto e desamparado e iludido. No, ela no apartou. A boca dele era muito inteligente, muito 
suavemente persuasiva. Ela se abriu a isto e absorvido.
        Ela parecia derreter contra ele, grau atravs de grau lento. Que primeiro exploso de calor teve mellowed, rasgo-ansiou em uma baixa, longa queimadura. Ele 
esqueceu que ele tinha estado bravo, ou que ele tinha sido desafiado, e s soube que ele estava vivo.
        Ela teve gosto escura, perigosa, e a boca dele estava cheio dela. A mente dele mudou de direo para levar, para conquistar, para encantar. O homem civilizado 
doente ele, o que tinha sido elevado para seguir um cdigo rgido de ticas, pisou atrs, intimidou.
        A cabea dela bobinou. Ela colocou uma mo abaixo na banca de trabalho para equilbrio como as pernas dela afiveladas. Uma respirao longa seguida por outro 
ajudado claro a viso dela. E ela o viu a encarando, uma mistura de fome e choca nos olhos dele.
        "Bem", ela administrou, "isso  certamente algo que pensar aproximadamente."
        Era tolo para se desculpar para os pensamentos dele, Rogan se falou. Ridculo se culpar pelo fato que a imaginao dele tinha desenhado quadros erticos 
e vvidos da lanar ao cho e rasgar flanela e brim fora. Ele no tinha agido nisto. Ele tinha s a beijado.
        Mas ele pensou que era possvel, at mesmo prefervel, a culpar.
        "Ns temos uma relao empresarial", ele comeou tersely, "seria ininteligente e possivelmente destrutivo para deixar qualquer coisa interferir com aquele 
neste momento."
        Ela levantou a cabea dela, balanada atrs nos saltos de sapatos dela, "E dormindo junto confundiriam coisas? "
        A amaldioe pelo fazer parecer um bobo. A amaldioe duas vezes pelo deixar abalado e horrivelmente horrivelmente necessitado. "Neste momento eu penso que 
ns deveramos concentrar em lanar seu espetculo."
        "Hmmm." Ela se virou no pretexto de limpar a banca de trabalho. Em verdade ela precisou de um momento a setde ela. Ela no era promscua por qualquer meios 
e certamente no caiu em cama com todo homem que a atraiu. Mas ela gostou de pensar bastante nela como independente, liberou bastante e inteligente bastante para 
escolher os amantes dela com cuidado.
        Ela teve, ela percebeu, Rogan Sweeney escolhido. "Por que voc me beijou? " "Voc me" aborreceu.
        A boca larga, generosa dela encurvou. "Considerando que eu pareo estar fazendo isso em uma base regular, ns estaremos passando muito tempo com nossos lbios 
fechados."
        " uma questo de controle." Ele soube que ele soou cadver e afetado, e a odiou para isto.
        "Eu estou seguro voc tem s baldes disto. Eu no fao Ela totted a cabea dela, dobrou os braos dela em cima do trax dela. "Se eu decido que eu o quero, 
o que vai voc fazer sobre isto? Me lute fora? "
        "Eu duvido que viesse que" A imagem tirasse punes de humor e desespero. "Ns ambos necessidade para Concentrar  mo no negcio. Isto poderia ser ela momento 
decisivo em sua carreira." "Sim." Seria sbio se lembrar que, ela
        pensou "Assim ns usaremos um ao outro, professionally". "Ns aumentaremos um ao outro, professionally", que ele corrigiu. Cristo, ele precisou de ar. "Eu 
entrarei e pedirei aquele caminho."
        "Rogan." Ela esperou at que ele alcanou a porta e retrocedeu a ela. "Eu gostaria de ir com voc." "Para Dublin? Hoje? "
        "Sim. Eu posso estar pronto ir at que o caminho chegue que eu s preciso fazer uma parada, a minha irm. "
        Ela era to boa quanto a palavra dela. At mesmo como o chugged de remessa fora ela estava lanando uma mala na parte de trs
        O carro alugado de Rogan.
        
        "Se voc h pouco me desse dez minutos", ela disse como Rogan comeou abaixo a pista estreita, "eu sou Brie seguro est usando um pouco de ch ou caf.
        "Multa." Ele parou o carro por Blackthorn e foi com Maggie para cima o passeio.
        Ela no bateu, mas pisou dentro e foi em direo diretamente  cozinha na parte de trs. Brianna estava l, um avental de babador branco amarrou  cintura 
dela e as mos dela cobriram com farinha.
        "Oh, Sr. Sweeney, oi. Maggie. Voc ter que desculpar as bagunas. Ns temos os convidados e eu estou fazendo tortas para o jantar."
        "Eu estou me indo para Dublin."
        "To logo? " Brianna apanhou uma toalha de ch para tirar o p das mos dela. "Eu pensei que o espetculo era semana" que vem.
        ". Eu vou cedo. Ela est no quarto dela? "
        O sorriso corts de Brianna puxou um pouco s extremidades. "Sim. Por que eu no vou lhe contar voc aqui ? "
        "Eu lhe falarei me. Talvez voc poderia dar para Rogan um pouco de caf."
        "Claro que." Ela lanou preocupado olhar a Maggie como a irm dela entrou fora da cozinha no apartamento adjacente. "Se voc se far confortvel na sala 
de estar, Sr. Sweeney, que eu trarei um pouco de caf imediatamente" para voc.
        "No aborrea." A curiosidade dele era para cima. "Eu terei uma xcara aqui mesmo, se eu no estarei de seu modo." Ele somou um sorriso fcil. "E por favor, 
me chame Rogan."
        "Voc tem preto como recordo" eu.
        "Voc tem uma memria boa." E voc  um pacote de nervos, ele observou, enquanto assistindo Brianna alcanam para uma xcara e pires.
        "Eu tento me lembrar das preferncias de meus convidados. Voc teria um pouco de bolo?  um pouco de chocolate eu
        feito ontem."
        "A memria de sua arte culinria faz isto difcil para
        refugo." Ele se sentou  mesa de madeira esfregada. . "Voc faz tudo voc? " "Sim, eu... " Ela ouviu a primeira voz elevada e
        apalpado. "Sim. Eu tenho um fogo se deitado na sala de estar.  voc
        seguramente voc no estaria mais confortvel? " O estrondo de vozes da prxima rosa de quarto,
        trazendo um rubor de embarao a Brianna
        bochechas. Rogan ergueu a xcara dele somente. "Que  ela
        gritando neste momento? " Brianna administrou um sorriso. "Nossa me. Eles
        no siga muito bem." "Maggie se do bem qualquer um? "
        "S quando a veste. Mas ela tem um corao, um
        corao maravilhoso, generoso. S  que ela vigia isto to cuidadosamente." Brianna suspirou. Se Rogan no fosse
        envergonhado pelo grito, ela nem.
        "Eu cortarei aquele bolo" para voc.
        "Voc nunca muda." Maeve encarou a criana mais velha dela por olhos estreitados. "H pouco igual seu pai."
        Se voc pensa que isso  um insulto a mim, voc est errado."
        Maeve cheirou e escovou ao ate punhos de manga do vestido de cama dela. Os anos e os prprios descontentamentos dela tinham roubado a beleza da face dela. 
Estava inchado e plido. com linhas cavadas profundamente ao redor da boca enrugada. O cabelo dela, uma vez to dourado quanto luz solar, tinha enfraquecido para 
ficar cinzento* e tinha raspado ruthlessly atrs em um po apertado. Ela foi engordada sobre uma montanha de travesseiros, a Bblia dela em uma mo e uma caixa de 
chocolates ao A televiso pelo quarto murmurado
        
        "Assim, isto Dublin , ? Brianna me falou voc ia embora. Dinheiro picando fora em hotis, eu imagino."
        " meu dinheiro."
        "Oh, e voc no me deixar esquecer isto." Amargura criada como Maeve empurrou para cima em cama. Para a vida inteira dela, tinha segurado outra pessoa a 
bolsa amarra, os pais dela, o marido dela, e agora, a maioria humilhando de tudo, a prpria filha dela. Pensar de tudo ele lanou fora em voc, enquanto lhe comprando 
copo, o enviando para aquele pas estrangeiro. E para isso que? Assim voc pudesse jogar a ser artista e superior ao resto de ns."
        "Ele no lanou nada fora em mim. Ele me deu a chance para aprender."
        "Enquanto eu fiquei na fazenda, enquanto trabalhando meus dedos ao osso."
        "Voc nunca trabalhou um dia santificado em sua vida. Era Brianna que fez tudo enquanto voc puxou a sua cama com uma doena a outro."
        "Voc pensa que eu gosto de ser delicado? "
        "Oh, sim", Maggie disse com prazer. "Eu penso que voc se diverte nisto."
        " minha cruz para agentar." Maeve apanhou a Bblia dela, apertou isto ao trax dela como uma proteo. Ela tinha pagado pelo pecado dela, ela pensou. Cem 
vezes em cima dela tinham pagado por isto. Ainda se perdo tivesse vindo, conforto no teve. Que e uma criana ingrata."
        "O que sou suposto eu para agradecer para? O fato que voc reclamou diariamente de sua vida? Que voc fez seu descontentamento por meu pai e sua decepo 
em mim claro com toda palavra, todo olhar".
        "Eu dei  luz voc! " Maeve gritou. "Eu quase morri, enquanto lhe dando vida. E porque eu o levei dentro meu
        tero, eu me casei um homem que no me amou, e quem eu no amei. Eu sacrifiquei tudo para voc."
        "Sacrificado? " Maggie disse wearily. "Que sacrifcios fez voc? "
        Maeve se encapotou na raiva amarga do orgulho dela. "Mais que voc sabem. E minha recompensa era ter crianas que no tm nenhum amor por mim."
        "Voc pensa porque voc adquiriu grvida e casado para me dar um nome, eu deveria negligenciar tudo o que voc fez? Tudo voc no fez? " como me ame um litde 
at mesmo, Maggie pensou, e ruthlessly repeliram a dor. "Estava de volta voc em quatro, Me. Eu era o resultado, no a causa".
        "Como ouse voc fala comigo que modo? " A face de Maeve corou quente, os dedos dela cavaram nas mantas. "Voc nunca teve qualquer respeito, qualquer bondade, 
qualquer com-paixo. "
        "No." Porque os olhos dela estavam picando, a voz de Maggie era afiada como um chicote. "E  aquela falta que eu herdei de voc. Eu s vim hoje para lhe 
falar que voc no correr que Brie atormentou enquanto eu tenho sido ido. Se eu acho que voc tem, eu pararei a mesada."
        "Voc tiraria comida de minha boca? " ! Maggie se inclinou para bater a caixa de chocolates. "Sim. Esteja seguro disto."
        Thy de honra" geram e "me de thy. Maeve abraou o fim de Bblia. "Voc est quebrando uma ordem, Margaret Mary, e enviando sua alma a inferno." "Ento eu 
deixarei meu lugar em cu em lugar de ao vivo um hipcrita em terra."
        "Margaret Mary! " Maeve gritou quando Maggie tinha alcanado a porta. "Voc nunca chegar a qualquer coisa. Voc h pouco est como ele. A maldio de Deus 
est em voc, Maggie, para ser concebido fora do sacramento de matrimnio".
        "Eu vi nenhum sacramento de matrimnio em minha casa", Maggie lanou atrs. "S a agonia disto. E se havia um pecado em minha concepo, no era meu."
        Ela bateu a porta atrs dela, ento apoiada atrs contra isto um momento se firmar.
        Sempre era o mesmo, ela pensou. Eles nunca poderiam estar junto no mesmo quarto sem lanar insultos. Ela tinha sabido, desde que ela tinha doze anos, por 
que a me dela a repugnou, a condenou. A mesma existncia dela era a razo a vida de Maeve tinha virado de sonho a realidade severa.
        Um matrimnio sem amor, um beb de sete-ms e uma fazenda sem um fazendeiro.
        Era que a me dela tinha lanado na face dela quando Maggie tinha alcanado puberdade.
        Era que eles nunca tinham perdoado um ao outro para.
        Endireitando os ombros dela, ela entrou atrs na cozinha. Ela no soube que os olhos dela ainda estavam bravos e overbright ou a face dela plido. Ela caminhou 
 irm dela e a beijou vivamente na bochecha.
        "Eu o chamarei de Dublin."
        "Maggie." Havia muito dizer, e nada para dizer. Brianna s apertou as mos dela. "Eu desejo que eu pudesse estar l para voc."
        "Voc pde se voc desejasse isto bastante. Rogan, voc est pronto? "
        "Sim." Ele subiu. "Adeus, Brianna. Obrigado."
        "Eu caminharei h pouco voc - " Brianna rompeu quando a me dela convocou.
        "V ver a ela", Maggie disse, e caminhou depressa fora da casa. Ela estava arrancando  porta do carro de Rogan quando ele ps uma mo no ombro dela.
        "Voc  certo? "
        "No, mas eu no quero falar sobre isto. Com um puxo final, ela empurrou a porta aberto e escalou dentro.
        Ele se apressou ao redor do capuz e deslizou sobre o assento de motorista de dado. "Maggie - "
        "No diga nada. Qualquer coisa nada. No h nada voc pode fazer ou pode dizer para mudar o que sempre  sido. H pouco dirija o carro e me deixe s. Seria 
um grande favor a mim." Ela comeou a lamentar ento, apaixonadamente, amargamente, enquanto ele lutou com o desejo para confortar a e o desejo para obedecer o pedido 
dela.
        No fim, dirigiu ele, enquanto no dizendo nada, mas segurando a mo dela. Eles estavam se aproximando o aeroporto quando os soluos dela morreram e os dedos 
enrijecidos dela foram flcidos. Olhando em cima de, ele viu ela estava dormindo.
        Ela no despertou quando ele a levou dentro do jato de companhia dele, ou quando ele setded ela em um assento. Nem ela despertou tudo pelo vo como ele a 
assistiu. E desejou saber.
        
        
        
        Captulo Seis
        
        MAGGIE despertou na escurido. A nica coisa ela tinha certeza de nesses primeiros minutos embriagados era que ela no estava na prpria cama dela. O cheiro 
das folhas, a textura deles estava errada. Ela no teve que dormir oh linho bom habitualmente reconhecer a diferena, ou notar o cheiro lnguido, tranqilo de verbena 
que agarrada a fronha na qual ela tinha enterrado a face dela.
        Como um pensamento incmodo zerou no crebro dela, ela estirou fora uma mo cautelosa para fazer certo ela era a nica ocupante da cama. O colcho fluiu 
em, um verdadeiro lago de folhas lisas e mantas confortveis. Um lago vazio, agradea o Jesus, ela pensou, e rolou em cima de para o centro da cama.
        A ltima memria clara dela era de se chorar vazio no carro de Rogan, e o sentimento oco que tinha deixado vagueando como uma cana quebrada em um fluxo para 
ela.
        Uma purgao boa, ela decidiu, porque ela sentia inacreditavelmente bom-firme e descansou e limpa.
        Estava tentando a luxuriate na escurido macia em folhas macias com cheiros macios. Mas ela decidiu que ela descobriria melhor onde ela era e como ela tinha 
chegado. Depois de deslizar o modo dela em cima de para a extremidade da cama, ela procurou no escuro ao redor da madeira lisa da mesa-de-cabeceira, aliviou os dedos 
dela em cima de e at ela localizaram um abajur e seu interruptor.
        A luz estava suavemente sombreada, uma cor dourada morna que sutilmente iluminou um quarto grande com teto de coffered, papel de parede de boto de rosa 
delicado e a prpria cama, um quatro-cartaz volumoso.
        A verdadeira rainha de camas, ela pensou com um sorriso. Uma piedade ela tinha estado muito cansada para para apreciar isto.
        A lareira pelo quarto era unlit, mas esfregou limpe como uma moeda nova e fixe por acender. Rosas rosas longo-originadas de, fresco como uma manh de vero, 
se levantou em um vaso de Waterford em uma agncia majestosa junto com uma escova prateada fixada e deslumbrante pouco coloriu garrafas com rolhas caprichosas.
        O espelho sobre isto refletiu Maggie, amarrotou e pesado-de olhos entre as folhas.
        Voc parece um pouco fora de lugar, minha menina, que ela decidiu, e sorrindo, arrastado na manga da camisola de algodo dela. Algum, parecia, tinha tido 
o senso bom para a mudar antes da esvaziar na cama real.
        Empregada talvez, ou o prprio Rogan. Apenas importou, ela pensou praticamente, desde que a ao era terminada e ela tinha beneficiado certamente disto. 
Em toda a probabilidade, as roupas dela estavam enfeitando o armoire de pau-rosa esculpido. Como fora l, de lugar ela decidiu com um ri, como ela estava no lago 
glorioso de folhas feito de linho lisas.
        Se ela estivesse em um hotel, era certamente o melhor isso alguma vez tinha tido o patronato dela. Ela subiu para cima, tropeado para a porta mais ntima 
em cima de um Aubusson fundo-empilhado.
        O banho era to suntuoso quanto o quarto, tudo que vislumbram rosa e marfim ladrilha, uma banheira enorme formou
        por vadiar e uma chuva separada construiu de um bloco de copo ondulado. Com um suspiro de pura ganncia, ela tirou fora a camisola dela e virou no spray.
        Era cu, a batida de gua quente na parte de trs do pescoo dela, os ombros dela, como os dedos firmes de uma massagista especialista. Um grito distante 
da gota mesquinha a prpria chuva dela administrou em casa. O sabo cheirou de limo e planou em cima da pele dela como seda.
        Ela viu com alguma diverso que os poucos artigos de toalete escassos dela tinham estado fora fixos no contador generoso pelas pias rosas concha-amoldadas. 
O roupo dela, como isto era, esperou um gancho de metal ao lado da porta.
        Bem, algum estava levando ao cuidado dela, ela percebeu, e no momento ela no poderia achar nenhuma causa para reclamao.
        Depois de uns quinze minutos vaporosos enquanto a gua correu quente, ela alcanou para um das toalhas grossas dobrado em cima de uma barra de aquecimento. 
Era grande bastante a embrulhar de peito para bezerro.
        Ela penteou o cabelo molhado dela atrs da face dela, uso feito da nata em uma garrafa cristalina, ento trocou a toalha para o roupo de flanela esfarrapado 
dela.
        Descalo e curioso, ela teve a inteno de explorar.
        O quarto dela estava um corredor largo longo. Baixas luzes lanaram sombras em cima do cho vislumbrando e seu corredor vermelho real. Ela no ouviu um som 
como ela vagou para os degraus que graciously curvado at outra histria, e abaixo. Ela escolheu abaixo, enquanto deixando os dedos dela cooperarem a grade polida.
        Bastante obviamente ela no era uma convidada em um hotel de luxo, mas em uma casa privada. A casa de Rogan, ela concluiu, com um relance invejoso  arte 
que enfeitou o foyer e corredor principal. O homem teve um Van Gogh e um Matisse, ela percebeu como a boca dela molhada.
        Ela achou a sala de estar dianteira, com suas janelas largas aberto  noite balsmica, que um quarto sentando, suas cadeiras e sofs organizaram em agrupamentos 
de conversao. Pelo corredor era o que ela sups seria chamado o quarto de msica, como foi dominado por um piano de cauda e uma harpa dourada.
        Bonito tudo era, com bastante arte encantaram manter Maggie h dias. Mas no momento ela teve outra prioridade.
        Ela desejou saber quanto tempo ela teria que procurar antes de ela achasse a cozinha.
        A luz debaixo de uma porta a puxou mais ntimo. Quando ela olhou dentro, ela viu Rogan sentou atrs de uma escrivaninha, documentos organizaram em pilhas 
limpas antes dele. Era um quarto de dois-nvel, com a escrivaninha dele no primeiro e passos que conduzem at uma rea sentando pequena. As paredes estavam forradas 
com livros.
        Acres deles, ela pensou  primeira vista, em um quarto que cheira de couro e cera de abelha. O quarto era terminado em burgundies e bosques escuros que vestiram 
o homem tanto quanto vestiu a literatura.
        Ela o assistiu, interessado do modo ele esquadrinhou a pgina em frente a ele, notas rpidas, decisivas feitas. Ele era, pela primeira vez no conhecido deles/delas, 
sem um casaco de terno ou gravata. Ele tinha os, certamente, estado usando ela meditou, mas agora o colarinho dele foi desabotoado, as mangas da camisa encaracolada 
dele enrolaram os cotovelos.
        O cabelo dele, enquanto refletindo darkly no lamplight, era mussed um pouco. Como se ele corresse as mos dele impacientemente por isto enquanto ele trabalhou. 
At mesmo como assistiu ela que ele fez to novamente, enquanto limpando os dedos por, fazendo carranca um pouco.
        Tudo que no que ele estava trabalhando o absorveu, porque ele trabalhou dentro um fixo, ritmo de undistracted que era, de algum modo estranho, que fascina.
        Ele no era um homem para deixar a mente dele vagar, ela pensou. Tudo que que ele escolheu fazer, ele faria com a concentrao extrema e habilidade.
        Ela se lembrou do modo ele tinha a beijado. Concentrao e habilidade realmente.
        Rogan leu a prxima clusula na proposta e carranqueou. O teor no era bastante direito. Uma modificao. . . Ele pausou, considerou, riscou uma frase e 
reformulou em palavras isto. A expanso da fbrica dele em Limerick era crucial ao plano de jogo dele, e precisou ser implementado antes do fim do ano.
        Seriam criadas centenas de trabalhos, e com a construo de apartamentos de moderado-renda que uma subsidiria de Mundial estava planejando, centenas de 
famlias teriam casas como bem.
        Uma filial do negcio alimentaria diretamente no outro, ele pensou. Seria uma contribuio pequena mas importante a manter o Irlands-tristemente, o pas 
dele maior exportao-em a Irlanda.
        A mente dele circulou ao redor da prxima clusula, quase tinha feito mira, quando ele se pegou acumulando. Algo puxou ao crebro dele, enquanto distraindo 
isto  mo do negcio. Rogan olhou para a entrada e viu no era algo, mas algum.
        Ele deve ter sentido a posio dela l, descalo e sonolento-de olhos em um roupo cinza roto. O cabelo dela foi alisado atrs, enquanto lustrando fogo vermelho, 
em um estilo que deveria ter sido severo mas ao invs deveria ter golpeado.
        Simples e fresco-esfregado, a face dela estava como marfim com um rubor de rosa abaixo. As chicotadas dela eram ao redor eriadas com umidade os olhos de 
slumberous dela.
        
        A reao dele era rpida e brutal e humana. At mesmo como o calor dinamitou por ele que ele conferiu isto, ruthlessly.
        "Arrependido a interrupo." Ela o brilhou um sorriso rpido, bochechudo que torturou o dele j libido ativa. "Eu estava procurando a cozinha. Eu sou subnutrido. 
"
        "Quase no  uma maravilha." Ele foi forado a clarear a garganta dele. A voz dela era cascuda, como com sono sensual como os olhos dela. "Quando voc comeu 
por ltimo? "
        "Eu no tenho certeza." Lazily inclinado no batente de porta, ela bocejou. "Ontem, eu penso. Eu ainda sou um pouco nebuloso."
        "No, voc dormiu ontem. Tudo de ontem-de o tempo partimos ns seu sister's-e tudo de hoje."
        "Oh." Ela encolheu os ombros. "Que horas so? "
        "H pouco ltima oito-tera-feira. "
        "Bem." Ela entrou no quarto e se enrolou em uma cadeira de couro grande em frente  escrivaninha dele, como se ela tivesse o estado acompanhando l a anos.
        "Voc dorme freqentemente diretamente durante horas trinta-estranhas? "
        "S quando eu fui muito muito tempo" para cima. Ela estirou os braos dela alto trabalhar fora dobras ela h pouco estava comeando a sentir. "s vezes um 
pedao o agarra pela garganta e no o deixar ir at que voc terminou."
        Resolutamente, ele trocou o olhar dele da carne o outono do roupo dela tinha revelado, e olhou para baixo cegamente  papelada antes dele. Ele foi intimidado 
que ele reagiria como algum adolescente hormnio-furioso. " perigoso, em sua linha de trabalho".
        "No, porque voc no est cansado. Voc  quase alerta de unbearably. Quando voc trabalhou muito longo simplesmente, voc perde a extremidade. Voc tem 
que parar, resto. Isto  diferente. E quando eu for terminado, eu caio e permanncia
        abaixo at que eu dormi isto fora." Ela sorriu novamente. "A cozinha, Rogan? Eu sou voraz."
        Em vez de uma resposta, ele alcanou para o telefone e perfurou em um nmero. "Senhorita Concannon est acordado", ele disse. "Ela gostaria de uma refeio. 
Na biblioteca, por favor".
        Isso  principal", ela disse quando ele substituiu o receptor. "Mas eu poderia ter me misturado alguns ovos e poderia ter salvado seu pessoal a preocupao."
        "Eles so pagados para aborrecer."
        "Claro que." A voz dela estava seca como p. "Como presumido voc deve ser ter os "criados de redondo-o-relgio. Ela acenou uma mo antes de ele pudesse 
responder. "Melhor ns no entramos que em um estmago vazio. Me, Rogan, fala como exatamente eu vim estar escada acima naquela cama grande? "
        "Eu o pus l."
        "O feito agora? " Se ele estava esperando para um rubor ou gagueja, ele seria desapontado. "Eu terei que lhe" agradecer.
        "Voc dormiu como uma pedra. Em um certo ponto eu segurei um espelho quase at seus lbios ser certo voc estava vivo." Ela estava agora certamente viva, 
vibrante no lamplight. "Voc quer um conhaque? "
        Melhor no, antes de eu comesse."
        Ele subiu, foi para um aparador e verteu um nico snifter de uma garrafa. "Voc era chateado antes de ns partssemos."
        Ela levantou a cabea dela. "Agora, isso  um modo bom e diplomtico de phrasing isto." O feitio choro no a envergonhou. Simplesmente era emoo, paixo, 
como realidade e to humano quanto risada ou luxria. Mas ela se lembrou que ele tinha segurado a mo dela e tinha oferecido para nenhuma palavra intil a parar 
a tempestade. "Eu sinto muito se eu o fizesse incmodo."
        Ela teve, miseravelmente, mas ele encolheu os ombros isto fora. "Voc no quis falar sobre isto.
        "No feito, e no faz. " Ela levou uma respirao quieta porque a voz dela tinha sido afiada. Ele no mereceu tal rudeza depois da bondade dele. "No  nada 
que ver com voc, Rogan, h pouco misrias familiares velhas. Considerando que eu estou sentindo jovial, eu lhe falarei estava confortando a voc tenha cabo minha 
mo. Eu no pensei que voc era o tipo para oferecer."
        Os olhos dele sacudiram atrs a seu. "Parece a mim ns no sabemos bem um ao outro bastante generalizar."
        "Eu sempre me considerei um juiz rpido e preciso, mas voc pode ter razo. Assim conte me"-ela apoiou um cotovelo no brao da cadeira, levantou o queixo 
dela aceso o punho dela - "quem  voc, Rogan Sweeney? "
        Ele foi aliviado quando a necessidade para responder foi adiada pela chegada do jantar dela. Empregada limpa, uniformizada que tem rodas em uma bandeja, 
resolvendo isto em frente a Maggie sem mais que um sussurro de som e um tinido de talher. Ela subiu e descer uma vez quando Maggie lhe agradeceu, ento desapareceu 
o momento que Rogan lhe contou isso seria tudo.
        "Ah, isso que um cheiro." Maggie atacou a sopa, uns ricos, caldo grosso que nada com pedaos grossos de legumes, primeiro. "Voc quer alguns? "
        "No, eu comi." Em lugar de passar a escrivaninha atrs, ele sentou na cadeira ao lado de seu. Estava esquisitamente confortvel, ele percebeu, sentar com 
ela enquanto ela comeu e a casa parecia resolver quietamente ao redor deles. "Considerando que voc est de volta entre o viver, talvez voc gostaria de passar pela 
galeria pela manh."
        "Umm." Ela acernar com a cabea, a boca dela cheio de rolo crustceo. "Quando? "
        "Oito-eu tenho midmorning de compromissos, mas eu posso o alojar e posso deixar um carro  sua disposio."
        "Um carro a minha disposio." Titilado, ela apertou um punho  boca dela como riu ela. "Oh, eu poderia me acostumar aquele rpido bastante. E o que faria 
eu com o carro a minha disposio? "
        "O que voc gosta." Deus soube por que a reao dela o aborreceu, mas fez. "Ou voc pode vagar ao redor a p Dublin, se voc prefere."
        "Um pouco sensvel hoje  noite, ns somos? " Ela moveu da sopa  entrada de galinha de honeyed. "Seu cozinheiro  um tesouro, Rogan. O faa diink eu posso 
encantar esta receita fora de ele-ou seu-para Brie? "
        "Ele", Rogan disse. "E voc  bem-vindo a prova. Ele  francs, insolente e determinado a acessos de raiva."
        "Ento ns temos todos menos nacionalidade em comum. Me fale, eu estarei me mudando para um hotel amanh? "
        Ele tinha pensado nisso, uma grande transao. Estaria certamente mais confortvel para ele se ela fosse comprimida fora em um apartamento ao Westbury. Mais 
confortvel, ele pensou, e muito mais sombrio. "Voc  bem-vindo para ficar no quarto de hspedes se o" vestir.
        "Me veste exatamente." Ela o estudou como ela lanceou uma batata nova minscula. Ele parecia relaxado aqui, ela percebeu. Muito o rei complacente do castelo. 
" s voc nesta casa grande? "
        "." Ele ergueu uma sobrancelha. "Isso o preocupa? "
        "Me preocupe? Oh, voc quer dizer porque voc poderia vir, enquanto batendo em minha porta uma noite luxuriosa? " Ela riu, enquanto o enfurecendo. "Eu posso 
dizer que sim ou no, Rogan, igual a voc seria se eu viesse, enquanto batendo
        em seu. Eu s perguntei porque parece muito quarto para um homem."
        " minha casa familiar", ele disse stiffly. "Eu vivi aqui todos minha vida."
        "E um lugar bom que ." Ela empurrou a bandeja atrs e rosa para ir para o aparador pequeno. Erguendo o topo de uma garrafa, ela cheirou. Suspirado ao cheiro 
bom de usque irlands. Atrs de verter um copo para ela, veio ela atrs e se enrolou as pernas dela. "Slainte", ela disse, e lanou o usque atrs. Fixou um bem, 
fogo forte que acende no intestino dela.
        "Voc gostaria outro? "
        "One'11 me fazem. A pessoa esquenta a alma, dois esquentam o crebro, meu pai disse freqentemente. Eu estou disposto a uma cabea fresca." Ela fixou o copo 
vazio na bandeja, trocou o corpo dela mais confortavelmente. O roupo de flanela desfiado dela deslizou aberto  curva do joelho dela. "Voc no respondeu minha 
pergunta."
        "O qual era? "
        "Quem  voc? "
        "Eu sou um homem de negcios, como voc me lembre com regularidade." Ele resolveu atrs, enquanto fazendo um determinado esforo para no deixar a mente 
dele ou o olhar dele vaga s pernas nuas dela. "Terceira gerao. Nascido e criou em Dublin, com carinho e respeita para arte criada em mim do bero."
        "E aquele amor e respeito foram aumentados pela idia de fazer um lucro."
        "Precisamente." Ele rodou o conhaque dele, tomou um gole, e olhou precisamente goste o que ele era. Um homem confortvel com a prpria riqueza dele e contedo 
com a vida dele. "Enquanto fazendo um lucro trouxer seu prprio senso de satisfao, h outro, satisfao mais espiritual que vem de desenvolver e promover um artista 
novo. Particularmente um no que voc acredita apaixonadamente."
        Maggie tocou a lngua dela ao lbio de topo dela. Ele era completamente muito confiante, ela decidiu, muito muito seguro dele e o lugar dele no mundo. Tudo 
aquilo que certeza limpa implorou um pouco de tremer.
        "Assim, eu estou aqui para o satisfazer, Rogan? "
        Ele a conheceu divertiu olhos, acernar com a cabea. "Eu no tenho nenhuma dvida que voc vai, Maggie, eventualmente. Em todo nvel."
        "Eventualmente." Ela no tinha querido dizer, realmente, os guiar sobre este boggy fundamentaram, mas parecia irresistvel, enquanto sentando com ele no 
quarto quieto com o corpo dela assim descansou, a mente dela to alerta. "Sua escolha de tempo e coloca, ento? "
        " tradicional, eu acredito, para o homem escolher quando avanar."
        "Hah! " Eriando, ela se inclinou para espetar um dedo no trax dele. Qualquer pensamento que ela tinha tido de aliviar em romance desapareceu como fumaa. 
"Encha suas tradies em seu chapu e use bem. Eu no supro a eles. Voc poderia ser interessado para saber que como ns chegamos no vinte-primeiro sculo, as mulheres 
esto fazendo o prprio escolhendo deles/delas. O fato  ns estado fazendo cronometramos assim desde ento comeou, esses de ns afiado bastante, e os homens h 
pouco esto tendo xito para isto." Ela se estatelou atrs na cadeira dela. "Eu o, Rogan, terei por meu tempo, e em meu lugar."
        O confundiu por que tal uma declarao incrvel deveria o despertar e deveria o fazer intranqilo. "Seu pai tinha razo, Maggie, sobre voc adquirindo os 
bronze. Voc tem isto para poupar."
        "E o que disto? Oh, eu sei seu tipo." Desprezo coloriu o tom dela. "Voc gosta de uma mulher para sentar quietamente por, mooning um pouco, suprindo a seus 
caprichos, estar seguro, e esperando, enquanto o corao romntico dela bate desesperadamente no peito dela, que voc olhar duas vezes na direo dela. Ela ser 
prpria como um santo em pblico, nunca uma palavra azeda que desliza pelos lbios rseos dela. Ento, claro que, quando voc decidiu naquele tempo e aquele lugar, 
ela  se transformar em um verdadeiro tigre, enquanto favorecendo seu a maioria fantasias de prurient at que as luzes acendem novamente e ela se transforma em um 
doorstop."
        Rogan esperou estar seguro ela correria abaixo, ento escondeu um sorriso no conhaque dele. 'Isso resume incrivelmente bem" isto.
        "Asno."
        "Megera", ele disse agradavelmente. "Voc quereria alguma sobremesa? "
        O ri titilado a garganta dela, assim ela fixou isto livre. Quem teria pensado que ela viria gostar dele de fato? "No, o condene. Eu no arrastarei fora 
novamente aquela empregada pobre da televiso dela ou o flerte dela com o mordomo ou porm ela passa as noites" dela.
        "Meu mordomo tem setenta-seis anos, e bem protegido de flertes com uma empregada."
        "Muito voc sabe." Maggie subiu novamente e vagou para uma parede de livros. Alfabetizado por autor, ela notou, e quase bufou. Ela deveria ter sabido. "Qual 
 o nome dela? "
        "De quem? "
        'A empregada. "
        "Voc quer saber o nome de minha empregada? "
        Maggie acariciou um dedo abaixo um volume de James Joyce. "No, eu quero ver se voc souber o nome de sua empregada.  um teste."
        Ele abriu a boca dele, fechou isto novamente, grato aquele Maggie  estava de volta a ele. Que diferena fez se ele soubesse o nome de um das empregadas 
dele?
        
        Colleen? Maureen? Inferno! O pessoal domstico era o domnio do mordomo dele. Bridgit? No, condene, era. . .
        "Nancy." Ele pensamento-era quase certo. "Ela  bastante nova. Eu acredito que ela  aqui aproximadamente cinco meses. O v como eu chamar o dela atrs em 
para uma introduo? "
        "No." Casualmente, Maggie moveu de Joyce a Keats. "Era uma curiosidade a mim, isso  tudo. Me, Rogan, fale voc tem qualquer coisa em aqui diferente de 
classics? Voc sabe, um mistrio de assassinato bom eu poderia passar algum tempo com? "
        A biblioteca dele de primeiras edies foi considerada um do melhor no pas, e ela estava criticando isto por faltar um potboiler. Com um esforo, ele educou 
o temperamento dele e a voz dele. "Eu acredito que voc achar alguma de Senhora o "trabalho de Agatha.
        "O britnico." Ela encolheu os ombros. "No sanguinrio bastante como um regra-a menos que eles estejam ensacando casdes como esses condene Cromwellians. 
O que  isto? " Ela se ajoelhou, investigou. Este Dante em italiano."
        "Eu acredito que ."
        "Voc pode ler isto, ou  s para espetculo? "
        "Eu posso apalpar bem bastante" por isto.
        Ela passou por isto, enquanto esperando para algo mais contemporneo. "Eu no apanhei como muito do idioma como eu deveria ter em Veneza. Bastante gria, 
pouco do socialmente correto." Ela olhou em cima do ombro dela e sorriu. "Artistas so um lote colorido dentro qualquer rural."
        "Assim eu notei." Ele subiu e cruzou a outra estante de livros. "Isto poderia ser mais o para" o qual voc est olhando. Ele ofereceu para Maggie uma cpia 
do Vermelho de Thomas Harris Drago. "Eu acredito que so assassinadas vrias pessoas horrivelmente."
        
        "Maravilhoso." Ela comprimiu o livro debaixo do brao dela. "Eu direi boa noite ento assim voc pode voltar trabalhar. Eu agradeo a cama e a refeio."
        "Voc  bem-vindo." Ele sentou novamente atrs da escrivaninha dele, ergueu uma caneta e correu isto pelos dedos dele enquanto ele a assistiu. "Eu gostaria 
de partir s oito afiado. O quarto jantando abaixo este corredor e  esquerda. O caf da manh ser servido a qualquer hora depois das seis."
        "Eu posso garantir no ser servido a mim quela hora, mas eu estarei pronto s oito." Em impulso ela cruzou a ele, colocou as mos dela nos braos da cadeira 
dele e apoiou a face dela perto de seu. "Voc sabe, Rogan, ns somos precisamente o que um ao outro no precisa ou querer-em um nvel pessoal."
        "Eu no pude concordar mais. Em um nvel pessoal." A pele dela, macio e branco onde a flanela separou  garganta dela, cheirou como pecado.
        "E isso  por que, para meu modo de pensar, ns vamos ter tal uma relao fascinante. Apenas qualquer rea de concordncia nada, voc no diria? "
        "No mais que uma pequena cavidade." O olhar dele abaixou  boca dela, demorou, rosa para seu novamente. "Um trmulo a isso."
        "Eu gosto de subidas perigosas." Ela apoiou um pequeno mais adiante, s uma polegada, e beliscou o lbio de fundo dele com os dentes dela.
        Uma lana de arrowed de fogo diretamente para os lombos dele. "Eu prefiro ter meus ps no cho."
        "Eu sei." Ela apoiou atrs novamente, enquanto o deixando com um formigamento nos lbios dele e o calor no intestino dele. "Ns tentaremos isto seu modo 
primeiro. Boa noite."
        Ela passeou fora do quarto sem olhar atrs. Rogan esperou at que ele tinha certeza ela estava bem fora
        antes de ele erguesse as mos dele e os esfregou em cima da face dele.
        Cristo bom, a mulher estava o amarrando em ns, ns enroscados escorregadios de pura luxria. Ele no acreditou em agir s em luxria, pelo menos no desde 
a adolescncia dele. Afinal de contas, ele era um homem civilizado, um de gosto e criando.
        Ele respeitou as mulheres, os admirou. Certamente ele tinha desenvolvido relaes que tinham culminado em cama, mas ele sempre tinha tentado esperar at 
que as relaes tinham desenvolvido antes de fazer amor. Razoavelmente, mutuamente e discreedy. Ele no era um animal a ser dirigido s atravs de instinto.
        Ele era nem mesmo certo ele gostou de Maggie Concan-non como uma pessoa. Assim que tipo de homem seria ele se ele fizesse o que ele estava queimando para 
fazer neste momento? Se ele espiou para cima esses degraus, lanou porta de dado aberta para o quarto dela e encantou o bem dela e prprio.
        Um homem satisfeito, ele pensou widi humor severo.
        Pelo menos at manh quando ele teve que estar em frente dela, e ele, e o negcio eles tiveram que completar.
        Talvez era mais difcil de levar a estrada alta. Talvez ele sofreria, como era ele condene bem certo ela o esperou. Mas quando o tempo veio para ele a levar 
a cama, ele teria a mo superior.
        Que, certamente, valeu algo.
        At mesmo, ele pensou como ele empurrou documentos aparte, um miseravelmente noite sem sono.
        Maggie dormiu como um beb. Apesar das imagens evocadas pelo Rogan moderno tinha a dado, ela tinha cado para dormir logo aps meia-noite e tinha dormido 
dreamlessly at as quase sete.
        
        Corado com energia e antecipao, ela procurou fora o quarto jantando e foi agradada para ver um caf da manh irlands cheio que esquenta no aparador.
        "Bom dia, senhorita". A mesma empregada antes de que tinha servido a noite para ela correu dentro da cozinha. "H qualquer coisa eu posso adquirir para voc? 
"
        Obrigado, no. Eu posso" me servir. Maggie apanhou um prato da mesa e se orientou aos cheiros tentadores no aparador.
        "Eu verterei caf ou ch para voc, perca? "
        'Ch seria adorvel." Maggie levou a tampa fora uma prata mais morno e cheirou appreciately s fatias de toucinho grossas de toucinho. "Nancy, ? "
        "No, perca,  Noreen."
        Fracassado aquele teste, Escudeiro Sweeney, que Maggie meditou. "V voc fala para o cozinheiro, Noreen, que eu nunca tive uma refeio melhor que meu jantar 
ontem  noite."
        "Eu estaria contente para, senhorita".
        Maggie moveu de servidor a servidor, enquanto amontoando o prato dela. Ela saltou freqentemente completamente refeies, to indiferente era a prpria arte 
culinria dela. Mas quando comida estava disponvel em tal quantidade, e comida de tal qualidade, ela compensou isto.
        "Sr. Sweeney estar me acompanhando ao caf da manh? " ela perguntou como ela levou o prato dela atrs  mesa.
        "Ele j  comido, senhorita. Sr. cafs da manh de Sweeney diariamente s meio-seis, precisamente".
        "Uma criatura de hbito, ele ? " Maggie piscou  empregada e slathered aperto fresco na torrada esquentada dela.
        "Ele , sim", Noreen respondeu, enquanto corando um pouco. "Eu sou o lembrar, perca, ele estar pronto para partir s oito."
        Obrigado, Noreen, eu me lembrarei isto de."
        "Voc s tem que tocar se voc precisar qualquer coisa."
        Aquiete como um rato, Noreen enfraqueceu atrs na cozinha. Maggie se aplicou a um caf da manh que ela sentia seja ajustado para uma rainha e leu a cpia 
do Times irlands que tinha sido dobrado nitidamente ao lado do prato dela.
        Um modo confortvel para viver, ela sups, com criados s o estalo de um dedo fora. Mas no dirigiu Rogan furioso saber eles sempre eram sobre a casa? Que 
ele nunca estava s?
        A mesma idia fez o dela estremea. Ela iria furiosa sem dvida, Maggie decidiu, sem solido. Ela examinou o quarto com seu wainscoting escuro e lustroso, 
o resplendor dos lustres cristalinos gmeos, o vislumbre da prata no aparador antigo, a fasca de porcelana e copo de Waterford.
        Sim, at mesmo nesta colocao luxuriante, ela iria totalmente, enquanto delirando furioso.
        Ela demorou em cima de uma segunda xcara de ch, leu o papel atrs de defrontar e limpou todo miolo do prato dela. De em algum lugar na casa um relgio 
repicou a hora. Ela debateu tendo justo mais servio de toucinho, se chamou um comilo e resistiu.
        Ela levou alguns momentos para estudar a arte nas Paredes. Havia uma aquarela que ela achou particularmente primoroso. Levando um ltimo, devagar vire ao 
redor do quarto, ela partiu, abaixo o corredor.
        Rogan estava no foyer, imaculado em um terno cinza e gravata de marinha. Ele a estudou, estudou o relgio dele. "Voc est atrasado."
        "Eu sou? "
        " oito alm da hora."
        Ela ergueu as sobrancelhas dela, viu ele era srio e com submisso amorteceu um ria. "Eu deveria ser aoitado."
        Ele deslizou um olhar para cima ela, das meio botas e leggings escuro para a camisa branca masculina que alcanou a midthigh e era cinched com dois cintos 
de couro. Brilhando pedras translcidas balanadas s orelhas dela, e ela, por uma vez, tinha somado um toque de maquilagem. Porm, ela no tinha aborrecido com 
um relgio.
        "Se voc no usa um cronmetro, como voc pode ser na hora certa? "
        "Voc tem um ponto l. Talvez isso  por que eu no fao
        Ainda a assistindo, ele tirou um bloco e a caneta dele.
        "O que est fazendo voc? "
        "Anotando que ns temos que o prover com um relgio, como tambm uma mquina telefonar-respondendo e um calendrio."
        "Isso  muito generoso de voc, Rogan". Ela esperou at que ele abriu a porta e a gesticulou fora "Por que? "
        "O relgio assim voc ser pronto. A secretria eletrnica assim eu poderei pelo menos deixar uma mensagem de maldio quando voc ignora o telefone, e o 
calendrio assim voc saber o que o dia sangrento  quando eu peo uma remessa."
        Ele tinha mordido fora a ltima palavra como se fosse carne pegajosa, pensamento de Maggie. "Considerando que voc est em tal um humor luminoso e alegre 
esta manh, eu arriscarei lhe falando que nenhum dessas coisas me mudar um bocado que eu sou irresponsvel, Rogan. Voc s tem que perguntar o que  partido de 
minha famlia." Ela se virou, enquanto ignorando o dele assobie de impacincia, e estudou a casa dele.
        Negligenciou um verde-St adorvel, sombrio. Stephen, ela era aprender depois-e estava de p orgulhosamente, um haughtily de ninharia, contra um cu azul 
sonhador.
        Embora a pedra fosse velha, as linhas eram to graciosas quanto o corpo de uma mulher jovem. Era uma combinao de dignidade e elegncia que Maggie soube 
que s os ricos poderiam dispor. Toda janela de qual havia muitos brilhou como diamantes ao sol. O gramado, liso e verde, deu modo para um jardim dianteiro adorvel, 
limpe como uma igreja e duas vezes como formal.
        "Uma bonita mancha que voc tem aqui. Eu perdi isto, voc sabe, em meu modo em."
        "Eu estou atento disso. Voc ter que esperar pela excurso, Margaret Mary. Eu no gosto de ser recente." Ele levou o brao dela e todos menos a arrastou 
ao carro de espera.
        Voc  ancorado para atraso, ento? " Ela riu quando ele no disse nada, e resolveu para desfrutar o passeio atrs. "Voc  por natureza ranzinza de uma 
manh, Rogan? "
        "Eu no sou ranzinza", ele estalou a ela. Ou ele no seria, ele pensou, se ele tivesse adquirido sobre duas horas sono. E a responsabilidade para isso, condene 
todas as mulheres, caia solidamente na cabea dela. "Eu tenho muito que realizar hoje."
        "Oh, estar seguro. Imprios para construir, fortunas para ganhar."
        Isso fez isto. Ele no soube por que, mas a meia-voz clara de desdm quebrou a ltima ligao em controle. Ele desviou ao lado da estrada, enquanto causando 
o motorista que tinha estado viajando atrs dele dinamitar rudely no chifre dele. Maggie agarrando pelo colarinho, ele a puxou meio fora do assento dela e esmagou 
a boca dele a seu.
        Ela no tinha estado esperando aquela reao totalmente. Mas isso no significou ela no pde desfrutar isto. Ela poderia o conhecer em at mesmo cho quando 
ele no foi controlado isso mesmo, isso mesmo hbil. O de cabea dela poderia ter girado, mas a sensao de poder permaneceu. Nenhuma Seduo aqui, s necessidades 
cruas, esfregando junto como circuitos eltricos e ameaando chamejar.
        
        Ele arrastou a cabea dela atrs e saqueou a boca dela. H pouco uma vez, ele se prometeu. S uma vez aliviar alguma desta tenso viciosa que formou espiral 
dentro dele como uma cobra.
        Mas a beijando no aliviaram isto. Ao invs, a resposta completa e ansiosa dela, o verve total disto, s embrulhou a tenso dele mais apertado at que ele 
no pde respirar.
        Para um momento sentia ele como se ele estava sendo chupado em alguns tnel veludo-forrado, abafado. E ele estava apavorado que ele nunca quereria ou precisaria 
de luz novamente.
        Ele empurrou fora, firmou as mos dele gostam de vcios na roda. Ele aliviou atrs sobre a estrada como um bbado que tenta negociar uma linha direta.
        "Eu sou pretensioso isso era uma resposta a algo." A voz dela era unnaturally aquietam. No era o beijo dele que tinha a enervado quase como muito como o 
modo ele tinha terminado isto.
        "Era que ou o" estrangula.
        "Eu prefiro ser beijado estrangulado. Ainda, eu gostaria melhor isto se voc no estivesse bravo sobre me" querer.
        Ele estava agora mais tranqilo, enquanto concentrando na estrada e compondo o tempo que ela o valeria aquele matutino. "Eu me expliquei antes. A cronometragem 
 imprpria."
        "Imprprio. E quem toma conta de decoro? "
        "Eu prefiro saber com quem eu estou dormindo. Tendo algum afeto mtuo e respeito."
        Os olhos dela estreitaram. H um modo longo entre um beijo nos lbios e um tombo nas folhas, Sweeney. Eu vou voc tem sabe que eu no sou nenhum para saltar 
sobre o colcho  piscadela de um olho."
        
        "Eu nunca disse - "
        "Oh, no o fez, agora? " Ela ainda mais foi insultada porque ela soube como depressa ela teria saltado sobre um colcho com ele. "At onde eu posso ver, 
voc decidiu que eu bastante estou bastante solto. Bem, eu no estarei explicando minha histria passada a voc. E como para afeto e respeita, voc ainda tem que 
os ganhar de mim, menino-o. "
        "Multe, ento. Ns somos de acordo."
        "Ns somos de acordo voc pode ir diretamente para inferno. E o nome de sua empregada  Noreen."
        Isso o distraiu bastante o ter tirando os olhos da estrada e fitando. "O que? "
        "Sua empregada, voc o tolo, voc estreito-cheirou o aristocrata. 'Tis no a Nancy.  Noreen." Maggie dobrou os braos dela e fitou resolutamente fora a 
janela lateral.
        Rogan s tremeu a cabea dele. "Eu agradeo a voc por clarear isso. Deus sabe isso que um embarao que teria sido a mim se eu tivesse tido que a apresentar 
aos vizinhos."
        "Azul-blooded o esnobe", ela murmurou.
        "Vespa-tongued vbora."
        Eles se conformaram em um silncio bravo com o resto do passeio.
        
        
        
        Captulo Sete
        
        Era impossvel no ser impressionado atravs de Galeria Mundial, Dublin. A arquitetura s valeu uma visita para o lugar. Realmente, fotografias do edifcio 
tinham se aparecido em dzias de revistas e arte reserva ao redor do mundo como um exemplo lustrando do estilo georgiano que fez parte do legado arquitetnico de 
Dublin.
        Embora Maggie tivesse visto que reproduziu em pginas lustrosas, a viso disto, a grandeza completamente disto em trs dimenses, tomou a respirao dela.
        Ela tinha gastado horas do tempo livre dela durante o aprendizado dela em Veneza que assombra galerias. Mas nada comparou em esplendor com Rogan.
        Ainda ela no fez nenhum comentrio nada enquanto ele destrancou as portas da frente imponente-olhando e a gesticulou dentro.
        Ela teve que resistir ao desejo para genuflectir, tal era o churchlike aquietam, o jogo de luz, o ar perfumado no quarto principal. A exibio americana 
Nativa era formosamente e cuidadosamente montado-a cermica faz rolar, as cestas deslumbrantes, as mscaras rituais, chocalhos de shaman e bordado de contas. Nas 
paredes desenhos eram imediatamente primitivos e sofisticados. A ateno de Maggie e a admirao dela focalizaram em um vestido de buckskin a cor de nata, adornado 
com contas e alisa,
        pedras luminosas. Rogan tinha ordenado pendurou como uma tapearia. Os dedos de Maggie coaram para tocar.
        "Impressionante" era tudo que ela disse.
        "Eu sou deleitado voc aprova."
        "Eu nunca vi o ndio americano trabalhar fora de livros e tal." Ela se apoiou em um recipiente de gua.
        Isso  precisamente por que eu quis trazer a exibio para a Irlanda. Ns muito freqentemente foco em histria europia e cultura e esquece h mais para 
o mundo."
        "Duro acreditar as pessoas que poderiam criar isto seriam os selvagens que ns vemos nesse John velho filmes de Wayne. Ento again"-ela sorriu como endireitou 
ela - "meus antepassados eram bastante selvagens, enquanto tirando nu e de pintura eles azulam antes de eles gritassem em batalha. Eu venho disso." Ela inclinou 
a cabea dela para o estudar, o homem de negcios perfeitamente polido. "Ns ambos fazem."
        "A pessoa poderia dizer que tais tendncias se tornam mais diludas em alguns que em outros durante os sculos. Eu no tive o desejo para se pintar azul 
em anos."
        Ela riu, mas ele j estava conferindo novamente o relgio dele.
        "Ns estamos usando o segundo cho para seu trabalho." Ele comeou para os degraus.
        "Por qualquer razo particular? "
        "Por vrias "razes de particular. Impacincia que vislumbra como uma onda de calor ao redor dele, ele pausou at que ela o uniu na escadaria. "Eu prefiro 
um espetculo assim ter algum senso de uma ocasio social. Pessoas tendem a apreciar arte, pelo menos sinta  mais acessvel, se eles so relaxados e se desfrutando. 
" Ele parou ao topo dos passos, enquanto erguendo uma sobrancelha  expresso dela. "Voc tem um problema com isso? "
        "Eu gostaria das pessoas para levar meu trabalho seriamente, no pense nisto como um "favor de festa.
        "Eu o asseguro, eles levaro isto seriamente." Particularmente com os preos ele tinha decidido a demanda para isto, a estratgia que ele pretendeu empregar. 
"E o marketing de seu trabalho , afinal de contas, minha provncia." Ele virou, enquanto deslizando portas de bolso dobro abertas, ento pisou atrs de forma que 
Maggie poderia entrar primeiro.
        Ela bastante simplesmente perdido a voz dela. O quarto maravilhosamente enorme foi inundado com luz da clarabia central cupulada acima. Verteu abaixo em 
cima da escurido, cho polido e lanou reflexes atordoantes, quase mirrorlike, atrs do trabalho Rogan tinha escolhido exibir.
        Em todos os sonhos dela, no mais selvagem dela e a maioria das esperanas secretas, ela nunca tinha imaginado que o trabalho dela seria to sensivelmente 
showcased, ou assim grandly.
        Pedestais grosso-baseados de mrmore branco cremoso estavam o quarto ao redor, enquanto erguendo o copo a nvel de olho. Rogan tinha escolhido s doze pedaos 
para enfeitar o espao alto. Um movimento sagaz, ela percebeu, como fez cada pedao parecer sem igual ainda mais. E l, no centro do quarto, brilhando como gelo 
aqueceram por um caroo de fogo, era a Rendio de Maggie.
        Havia uma dor sombria no corao dela como ela estudou a escultura. Algum compraria isto, ela soube. Dentro de dias algum pagaria o preo Rogan estava 
perguntando e rouba isto completamente e finalmente da vida dela.
        O preo de querer mais, ela pensou, parecia ser a perda do que voc j teve. Ou talvez do que voc era.
        Quando ela no disse nada, s caminhou pelo quarto com o botas ecoar dela, Rogan aderiu as mos dele nos bolsos dele. 'Os pedaos menores so exibidos em 
o que ns chamamos os quartos sentando superiores.  um espao mais ntimo." Ele pausou, enquanto esperando por alguma resposta, ento assobiou pelos dentes dele 
quando ele no recebeu nenhum. Condene a mulher, ele pensou. O que quis ela? "Ns teremos uma orquestra ao espetculo. Fios. E champanha e canaps, claro que".
        "Claro que", Maggie administrou. Ela manteve o dela atrs para ele, desejando saber por que ela deveria se levantar em tal um quarto magnfico e deveria 
querer lamentar.
        "Eu lhe pedirei que assista, pelo menos para pouco tempo. Voc no precisa fazer ou dizer qualquer coisa que chegaria a um acordo sua integridade artstica."
        O corao dela estava batendo muito muito ruidosamente para ela pegar o tom dele de aborrecimento. "Olha... " Ela no pde pensar em uma palavra. Simplesmente 
no podido. "Multe", ela disse lamely. "Tudo parece bom."
        "Bom? "
        "Sim." Ela retrocedeu, sbrio-de olhos e, pela primeira vez em recente memria, apavorado. "Voc tem um senso esttico agradvel."
        "Um senso esttico agradvel", ele repetiu, pasmo  resposta tpida dela. "Bem, Margaret Mary, eu estou to satisfeito.  levado s trs semanas inacreditavelmente 
difceis e os esforos combinados de mais que uma dzia de as pessoas altamente qualificadas para fazer para tudo olhar 'bom.' "
        Ela correu uma mo instvel pelo cabelo dela. Ele no pde ver ela era estupefata, que ela estava fora completamente do reino dela e assustado como um coelho 
enfrentado por um co de caa? "O que quer voc eu dizer? Eu fiz meu trabalho e lhe dei a arte. Voc fez o seu e utilizou isto. Ns somos ambos ser felicitado, Rogan. 
Agora talvez eu deveria olhar aproximadamente em seus quartos mais ntimos."
        Ele pisou adiante, enquanto bloqueando o caminho dela como ela comeou para a entrada. A fria que se levantou nele era to fundida, to intensa, ele estava 
surpreso no derreteu o copo dela em poas de brilho e cor.
        "Voc o campons ingrato."
        "Um campons, eu sou? " Emoes rodaram dentro dela, contraditrio e amedrontando. "Voc tem razo bastante nisso, Sweeney. E se eu sou ingrato que porque 
eu no caio a seus ps e beijo suas botas, ento  ingrato eu ficarei. Eu no quero ou espero qualquer mais de voc que o que disse em seus contratos amaldioados 
com suas clusulas exclusivas sangrentas, e voc obter nenhum mais de mim."
        Ela poderia sentir as lgrimas quentes que fervem para cima, pronto estourar. Ela tinha certeza que se ela no sasse depressa do quarto, os pulmes dela 
se desmoronariam totalmente simplesmente da tenso. Escapar, ela empurrou a ele no desespero dela.
        "Eu lhe contarei o que eu espero." Ele impediu o ombro dela, a girou ao redor. "E o que eu terei."
        "Eu imploro seu perdo", o Joseph disse da entrada. "Eu pareo estar interrompendo."
        Ele no poderia ter sido divertido mais, ou mais fascinado, como assistiu ele que o coolheaded dele mandam cuspido fogo e se enfurecem  mulher pequena, 
perigoso-de olhos como cujos punhos j tinham elevado se para um turno.
        "No." Usando toda ona de fora de vontade, Rogan libertou o brao de Maggie e pisou atrs. Na piscadela de um olho, ele tinha entrado de fria para tranqilidade. 
"Senhorita Concannon e eu estvamos discutindo h pouco as condies de nosso contrato. Maggie Concannon, Joseph Donahoe, o curador desta galeria".
        "Um prazer." Todo o charme, o Joseph pisou para levar a mo de Maggie adiante. Embora tremesse um pouco, ele beijou isto lavishly, dashingly, e jogo o dente 
de ouro dele flamejando com um sorriso. "Um puro prazer, Senhorita Concannon, conhecer a pessoa atrs do gnio".
        "E um prazer para mim, Sr. Donahoe, conhecer um homem to sensvel para arte, e para o artista."
        "Eu estarei deixando Maggie em suas mos capazes, Joseph. Eu tenho compromissos."
        "Voc estar me fazendo uma honra, Rogan". Os olhos de Joseph centelharam como ele manteve a mo de Maggie ligeiramente em seu.
        O gesto no estava perdido em Rogan, nem era o fato que Maggie no fez nenhum movimento para quebrar o contato. Na realidade, ela estava sorrindo em Joseph 
flirtatiously.
        "Voc s tem que falar para o Joseph quando voc requer o carro", Rogan disse stiffly. 'O motorista   sua disposio."
        Obrigado, Rogan", ela disse sem olhar para ele. "Mas eu sou o Joseph seguro pode me manter entreteve durante algum tempo."
        No h nenhum modo eu preferiria passar o dia", o Joseph ps depressa dentro. "Voc viu os quartos sentando, Senhorita Concannon? "
        "Eu no tenho, no. Voc me chamar Maggie, eu espero."
        "Eu vou." A mo dele ainda uniu com seu, o Joseph a puxou pela entrada. "Eu acredito que voc apreciar o que ns fizemos aqui. Com a exibio s dias fora, 
ns queremos ser certos voc est contente. Qualquer sugesto que voc tem ser a maioria dado boas-vindas."
        "Isso ser uma mudana." Maggie pausou, olhou em cima do ombro dela para onde Rogan permaneceu parado. "No nos deixe o manter de seu negcio, Rogan. Eu 
estou seguro est apertando." Com um lance da cabea dela, ela sorriu para Joseph. "Eu conheo um Francis Donahoe, de perto de Ennis. Um comerciante que ele , com 
o mesmo olhar ao redor dos olhos como voc. Voc seria relacionado? "
        "Eu tenho os primos em Clare, no lado de meu pai, e minha me. Eles seriam Ryans."
        "Eu sei contagens de Ryans. Oh." Ela parou, suspirou como ela entrou por uma arcada em um pequeno quarto limpo complete com lareira e sof de dois assentos. 
Vrios dos pedaos menores dela, inclusive o um Rogan tinha comprado na primeira reunio deles/delas, enfeitou as mesas antigas.
        "Uma colocao elegante, eu penso." Joseph moveu dentro acender a iluminao descansada. O copo pulou para dentro de vida debaixo das vigas, parecia pulsar. 
"O salo de baile faz uma declarao ofegante. Isto, um delicado".
        "Sim." Ela suspirou novamente. "Voc nota se eu sentar um momento, Joseph? Para a verdade  eu perdi minha respirao." Ela setded no sof de dois assentos 
e fechado os olhos dela. "Uma vez quando eu era uma criana, meu pai comprou uma cabra de billy, com alguma idia de criar. Eu estava no campo com isto uma manh, 
pagando isto nenhuma mente, e se levantou seu dander. Me marrado duro, ele fez, e me enviou voando. Eu sentia h pouco aquele modo quando eu entrei naquele outro 
quarto. Como se algo tinha me marrado duro e tinha me enviado voando."
        "Nervoso, voc ? "
        Ela abriu os olhos dela e viu a compreenso em Joseph. "Eu sou amedrontado a morte. E maldito se eu me deixarei conhecer isto. Ele  to maldito convencido, 
ele no ? "
        "Ele  confiante, nosso Rogan. E com razo bastante. Ele  adquiriu um senso misterioso por comprar o pedao certo, ou patrocinando o artista certo." Um 
homem curioso, e um que desfrutou uma fofoca boa, o Joseph se fez confortvel ao lado dela. Ele estirou fora as pernas dele, os cruzou ao tornozelo em uma postura 
relaxamento convidativo e confiana. "Eu notei os dois de voc estavam marrando cabeas, como quem diz, quando eu interrompi."
        "Ns no parecemos ter muita rea de concordncia." Maggie sorriu um pouco. "Ele  insistente, nosso Rogan".
        "Retifique bastante, mas normalmente de tal um modo sutil a pessoa no saiba a pessoa  empurrou."
        Maggie assobiou pelos dentes dela, "Ele no foi nenhum subde comigo."
        "Eu notei. Interessante. Voc sabe, Maggie, eu no penso que eu estaria dando qualquer segredo incorporado que se eu lhe falasse que Rogan foi determinado 
para o assinar Mundialmente com. Eu trabalhei para ele para mais de dez anos, e nunca recorda o vendo mais focalizado em um nico artista."
        "E eu deveria ser lisonjeado." Ela suspirou e fechou os olhos dela novamente. "Eu sou, a maioria do tempo, quando eu no sou o ser ocupado enfurecido com 
os modos mandes dele. Sempre o prncipe para campons."
        "Ele  usado a ter coisas o modo" dele.
        "Bem, ele no me estar tendo o modo" dele. Ela abriu os olhos dela e rosa. "Voc me mostrar o resto da galeria? "
        "Eu estaria contente para. E talvez voc me contar a histria de sua vida."
        Maggie levantou a cabea dela e o estudou. Fabricante de dano, ela pensou, com os olhos sonhadores dele e demeaner de piratical. Ela sempre tinha desfrutado 
um amigo de dano-fabricao. "Certo, ento", ela disse,
        e uniu o brao dela pelo dele como eles passearam pela prxima arcada. 'Uma vez havia um fazendeiro que quis ser um poeta. . . . "
        H pouco havia tambm maldio muitas pessoas em Dublin para o gosto de Maggie. Voc poderia dar um passo quase no sem bater em algum. Era uma bonita cidade, 
ela no pde negar isto, com sua baa adorvel e campanrios lanceando. Ela poderia admirar a magnificncia de sua arquitetura, todo o tijolo vermelho e pedra cinza, 
o charme de seu storefronts colorido.
        Lhe foi falada pelo motorista dela, Brian Duggin, que o Dubliners cedo teve um senso de ordem e beleza to agudo quanto o senso deles/delas de lucro. E assim, 
ela pensou, a cidade vestiu Rogan igualam como ele vestiu isto.
        Ela se instalou o carro quieto atrs para admirar os jardins dianteiros deslumbrando e cpulas de cobre, os verdes sombrios e o Rio ocupado Liffey que dividiu 
a cidade em dois.
        Ela sentia o pulso dela estimule ao passo ao redor dela, responda s multides e a pressa. Mas o alvoroo excitou o nico brevemente dela antes de esvaziasse. 
O nmero completamente das pessoas em Rua de O'Connell onde todo o mundo parecia estar em uma pressa desesperada adquirir em outro lugar, a fez ansiar pelas estradas 
preguiosas, quietas do oeste.
        Ainda, ela achou a viso de O'Connell Bridge espetacular, os navios atracaram ao quays, a cpula majestosa dos Quatro Tribunais que refletem ao sol. O motorista 
dela parecia feliz bastante obedecer o pedido dela simplesmente para viajar, ou encostar e espera enquanto ela caminhou por parques e quadrados.
        Ela parou em Rua de Grafton entre as lojas inteligentes e comprou um alfinete para Brianna, uma prata simples,
        crescente com uma curva de granadas. Vai, Maggie pensou como ela comprimiu a caixa na bolsa dela, vista o gosto tradicional da irm dela.
        Para ela, ela mooned brevemente em cima de um par de brincos, tores longas de ouro e prata e cobre, topo acentuado e assenta com opalas de fogo. Ela no 
teve nenhum gasto empresarial dinheiro bom em tais bugigangas frvolas. Nenhum empresarial nada, ela se lembrou, quando ela no teve nenhuma real garantia quando 
ela poderia vender outro pedao.
        Assim, claro que, ela comprou os brincos, e enviou o oramento dela ao diabo.
        A crculo fora o dia dela, ela visitou museus, vagou ao longo do rio e teve ch em uma loja minscula fora Quadrado de FitzWilliam. Ela a gastou hora passada 
assistindo a luz solar e reflexes de Meio Centavo Ponte e esboando em um bloco ela tinha apanhado em uma loja de arte.
        Era depois das sete quando ela voltou  casa de Rogan. Ele saiu da sala de estar dianteira e a parou antes de ela tivesse alcanado os degraus.
        "Eu tinha comeado a desejar saber se voc tivesse tido Duggin o dirigir todo o modo atrs para Clare."
        "Eu pensei algumas vezes" nisto. Ela empurrou o cabelo desalinhado dela atrs. " sido anos desde que eu visitei Dublin." Ela pensou no ilusionista que ela 
tinha visto, e claro que, do pai dela. "Eu tinha esquecido como ruidoso ."
        "Eu assumo voc no comeu."
        "Eu no tenho, no." Se ela no contasse o biscoito que ela tinha tido com o ch dela.
        O "jantar ordenou para sete-trinta, mas eu enlato isto reps at as oito se voc gostasse de nos acompanhar a coquetis."
        
        "Ns? "
        "Minha av. Ela est ansiosa para o" conhecer.
        "Oh." O humor de Maggie mergulhou. Outra pessoa para se encontrar, falar, ser com. "Eu no quereria o sustentar.
        "No  um problema. Se voc gostaria de mudar, ns estaremos na sala de estar."
        "Mude para isso que? " Resignado, ela comprimiu o caderno de esboos dela debaixo do brao dela. "Eu tenho medo que eu deixei para todos meu traje formal 
em casa. Mas se meu aparecimento o envergonhar, eu posso ter uma bandeja em meu quarto."
        "No ponha palavras em minha boca, Maggie". A levando firmemente pelo brao, Rogan a guiou na sala de estar. "Av." Ele se dirigiu  mulher que senta regally 
dentro o alto atrs cadeira de brocaded. "Eu gostaria que voc conhecesse Margaret Mary Concannon. Maggie, Christine Sweeney".
        "Uma delcia absoluta." Christine ofereceu uma mo bom-desossada, acentuada com uma safira vislumbrando. Emparelhando ones gotejado das orelhas dela. "Eu 
levo crdito cheio para voc estando aqui, meu querido, como eu comprei o primeiro pedao de seu trabalho que intrigou Rogan."
        Obrigado. Voc um coletor , ento? "
        "Est no sangue. Por favor sente. Rogan, adquira a criana algo que beber."
        Rogan moveu s garrafas brilhando. "O que gostaria voc, Maggie? "
        "Tudo que que voc est tendo." Resignado a ser corts para uma hora ou dois, Maggie ps de lado o sketchpad dela e bolsa.
        "Tem que estar vibrando para estar tendo seu primeiro espetculo principal", a Christine comeou. Por que, a menina estava golpeando, ela pensou. Toda a 
nata e incendeia, como olho-pegador em uma camisa e tights como dzias de mulheres tentaria estar em diamantes e sedas.
        Ser honesto, Sra. Sweeney,  duro eu imaginar isto." Ela aceitou o copo de Rogan e esperou seus contedos seriam bastante para a suportar durante uma noite 
de conversar educadamente.
        Me conte isso que voc pensamento da galeria."
        " maravilhoso. Uma catedral para arte."
        "Oh." A Christine alcanou novamente fora, enquanto apertando a mo de Maggie. "Como meu Michael teria amado o ouvir dizer isso.  exatamente o que ele quis. 
Ele era um artista frustrado, voc sabe."
        "No." Maggie se inclinou Rogan um relance. "Eu no fiz. "
        "Ele quis pintar. Ele teve a viso, mas no a aptido. Assim ele criou a atmosfera e os meios para celebrar outros que fizeram." O terno de seda esfumaado 
de Christine sussurrou como sentou atrs ela. "Ele era um homem maravilhoso. Rogan puxa a ele, em olhares e temperamento".
        Isso o tem que fazer muito orgulhoso."
        "Sim. Como eu estou seguro o que voc fez com sua vida fez sua famlia orgulhoso de voc."
        "Eu no sei como orgulho  totalmente a palavra." Maggie tomou um gole da bebida dela, Rogan descoberto tinha servido o xerez dela e tinha lutado no fazer 
careta. Felizmente, o mordomo veio para a entrada naquele momento anunciar o jantar.
        "Bem, isso   mo." Grato, Maggie ps de lado o copo dela. "Eu sou sofrido fome."
        Ento ns entraremos diretamente. Rogan ofereceu para a av dele o brao dele. "Julien  deleitado voc est desfrutando a culinria" dele.
        "Oh, ele  um cozinheiro bom que  a verdade. Eu no teria o corao para lhe falar eu sou tal um pobre eu eu comerei qualquer coisa eu no tenho que preparar."
        "Ns no mencionaremos isto." Rogan tirou uma cadeira para Christine, ento para Maggie.
        "Ns no vamos, Maggie concordou. "Desde que eu decidi tentar permutar algumas das receitas de Brie para seu."
        "Brie  a "irm de Maggie, Rogan explicou como o curso de sopa foi servido. "Ela corre um B-e-B em Clare, e de experincia pessoal, posso atestar eu que 
a culinria dela  excelente."
        "Assim, sua irm  uma artista na cozinha em lugar de o estdio."
        "Ela ", Maggie concordou, enquanto se achando muito mais confortvel na companhia de Christine Sweeney que ela tinha esperado ser. " um toque mgico que 
Brianna tem com forno e casa."
        "Em Clare, diz" voc. Christine acernar com a cabea como Rogan ofereceu o vinho dela. "Eu sei bem a rea. Eu venho de Galway eu."
        "Voc faz? " Surpresa e flitted de prazer pela face de Maggie. Era outra lembrana a ela de quanto ela perdeu casa. "Que parte? "
        Cidade de Galway." Meu pai estava transportando. Eu reuni o Michael pelas transaes empresariais dele meu pai."
        "Meu prprio av-em o lado de minha me - veio de Galway." Embora debaixo da maioria das circunstncias, preferiria comer Maggie que conversa, ela estava 
desfrutando a combinao de comida excelente e conversao. "Ela viveu l at que ela se casou. Isso seria aproximadamente sessenta anos atrs. Ela era a "filha 
de um comerciante.
        " aquele assim. E o nome dela? "
        "Ela era Sharon Feeney antes do matrimnio" dela.
        "Sharon Feeney." Os olhos de Christine clarearam, como fundo agora e como brilhando como as safiras dela. "Filha de Colin e Mary Feeney? "
        "Sim. Voc a conheceu, ento? "
        "Oh, eu fiz. Ns vivemos minutos de um ao outro. Eu era um pouco mais jovem que ela, mas ns gastamos cronometre junto." Christine piscou a Maggie, ento 
olhou para Rogan para o puxar na conversao. "Eu estava loucamente apaixonado pelo grande-tio Niall de Maggie, e a Sharon usada descaradamente estar ao redor dele."
        "Seguramente voc precisou no usar nada e ningum para adquirir a "ateno de qualquer homem, Rogan disse.
        "Oh, voc tem uma doce lngua." A Christine riu e bateu levemente a mo dele. "Preste ateno ao redor este aqui a voc, Maggie".
        "Ele no desperdia muito acar em mim."
        "Dissolve em vinagre", Rogan replicou no mais agradvel de tons.
        Decidindo o ignorar, Maggie retrocedeu a Christine. "Eu no vi meu tio em anos, mas eu ouvi ele era uma multa, homem bonito na mocidade dele, e teve um modo 
com as senhoras."
        "Ele era, e ele fez." A Christine riu novamente, e o som era jovem e alegre. "Eu gastei muitos um sonhando noturno de Niall Feeney quando eu era uma menina. 
A verdade is"-ela virou os olhos brilhantes dela em Rogan, e havia uma sugesto de dano neles que Maggie admirou - "se o Michael no tinha vindo e tinha me varrido 
fora meus ps, eu teria lutado  morte para se casar Niall. Interessante, no ? Voc dois poderiam ter sido primos tidos coisas trabalharam diferentemente" fora.
        Rogan olhou a Maggie, ergueu o vinho dele. Horrorizar era tudo que ele poderia pensar. Horrorizando absolutamente.
        Maggie riu silenciosamente e terminou a sopa dela.
        
        "Niall Feeney nunca se casou, voc sabe, e vidas a vida de um solteiro em Galway. Talvez, Sra. Sweeney, voc quebrou o corao" dele.
        "Eu gostaria de pensar assim." A beleza osso-funda to evidente na face de Christine Sweeney foi aumentado por um rubor lisonjeiro. "Mas a verdade triste 
, Niall nunca me" notou.
        "Ele era cego, ento? " Rogan perguntou, e ganhou um sorriso radiante da av dele.
        "No a cortina." Maggie suspirou aos cheiros como o curso de peixe era fixo antes dela. "Mas um homem talvez mais tolo que a maioria."
        "E nunca casado, voc diz? " A investigao de Christine, Rogan notou com uma carranca leve, era talvez s um tad muito casual.
        "Nunca. Minha irm corresponde com ele." Um mau centelhe vislumbrado no olho de Maggie. "Eu terei o dela o mencione na prxima carta dela. Ns veremos se 
a memria dele melhor que o julgamento jovem" dele.
        Embora o sorriso dela fosse um pouco sonhador, a Christine tremeu a cabea dela. "Cinqenta-cinco anos que  sido desde que eu Galway esquerdo para Dublin, 
e para Michael. Doce Mary."
        O pensamento dos anos de transcurso trouxe uma tristeza agradvel, o mesmo ela poderia ter sentido em assistir uma vela de navio fora de porto. Ela ainda 
sentiu falta do marido dela, entretanto ele tinha sido ido por mais que uma dzia de anos. Em um gesto automtico Maggie achou tocando, a Christine ps uma mo em 
cima de Rogan.
        "Sharon se casou um hoteleiro, fez ela no? "
        "Ela fez, sim, e era vivo durante os ltimos dez anos da vida" dela.
        "Eu sinto muito. Mas ela teve a filha dela para a" confortar.
        "Minha me. Mas eu no sei como ela era um conforto." Os sedimentos de amargura interferiram com o sabor delicado da truta na boca de Maggie. Ela os lavou 
com vinho.
        "Ns escrevemos durante vrios anos depois que a Sharon se casasse. Ela estava muito orgulhosa da menina dela. Maeve, no ? "
        "Sim." Maggie tentou pressentir a me dela como uma menina, e falhou.
        "Uma criana adorvel, a Sharon me, com golpear cabelo dourado, falou. O temperamento de um diabo, ela diria, e a voz de um anjo."
        Maggie engoliu apressadamente, abriu brecha. "A voz de um anjo? Minha me? "
        "Por que, sim. Sharon disse ela cantou como um santo e quis ser um profissional. Eu acredito que ela era, pelo menos durante um tempo." A Christine pausou, 
enquanto pensando, enquanto Maggie simplesmente fitou. "Sim, eu sei que ela era. Na realidade ela subiu Gort para cantar, mas eu no pude baixar a veja. Eu tive 
alguns recortes que a Sharon me enviou, deveria ter sido trinta "passado de anos. Ela sorriu, curioso. "Ela j no canta? "
        "No." Maggie deixou sair uma respirao confundida quieta. Ela nunca tinha ouvido a me dela levantar a voz dela em qualquer coisa diferente de reclamao 
ou crtica. Cantor? Um profissional, com uma voz como um anjo? Seguramente eles tm que estar falando de pessoas diferentes.
        "Bem", Christine foi em, "eu imagino ela era aumento feliz a famlia" dela.
        Feliz? Isso seguramente era um Maeve Feeney Concannon diferente que tinha a elevado. "Eu suponho", Maggie disse lentamente, "ela fez a escolha" dela.
        "Como fazemos todos ns. A Sharon fez o sua quando ela se casou e moveu de Galway. Eu tenho que dizer que eu senti falta dela extremamente, mas ela amou 
o Johnny dela, e o hotel" dela.
        Com um esforo, Maggie apartou pensamentos da me dela. Ela teria que escolher depois por eles, cuidadosamente. "Eu me lembro do hotel de Gran de infncia. 
Ns trabalhamos l um vero, Brie e eu, como meninas. Limpando e indo buscar. Eu no levei a isto."
        "Uma coisa afortunada para o "mundo de arte.
        Maggie reconheceu o elogio de Rogan. "Talvez, mas era certamente um alvio a mim."
        "Eu nunca lhe perguntei como voc se interessou por copo."
        O me de "meu pai teve um copo vaso-veneziano que era, flauta-amoldou, de verde plido, nebuloso. A cor de folhas em broto. Eu pensei que era a coisa mais 
bonita que eu alguma vez tinha visto. Ela me falou tinha sido feito com respirao e fogo." Maggie sorriu  memria, se perdeu nisto um momento, de forma que os 
olhos dela ficou to nebuloso quanto o vaso ela descreveu. "Estava como um conto de fadas a mim. Respirao usando e incendeia para criar algo voc poderia conter 
sua mo. Assim ela trouxe um livro que teve quadros de uma casa de copo, os trabalhadores, os tubos, os fornos, para mim. Eu penso daquele momento havia nada mais 
eu quis fazer mas fazer meu prprio."
        "Rogan era o mesmo", a Christine murmurou. "To seguramente a tal uma idade jovem do que a vida dele seria." Ela deixou o dela contemple vague de Maggie 
ao neto dela e parte de trs. "E agora voc achou um ao outro."
        "Assim pareceria", Rogan concordou, e tocou para o prximo curso.
        
        
        
        Captulo Oito
        
        
        MAGGIE no pde ficar longe da galeria. Parecia no ser nenhuma razo para. O Joseph e o resto do
        pessoal estava dando boas-vindas bastante, at mesmo andamento to longe como pedindo a opinio dela em algumas das exibies.
        
        Porm muito poderia a ter agradado, ela no pde melhorar no olho de Rogan para detalhe e
        colocao. Ela deixou levar a cabo as ordens dele e se fixar para cima unobtrusively esboar o Nativo para o pessoal
        Arte americana.
        
        Fascinou seu-as cestas e headdresses, o beading meticuloso, as complexidades do ritual,
        mscaras. Idias e vises saltaram ao redor de nas iguais gazelas de cabea dela, enquanto saltando, planando, de forma que ela apressaram
        os transferir empapelar.
        
        Ela preferiu se enterrar outro no trabalho para tudo. Sempre que ela levou muita vez para
        pense, a mente dela mudou de direo atrs ao que a Christine tinha lhe contado sobre Maeve. H pouco quanto, ela, 
        desejado saber, estava em baixo da superfcie das vidas dos pais dela que ela tinha sido ignorante de? A me dela com um
        carreira, o pai dela amando alguma outra mulher. E os dois deles apanhar-porque de seu-em uma priso
        isso tinha os negado os desejos mais fundos deles/delas.
        Ela precisou descobrir mais, e ainda ela tinha medo, amedrontado que tudo que que ela aprendeu s vai
        mais adiante demonstra o fato que ela no teve realmente conhecido as pessoas que tinham a criado. No tido
        os conhecido nada.
        Assim ela apartou aquela necessidade e assombrado a galeria.
        
        Quando ningum contestou, ela usou o escritrio de Rogan como um estdio temporrio. A luz era boa, e como o
        quarto foi comprimido fora na parte de trs do edifcio, ela estava raramente transtornada. Espaoso, no era. 
        Obviamente Rogan tinha elegido para utilizar todo espao ele poderia achar para a exibio de arte.
        
        Ela no pde discutir com aquela deciso.
        
        Ela cobriu a escrivaninha de noz vislumbrando dele com uma folha
        de plstico e blocos grossos de jornal. O carvo -
        e-lpis esboa ela tinha feito era s um comeo.
        Ela trabalhou agora somando esguichos de cor. Ela
        apanhado alguns acrlico em uma loja perto da galeria,
        mas freqentemente a impacincia dela com as imperfeies de
        os materiais dela a fizeram usar outros materiais a
        d, e ela imergiria a escova dela em sedimentos de caf
        ou umedeceu cinzas, ou golpe linhas mais corajosas com
        batom ou lpis de sobrancelha.
        
        Ela considerou os esboos dela somente um primeiro passo.
        Enquanto ela se acreditou um adequado bastante
        desenhista, Maggie nunca teria termed ela
        mestre com escova e pintura. Este era s um modo para
        mantenha a viso dela vivo de concepo para execuo.
        O fato que Rogan tinha organizado para vrios dela
        esboos ser esteirado e pendurou para o embar de espetculo -
        rassed ela mais que a agradou.
        
        Ainda, ela se lembrou que as pessoas comprariam
        qualquer coisa se eles fossem feitos acreditar em sua qualidade
        e valor.
        
        Ela se tornaria um cnico, ela pensou, enquanto a estreitando
        olhos como ela estudou o trabalho dela. E contador de feijo como
        bem, contando lucros antes de eles fossem feitos. Deus
        a ajude, ela tinha sido pegada para cima dentro o leve
        sonho que Rogan tinha girado, e ela, at mesmo, se odiaria
        mais que ela o odiaria, se ela voltasse
        casa um fracasso.
        
        Fracasso correu no sangue dela? ela desejou saber.
        V ela est como o pai dela e no alcana o
        meta que importou a maioria a ela? Ela era assim inteno em
        o trabalho dela, e nos pensamentos de escurecimento dela que ela
        assobiado em surpresa e aborrecimento como a porta de escritrio
        aberto.
        
        "Fora! Fora! Eu tenho que fechar a coisa de maldio? "
        
        "Meus pensamentos exatamente." Rogan fechou a porta a
        a parte de trs dele. "O que o inferno voc est fazendo? "
        
        "Uma experincia em fsicas nucleares", ela estalou
        atrs. "O que se parece? " Frustrado pelo
        interrupo, ela apagou os estrondos agitados dela dela
        olhos e luziu. "O que est fazendo voc aqui? "
        
        "Eu acredito esta galeria que inclui este escritrio
        pertence a mim."
        
        No h nenhum esquecendo isso." Maggie a imergiu
        escove em uma mistura de pintura ela tinha emplastrado em um velho
        tbua. "No com as primeiras palavras fora de todo o mundo
        declame aqui ao redor sendo Sr. Sweeney isto e Sr.
        Sweeney que." Inspirado por esta pequena correria verbal, ela,
        cor lavada em cima do papel grosso ela tinha alinhavado
        outra tbua.
        
        Como fez ela assim o olhar dele derrubou da face dela a ela
        mos, e para um momento ele foi golpeado estupefato.
        "O que em doce inferno voc est aproximadamente? " Pasmado,
        ele se lanou adiante. A escrivaninha inestimvel e bem amado dele
        estava coberto com jornais pintura-espirrados, jarros de
        escovas, lpis e-a menos que ele tivesse muito
        equivocado os cheiro-garrafa afiados de aguarrs.
        "Voc  um madwoman. Voc percebe esta escrivaninha  um
        George II? "
        
        " um pedao robusto", ela respondeu, sem
        respeite para o rei ingls morto. "Voc est dentro meu
        luz." Distrado, ela ondulou um pintura-flecked mo a
        ele. Ele evitou isto fora de instinto. "E bem a favor de -
        tected", ela somou. "Eu tenho uma folha de plstico abaixo o
        jornal."
        
        "Oh bem, isso dobra  direita para tudo. Ele agarrou
        um punhado do cabelo dela e arrastou ruthlessly. "Se voc
        querido um cavalete sangrento", ele disse quando eles eram nariz para
        cheire, "eu teria lhe proporcionado um."
        
        "Eu no preciso de um cavalete, s um pouco de privacidade. Assim se
        voc se faria escasso, como voc fez brilhantemente
        durante os ltimos dois dias - " Ela o deu um til
        empurro. Eles ambos olharam para baixo ao tipo negrito vermelho
        manchas que ela tinha transferido  lapela alfinete-listrada dele.
        
        "Oops", ela disse.
        
        "Idiota." Os olhos dele estreitaram em cobalto perigoso
        rachas quando ela riu.
        
        "Eu sinto muito. Verdadeiramente." Mas a desculpa foi diluda por
        um riso estrangulado. "Eu estou sujo quando eu trabalho, e eu
        se esquecido de minhas mos. Mas do que eu vi,
        voc tem um armazm cheio de ternos. Voc no estar perdendo
        este aqui."
        
        "Voc no pensa. Rapidamente como uma cobra, ele imergiu o seu
        dedos em pintura e cobriu isto em cima da face dela. O dela
        grito de surpresa estava satisfazendo intensamente. "A cor
        se torna voc."
        
        Ela bateu a parte de trs da mo dela em cima da bochecha dela
        e esparramou a pintura ao redor. "Assim voc quer jogar,
        o faa? " Rindo, ela arrebatou para cima um tubo de canrio
        amarelo.
        
        
        "Se voc ousa", ele disse, rasgado entre raiva e
        diverso, "eu o farei comer isto, tubo e tudo."
        
        "Um Concannon nunca ignora um desafio." O dela
        sorriso esparramou como ela preparou apertar. Vingana
        em ambos os lados estava suspenso como a porta de escritrio
        aberto.
        
        "Rogan, eu espero que voc no seja - " A mulher elegante
        no terno de Chanel rompeu, olhos alargando azul plido.
        "Eu imploro seu perdo." Obviamente confundido, ela alisou
        atrs o balano macio dela de cabelo de zibelina. "Eu no o conheci
        era. . . noivado."
        
        "Sua interrupo  oportuna." Esfrie como uma fonte
        , Rogan rasgou uma folha de jornal e
        esfregado  pintura nas pontas do dedo dele. "Eu acredito ns
        estava a ponto de fazer os bobos de ns mesmos."
        
        Talvez, Maggie pensou, enquanto pondo de lado o tubo de
        pinte com um senso ridculo de pesar. Mas vai
        foi divertido.
        
        "Patricia Hennessy, eu gostaria de apresentar a Margaret
        Mary Concannon, nosso artista caracterizado".
        
        Isto? Patricia pensou, entretanto o frgil dela, bem -
        caractersticas criadas revelaram nada mais que interesse corts.
        Isto pintura-cobriu, a mulher selvagem-cabeluda era o M. M.
        Concannon? "Como adorvel o" conhecer.
        
        "E voc. Senhorita Hennessy."
        
        " Missus", a Patricia lhe falou com o mais lnguido de
        sorrisos. "Mas por favor me chama a Patricia."
        
        Como uma nica rosa atrs de copo, pensou Maggie,
        Patricia Hennessy era adorvel, delicado e perfeito.
        E, ela meditou, enquanto estudando a face oval elegante,
        infeliz. "Eu estarei fora de seu modo em um momento ou dois.
        Eu estou seguro voc quer falar s" com Rogan.
        
        "Por favor no se apresse em minha conta." Patricia
        sorriso encurvou os lbios dela mas apenas tocou os olhos dela.
        
        "Eu h pouco fui do andar superior com Joseph, enquanto admirando seu
        trabalho. Voc tem um talento incrvel."
        
        Obrigado." Maggie arrebatou o handker-chefe de Rogan do bolso de peito dele.
        
        "No faa - " A ordem morreu nos lbios dele como ela
        saturado o linho irlands em aguarrs. Com algo
        se assemelhando a uma rosnadura, ele levou de volta isto e esfregou o
        resto da pintura das mos dele. "Meu escritrio parece
        foi transformado temporariamente em um artista
        sto."
        
        "Seguramente e eu nunca trabalhei em um sto em mim
        vida", Maggie anunciou, enquanto alargando deliberadamente
        o sotaque dela. "Eu me aborreci perturbando
        cho sagrado aqui, no faa voc sabe. Se voc foi
        se familiarizado com Rogan deseje, voc entender ele 
        um homem enjoado."
        
        "Eu no estou enjoado", ele disse entre os dentes dele.
        
        "Oh, claro que no", Maggie respondeu com um rolo
        dos olhos. "Um homem selvagem que ele , to imprevisvel quanto o
        cores de um amanhecer."
        
        "Um senso de organizao e controle no  nenhum gener -
        aliado considerou uma falha. Uma falta completa disto normalmente
        ."
        
        Eles tinham dirigido novamente em direo a um ao outro, effec -
        tively, se sem querer, a Patricia final fora, at mesmo em
        o quarto pequeno. Havia tenso no ar, e isto
        era bvio a Patricia. Ela no pde esquecer do tempo
        quando ele tinha a desejado sutilmente. Ela no pde esquecer
        isto porque ela estava apaixonada por Rogan Sweeney.
        
        "Eu sinto muito se eu vim em um momento ruim." Ela odiou
        o fato que a voz dela era dura com formalidade.
        
        "No." A carranca de Rogan foi transformada facilmente
        em um sorriso encantador como ele virou a ela. "
        sempre uma delcia para o" ver.
        
        "Eu h pouco derrubei o pensando poderia ser feito
        com negcio durante o dia. O Carneys me convidou para
        bebidas e esperou voc poderia nos" unir.
        
        "Eu sinto muito, Patricia". Rogan olhou para baixo a seu
        leno arruinado, ento derrubou isto sobre o
        esparramar-fora folhas de jornal. "Com o espetculo
        amanh, eu tenho dzias de detalhes contudo ver."
        
        "Tolice." Maggie atirou Rogan um sorriso largo. "EU
        no quereria interferir com sua hora social."
        
        "No  seu falta-eu tenho simplesmente outras obrigaes.
        D minhas desculpas a Marion e George."
        
        "Eu vou." Patricia ofereceu a bochecha dela para Rogan para
        beijo. O cheiro de aguarrs colidiu com, ento,
        subjugado, o perfume floral delicado dela. "Era
        agradvel o conhecer, Senhorita Concannon. Eu estou olhando
        adiante para amanh de noite."
        
        " Maggie", ela disse, com um calor que veio
        de compreenso feminina inata. "E lhe agradece.
        Ns esperaremos para o melhor. Dia bom para voc, Patricia."
        Maggie zumbiu a ela como ela a limpou
        escovas. "Ela  adorvel", ela comentou depois de Patricia
        esquerda. Velho amigo"? "
        
        Isso  certo."
        
        "Velho amigo casado."
        
        Ele s ergueu uma sobrancelha  implicao. "Um velho
        amigo vivo."
        
        "Ah."
        
        "Uma resposta muito significante." Por razes ele
        no pde compreender, ele ficou defensivo. "Eu soube
        Patricia para mais de quinze anos."
        
        "Meu, voc  um lento, Sweeney". Apoiando um quadril
        na escrivaninha, Maggie bateu um lpis aos lbios dela. "Um
        mulher bonita, de bvio gosto-uma mulher de seu
        prpria classe, eu posso somar, e em quinze anos que voc no tem
        feito um movimento."
        
        "Um movimento? " O iced de tom dele como congelao em copo. "Um
        frase particularmente sem atrativo, mas ignorando seu
        phrasing infeliz para o momento, como o faa
        sabe que eu no tenho? "
        
        "Tal "espetculo de coisas. Com um encolha os ombros, Maggie aliviou
        fora a escrivaninha. Relaes ntimas" e platnico
        ones emitem sinais completamente diferentes." O olhar dela
        amolecido. Afinal de contas, ele era s um homem. "Eu apostarei
        voc pensa que voc  os amigos terrivelmente bons."
        
        "Naturalmente eu fao."
        
        "Voc o tolo." Ela sentia uma pressa de condolncia para Patricia.
        "Ela  mais que meio apaixonado com voc."
        
        A idia, e o modo ocasionalmente confiante Maggie
        apresentado isto, o surpreendeu. "Isso  absurdo."
        
        'A nica coisa absurdo sobre isto  que voc no tem
        uma pista." Vivamente, ela comeou a juntar os materiais dela.
        "Sra. Hennessy tem meu condolncia-ou parte disto.
        Duro para mim oferecer tudo quando eu estou interessado em voc
        eu, e eu no imagino a idia de voc que estoura
        da cama dela minar."
        
        Ela era, ele pensou, exasperado, o damnedest
        mulher. "Esta  uma conversao ridcula, e eu tenho
        muito trabalho para fazer."
        
        Estava encarecendo bastante, o modo que a voz dele poderia ir
        assim grandly formal. "Em minha conta a isso, assim eu
        no o deveria estar sustentando. Eu esparramarei estes puxam -
        ings fora na cozinha secar, se isso  certo com
        voc."
        
        "Contanto que eles estejam fora de meu modo." E o deles/delas
        criador com eles, ele pensou. Ele cometeu o erro
        de olhar abaixo, focalizando. "O que voc fez
        aqui? "
        
        "Feito um pouco de umas bagunas, como voc j apontou
        fora, mas limpar rpido bastante."
        
        Sem uma palavra, ele apanhou um dos desenhos dela
        pelas extremidades. Ele poderia ver o que tinha inspirado claramente
        o dela, como ela pretendeu empregar o americano Nativo
        arte e se transforma isto corajosamente e exclusivamente em algo
        o prprio dela.
        
        No importa quanto ou com que freqncia ela exasper -
        ated ele, ele foi golpeado tempo e novamente pelo talento dela.
        
        'Voc no tem desperdiado tempo, eu vejo."
        
        " um das pequenas coisas que ns temos em comum.
        Voc quer me contar o que voc pensa? "
        
        "Que voc entende muito bem" orgulho e beleza.
        
        "Um elogio bom, Rogan". Ela sorriu em cima disto.
        "Um muito bom."
        
        "Seu trabalho o, Maggie, expe e o faz
        ainda mais confundindo. Sensvel e arrogante, com -
        apaixonado, impiedoso. Sensual e indiferente."
        
        "Se voc est dizendo que eu estou mal-humorado, eu no discutirei." O
        puxo veio novamente, rpido e doloroso. Ela desejou saber se
        l chegaria um momento quando ele olharia para ela
        o modo que ele olhou para o trabalho dela. E o que eles vo
        crie entre eles quando, e se, ele fez. "No  um
        rache a mim."
        
        "S o faz difcil viver com."
        
        "Ningum tem mas eu." Ela ergueu uma mo,
        o desconcertando acariciando isto abaixo a bochecha dele.
        "Eu estou pensando de dormir com voc, Rogan, e ns
        ambos conhecem isto. Mas eu no sou sua prpria Sra. Hen -
        nessy, procurando um marido para guiar o modo".
        
        Ele enrolou os dedos dele ao redor o pulso dela, surpreso,
        e darkly agradaram quando o pulso dela bateu un -
        continuamente. "O que est procurando voc? "
        
        Ela deveria ter tido a resposta. Deveria ter
        estado na gorjeta da lngua dela. Mas ela tinha perdido isto
        em algum lugar entre a pergunta e o duro, rapidamente
        golpe do prprio corao dela. "Eu o deixarei saber quando eu
        descubra. Ela apoiou adiante, enquanto subindo nos dedos do p dela para
        escove a boca dela em cima de seu. "Mas isso faz bom para
        agora."
        
        Ela levou a pintura dele e recolheu
        outros.
        
        "Margaret Mary", ele disse ^ como ela comeou para o
        porta. "Eu lavaria aquela pintura de minha face se eu fosse
        voc."
        
        Ela se contraiu o nariz dela, parecia estrbico abaixo a
        a sujeira vermelha. Inferno sangrento", ela murmurou, e
        batido a porta no modo dela fora.
        
        O tiro de diviso pode ter acalmado o orgulho dele, mas
        ele no era fixo e amargamente se ressentido que ela pde
        o vire ao avesso com to pequeno esforo. Havia
        simplesmente nenhum tempo para as complicaes poderia causar ela
        na vida pessoal dela. Se havia tempo, ele vai
        simplesmente a arraste fora para algum quarto quieto e vazio
        toda esta frustrao, esta luxria, este enlouquecedor
        tenha fome, nela at que ele foi purgado disto.
        
        Certamente uma vez ele tinha levado controle outro, ou pelo menos de
        a situao, ele acharia o equilbrio dele novamente.
        
        Mas havia prioridades, e o primeiro dele, por legal
        contrato e obrigao moral, era  arte dela.
        
        Ele olhou abaixo a um das pinturas que ela tinha partido
        atrs de. Olhou executado apressadamente, negligentemente bril -
        liant, com golpe rpido e cores exigir corajoso,
        ateno.
        
        Como o prprio artista, meditou ele, simplesmente no vai
        seja ignorado.
        
        Deliberadamente ele virou a parte de trs dele nisto e partiu. Mas a imagem permaneceu, enquanto arreliando o crebro dele da mesma maneira que
        o gosto dela permaneceu, enquanto arreliando os sensos dele.
        
        "Sr. Sweeney. Senhor."
        
        Rogan parou no quarto principal, mordeu um suspiro atrs.
        O magro, grisalho-olhando posio de homem l, embreagem -
        ing uma pasta rota, era nenhum mais estranho.
        
        "Aiman." Ele cumprimentou o homem asperamente vestido como
        educadamente como ele teria um cliente seda-drapejado. "Voc
        no esteve durante algum tempo" dentro.
        
        "Eu tenho trabalhado." Um tique nervoso trabalhou ao redor
        O olho de esquerda de Aiman. "Eu tenho muito trabalho novo, Sr. Sweeney".
        
        Talvez ele tinha estado trabalhando, Rogan meditou.
        Ele tinha estado bebendo certamente. Os sinais eram
        todo l nas bochechas coradas, os olhos vermelho-que tem bordos,
        as mos trmulas. Aiman apenas tinha trinta anos, mas
        bebida tinha o feito velho, delicado e desesperado.
        
        Ele h pouco ficou interior a porta, fora para o lado, assim
        aquelas visitas para a galeria no seriam por
        ele. Os olhos dele se declararam com Rogan. Os dedos dele enrolaram
        e uncurled na pasta de papelo velha.
        
        "Eu estava esperando que voc teria tempo para olhar, Sr.
        Sweeney."
        
        "Eu tenho um espetculo amanh, Aiman. Um grande."
        
        "Eu sei. Eu vi isto no papel." Nervosamente, Aiman
        lambido os lbios dele. Ele tinha gastado o ltimo do dinheiro ele
        ganhado de calada de vendas no bar a noite
        antes de. Ele soube que estava louco. Pior, ele soube que era
        estpido. Agora ele precisou de cem libras desesperadamente
        para alugar ou ele estaria fora na rua dentro da semana.
        "Eu poderia os deixar com voc, Sr. Sweeney. Volte
        na segunda-feira. Eu fiz algum trabalho bom aqui. EU
        queria que voc fosse o primeiro em ver isto."
        
        Rogan no perguntou se Aiman fosse sem dinheiro. O
        resposta era bvia e a pergunta s vai
        humilhou o homem. Ele tinha mostrado promessa
        uma vez, Rogan se lembrou, antes de medos e usque
        tinha o nivelado.
        
        "Meu escritrio  um pouco roto no momento",
        Rogan disse amavelmente. "Venha escada acima e me mostre para isso que
        sim."
        
        Obrigado." Os olhos injetados de Aiman clarearam
        com um sorriso, com esperana to pattico quanto lgrimas. 'Agradea
        voc, Sr. Sweeney. Eu no levarei muito de seu tempo.
        Eu o" prometo.
        
        "Eu estava a ponto de ter um pouco de ch." Unobtrusively,
        Rogan levou o brao de Aiman para o firmar como eles
        comeado escada acima. "Voc me unir enquanto ns examinarmos
        seu trabalho? "
        
        "Eu seria agradado, Sr. Sweeney".
        
        Maggie aliviou atrs de forma que Rogan no a veria
        assistindo como ele levou a curva dos degraus. Ela
        sido certo, absolutamente certo, que ele calaria as botas
        o artista desprezvel fora a porta. Ou, ela meditou, tenha
        um dos subalterno dele faz o trabalho sujo dele para ele.
        Ao invs ele tinha convidado o homem a ch e tinha o conduzido
        escada acima como um convidado dado boas-vindas.
        
        Que teria pensado Rogan Sweeney teve
        tal bondade nele?
        
        Ele compraria algumas das pinturas, ela, como bem
        percebido. Bastante de forma que o artista poderia manter o seu
        orgulho, e uma refeio ou dois na barriga dele. O gesto era
        mais impressionante a ela, mais importante que um
        dzia das concesses e doaes que ela imaginou
        Mundialmente feito anualmente.
        
        Ele se preocupou. A realizao a envergonhou at mesmo como isto
        a agradado. Ele se preocupou como muito aproximadamente o mesmo
        mos humanas que criaram arte como ele fez a prpria arte.
        
        Ela voltou no escritrio dele para limpar, e tentar
        assimile este aspecto novo de Rogan a todos os outros.
        
        Vinte e quatro horas Maggie posterior sentou na extremidade de
        a cama dela no quarto de hspedes de Rogan. Ela teve o dela encabece
        entre os joelhos dela e estava se amaldioando por ser
        vilmente doente. Estava humilhando admitir, at mesmo para ela,
        aqueles nervos poderiam a reger. Mas no havia nenhum negando
        isto, com o gosto srdido de doena ainda na garganta dela
        e o corpo dela tremendo com os frios.
        
        No importar, ela se falou novamente. No vai
        importe um bocado o que eles pensam. O que eu penso  isso que
        contas.
        
        Oh Deus, oh Deus, por que eu me deixei seja puxado
        nisto?
        
        Em respiraes longas, cuidadosas, ela elevou a cabea dela. O
        onda de vertigem a esbofeteou, a fez a friccionar
        dentes. No copo de cheval pelo quarto, a imagem dela
        atirado atrs a ela.
        
        Ela estava usando nada mais que a roupa ntima dela, e
        a pele dela era escandalosamente branca contra o preto rendilhado
        ela tinha escolhido. A face dela era olhando pastoso, os olhos dela,
        vermelho-que tem bordos. Um gemido estremecendo a escapou como ela
        abaixado a cabea dela novamente.
        
        Umas bagunas boas que ela olhou. E era nada mais que um
        espetculo que ela ia fazer dela. Ela
        estado contente em Clare, no teve ela? Estava l ela
        pertencido, s e unfettered. H pouco ela e ela
        copo, com os campos quietos e as nvoas matutinas. Isto
        estava l ela seria se no tivesse sido para Rogan
        Sweeney e todas suas palavras caprichosas que a tentam fora.
        
        Ele era o diabo, ela pensou, convenientemente para -
        adquirindo que ela tinha comeado a mudar a mente dela aproximadamente
        ele. Um monstro que ele era, que atacou inocente
        artistas para os prprios fins gananciosos dele. Ele apertaria
        o seco dela, ento a ponha de lado como um tubo vazio de
        pintura.
        
        Ela teria o assassinado se ela tivesse tido o
        fora para estar de p.
        
        Quando a batida veio suavemente  porta dela, ela,
        apertado os olhos dela fechados. V embora, ela gritou nela
        mente. V embora e me deixe morrer em paz.
        
        Veio novamente, seguiu por uma investigao quieta. "Mag -
        gie, querido, voc est quase pronto? "
        
        Sra. Sweeney. Maggie apertou os saltos de sapatos dela
        mos para os olhos arenosos dela e pedao atrs um grito. "No,
        Eu no sou. Ela lutou para fazer o dela expresse curto e
        decisivo, mas entrou fora em uma choradeira. "Eu no sou
        indo nada."
        
        Com um elegante de seda, Christine deslizou no
        quarto. "Oh, amado." Imediatamente materno, ela hur -
        ried para Maggie e drapejou um brao em cima do shoul dela -
        ders. " certo, bem.  s nervos."
        
        "Eu estou bem." Mas Maggie abandonou orgulho e
        se transformado a face dela no ombro de Christine. "Eu h pouco sou
        no indo."
        
        "Claro que voc ." Vivamente, Christine ergueu Mag -
        a face de gie para seu. Qual boto ela soube exatamente
        precisado ser empurrado, e fez assim, ruthlessly. "Voc
        no queira que eles pensem que voc medo tem, o faa? "
        
        "Eu no tenho nenhum medo. O queixo de Maggie surgiu, mas o
        nusea nadou como leo no estmago dela. "Eu h pouco no sou
        interessado."
        
        Christine sorriu, o cabelo de Maggie acariciado e esperou.
        
        "Eu no posso enfrentar isto, Sra. Sweeney", Maggie disse bruscamente.
        "Eu h pouco no posso. Eu me humilharei, e eu odeio isso
        mais que qualquer coisa. Eu seria mais cedo hanged."
        
        "Eu entendo completamente, mas voc no humilhar
        voc." Ela levou as mos congeladas de Maggie em seu.
        " verdade se   mostra como muito como seu
        trabalho. Isso  a tolice do mundo de arte. Eles vo
        deseje saber sobre voc, e fale sobre voc e especule.
        Os" deixe.
        
        "No  que to muito-entretanto isso faz parte disto.
        Eu no sou usado a ser desejou saber em cima de, e eu no fao
        pense que eu gostarei, mas  meu trabalho. . . . " Ela apertou
        os lbios dela junto. " a melhor parte de mim, Sra.
        Sweeney. Se que quer  achado. Se no  bom
        bastante - "
        
        "Rogan pensa que ."
        
        "Muito ele sabe", Maggie murmurou.
        
        "Isso  verdade. Muito ele sabe." Christine inclinou
        a cabea dela. A criana precisou um pouco de mothering, ela,
        decidido. E mothering sempre no era nenhum tipo. "O faa
        me queira abaixar e lhe falar lhe tem demasiado medo,
        muito inseguro assistir ao espetculo? "
        
        "Nenhum! " Desamparado, Maggie cobriu a face dela com ela
        mos. "Ele  me apanhado. A cobra enganadora de um homem.
        O maldito ganancioso-eu imploro seu perdo." Indo
        duro, Maggie abaixou as mos dela.
        
        Christine fez certo engolir o ria.
        Quer dizer bastante certo", ela disse sobriamente. "Agora, voc
        espere aqui e eu abaixarei e direi para Rogan que v em
        sem ns. Ele j est usando uma trincheira dentro o
        corredor com o pacing" dele.
        
        "Eu nunca vi qualquer um to obcecado com tempo."
        
        " uma caracterstica de Sweeney. Michael me dirigiu furioso com
        isto, Deus o" abenoa. Ela bateu levemente a mo de Maggie. "Eu serei
        corrija atrs at lhe ajude a vestir."
        
        "Sra. Sweeney." Desesperado, Maggie agarrou a
        A manga de Christine. "H pouco no podido voc lhe fala eu tenho
        morto? Eles poderiam fazer uma esteira adorvel fora do
        mostrando. E como uma regra, voc foge mais de um lucro
        artista morto que um ao vivo."
        
        "L, voc v." Christine desalojou Maggie
        dedos apertando. "Voc j est sentindo bem. Agora
        corra junto e lave sua face."
        
        "Mas - "
        
        "Eu estou agentando hoje  noite" dentro seu gran, Christine,
        dito firmemente. "Eu acredito que a Sharon teria me querido
        para. E eu disse v lavar sua face, Margaret Mary.
        
        "Sim, ma'am. Sra. Sweeney? " Sem lugar outro para
        v, Maggie adquiriu shakily aos ps dela. "Voc no contar
        ele... Eu quero dizer, eu agradeceria a voc se voc no fizesse
        mencione a Rogan que eu. . . "
        
        Acesa" das noites mais importantes dela
        vida, uma mulher intitulou para demorar em cima de vestir."
        
        "Eu suponho." Um fantasma de um sorriso flertou
        A boca de Maggie. "Me faz soar como um frvolo
        engane, mas  melhor que a alternativa."
        
        "Deixe Rogan a mim."
        
        H h pouco uma outra coisa." Ela tinha estado pondo
        isto fora, Maggie admitiu. Ela pode como bem face isto
        agora quando ela estava sentindo to baixo quanto ela imaginou ela
        poderia sentir possivelmente. Voc pensa que voc poderia ser capaz
        achar esses recortes voc falou de? O ones sobre
        minha me? "
        
        "Eu penso que eu pude. Eu deveria ter pensado nisto eu.
        Claro que, voc gostaria dos" ler.
        
        "Eu vou, sim. Eu agradeceria.
        
        "Eu verei que voc os adquire. Agora v fixar sua face.
        Eu fugirei Rogan junto." Ela enviou para Maggie um sustentando
        sorria antes de fechar a porta.
        
        Quando a Christine o achou, Rogan ainda era furi -
        pacing de ously no foyer. "Onde o diabo ela ? " ele
        exigido o momento ele manchou a av dele.
        "Ela  l em cima primping durante duas horas."
        
        "Bem, claro que ela tem." Christine gesticulou grandly.
        A impresso que ela deixa esta noite  vital, no ? "
        
        " importante, naturalmente". Se ela fizesse a injustia
        um, os sonhos dele deslizariam abaixo o dreno junto
        com Maggie. Ele a precisou aqui, agora, e pronto
        deslumbrar. "Mas por que deveria a levar to longo? Ela 
        s vestir as roupas dela e exagerar com o cabelo" dela.
        
        "Voc foi um nico homem muito longo, meu bem, se
        voc acredita tal tolice" verdadeiramente. Afetuosamente,
        Christine alcanou fora endireitar o dele j por -
        fect amarram. "Como bonito voc olhar em um smoking."
        
        "Av, voc est protelando."
        
        "No, no." Sorrindo para ele, ela escovou a
        as lapelas imaculadas dele. "Eu h pouco desci lhe fale
        v junto sem ns. Ns seguiremos quando Maggie
        pronto."
        
        "Ela deveria estar agora" pronta.
        
        "Mas ela no . Alm, quanto mais efetivo
        possa  se ela h pouco chegasse bastante recente para fazer um
        entrada? Voc aprecia o teatro destes eventos,
        Rogan."
        
        Havia verdade nisso. "Certo ento." Ele
        conferido o relgio dele, jurou ligeiramente. Se ele no fosse
        dentro do minuto ele estaria certamente atrasado. Era
        a responsabilidade dele para estar l, ele se lembrou,
        cuidar de qualquer ltimo detalhe de minuto, no importa quanto
        ele quis esperar e levar Maggie para a galeria
        ele. "Eu a deixarei dentro seu mais que capaz
        mos. Eu terei o carro voltar para voc assim que
        Eu fui cado. Veja que ela est l dentro o
        hora, no o v? "
        
        "Voc pode contar comigo, bem".
        
        "Eu sempre fao." Ele a beijou na bochecha, pisou
        atrs. "A propsito, Sra. Sweeney, eu no mencionei
        como bonito voc olhar."
        
        "No, voc no tem. Eu fui esvaziado" totalmente.
        
        Como sempre, "voc ser a mulher mais atordoante
        no quarto."
        
        "Bem dito. Agora, corra junto com voc e licena
        Maggie para mim."
        
        "Com prazer." Ele atirou um olhar para cima os degraus como
        ele foi  porta. No era um olhar suave. "EU
        lhe deseje sorte com ela."
        
        Como fechou a porta que a Christine deixou sair um suspiro. Ela
        pensamento ela poderia precisar de toda a sorte que ela poderia adquirir.
        
        
        
        Captulo Nove
        
        NENHUM detalhe tinha sido negligenciado. A iluminao era
        aperfeioe, enquanto saltando e saltando fora as curvas e
        redemoinhos de copo. A msica, uma valsa agora, fluiu como
        suavemente como lgrimas felizes pelo quarto. Assobiando
        copos de champanha aglomeraram o carro de bandejas prateado -
        gracefully de ried por garons de liveried. O som de
        cristal tinindo e vozes murmurantes montaram um
        contraponto corts para os violinos chores.
        
        Era, em uma palavra, aperfeioe, no um detalhe perdendo.
        Exclua, Rogan pensou severamente, o prprio artista.
        
        " maravilhoso, Rogan". Patricia se levantou ao lado dele,
        elegante em um vestido branco estreito que treme com corneta
        contas. "Voc tem um sucesso maravilhoso."
        
        Ele virou a ela, enquanto sorrindo. "Assim pareceria."
        
        Os olhos dele demoraram bastante em seu longo, intensamente,
        bastante, a fazer intranqilo. "O que ? Tenha eu
        manchado meu nariz? "
        
        "No." Ele ergueu o prprio copo dele depressa, enquanto amaldioando
        Maggie por pr pensamentos ridculos na cabea dele
        e o fazendo cauteloso de um dos mais velhos amigos dele.
        
        Apaixonado com ele? Absurdo.
        
        "Eu sinto muito. Eu suponho minha mente estava vagando. EU
        no pode imaginar o que est mantendo Maggie"
        
        "Eu estou seguro ela estar ao longo de qualquer momento." Patricia
        posto uma mo no brao dele. "E enquanto isso,
        todo o mundo ser deslumbrado por nossos esforos combinados."
        
        " uma coisa afortunada. Ela sempre est atrasada", ele somou
        debaixo da respirao dele. "No mais que o senso de uma criana de
        tempo."
        
        "Rogan, querido, l voc est. Eu vejo minha Patricia
        o" ache.
        
        "Boa noite, Sra. Connelly". Rogan levou Patri -
        a me de cia mo delicada no prprio dele. "Eu sou de -
        iluminado o ver. Nenhum galeria mostrar pode ser um
        sucesso sem sua presena."
        
        "Lisonjeador." Contente, ela varreu a estola de visom dela.
        Anne Connelly segurou firmemente em como para a beleza dela como ela
        feito  vaidade dela. Ela considerou muito isto como um
        o dever de mulher para preservar os olhares dela como era fazer
        uma casa e crianas de urso. Ann nunca, nunca ne -
        glected os deveres dela, e como resultado, ela teve o orvalhoso
        pele e a figura jovem de uma menina. Ela lutou um
        batalha constante com os anos e teve, para meio um
        sculo, emergiu o vencedor.
        
        "E seu marido? " Rogan continuou. "Feito Guarida -
        nis vm com voc? "
        
        "Naturalmente, entretanto ele vai j em algum lugar
        aceso soprando dos charutos dele e discutindo finanas."
        Ela sorriu quando Rogan sinalizou para um garom e
        lhe oferecido um copo de champanha. "At mesmo o aficionado dele -
        ness para voc no muda a apatia dele para arte.
        Este  trabalho fascinante." Ela gesticulou  escultura
        ao lado deles, uma exploso de cor, crescendo rapidamente para cima,
        de uma base tranada. "Deslumbrante e perturbando tudo a
        uma vez. Patricia me fala ela conheceu o artista brevemente yester -
        dia. Eu estou morrendo para fazer assim eu."
        
        "Ela ainda  chegar", Rogan cobriu o prprio dele
        impacincia suavemente. "Voc achar Senhorita Concannon
        como contraditrio e como interessante, eu penso, como ela
        trabalho."
        
        "E eu estou seguro como fascinando. Ns no vimos
        quase bastante de voc ultimamente, Rogan. Eu molestei
        Patricia unmercifully sobre o trazer por." Ela
        tiro a filha dela um olhar ocultado que falou volumes.
        
        Siga um movimento, menina, disse. No o deixe deslizar longe de
        voc.
        
        "Eu tenho medo eu fui to obcecado com adquirir isto
        mostre junto depressa que eu negligenciei meus amigos."
        
        "Voc  perdoado, contanto que ns possamos o esperar
        jante conosco uma noite semana" que vem.
        
        "Eu amaria." Rogan pegou o olho de Joseph. "Desculpa
        eu s um momento, no o v? "
        
        "O deva seja to bvio. Me? " Patricia mur -
        mured no vinho dela como Rogan deslizaram pelo
        multido.
        
        "Algum tem que ser. Cus misericordiosos, menina, ele,
        deleites voc gosta de uma irm." Irradiando um sorriso pelo
        se aloje a um conhecido, a Anne continuou falando
        em meia-vozes. "Um homem no se casa uma mulher ele
        pensa de como a irm dele, e est na hora voc era se case
        novamente. Voc no pde pedir uma partida melhor. Mantenha
        vadiando ao redor, e outra pessoa o escavar
        para cima de debaixo de seu nariz. Agora sorria, voc vai? Deva
        voc sempre olha como se voc est lamentando? "
        
        Com submisso, Patricia forou os lbios dela a encurvar.
        
        "Voc os localizou? " Rogan exigiu o
        momento ele tinha encurralado o Joseph.
        
        "No "telefone de carro. O olhar de Joseph deslizou o
        se aloje, escovou em cima de Patricia, demorou, ento moveu
        em. "Eles estaro aqui qualquer momento."
        
        "Mais que uma hora tarde. Tpico."
        
        "Seja que como pode, voc ser agradado para saber isso
        ns j temos vendas em dez pedaos, e pelo menos isso
        muitas ofertas em Rendio."
        
        Aquele pedao no   venda." Rogan estudou o
        escultura extravagante da que se levantou no centro o
        quarto. "Ns visitaremos isto, em nossas galerias em Roma, primeiro
        Paris e Nova Iorque, mas junto com os outros pedaos
        ns escolhemos isto no ser vendido."
        
        " sua deciso", o Joseph disse facilmente bastante.
        "Mas eu deveria lhe contar aquele Fitzsimmons Geral
        nos oferecido vinte e cinco mil libras para isto."
        
        "Sim? Tenha certeza isso adquire ao redor de, no o v? "
        
        "Conte enquanto isso com isto eu fui entretenha -
        ing alguns dos crticos de arte. Eu penso que voc deve... "
        O Joseph arrastou fora quando ele viu os olhos de Rogan
        . como ele olhou atentamente para algo em cima do ombro dele.
        Joseph virou, viu o objeto do olhar do chefe dele e
        deixe sair um baixo apito. "Ela pode estar atrasada, mas ela 
        certamente um showstopper."
        
        O Joseph olhou atrs para Patricia e viu do
        expresso na face dela que ela, tambm, tinha notado
        A reao de Rogan. O corao dele sangrou um pequeno para o
        mulher. Ele soube de experincia pessoal como
        miservel era amar algum que pensou em voc
        como s um amigo.
        
        "Eu irei a levar ao redor? " Joseph perguntou.
        
        "O que? Nenhum-no. Eu farei isto eu."
        
        Rogan nunca tinha imaginado Maggie poderia olhar como
        que-macio e lustroso e atordoante e sensual como pecado. Ela
        preto escolhido, no aliviado e simples. O vestido
        levado todo seu estilo do corpo que cobriu. Drapejou
        de garganta para tornozelo, mas ningum chamaria isto afetado,
        no com os botes pretos lustrosos que rodaram o
        comprimento disto, os botes que ela tinha deixado daringly
        desatado  inchao do peito dela, e at o
        topo de uma coxa esbelta.
        
        O cabelo dela era uma coroa amarrotada de fogo, negligentemente,
        enrolado a face dela ao redor. Como ele puxou mais ntimo que ele viu
        que os olhos dela j estavam esquadrinhando, avaliando e
        absorvendo tudo no quarto.
        
        Ela parecia destemida, desafiante e completamente em
        controle.
        
        E assim ela era. . . agora. O turno de nervos teve
        serviu a envergonhar tanto que ela tinha batido
        eles atrs com willfulness mais completamente.
        
        Ela estava aqui. E ela pretendeu ter sucesso.
        
        "Voc est impossivelmente atrasado." A reclamao foi um ltimo
        linha de defesa, entregou em um murmrio como ele a levou
        mo e elevou isto aos lbios dele. Os olhos deles/delas se encontraram. "E
        inacreditavelmente bonito."
        
        "Voc aprova o vestido? "
        
        Isso no  a palavra que eu teria escolhido, mas sim,
        Sim."
        
        Ela sorriu ento. "Voc tinha medo eu usaria botas
        e calas jeans rasgadas."
        
        "No com minha av o guarda parado."
        
        "Ela  a mulher mais maravilhosa no mundo.
        Voc tem sorte para a" ter.
        
        A fora emocional da declarao mais que
        as palavras fizeram Rogan a estudar curiosamente. "Eu sou
        atento disso."
        
        "Voc no pode ser. No realmente, para voc nunca soube
        qualquer diferente." Ela levou uma respirao funda. "Bem." L
        era olhos no dela j, dzias deles, luminoso com
        curiosidade. "Est na guarida dos lees, no ? Voc
        no precise de preocupao", ela disse antes de ele pudesse falar. "Eu vou
        se comporte. Meu futuro depende disto."
        
        Este  s o comeo, Margaret Mary".
        Como ele a puxou no quarto com seu giro de luz
        e colore, ela tinha muito medo ele tinha razo.
        
        Mas se comporta ela fez. A noite parecia ir
        bem como ela deu um aperto de mo, elogios aceitos,
        perguntas respondidas. A primeira hora parecia flutuar
        por como um sonho, isso que com a fasca de vinho, o
        resplendor de copo e o flash de jias. Acumulando
        por isto era fcil, como Maggie sentia ligeiramente removido
        da realidade, um pouco desconectado, como muito
        audincia como ator em um sumptuously produziu jogo.
        
        "Isto, ah isto." Um homem calvo com um se inclinar
        bigode e um acento britnico exigente expuseram em um
        pedao. Era umas sries de lanas azuis ardendo apanhadas
        dentro de um globo de copo completamente. "Preso, voc chama isto.
        Sua criatividade, sua sexualidade, lutando para se fixar,
        livre. A luta eterna de homem, afinal de contas.  trium -
        phant, at mesmo como  melanclico."
        
        " os seis municpios", Maggie simplesmente disse.
        
        O homem calvo piscou. "Eu imploro seu perdo."
        
        "Os seis municpios de Irlanda", ela repetiu com um
        vislumbre de rebelde mau nos olhos dela. "Preso."
        
        "Eu vejo."
        
        Se levantando ao lado deste crtico que pretende ser, o Joseph amorteceu
        um riso. "Eu achei o uso de cor aqui golpeando assim, Deus,
        Whitfield. A translucidez disto cria um unre -
        tenso resolvida entre sua delicadeza e sua coragem."
        
        'S assim." Deus Whitfield acernar com a cabea, clareou o seu
        garganta. "Bastante extraordinrio. Com licena."
        
        Maggie o assistiu retirada com um sorriso largo.
        "Bem, eu no penso que ele buscar comprando isto e
        fixando isto na guarida dele, o faa, Joseph? "
        
        "Voc  uma mulher m, Maggie Concannon".
        
        "Eu sou uma irlandesa, Joseph". Ela piscou a ele.
        "Para cima os rebeldes."
        
        Ele riu delightedly e, deslizando um brao
        ao redor a cintura dela, a conduziu ao redor do quarto. "Ah,
        Sra. Connelly." Joseph deu para Maggie um aperto sutil
        a sinalizar. "Olhando, aturdindo como sempre".
        
        "Joseph, sempre uma palavra lisa. E isto - " a Anne
        Connelly trocou a ateno dela de Joseph quem
        ela considerou um mero factotum a Maggie. "Isto 
        o passeio criativo. Eu sou emocionado para o conhecer, meu querido.
        Eu sou Sra. Dennis Connelly-Anne. Eu acredito voc se encontrou
        minha filha, Patricia, ontem".
        
        "Eu fiz, sim." Maggie achou o handclasp de Anne como
        delicado e macio como uma escova de cetim.
        
        "Ela deve ir em algum lugar com Rogan. Eles so
        um par adorvel, eles no so? "
        
        "Mesmo." Maggie ergueu uma sobrancelha. Ela soube uma advertncia
        quando ela ouviu um. Voc mora em Dublin, Sra.
        Connelly? "
        
        "Eu realmente fao. S alguns casas longe do
        Manso de Sweeney. Minha famlia foi uma parte de
        Sociedade de Dublin para geraes. E voc  do
        municpios ocidentais? "
        
        "Clare, sim."
        
        Paisagem adorvel." Tudo essas aldeias pitorescas encantadoras
        e colmou telhados. Sua famlia  os fazendeiros, eu sou
        contado? " Anne ergueu uma sobrancelha, obviamente divertiu.
        
        "Era."
        
        "Isto deve ser to excitante para voc, particularmente com
        sua educao rural. Eu estou seguro voc desfrutou seu
        visite para Dublin. Voc estar voltando logo? "
        
        "Muito logo, eu penso."
        
        "Eu estou seguro voc sente falta do pas. Dublin pode ser mesma
        confundindo a um novo para vida de cidade. Quase como um
        terra estrangeira."
        
        "Pelo menos eu entendo o idioma", Maggie disse
        equably. "Eu espero que voc desfrutar sua noite, Sra.
        Connelly. Com licena, no o v? "
        
        E se Rogan pensasse que ele venderia aquela mulher
        qualquer coisa que aquele Maggie Concannon criou, Maggie,
        pensamento como caminhou fora ela, ele penduraria para isto.
        
        Direitos exclusivos sejam condenados. Ela esmagaria todo
        por ltimo pedao em p antes de ela visse qualquer em Anne
        As mos de Connelly. Falando com ela como se ela seja
        alguns soltar-jawed a leiteira com palha no cabelo dela.
        
        Ela segurou o temperamento dela como ela fez o espao dela fora
        do salo de baile e para um dos quartos sentando.
        Cada era abarrotado com pessoas, enquanto falando, sentando, riso -
        ing, a discutindo. A cabea dela comeou a pulsar como ela
        marchado nos degraus. Ela se adquiriria uma cerveja fora
        da cozinha, decidiu ela, e tem alguns minutos de
        paz.
        
        Ela escarranchou diretamente dentro, s surgir curto quando
        ela viu um homem digno soprando em um charuto e alimentando
        um pilsner.
        
        "Pegado", ele disse, e sorriu sheepishly.
        
        Isso faz dois de ns ento. Eu estava vindo abaixo para
        uma cerveja quieta eu."
        
        "Me deixe o ir buscar um." Gallantly, ele levantou o seu
        aumente fora da cadeira e arrancou uma garrafa para ela.
        "Voc no quer que eu tire o charuto, o faa? "
        
        O argumento na voz dele fez o riso dela. "No.
        Meu pai fumava o tubo de pior do mundo.
        Fedido a cu alto. Eu amei isto."
        
        'H uma moa." Ele a achou uma cerveja e um copo.
        "Eu odeio estas coisas." Ele empurrou o dedo polegar dele para
        o teto. "M'wife me" arrasta.
        
        "Eu os, tambm", odeio.
        
        "Bonito bastante trabalho, eu suponho", ele disse como ela
        bebido. "Como as cores e formas. No que eu sei
        uma coisa de maldio sobre isto. Esposa  o perito. Mas eu gostei
        o olhar disto, e isso deveria ser bastante, eu diria."
        
        "E eu"
        
        "Todo o mundo sempre est tentando para explicar isto a estes
        negcios dinamitados. O que o artista teve em mente e tal.
        Simbolismo." Ele rodou a lngua dele em cima da palavra como se
        seja um prato estranho ele no estava bastante pronto para
        amostra. "No saiba isso que o diabo que eles esto falando
        sobre."
        
        Maggie decidiu que o homem era meio-em vaso e isso
        ela o amou. Eles" "nem.
        
        "Isso  isto! " Ele elevou o copo dele e bebeu profundamente.
        Eles "nem. H pouco ventando. Mas se eu fosse dizer
        que para Anne-aquele meu esposa-ela me daria um de
        esses olhares."
        
        Ele estreitou os olhos dele, abaixou as sobrancelhas dele e
        feito carranca. Maggie vaiou com risada.
        
        "Quem se preocupa o que eles pensam de qualquer maneira? " Maggie
        apoiado o cotovelo dela na mesa e segurou um punho a ela
        queixo. "No  como se qualquer um que vida dependeu disto."
        Exclua o meu, ela pensou, e empurrou a idia
        fora. "No faa voc pensa negcios assim h pouco  um
        desculpa para pessoas para adquirir tudo se vestido a rigor e ato
        importante? "
        
        "Eu fao absolutamente." To completo era o acordo dele
        que ele bateu o copo dele nitidamente a seu. "Como para mim,
        voc sabe o que eu quis estar fazendo hoje  noite? "
        
        "O que? "
        
        "Sentando em minha cadeira, com meus ps no hassock,
        e irlands em meu copo, assistindo a televiso."
        
        Ele suspirou, pesarosamente. "Mas eu no pude desapontar
        Anne-ou Rogan, quanto ao assunto".
        
        "Voc conhece Rogan, ento? "
        
        "Como meu prprio filho. Um homem bom para o que ele  se mostrado
        seja. Ele no era contudo vinte quando eu o vi primeiro. Seu
        o pai e eu tivemos negcio junto, e o menino
        no pde esperar fazer parte disto." Ele gesticulou vagamente para
        cerque a galeria. "Inteligente como um chicote, " ele.
        
        "E em que negcio est voc? "
        
        "Aterrando."
        
        "Com licena." Uma voz feminina os interrompeu.
        Eles observaram veja Patricia que est de p dentro o
        entrada, as mos dela dobraram nitidamente.
        
        "Ah, h meu amor."
        
        Enquanto Maggie olhou em, arregalar-de olhos, o homem
        se lanado fora da cadeira dele e envolveu a Patricia dentro um
        abrao que poderia ter derrubado uma mula. O reac de Patricia -
        tion, em lugar de rejeio dura ou desgosto fresco, era um
        riso rpido, musical.
        
        "Papai, voc me quebrar pela metade."
        
        Papai? Maggie pensou. Papai? Patricia Henes -
        o pai de sy? O marido de Anne? Este homem encantador era
        se casado com vara que-to fria de uma mulher? Isto s
        ido provar, ela decidiu, que as palavras at morte
        nos faa parte seja o humano de slabas mais tolo
        j foram forados os seres a proferir. 
        
        "Conhea minha pequena menina." Com orgulho bvio, Dennis
        Patricia girada ao redor. "Uma beleza, ela no ? Meu
        Patricia."
        
        "Sim, realmente." Maggie subiu, enquanto sorrindo. " agradvel para
        o veja novamente."
        
        "E voc. Parabns no suc maravilhoso -
        cess de seu espetculo."
        
        "Seu espetculo? " Dennis disse inexpressivamente.
        
        "Ns nunca nos introduzimos." Rindo agora,
        Maggie pisou adiante e ofereceu para o Dennis a
        mo. "Eu sou Maggie Concannon, Sr. Connelly".
        
        "Oh." Ele no disse nada para um momento como atormentou ele
        o crebro dele tentando recordar se ele tivesse dito qualquer coisa
        insultando. "Um prazer", ele conseguiu dizer como seu
        crebro protelou.
        
        "Era, verdadeiramente. Obrigado pelos melhores dez minutos
        Eu tive desde que eu entrei na porta."
        
        Dennis sorriu. Esta mulher parecia perpendicular
        humano, para um artista. "Eu gosto das cores, e o
        formas", ele ofereceu esperanosamente.
        
        "E isso  o elogio mais agradvel eu tive tudo
        noite."
        
        "Papai, a Me est o" procurando. Patricia escovou
        uma cinza perdida da lapela dele. O gesto, um que ela teve,
        descuidadamente usado com o prprio pai dela tempos incontveis,
        arrowed diretamente no corao de Maggie.
        
        "Eu a deixaria melhor me, ento", achar. Ele olhou atrs
        a Maggie, e quando ela sorriu a ele, ele sorriu
        atrs. "Eu espero que ns nos encontremos novamente. Senhorita Concannon."
        
        "Assim faa eu."
        
        "Voc no nos propor? " Patricia perguntou.
        
        "No, no agora mesmo", Maggie respondeu, enquanto no desejando
        socializar mais adiante com a me de Patricia.
        
        O olhar luminoso enfraquecido o momento os passos deles/delas
        se extinto no cho polido. Ela se sentou, s,
        na cozinha luz-inundada. Estava l quieto, assim
        aquiete ela poderia quase se enganar em acreditar o
        construir estava vazio mas para ela.
        
        Ela quis acreditar ela estava s. Mais, ela
        querido acreditar a tristeza ela de repente feltro era
        h pouco que ela perdeu a solido do prprio verde dela
        campos e colinas quietas, as horas infinitas de silncio,
        com s o rugido do prprio forno dela e o prprio dela
        imaginao para a dirigir.
        
        Mas no s era isso. Nisto, um do
        noites mais luminosas da vida dela, ela teve ningum. Nenhum de
        o tagarelando, multido brilhante das pessoas escada acima
        a conhecido, a quis, a entendeu. Havia
        ningum abovestairs que espera por Maggie Concannon.
        
        Assim ela se teve, ela pensou, e rosa. E
        isso era tudo qualquer um precisado. O trabalho dela era bem
        recebido. No era to difcil de cortar por todos o
        fantasia e frases pomposas para o caroo. Rogan
        as pessoas gostaram o que ela fez, e isso foi o primeiro passo.
        
        Ela estava a caminho, ela se falou como balanou ela
        fora da cozinha. Ela estava apressando abaixo o caminho
        para fama e fortuna, o caminho que tinha iludido
        o Concannons para as ltimas duas geraes. E
        ela faria tudo ela.
        
        A luz e a msica brilharam abaixo o degrau -
        embale como p de fada ao longo da curva de um arco-ris. Ela
        se levantado ao p dos degraus, a mo dela apertou em
        a grade, o p dela no primeiro passo. Ento, com um puxo,
        ela virou se apressar fora, na escurido.
        
        Quando o relgio golpeou um, Rogan arrancou a seu
        preto elegante amarra e jurou. A mulher, ele pensou
        como ele paced a sala de estar, assassinato merecido,
        e nenhum menos. Ela tinha desaparecido como fumaa no meio
        de uma festa abarrotada organizada para o benefcio dela. Partindo
        ele, ele se lembrou com ressentimento fervente, para
        d desculpas tolas.
        
        Ele deveria ter sabido que uma mulher dela
        no pde ser confiado em temperamento para se comportar razo -
        competentemente. Ele deveria ter sabido certamente melhor que para
        lhe d tal um lugar proeminente no prprio ambi dele -
        tions, as esperanas dele para o futuro do negcio dele.
        
        Como em inferno pde ele espera construir uma galeria para
        Arte irlandesa quando o primeiro artista irlands nele pessoalmente
        selecionado, cuidou e showcased tinham a fugido prprio
        abrindo como uma criana irresponsvel?
        
        Agora era o meio da noite, e ele no
        tido uma palavra dela. O sucesso brilhante do
        mostre, a prpria satisfao dele com um trabalho bem feito, teve
        nublado em cima de goste do cu de municpio ocidental precioso dela.
        No havia nada ele poderia fazer mas poderia esperar.
        
        E preocupao.
        
        Ela no conheceu Dublin. Para toda sua beleza e
        encante ainda havia sees perigoso para uma mulher
        s. E sempre havia a possibilidade de um
        acidente-o pensamento de qual trouxe em um vicioso,
        pulsando dor de cabea  base do crnio dele.
        
        Ele tinha levado dois passos largos longos para o telefone para
        telefone os hospitais quando ele ouviu o trinco de
        a porta da frente. Ele girou e apressou no
        corredor.
        
        Ela estava segura, e debaixo do deslumbramento do foyer
        lustre, ele poderia ver ela era inclume. Vises
        de assassinato saltado atrs na cabea de dor dele.
        
        "Onde no doce inferno o tenha sido? "
        
        Ela tinha esperado que ele est fora a algum clube de alto-classe,
        culos tinindo com os amigos dele. Mas desde que ele no era,
        ela lhe ofereceu um sorriso e um encolha os ombros. "Oh, fora e
        sobre. Sua Dublin   noite" uma cidade adorvel.
        
        Como ele a encarou, as mos dele fecharam em pronto
        punhos. "Voc est dizendo que voc esteve fora turismo at
        um pela manh? "
        
        " to tarde ento? Eu devo ter perdido rasto. Bem ento,
        Eu direi boa noite."
        
        "No, voc no vai. " Ele deu um passo para ela. "O que
        voc far  me dar uma explicao para seu
        comportamento."
        
        "Isso  algo eu no tenho que explicar
        qualquer um, mas se voc estivesse mais claro, talvez eu faria
        uma exceo."
        
        Havia quase duzentas pessoas juntadas
        hoje  noite para seu benefcio. Voc era incrivelmente
        rude."
        
        "Eu no era nada do tipo." Mais cansado que ela
        querido admitir, ela passeou alm dele na sala de estar,
        deslizado fora do miseravelmente saltos de sapatos incmodos
        e apoiou os ps cansados dela em um tamborete de tassled. 'O
        verdade , eu era to incrivelmente corts, meus dentes quase
        caia fora de minha cabea. Eu espero a Cristo para o que eu no tenho
        sorria a outra alma sangrenta durante um ms. Eu no vou
        preste ateno a um de seus conhaques, Rogan, agora. Est fora frio
        este tempo de noite."
        
        Ele notou pela primeira vez que ela no usou nada
        em cima do vestido preto magro. "Onde o diabo  seu
        embrulhe? "
        
        "Eu no tive um. Voc ter que marcar que abaixo
        em seu pequeno livro. Adquira Maggie uma noite satisfatria
        envoltura." Ela alcanou para cima para o snifter que ele tinha vertido.
        
        "Condene, suas mos esto congeladas. O tenha no
        senso? "
        
        Eles esquentaro rpido bastante." As sobrancelhas dela arquearam
        como ele espiou em cima de para a lareira e abaixou
        at comeo um fogo. "O que, nenhum criado? "
        
        "Se cale. A uma coisa que eu no tolerarei de voc
        esta noite  sarcasmo. Eu levei tudo que eu planejo levar."
        
        Chamas lamberam em vida para comer greedily em madeira seca.
        Na serra de Maggie clara inconstante que a face dele estava apertada
        com raiva. O melhor modo para conhecer temperamento, ela,
        sempre pensamento, era emparelhar isto.
        
        "Eu lhe dei nada que levar." Ela tomou um gole o
        conhaque, teria suspirado em cima do calor bem-vindo de
        o licor se ela e Rogan no tivessem estado luzindo a
        um ao outro. "Eu fui para sua exibio, no fez eu? Em um
        prprio vestido, com um prprio sorriso tolo colado em,
        minha face."
        
        "Era sua exibio", ele atirou atrs. "Voc ungrate -
        ful, pirralho egosta", imprudente.
        
        Porm canse o corpo dela, ela no o permitiria
        escapar com tal idioma. Ela estava de p rigidly e
        estado em frente dele. "Eu no o contradirei. Eu sou exatamente como voc
        diga, e foi contado a maioria de minha vida assim. Fortu -
        nately para ambos ns,  s meu trabalho voc tem que ser
        interessado aproximadamente."
        
        Voc tem qualquer idia o tempo e esforo e
        despesa que foi em reunir aquele espetculo? "
        
        Isso  sua provncia." A voz dela era to dura quanto ela
        espinha. "Como voc sempre  to rpido para me falar. E eu era
        l, ficou sobre duas horas, enquanto esfregando cotovelos com
        estranhos."
        
        "Voc aprenderia melhor que um protetor nunca  um estranho,
        e aquela rudeza nunca  atraente."
        
        O tom quieto, controlado cortou pelo defen dela -
        sive blindam como uma espada. "Eu nunca concordei em ficar o
        noite inteira. Eu precisei estar s, que  tudo."
        
        "E vagar as ruas toda a noite? Eu sou respon -
        sible para voc enquanto voc est aqui, Maggie. Para Deus
        causa, eu tinha convocado o garda" quase.
        
        "Voc no  responsvel por mim, eu sou." Mas ela
        possa ver agora que simplesmente no era nenhum escurecimento de raiva
        os olhos dele, mas interessa como bem. "Se eu causasse que voc preocupa,
        Eu me desculparei. Eu dei um passeio" simplesmente.
        
        "Voc saiu passeando e deixou seu primeiro principal
        mostre sem uma por-seu-licena? "
        
        "Sim." O snifter estava fora da mo dela e estalando
        para o forno de pedra antes de ela percebesse isto. Copo
        quebrado, choveu como balas. "Eu tive que adquirir fora! EU
        no pde respirar. Eu no pude agentar isto. Todas essas pessoas,
        me encarando, a meu trabalho, e a msica, as luzes.
        Tudo to graciosamente, to perfeito. Eu no conheci isto
        me assustaria assim. Eu pensei eu tinha adquirido em cima disto desde
        que primeiro dia voc me mostrou o quarto, e meu trabalho
        monte goste algo fora de um sonho."
        
        "Voc foi amedrontado."
        
        "Sim, sim, o condene. Voc est contente para ouvir isto? Eu era
        terrificou quando voc abriu a porta e eu olhei
        dentro de e viu o que voc tinha feito. Eu apenas pude
        fale. Voc fez isto a mim", ela disse furiosamente. "Voc
        aberto a caixa desta Pandora e deixou sair todas minhas esperanas
        e meus medos e minhas necessidades. Voc no pode saber o que 
        goste de ter necessidades, terrvel, voc faz nem mesmo
        pense que voc deveria ter."
        
        Ele a estudou agora, marfim e arde dentro um esbelto
        vestido preto. "Oh, mas eu posso", ele disse quietamente. "Eu posso.
        Voc deveria me, Maggie", ter falado. A voz dele era
        suave agora como ele pisou para ela.
        
        Ela jogou para cima ambas as mos para o repelir. "No,
        no faa. Eu no o pude agentar ser agora mesmo amvel.
        Especialmente quando eu sei que eu no mereo isto. Era
        errado de mim deixar aquele modo. Era egosta e
        ingrato." Ela derrubou o dela d helplessly a ela
        lados. "Mas havia ningum para mim para cima esses degraus.
        Ningum. E quebrou meu corao."
        
        Ela parecia to delicada tudo de uma vez, assim ele fez isso que
        ela perguntou e no a tocou. Ele tinha medo se ele
        feito, porm suavemente, ela poderia estalar nas mos dele. "Se
        voc me deixaria saber como importante era a voc,
        Maggie, eu teria organizado para ter sua famlia aqui."
        
        "Voc no pode organizar Brianna. Deus sabe que voc no pode
        devolva meu pai. A voz dela quebrou, enquanto envergonhando
        o dela. Com um som estrangulado ela apertou uma mo para
        a boca dela. "Eu sou exaurido, que  tudo." Ela lutou um
        guerra amarga para controlar a voz dela. "Overstimulated com
        toda a excitao. Eu lhe devo uma desculpa por partir
        o modo que eu fiz, e gratido para todo o trabalho voc fez
        para mim."
        
        Ele a preferiu se enfurecendo ou lamentando a isto vestiram
        cortesia. O deixou nenhum escolhido mas responder dentro
        tipo. "A coisa importante  que o espetculo era um
        sucesso."
        
        "Sim." Os olhos dela brilharam na luz do fogo. "Isso 
        a coisa importante. Se voc vai com licena agora, eu irei
        at cama."
        
        "Claro que. Maggie? Uma mais coisa."
        
        Ela retrocedeu. Ele se levantou antes do fogo, o
        chamas que saltam ouro atrs dele. "Sim? "
        
        "Eu estava l para voc, para cima esses degraus. Talvez logo
        tempo do que voc se lembrar que, e est contente."
        
        Ela no respondeu. Ele ouviu s o sussurro outro
        vista como ela se apressou pelo corredor e para cima os degraus,
        ento o trinco rpido da concluso de porta de quarto dela.
        
        Ele encarou o fogo, assistiu uma fratura de tronco separadamente,
        corte por por chama e calor. Fume soprado uma vez,
        mexido pelo vento. Ele continuou fitando como um
        chuva de fascas choveu contra a tela, se espalhou
        em cima de pedra e piscou fora.
        
        Ela era, ele percebeu, todo pedao como caprichoso,
        mal-humorado e brilhante como aquele fogo. Como perigoso e como
        elementar.
        
        E ele era, bastante desesperadamente, apaixonado com ela.
        
        
        
        
        Captulo Dez
        
        O QUE quer dizer voc, ido? " Rogan repeliu
        da escrivaninha dele e raspou o Joseph com um olhar de
        afronta. "Claro que ela no tem sido."
        
        "Mas ela . Ela parou pela galeria para dizer
        adeus s uma hora atrs." Alcanando no bolso dele,
        Joseph tirou um envelope. "Ela me pediu que desse
        voc isto."
        
        Rogan levou isto, lanou isto na escrivaninha dele. "Voc est dizendo que ela voltou para Clare? A ressaca
        o espetculo dela? "
        
        "Sim, e em uma pressa rasgando. Eu no tive tempo para
        lhe mostre as revises." Joseph alcanou at violino
        |1 com o ouro minsculo arqueiam na orelha dele. "Ela tinha reservado um
        vo para Shannon. Dito ela s teve um momento para dizer
        adeus e Deus abenoam, me deu a nota para voc,
        me beijado e correu novamente" fora. Ele sorriu. "Era um pouco
        como ser danificado por um tornado pequeno." Ele ergueu o seu
        ombros, os deixe cair. "Eu sinto muito, Rogan, se eu
        conhecido voc queria que ela ficasse, eu teria tentado parar
        o dela. Eu acredito eu teria sido aplainado, mas eu teria
        tentado."
        
        "No importa." Ele abaixou cuidadosamente em seu
        presida novamente. "Como ela parecia? "
        
        "Impaciente, apressou, distrado. Muito como sempre.
        Ela quis ser em casa, era tudo que ela me contou,
        atrs no trabalho. Eu no estava seguro voc soube, assim eu pensei eu
        venha e lhe fale pessoalmente. Eu tenho um designe -
        ment com Fitzsimmons Geral, e estava a caminho.
        
        "Eu aprecio isto. Eu deveria estar pela galeria antes das quatro.
        D para o general meus cumprimentos."
        
        "Eu lhe darei o negcio", o Joseph disse com um
        sorriso flamejando. "A propsito, ele subiu outros cinco
        mil em Rendio."
        
        "No  venda."
        
        Rogan apanhou a nota na escrivaninha dele depois de Joseph
        fechado a porta atrs dele. Ignorando o trabalho dele,
        Rogan dividiu o envelope com o dele bano-controlou
        abridor de carta. A papelaria cremosa do prprio dele
        quarto de hspedes foi colidido em cima de com Maggie se apressou
        e rabisco bonito.
        
        Querido Rogan,
        
        Eu imagino voc ser aborrecido que eu parti assim
        abruptamente, mas no pode ser ajudado. Eu preciso ser casa
        e atrs no trabalho, e eu no me desculparei para isto. EU
        lhe agradecer. Eu estou seguro voc comear fogo telegrafa meu
        modo, e eu o advertirei com antecedncia eu pretendo
        os, pelo menos durante um tempo, ignore. Por favor d meu melhor
        para sua av. E eu no notaria se voc
        pensamento de mim de vez em quando.
        
        Maggie
        
        Oh, uma mais coisa. Voc poderia ser interessado
        saiba que eu estou levando casa uma meia dzia ofJulien
        receita-isso o nome de seu cozinheiro, se voc no faz
        saiba. Ele pensa eu estou encantando.
        
        Rogan deslizou a carta em uma segunda vez antes
        pondo de lado isto. Era para o melhor, ele decidiu. Eles
        ambos estariam mais contentes e mais produtivos com
        o todo de Irlanda entre eles. Certamente, ele
        seria. Era difcil ser produtivo ao redor de um
        mulher quando voc estava apaixonado por ela, e quando
        ela o frustrou em todo possvel nvel.
        
        E com qualquer sorte, quaisquer nada, estes sentimentos que
        tinha crescido nele aliviaria e enfraqueceria com tempo e
        distncia.
        
        Assim... Ele dobrou a carta e ps de lado isto. Ele
        estava alegre ela tinha voltado, satisfeito que eles ac -
        complished a primeira fase dos planos dele para a carreira dela,
        feliz que ela tinha lhe dado inadvertidamente tempo para
        lide com as prprias emoes confusas dele.
        
        O inferno, ele pensou. Ele j sentiu falta dela.
        
        O cu era a cor do ovo de um pisco-de-peito-ruivo e clareia como
        um fluxo monts. Maggie sentou na pouca inclinao a
        a porta da frente dela, cotovelos em joelhos, e h pouco respirou.
        Alm do prprio porto de jardim dela e o arrastando, fluxo -
        fcsia de ering, ela poderia ver o verde luxuriante de colina
        e vale. E mais longe, desde que o dia estava to claro, assim
        luminoso, ela olhou brevemente as montanhas escuras distantes.
        
        Ela assistiu um dardo de pega pela linha dela de
        viso, flamejando em cima da cerca viva e para cima. Diretamente como um
        seta que ele foi, at at mesmo a sombra dele estava perdido
        no verde.
        
        Um das vacas de Murphy mugiu e foi respondido por
        outro. Havia um eco de zumbido que seria
        o trator dele, e o sealike mais insistente rogem dela
        fornos que ela tinha incendiado o momento ela ar -
        rived.
        
        As flores dela eram brilhantes no sol, vvido,
        begnias vermelhas enroscaram com as tulipas tarde-florescentes
        e lanas delicadas de larkspur. Ela poderia cheirar alecrim e tomilho e o perfume forte do selvagem
        rosas nas que balanaram como danarinos o moderado, docemente
        brisa.
        
        Um carrilho de vento que ela tinha feito de sucatas de copo
        cantado musicalmente sobre a cabea dela.
        
        Dublin, com suas ruas ocupadas, parecia muito longe.
        
        Na tira de estrada no vale debaixo de, ela viu
        um caminho vermelho, minsculo e luminoso como um brinquedo, estrondeie junto,
        entre em uma pista e escale para uma cabana.
        
        Casa para ch, ela pensou, e deixou fora um suspiro de
        pura satisfao.
        
        Ela ouviu o cachorro primeiro, que cheio-throated ecoando
        lata, ento o sussurro de escova que lhe falou ele
        corado fora um pssaro. O voz da irm dela flutuou fora em
        o ar, divertiu, indulgente.
        
        "Deixe a coisa pobre s, Decore, voc grande
        tiranize."
        
        O cachorro latiu novamente e, momentos depois, saltou
        no porto de jardim. A lngua dele se refestelou felizmente quando
        ele manchou Maggie.
        
        "Baixe de l", Brianna ordenou. "O faa
        a queira vir casa e achar o porto dela bateu dentro,
        e. . . Oh." Ela parou, enquanto pondo uma mo no
        a cabea volumosa de co de caa como ela viu a irm dela. "EU
        no saiba voc estava em casa." O sorriso veio primeiro como
        ela arrastou aberto o porto.
        
        "Eu h pouco cheguei." Maggie gastou o logo poucos
        minutos que so cumprimentados por Concobar, enquanto lutando e
        aceitando as lambidas prdigas dele at que ele respondeu
        O comando de Brianna para sentar. Sente ele fez, as patas dianteiras dele
        em cima dos ps de Maggie, como se assegurar que ela ficaria
        ponha.
        
        "Eu tive um pequeno tempo", Brianna comeou. "Assim eu pensei
        Eu desceria e cuidaria de seu jardim."
        
        Parece bom a mim."
        
        "Voc sempre pensa assim. Eu trouxe um pouco de po para voc
        Eu assei esta manh. Eu ia pr isto dentro seu
        congelador." Sentindo desajeitado, Brianna ofereceu o
        cesta. Havia algo aqui, ela percebeu.
        Algo atrs do olhar fresco, tranqilo na irm dela
        olhos. "Como Dublin era? "
        
        "Aglomerado." Maggie fixou a cesta ao lado dela em
        a inclinao. O cheiro em baixo do pano limpo era assim
        tentando que ela ergueu o pano aparte e sem dinheiro fora
        um naco morno de po marrom. "Ruidoso." Ela rasgou fora um
        mordido de po e lanou isto. Concobar beliscou isto
        ponto no meio do ar, engoliu isto inteiro e sorrido. "Ganancioso
        bastardo, voc no ? " Ela o lanou outro pedao
        antes de ela subisse. "Eu tenho algo para voc."
        
        Maggie entrou na casa, enquanto deixando Brianna
        se levantando no caminho. Quando ela voltou, ela
        Brianna dado uma caixa e um envelope de manila.
        
        "Voc no teve que me adquirir qualquer coisa - " Brianna
        comeado, mas parou. Era culpa que ela sentia, ela percebeu.
        E culpa que ela foi querida dizer sentir. Aceitando isto, ela,
        aberto a caixa. "Oh, Maggie,  adorvel. O loveli -
        coisa de est que eu alguma vez tive." Ela sustentou o alfinete o
        sol e assistiu isto reflita. "Voc no deveria ter gastado
        seu dinheiro."
        
        " meu para gastar", Maggie disse brevemente. "E eu
        espere que voc usar isto em algo diferente de um
        avental."
        
        "Eu no uso um avental em todos lugares", Brianna disse
        uniformemente. Ela substituiu o alfinete cuidadosamente na caixa,
        passado despercebido a caixa no bolso dela. Obrigado. Mag -
        gie, eu desejo - "
        
        "Voc no olhou ao outro." Maggie soube
        o que a irm dela desejou, e no se preocupou ouvir isto.
        
        Pesares que ela no tinha estado em Dublin para o espetculo
        quase no importado agora.
        
        Brianna estudou o face da irm dela, no ache nenhum sinal de
        amolecendo. "Certo, ento." Ela abriu o enve -
        lope, tirou uma folha. "Oh! Oh meu." Porm luminoso
        e graciosamente o alfinete, no era nada comparado com
        isto. Eles ambos conheceram isto. "Receitas. Tantos. Sopros
        e massas, e-oh, olhe para esta galinha. Deve
        seja maravilhoso."
        
        "." Maggie tremeu a cabea dela ao reac de Brianna -
        tion, quase suspirou. "Eu provei isto eu. E o
        sopa l-as ervas so o truque a isto, me sou falado."
        
        "Onde voc os adquiriu? " Brianna a pegou
        assente lbio entre os dentes dela, estudou o handwrit -
        dez pginas como se eles fossem os tesouros de todas as idades.
        
        "Do cozinheiro de Rogan. Ele  um Frenchman."
        
        "Receitas de um chefe de cozinha francs", Brianna disse rever -
        ently.
        
        "Eu o prometi voc enviaria um igual nmero de seu
        possua em comrcio."
        
        "De meu? " Brianna piscou, como se vindo fora de um
        sonho. "Por que, ele no pde querer o meu."
        
        "Ele pode, e ele faz. Eu elogiei seu guisado irlands e
        sua torta de baga para a lua e parte de trs. E eu o dei
        minha palavra solene que voc lhes" enviaria.
        
        "Eu vou, claro que, mas eu no o posso imaginar-agradecer,
        Maggie.  um presente maravilhoso." Brianna pisou para -
        cuide para um abrao, ento atrs novamente, corte o
        rapidamente pela frieza da resposta de Maggie. "No v
        voc me fala como foi por voc? Eu continuei tentando
        imagine, mas eu no pude. "
        
        "Foi bem bastante. Havia muitas pessoas.
        Rogan parece saber titilar o interesse deles/delas.
        Havia uma orquestra e garons em ternos brancos
        flautas servindo de champanha e travessas de prata de
        comida de dedo caprichosa."
        "Deveria ter estado bonito. Eu estou to orgulhoso de
        voc"
        
        Os olhos de Maggie esfriaram. "Voc ? " "Voc sabe que eu sou."
        
        "Eu sei que eu o precisei l. Condene. Brie, eu o precisei l."
        
        O trapaceiro lamentou ao grito e olhou uneasily de Maggie para o amante dele.
        
        "Eu teria estado l se eu pudesse."
        
        No havia nada o parando menos ela. Um
        noite de sua vida era tudo que eu perguntei. Um. Eu tive ningum
        Acre, nenhum familiar, nenhum amigo, ningum que me amou.
        ; Porque voc sempre a escolheu como voc tenha, em cima de mim,
        Em cima de Da, at mesmo em cima de voc."
        
        No era uma questo de escolher."
        
        "Sempre  uma questo de escolher", Maggie disse
        coldly. "Voc deixou o dela mate seu corao, Brianna, da mesma maneira que
        ela matou o sua."
        
        Isso  cruel, Maggie".
        
        "Sim, . Ela seria o primeiro em lhe falar aquele cruel
         o que eu sou. Cruel, marcado com pecado e maldito
        para o diabo. Bem, eu estou alegre de ser ruim. Eu escolhi inferno
        em uma piscadela em cima de ajoelhar em cinzas e sofrer
        silenciosamente para cu como voc faa." Maggie pisou atrs,
        enrolado uma mo dura ao redor da maaneta. "Bem, eu
        tido minha noite sem voc, ou qualquer um, e foi
        bem bastante. Eu deveria pensar que eles sero algum de vendas fora
        , ofit. Eu terei dinheiro para voc em alguns semanas."
        
        "Eu sinto muito eu o, Maggie", feri. Brianna  prprio
        orgulho endureceu a voz dela. "Eu no me preocupo aproximadamente o
        dinheiro."
        
        "Sim." Maggie fechou a porta.
        
        * * *
        
        Durante trs dias ela era imperturbada. O telefone
        no toque, nenhuma batida veio  porta. At mesmo se l
        tinha sido uma convocao, ela teria ignorado isto.
        Ela gastou quase todo minuto se despertando no copo
        more, enquanto refinando, aperfeioando, formando as imagens dentro,
        o crebro dela e no sketchpad dela em copo.
        
        Apesar da reivindicao de Rogan sobre o valor deles/delas, pendurou ela
        os desenhos dela em prendedores de roupa ou em ms, de forma que um
        canto do estdio veio se assemelhar a uma escurido logo
        se aloje, com impresses secar.
        
        Ela tinha se queimado duas vezes na pressa dela, uma vez mal
        bastante para fazer o dela pare primeiro para alguns apressadamente aplicado
        ajuda. Agora ela sentou na cadeira dela, cuidadosamente, meticulosamente,
        se transformando o esboo dela de um peitoral apache nela
        prpria viso.
        
        Era trabalho suado, e viciously extorquindo. Sangre -
        ing colorem em cor, amolda em forma como quis ela
        centenas exigidas de viagens para o buraco de glria.
        
        Mas aqui, pelo menos, ela poderia ser paciente.
        
        Chamas branco-quentes lamberam por forno aberto
        portas, dinamitando fora calor. O esvazie f zumbido
        como uma mquina manter os fumos que cobrem o copo -
        e no ela pulmo-para uma cor iridescente.
        
        Durante dois dias ela trabalhou com substncias qumicas, enquanto misturando
        e experimentando como um cientista furioso at que ela
        aperfeioado as cores que ela desejou. Cobre para o
        turquesa fundo, passe a ferro para o amarelo dourado rico,
        mangans para uma prpura real, azulada. O vermelho, o
        verdadeiro rubi que ela quis, tinha dado a dificuldade dela, como fez
        qualquer artista de copo. Ela estava trabalhando com que agora,
        intercalando aquela seo entre duas camadas de claro
        copo. Ela tinha usado cobre, com reduzir os agentes, novamente
        na fundio assegurar uma pura cor. Embora fosse
        venenoso, e potencialmente perigoso at mesmo debaixo de
        condies controladas, ela tinha escolhido cianeto de sdio.
        
        At mesmo com este a cobertura era necessria prevenir
        o vermelho de libr indo.
        
        A primeira dobra da seo nova foi soprada,
        girado, ento cuidadosamente arrastou do ferro. Ela
        pinas longas usadas para puxar o fundido, copo de taffylike
        em um sutilmente forma emplumada.
        
        Suor gotejou abaixo sobre a bandana de algodo ela tinha amarrado a sobrancelha dela ao redor como trabalhou ela o
        segunda dobra, repetido o procedimento.
        
        'Novamente e novamente, ela foi para o buraco de glria para
        reaquea, no s manter o copo quente, mas assegurar
        contra tenses trmicas que poderiam quebrar qualquer recipiente -
        e o corao do artista.
        
        Prevenir queimando as mos dela, ela gotejou gua em cima do tubo. S a gorjeta precisou ser mantida quente.
        
        Ela quis a parede do peitoral emagrea bastante
        de forma que luz poderia vazar e poderia refratar por isto.
        Isto requereu viagens adicionais por aquecer e cuidadoso
        trabalho paciente com ferramentas por aplainar e por somar
        a curva leve que ela pressentiu.
        
        Horas depois que ela tivesse assoado a primeira dobra, ela,
        colocado o recipiente no forno recozendo e golpeou
        o pontil.
        
        No era at que ela marcaria temperatura e hora
        que ela sentia as cimbras nas mos dela, os ns em
        os ombros dela e pescoo.
        
        E a vacuidade na barriga dela.
        
        Nenhum raspando hoje  noite de uma lata, ela decidiu. Ela
        celebraria com uma refeio e um quartilho no bar.
        
        Maggie no se perguntou por que, depois de ansiar para
        solido, ela se apressou agora para companhia. Ela
        sido casa durante trs dias e tinha falado com ningum
        mas Brianna. E ento s brevemente e furiosamente.
        
        Maggie sentia agora muito por isto, arrependido que ela no teve
        tentado mais duro entender a posio de Brianna. O dela
        irm sempre estava no meio, o segundo azarado,
        criana de um matrimnio rachado. Em vez de saltar para ela
        a garganta de irm, ela deveria ter levado o oversolici dela -
        tousness para a me deles/delas em passo largo. E ela
        deveria ter contado para Brianna o do qual ela tinha aprendido
        Christine Sweeney. Seria interessante a medida
        A reao de Brianna para as notcias do passado da me deles/delas.
        
        Mas isso teria que esperar. Ela quis um
        pouco exigente hora com pessoas ela soube, em cima de um quente
        refeio e uma cerveja fria. Se iria a mente dela o
        trabalho que tinha a estado dirigindo h dias, e fora o
        fato que ela contudo ter notcias de Rogan.
        
        Porque a noite estava bem e ela quis
        trabalhe fora o pior das dobras dela, ela a escarranchou
        bicicleta e comeou a trs-milha migrao no vil -
        lage.
        
        Os dias longos de vero tinham comeado. O sol era
        brilhante e agradavelmente esquenta, enquanto mantendo muitos do
        fazendeiros fora nos campos deles/delas deseja depois que a ceia deles/delas fosse
        em cima de. A estrada estreita encurvando foi flanqueada em ambos
        lados por hedgerows alto que no proveu nenhum ombro
        e deu para Maggie a impresso de montar abaixo um
        longo, doce-cheirando tnel. Ela ultrapassou um carro, deu
        o motorista uma onda e sentia a brisa de seu transcurso
        tremule as calas jeans dela.
        
        Pedalando duro, mais para a diverso que porque ela
        estava com pressa, ela saiu precipitadamente do tnel de cercas vivas
        na beleza ofegante completamente do vale.
        
        O sol saiu apressado o telhado de lata de um celeiro de feno e
        deslumbrado os olhos dela. A estrada era agora mais lisa, se no
        mais largo, mas ela reduziu a velocidade, simplesmente desfrutar a noite
        brisa e a luz solar prolongada.
        Ela pegou o cheiro de madressilva, de feno, de
        grama docemente ceifada. O humor dela que tinha sido manaco
        e inquieto desde o retorno dela, comeou para jovial.
        Ela passou por casas com roupas que secam na linha
        e crianas que jogam na jarda, e as runas de
        Castelos, majestoso ainda com as pedras cinzas deles/delas e
        lendas de habitantes fantasmagricos, um testamento para um modo,
        de vida que ainda demorou.
        
        Ela levou uma curva, pegou o flash luminoso que era
        Rio de Hhe que flui por grama alta e se virou
        disto para a aldeia.
        
        As casas eram agora mais abundantes e estavam de p
        mais ntimo junto. Algum do mais novo a fizeram
        Sgh com decepo. Eles eram macios e
        
        plancie para o olho do artista dela, e normalmente pardo em cor.
        
        'S os jardins, luxuriante e vvido, os salvaram de
        Feira.
        
        A ltima curva longa a levou na aldeia
        prprio. Ela passou o aougueiro, o qumico,
        'A pequena loja de comida de 0'Ryan e o hotel minsculo, limpo
        isso tinha pertencido uma vez ao av dela.
        Maggie pausou para estudar o construindo um momento,
        tentando imaginar a me dela vivendo l como uma menina. Um
        menina adorvel, de acordo com o relatrio de Christine Sweeney,
        com a voz de um anjo.
        
        Se fosse verdade, por que tinha estado l to pouca msica
        na casa? E por que, Maggie desejou saber, teve l
        nunca uma meno, uma sugesto do talento de Maeve?
        Ela perguntaria, Maggie decidiu. E havia provvel nenhum lugar
        melhor que O'Malley.
        Como ela puxou a bicicleta dela ao meio-fio que Maggie notou uma famlia de turistas que vagam a p, enquanto atirando vdeos e olhando enormemente agradado 
com eles estar cometendo uma aldeia irlandesa pitoresca sobre fita.
        
        A mulher segurou a pequena mquina fotogrfica pequena, inteligente
        e riu como ela focalizou no marido dela e dois
        crianas. Maggie deve ter entrado na armao,
        para a mulher ergueu a mo dela e ondeado.
        
        "Boa noite, senhorita".
        
        "E para voc."
        
        Ao crdito dela, Maggie fez nem mesmo riso silencioso quando
        a mulher sussurrou ao marido dela, no " ela
        acento maravilhoso? Lhe pergunte por comida, John. Eu sou
        morrendo para adquirir mais dela em fita."
        
        "Ah. . . com licena."
        
        Turismo no pde ferir a aldeia, de de Maggie -
        cided, e retrocedeu jogar o jogo. "Possa eu ajudo
        voc com algo hoje  noite? "
        
        "Se voc no notasse. Ns estvamos desejando saber aproximadamente
        um lugar para comer na cidade. Se voc pudesse recomendar
        algo."
        
        "E seguramente eu poderia fazer isso." Porque eles olharam assim
        se encantado com ela, ela estendeu em camadas um pouco mais ocidental
        municpio na fala dela. "Agora, se voc busca querendo
        algo fantasia, voc no pde fazer melhor mas dirigir
        ao longo desta estrada outro, oh, quinze minutos, e voc
        poderia ter o mesmo rei de refeies a Dromoland
        Castelo. Ser duro em sua carteira, mas seu gosto '
        brotos estaro em cu."
        
        "Ns no somos vestidos para uma refeio caprichosa", a mulher '
        ponha dentro. "De fato, ns estvamos esperando para algo j
        simples aqui mesmo na aldeia."
        
        "Se voc  disposto a um pouco de bar grub"-ela \
        piscado s duas crianas que eram eyeing o dela como;
        
        se ela tivesse pisado fora um VNI luz-flamejando - "voc achar O'Malley a sua preferncia, eu estou seguro. As fatias dele so
        to bom quanto qualquer um. "
        
        "Isso  significa batatas fritas", a mulher traduziu.
        "Ns h pouco chegamos esta manh, da Amrica", ela
        Maggie contado. "Eu tenho medo ns no sabemos muito aproximadamente
        as alfndegas locais.  crianas permitidas dentro o
        barra-bares? "
        
        Esta  a Irlanda. Crianas esto em qualquer lugar bem-vindas,
        em qualquer lugar a'tall. Isso  O'Malley est l." Ela ges -
        tured para o baixo bloco emplastrado que constri com
        ornamento escuro. "Eu vou meself l. Eles seriam agradados
        ter o e sua famlia para uma refeio."
        
        Obrigado." O homem sorriu para ela, o chil -
        dren fitaram e a mulher ainda teve que levar o
        mquina fotogrfica de em frente  face dela. "Ns daremos isto uma prova."
        
        "Desfrute sua refeio, ento, e o resto de sua permanncia."
        Maggie virou e passeou abaixo a calada e
        em O'Malley. Era escuro, esfumaado e cheirou de
        cebolas fritando e cerveja.
        
        "E como voc , o Tim? " Maggie perguntou como ela
        se resolvido na barra.
        
        "E olhar em" que  se arrastado. Tim sorriu
        a ela como ele construiu um quartilho de Guinness. "E como 
        voc, Maggie? "
        
        "Eu sou ajustado e faminto como um urso." Ela trocou
        saudaes com um par a uma mesa taxa postal*-selo-de tamanho
        atrs dela e aos dois homens a que alimentaram quartilhos
        a barra. "V voc me fixa um de sua areia de bife -
        wiches, Tim, com uma pilha de fatias, e eu terei um quartilho
        de Harpa enquanto eu estou esperando."
        
        O proprietrio aderiu a cabea dele ao redor da parte de trs de
        a barra e gritou a ordem de Maggie. "Bem agora,
        como Cidade de Dublin era? " ele perguntou enquanto ele a puxou um
        quartilho.
        
        "Eu lhe" falarei. Ela apoiou os cotovelos dela na barra
        e comeou a descrever a viagem dela para os protetores do
        barra. Enquanto ela falou que a famlia americana entrou
        e resolveu a uma mesa.
        
        "Champanha e fgado de ganso? " Tim tremeu o seu
        cabea. "No  que uma maravilha? E todas essas pessoas
        venha ver seu copo. Seu pai est orgulhoso de
        voc, menina de Maggie. Orgulhoso como um pavo."
        
        "Eu espero assim." Ela cheirou profundamente quando o Tim deslizou ela
        chapeie outro na frente. "Mas a verdade , eu preferiria ter
        seu sanduche de bife que uma libra de "fgado de ganso.
        
        Ele riu cordialmente. "Isso  nossa menina."
        
        "Se mostra que a av do homem
        que est administrando coisas para mim era um amigo de meu
        gran, Gran O'Reilly. "
        
        "Voc no quer dizer isto? " Com um suspiro, Tim esfregou o seu
        barriga. "Seguramente e  um mundo pequeno."
        
        "", Maggie concordou, enquanto fazendo isto casual. "Ela 
        de Galway e conheceu Gran quando elas eram as meninas.
        Eles escreveram cartas durante anos depois que Gran moveu aqui,
        mantendo, voc sabe? "
        
        "Isso est bem. Nenhum amigo gosta de um velho amigo."
        
        "Gran lhe escreveu sobre o hotel e tal, o
        famlia. Mencionado como era minha me usada
        cante."
        
        "Oh, isso era um tempo atrs." Se lembrando, Tim,
        apanhado um copo para polir. "Antes de voc nasceu, para
        esteja seguro. Fato , agora que eu penso nisto, ela cantou aqui
        neste mesmo bar um das ltimas vezes antes de ela desse
        isto para cima."
        
        "Aqui? Voc a teve cantar aqui? "
        
        "Eu fiz, sim. Ela teve uma doce voz, fez Maeve.
        Viajado o pas por toda parte. Quase no visto um pouco dela
        para, oh, mais de dez anos, eu diria, ento ela veio
        atrs ficar um tempo. Parece a mim Missus O'Reilly
        estava afligindo. Assim eu perguntei para Maeve se talvez ela gostasse
        cante uma noite ou dois, no que ns temos como principal um
        coloque como alguns em Dublin e Cortia e Donnegal
        onde ela tinha executado."
        
        "Ela executou? Durante dez anos? "
        
        "Oh bem, eu no sei como ela atacou muito disto
        primeiro. Ansioso ser fora e fora estava Maeve, como muito tempo,
        como me lembro eu. Ela no era camas de fabricao felizes dentro um
        hotel em uma aldeia como nosso, e nos deixou conhecermos isto." Ele
        piscado para tirar a picada das palavras dele. "Mas ela
        estava fazendo bem at que ela voltasse e cantou
        aqui. Ento ela e Tom. . . bem, eles s tiveram
        olhos para um ao outro o momento ele entrou e
        a ouvido cantando."
        
        "E depois que eles se casaram", Maggie disse cuidadosamente,
        "ela no cantou mais? "
        
        "No se preocupe. No falaria disto. Fato , 
        sido to longo, cultive voc exps isto, eu quase
        esquecido."
        
        Maggie duvidou a me dela tinha esquecido, ou
        poderia esquecer. Como v ela sente se alguma toro
        na vida dela exigida que ela deixa a arte dela? ela
        desejado saber. Bravo, triste, ressentido. Ela olhou abaixo a
        as mos dela, pensamento de como seria se ela no pudesse
        os use novamente. O que se tornaria ela se de repente,
        da mesma maneira que ela estava a ponto de fazer o dela marque, era tudo
        levado fora?
        
        Se renunciando a carreira dela no fosse uma desculpa para
        os anos amargos que tinham passado com a me dela, a
        menos era uma razo.
        
        Maggie precisou de tempo para trocar por isto, falar,
        Brianna. Ela brincou com a cerveja dela e comeou a pr
        os pedaos da mulher que a me dela tinha sido
        junto com a personalidade da mulher ela
        se torne.
        
        Quanto de ambos, Maggie desejou saber, teve Maeve
        passado em para a filha dela?
        
        "Voc  comer aquele sanduche", o Tim ordenou como ele
        deslizado outro quartilho abaixo a barra. No estude."
        
        "Eu sou." Para provar o ponto de vista dela, levou Maggie um saudvel
        mordida. O bar estava morno e confortando. Tempo
        bastante amanh, ela decidiu, esfregar o filme fora
        sonhos velhos. "Voc me adquirir outro quartilho, Tim? "
        
        "Que eu farei", ele disse, ento ergueu uma mo quando o
        porta de bar abriu novamente. "Bem,  uma noite para
        estranhos. Onde voc esteve, Murphy? "
        
        "Por que sentindo falta de voc, menino-o. " Maggie manchando, Mur -
        phy sorriram e a uniram na barra. "Eu estou esperando
        Eu posso sentar pela celebridade."
        
        "Eu suponho eu posso permitir isto", ela devolveu. "Isto
        uma vez, de qualquer modo. Assim, Murphy, quando  voc indo
        corteje minha irm? "
        
        Era uma piada velha, mas ainda fez os protetores de bar
        ria. Murphy tomou um gole do copo de Maggie e
        suspirado. "Agora, bem, voc sabe h s quarto dentro
        meu corao para voc."
        
        "Eu sei que voc  um salafrrio." Ela a levou de volta
        cerveja.
        
        Ele era um homem freneticamente bonito, apare e forte
        e resistiu como um carvalho do sol e vento.
        Os cabelos escuros dele enrolaram ao redor do colarinho dele, em cima das orelhas dele,
        e os olhos dele eram to azuis quanto a garrafa de cobalto nela
        loja.
        
        Igual Rogan polido, ela pensou. Desbaste como um
        Cigano era Murphy, mas com um corao como largo e doce
        como o vale amou ele. Maggie nunca tinha tido um
        irmo, mas Murphy era o mais prximo a isto.
        
        "Eu o me casaria amanh", ele reivindicou, enquanto enviando
        o bar, com exceo dos americanos em que olharam,
        avidamente, em gritos de risada. "Se voc me" tivesse.
        
        "Voc pode descansar fcil, ento, porque eu no estarei tendo o
        gosta de voc. Mas eu o beijarei e o trarei arrependido
        isto"
        
        Ela fez bom na palavra dela, enquanto o beijando longo e
        duro at que eles se retiraram e sorriram ao uma
        .. outro. "Voc sentiu falta de mim, ento? " Maggie perguntou.
        
        "No um bocado. Eu terei um quartilho de Guinness, Tim, e
        a mesma coisa que nossa celebridade est tendo." Ele roubou um
        das fatias dela. "Eu ouvi voc estava de volta."
        
        "Oh." A voz dela esfriou um pouco. "Voc viu Brie? "
        
        "No, eu ouvi voc estava de volta", ele repetiu. "Seu
        forno."
        
        "Ah."
        
        "Minha irm me enviou alguns recortes, de Cortia".
        
        "Mmm. Como a Mary Ellen est? "
        
        "Oh, ela  ajustada. Puxado e as crianas, tambm". Mur -
        phy alcanaram no bolso dele, carranqueou, bateu levemente outro.
        "Ah, aqui ns vamos." Ele levou fora dois pedaos dobrados de
        jornal. "'Clarewoman triunfa em Dublin, '" ele
        leitura. " 'Margaret Mary Concannon impressionou a arte
        formule em uma exibio em Galeria Mundial, Dublin,
        O domingo pela noite.' "
        
        - Me "deixe ver isso." Maggie arrebatou o recorte
        fora da mo dele. "'Senhorita Concannon, um livre-soprado -
        artista de copo, puxou elogio e elogios da -
        tendees do espetculo com o tipo negrito dela e complexo
        gculptures e desenhos. O prprio artista  um
        diminutive'-diminuto, hah! " Editorialized de Maggie.
        
        "Devolva. Murphy arrastou o recorte fora; e continuou se lendo para isto em voz alta. " 
        'Uma mulher jovem diminuta de talento excepcional e beleza.'
        
        Hah, voc", que Murphy somou, enquanto zombando a ela.
        " 'O ruivo de olhos verdes de aparncia de marfim e
        charme considervel era como fascinando como o trabalho dela para
        este amante de arte. Mundialmente, um das galerias de topo em
        o mundo, se considera afortunado exibir Senhorita
        O trabalho de Concannon.
        
        '"Eu acredito que ela s  comeada bater a criatividade" dela, declarou Rogan Sweeney, presidente de Mundialmente. "Trazendo o trabalho de Senhorita Concannon 
 ateno do mundo  um privilgio". '"
        
        "Ele disse que? " Ela alcanou novamente para o recorte,
        mas Murphy ofereceu isto de alcance.
        
        "Sim. Est em preto e branco aqui. Agora me deixe
        fim. Pessoas querem ouvir."
        
        Realmente, o bar tinha ido quieto. Todo olho era aceso
        Murphy como ele terminou a reviso.
        
        "Mundialmente estar viajando vrios de Senhorita Con -
        os pedaos de canho durante o prximo ano, e manter
        outros, pessoalmente selecionou pelo artista e Sr.
        Sweeney, em exibio permanente em Dublin.' " Satisfeito, Murphy colocou o recorte na barra onde
        Tim iou em cima de ver isto.
        
        "E h quadros", ele somou, enquanto desdobrando o
        segundo recorte. "De Maggie com o marfim complexo -
        on e algum do copo caprichoso dela. Nada para dizer,
        Maggie? "
        
        Ela deixou sair uma respirao longa, arrastada ao cabelo dela. "EU
        adivinhe eu diria melhor 'bebidas para todos meus amigos.' "
        
        "Voc est quieto, Maggie Mae".
        
        Maggie sorriu em cima do apelido, um o pai dela
        tinha usado para ela. Ela era mais que confortvel em
        A zorra de Murphy, com a bicicleta dela alojada na cama e
        o mquina ronronando, como fez tudo da maquinaria de Murphy, como um gato satisfeito.
        
        "Eu estou pensando que eu sou um pedao pequenino bbado, Murphy". Ela
        estirado e suspirou. "E que eu gosto do sentimento
        muitos."
        
        "Bem, voc ganhou isto. "Ela era mais que um pedao pequenino
        bbado que era por que ele tinha puxado a bicicleta dela em seu
        zorra antes de ela pudesse pensar discutir. "Ns somos tudo
        orgulhoso de voc, e eu para a pessoa olharei naquela garrafa
        voc me fez de agora em diante" com mais respeito.
        
        "'Tis uma panela de erva daninha, eu lhe, no uma garrafa, falei. Voc
        ponha bonitos ramos ou flores selvagens nisto."
        
        Por que qualquer um traria ramos, bonito ou caso contrrio, na casa estava alm dele. "Assim  voc
        voltando para Dublin, ento? "
        
        "Eu no fao durante um tempo, de qualquer maneira. Eu no posso
        trabalhe l e trabalho o que eu quero fazer agora mesmo."
        Ela fez carranca a um tombo de furze, prateou agora pelo
        lua nascente. "Ele nunca agiu goste era um privilgio, voc sabe."
        
        "O que  que? "
        
        "Oh, no, sempre era que / deveria ser privilegiado
        ele tinha dado uma olhada em mim trabalho. O grande e
        ft"powerful Sweeney que d o pobre, lutando o artista um
        chance para fama e fortuna. Bem, eu pedi fama
        , e fortuna, Murphy? Isso eu sou o que querem saber?
        Eu pedi isto? "
        
        Ele soube o tom, o tapa agressivo, defensivo,
        disto, e respondeu cautiously. "Eu no posso dizer, Maggie.
        Mas voc no quer isto? "
        
        "Claro que eu fao. Eu me pareo um fleabrain? Mas pergunta
        para isto? No. Eu lhe perguntei nunca uma vez para um
        coisa santificada, exclua ao comeo para me deixar s.
        e fez ele? Hah! " Ela dobrou os braos dela por ela
        trax. "No muito que ele fez. Ele me tentou. Murphy,
        e o diabo ele no poderia ter sido mais astuto
        e persuasivo. Agora eu estou preso, voc v, e no pode ir
        atrs."
        
        Murphy enrugou os lbios dele e puxou suavemente para um
        pare pelo porto dela. "Bem, voc est querendo para voltar? "
        
        "No. E isso  o pior disto. Eu quero isso exatamente que
        ele diz eu posso ter, e quer isto assim fere meu corao.
        Mas eu no quero coisas para mudar qualquer um, isso  o
        inferno disto. Eu quero ser deixado trabalhar e pensar s,
        e s ser. Eu no sei como eu posso ter ambos."
        
        "Voc pode ter o que voc quer, Maggie. Voc tambm 
        teimoso levar menos."
        
        Ela riu a que e virou o beijar
        de modo lamacento. "Oh, eu o, Murphy, amo. Por que no o faz
        entre fora no campo e dance comigo dentro o
        luar? "
        
        Ele sorriu, arrepiou o cabelo dela. "Por que no faz eu pus
        sua bicicleta fora e o comprime em cama? "
        
        "Eu farei isto meself." Ela escalou fora da zorra, mas
        ele era mais rpido. Ele ergueu fora a bicicleta dela e fixou isto em
        a estrada. 'Obrigado por me escoltar casa, Sr.
        Muldoon."
        
        O prazer era meu, Senhorita Concannon. Agora
        o adquira a cama."
        
        Ela que tem rodas a bicicleta dela pelo porto como ele
        comeado a cantar. H pouco parando interior o jardim, ela,
        escutado como a voz dele, um tenor forte, doce, acumulada
        pela noite aquiete e desapareceu.
        
        "S todo s pela praia de lavagem de onda, todo s,
        em um corredor abarrotado. O corredor  alegre, e as ondas
        eles so principais, mas meu corao no est aqui nada."
        
        Ela sorriu um pequeno e terminou o resto nela
        mente. Voa longe, de noite e de dia, para as vezes
        e as alegrias que tm sido.
        
        "Slievenamon" era a balada, ela soube. Mulher
        S a Montanha. Bem, ela no estava estando de p em um
        montanha, mas ela pensou que ela entendeu a alma
        da melodia. O corredor em Dublin tinha sido alegre, contudo ela
        corao no tinha estado l. Ela tinha estado s. Todo s.
        
        Ela que tem rodas a bicicleta dela ao redor a parte de trs, mas em -
        lugar de entrar, Maggie encabeou longe do
        liouse. Era verdade ela estava um pequeno tonta e
        nenhum muito firme nos ps dela, mas ela no quis
        desperdcio tal uma noite em cama. S em cama.
        
        E bbado ou fica sbrio, dia ou noite, ela poderia achar
        o modo dela em cima da terra que tinha sido uma vez dela.
        
        Ela ouviu o pio de uma coruja e o sussurro de
        | lomething de il que caou ou escondeu de noite dentro o mais alto
        ^ passe ao leste. Em cima, a lua, h pouco passado cheio,
        Er-Aone gostam de uma baliza luminosa em um mar natatrio de
        estrelas. A noite sussurrou ao redor dela, secretamente. Um
        riacho para o oeste balbuciou em resposta.
        
        Esta, isto, fez parte do que ela quis. Isso que ela
        precisou tanto quanto respirao era a glria de solido.
        Eu.' Tendo os campos verdes que fluem ao redor dela, prateou
        || agora em lua - e estrela-luz, com s o brilho lnguido,
        | [ao longe isso era o abajur em Murphy
        
        Eu cozinha.
        
        Ela se lembrou de andar aqui com o pai dela, ela,
        a mo de criana apertou calorosamente em seu. Ele no teve
        falado de plantao ou arando, mas de sonhos. Sempre,
        ? te tinham falado de sonhos.
        || |. Ele nunca realmente achou o seu.
        
        'Mais triste de alguma maneira, ela pensou, era que ela era
        comeando a ver que a me dela tinha achado o sua,
        s perder isto novamente.
        
        Como v seja, ela desejou saber, ter isso que voc
        querido to ntimo quanto suas pontas do dedo, ento tem deslize
        fora? Sempre.
        
        E no era que exatamente o que ela era assim
        amedrontado de?
        
        Ela se deita na parte de trs dela na grama, a cabea dela,
        girando com muita bebida e muitos sonhos
        outro prprio. As estrelas que tem rodas no dana dos anjos deles/delas,
        e a lua, brilhante como uma moeda prateada, olhou abaixo em
        o dela. O ar foi adocicado pela cano alegre de um nightin -
        vento forte. E a noite era s dela.
        
        Ela sorriu, fechou os olhos dela e dormiu.
        
        
        
        
        Captulo Onze
        
        
        Era a vaca que a se despertou. Os olhos grandes, lquidos
        estudado a forma dormente enrolada no pasto.
        Havia pouco pensado na cabea de uma vaca diferente de
        "comida e a necessidade ser ordenhado. Assim ela cheirou uma vez,
        duas vezes,  bochecha de Maggie, bufou, ento comeou
        semeie grama.
        
        "Oh Deus tem clemncia, o que  o barulho? "
        
        A palpitao de cabea dela como um ser de tambor grande
        batido, Maggie rolou em cima de, bateu solidamente no
        o foreleg de vaca e olhos turvos, injetados abertos.
        
        Doce Jesus Christ"! " O grito de Maggie reverberou
        na cabea dela como um gongo, a fazendo pegar seguram de
        as orelhas dela como se eles estivessem a ponto de explodir como ela
        
        subido fora. A vaca, to assustado quanto ela, mugiu
        e rodou os olhos dela. "O que est fazendo voc aqui? "
        Mantendo um cabo firme na cabea dela, Maggie fez isto para
        os joelhos dela. "O que estou fazendo eu aqui? " Quando ela
        derrubado atrs nas coxas dela, ela e a vaca
        um ao outro doubtfully. "Eu devo ter dormido.
        Oh! " Em defesa lamentvel contra um se enfurecer
        ressaca, ela trocou as mos dela das orelhas dela para ela
        olhos. "Oh, a penitncia pagou por uma bebida em cima do
        limite. h pouco senta aqui mesmo durante um minuto, se voc no nota,
        at que eu tenho a fora para estar de p."
        
        A vaca, depois de um ltimo rolo dos olhos dela, comeou
        paste novamente.
        
        A manh era luminosa e esquenta, e cheio de
        som. O zango de um trator, o latido de um cachorro, o
        birdsong alegre rolaram na cabea doente de Maggie. O dela
        boca provou como se ela tivesse gastado o jantando noturno em um
        pntano de turfa, e as roupas dela foram cobertas com manh
        orvalho.
        
        "Bem,  uma coisa boa para passar fora em um campo como um
        vagabundo bbedo."
        
        Ela fez isto aos ps dela, balanou uma vez e gemeu.
        A vaca assobiou seu rabo em o que poderia ter sido
        condolncia. Cauteloso, Maggie estirou. Quando ela
        ossos no quebraram, ela trabalhou fora o resto do
        dobras e deixou os olhos arenosos dela esquadrinharem o campo.
        
        Mais vacas, desinteressado na visita humana deles/delas,
        pastado. No prximo campo, ela poderia ver o crculo de
        pedras paradas, antigo como o ar que os habitantes
        o Mark de Druid chamado. Ela se lembrou de beijar agora
        Boa noite de Murphy e, com o desvanecimento cano jogar dele
        na cabea dela, vagando debaixo da lua.
        
        E o sonho que ela tinha tido, enquanto dormindo debaixo de sua prata
        ilumine, voltou to vividamente a ela, assim breathlessly que
        ela esqueceu da palpitao na cabea dela e o
        dureza nas juntas dela.
        
        A lua, ardendo com luz, que pulsa como um
        batida do corao. Inundando o cu, e a terra em baixo disto
        com luz branca fria. Ento tinha queimado, quente como um
        tocha at que correu com cor, sangrou bluess e reds e
        ouro to graciosamente aquele at mesmo em sono ela tinha lamentado.
        
        Ela tinha alcanado para cima, e para cima, e para cima, at que ela teve
        tocado isto. Alise tinha sido, e slido e esfria
        como ela cupped isto nas mos dela. Naquela esfera teve ela
        se visto, e profundamente, em algum lugar fundo dentro
        essas cores natatrias, tinha sido o corao dela.
        
        A viso que gira na cabea dela era mais que um
        emparelhe para uma ressaca. Dirigido por isto, ela correu do
        campo, deixando as vacas plcidas ao pastar deles/delas e o
        manh para seu birdsong.
        
        Dentro da hora ela estava no estdio dela, desesperado,
        se transformar viso em realidade. Ela precisou de nenhum esboo, no,
        com a imagem to corajosamente impressa na mente dela.
        Ela no tinha comido nada, no precise. Com a emoo
        de descoberta que brilha em cima dela como um capote, ela
        feito a primeira dobra.
        
        Ela alisou isto no mrmore esfriar e centrar
        isto. Ento ela deu isto a respirao dela.
        
        Quando estava novamente aquecido e fluido, ela marvered
        a bolha em cima de colorants pulverizado. Nas chamas
        foi novamente at que a cor derreteu no recipiente
        parede.
        
        Ela repetiu o processo em cima de e em cima de, somando
        copo, fogo, respirao, cor. Virando e virando o
        vara ambos contra e com gravidade, alisou ela o
        ardendo esfera com remos manter sua forma.
        
        Uma vez ela tinha transferido o recipiente de tubo para
        pontil, ela aqueceu isto fortemente no buraco de glria. Ela
        empregue uma vara molhada agora, enquanto segurando isto firmemente para
        a boca do trabalho dela de forma que a presso a vapor
        aumentado a forma.
        
        Todas as energias dela foram focalizados. Ela soube isso
        a gua na vara vaporizaria. A presso
        poderia apagar as paredes de recipiente. Teria sim
        com um menino de pontil agora, algum para ser outro par de
        mos, ir buscar ferramentas, juntar mais copo, mas ela
        nunca tinha contratado qualquer um para o trabalho.
        
        Ela comeou a murmurar a ela como ela foi forada
        faa para as viagens a, atrs para o forno, atrs para
        o marver, atrs para a cadeira.
        
        O sol subiu mais alto, enquanto fluindo pelo ganhe -
        dows e a coroando em um nimbus de luz.
        
        Isso era como Rogan a viu quando ele abriu o
        porta. Sentando na cadeira, com uma bola de cor fundida,
        debaixo das mos dela e luz solar que a circulam.
        
        Ela o poupou um relance afiado. 'Se v isso
        casaco de terno de maldio e gravata. Eu preciso de suas mos."
        
        "O que? "
        
        "Eu preciso de suas mos, condene. Faa o que eu conto exatamente
        voc e no fala comigo."
        
        Ele no estava seguro ele pde. Ele no foi golpeado freqentemente
        bobo, mas naquele momento, com a exploso de fogo, o
        flash de sol, ela se parecia algum tipo de feroz, gneo
        deusa que cria mundos novos. Ele fixou a pasta dele
        aparte e tirou fora o casaco dele.
        
        "Voc segurar este fixo", ela lhe falou como ela
        deslizado fora da cadeira. "E voc virar o pontil
        da mesma maneira que eu sou. Voc v? Lentamente, constantemente. Nenhum puxo ou
        pausas ou eu teremos que o matar. Eu preciso de um prunt."
        
        Ele estava to atordoado que ela confiaria nele com
        o trabalho dela que ele sentou na cadeira dela sem uma palavra. O
        tubo estava morno nas mos dele, mais pesado que ele,
        esperado. Ela manteve o seu em cima do dele at que ela sentia ele teve
        o ritmo.
        
        "No pare", ela o advertiu. "Me acredite, seu
        mesma vida depende disto."
        
        Ele no a duvidou. Ela foi para o forno,
        juntado um prunt e voltou.
        
        "Voc v como eu fiz isso? Nada para aquela parte.
        Eu quero que voc faa isto da prxima vez" para mim. Uma vez a parede
        foi amolecido, ela levou tomadas e empurrou no
        copo.
        
        "Faa agora." Ela levou o tubo dele e
        continuado trabalhando isto. "Eu posso tosquiar isto fora se voc juntar
        muito."
        
        O calor do forno roubou a respirao dele. Ele
        imergiu o tubo dentro, enquanto seguindo as direes concisas dela,
        rodado isto debaixo da fundio. Ele assistiu a dobra de copo
        e agarra, como lgrimas quentes.
        
        "Voc trar isto a mim da parte de trs do banco
        e  direita." O se antecipando, ela arrebatou para cima
        um par de pinas e levou controle do pontil iguale como
        ele pescou isto para ela.
        
        Ela repetiu o processo, enquanto enviando fora fascas de
        a cera, enquanto intercalando copo em copo, colora em cor.
        Quando ela estava satisfeita com o desgnio interior, ela,
        reblew o recipiente, urgindo isto novamente em uma esfera,
        amoldando isto com ar.
        
        Que serra de Rogan era um crculo perfeito, o tamanho,
        talvez de uma bola de futebol. O interior do claro
        orbe de copo explodiu com cores e formas, sangrou e
        pulsado com eles. Se ele tivesse sido um homem fantstico,
        ele teria dito que o copo viveu e h pouco respirou
        como fez ele. As cores rodaram, impossivelmente vvido, ao
        centre, ento fluiu s cores mais delicadas como eles
        arrastado  parede.
        
        Sonhos, ele pensou.  um crculo de sonhos.
        
        "Me traga que arquivo", ela estalou fora.
        
        O isso que? "
        
        "O arquivo, dinamite." Ela j estava movendo para um
        banco cobriu com blocos  prova de fogo. Como suportou ela o
        pontil em um vcio arborizado, ela ofereceu a mo dela, como
        um cirurgio que exige um escalpelo. Rogan esbofeteou um arquivo
        nisto.
        
        Ele a ouviu reduzir a velocidade pausa de respirao fixa, segure,
        da mesma maneira que ela golpeou o lao de copo com o arquivo. Ela
        golpeado o pontil. A bola rolou confortavelmente sobre
        o bloco. "Luvas", ela ordenou. 'O pesado por
        minha cadeira. Se apresse.
        
        Ainda na bola, com os olhos dela empurrou ela o
        luvas em. Oh, ela quis segurar isto. Para xcara isto nela
        palmas nuas como ela teve no sonho dela. Ao invs, ela
        escolhido um garfo de metal, coberto com amiantos, e carro -
        ried a esfera para o forno recozendo.
        
        Ela fixou o cronmetro, ento representado um minuto, enquanto fitando
        inexpressivamente em espao.
        
        " a lua, voc v", ela disse suavemente. "Puxa
        as mars, no mar, em ns. Ns caamos por isto e colheita
        por isto e dorme por isto. E se ns temos bastante sorte, ns,
        possa segurar em nossas mos e possa sonhar por isto."
        
        "O que chamar voc isto? "
        
        "No ter um nome. Todo o mundo deveria ver isso que
        eles querem a maioria nisto." Como se saindo de um sonho
        ela, ela ergueu uma mo  cabea dela. "Eu estou cansado."
        Ela marchou wearily atrs  cadeira dela, sentou e a deixou
        queda de cabea atrs.
        
        Ela era leite plido, Rogan notou, escoou do
        brilho energizado que tinha a coberto enquanto ela
        trabalhado. "Voc resolveu a noite novamente? "
        
        "No, eu dormi ontem  noite." Ela sorriu a ela. "Em
        O campo de Murphy, debaixo do luminoso, lua cheia."
        
        "Voc dormiu em um campo? "
        
        "Eu estava bbado." Ela bocejou, ento riu e
        aberto os olhos dela. "Um pequeno. E era tal um principal
        noite."
        
        "E quem", Rogan perguntou como ele cruzou a ela, "
        Murphy? "
        
        "Um homem que eu conheo. Que teria sido um pouco
        surpreendido para me achar dormindo no pasto dele. V
        voc me adquire uma bebida? "  sobrancelha erguida dele, riu ela.
        "Um macio, se voc vai. Do refrigerador l.
        E" se ajuda, ela somou quando ele a obrigou.
        "Voc faz um menino de pontil passvel, Sweeney".
        
        "Voc  bem-vindo", ele disse, enquanto levando que para um obrigado.
        Como ela inclinou a lata que ele lhe devolveu, ele esquadrinhou o
        quarto. Ela no tinha sido inativa, ele notou. Havia
        vrios pedaos novos comprimiram fora, as interpretaes dela de
        a exibio americana Nativa. Ele estudou um raso
        prato largo-labiado, enfeitado com cores fundas, sombrias.
        
        "Trabalho adorvel."
        
        "Mmm. Uma experincia fora a que virou bem. EU
        copo opaco e transparente combinado." Ela bocejou
        novamente, amplamente. "Ento lata-fumado isto."
        
        "Lata-fumado? No importa", ele disse quando ele viu
        que ela estava a ponto de lanar em um complicado
        explicao. "Eu no entenderia o que voc era
        falando aproximadamente, de qualquer maneira. Qumica nunca era meu forte.
        Eu h pouco serei agradado com o produto acabado."
        
         suposto que "voc diz isto  fascinante, da mesma maneira que eu
        ."
        
        Ele olhou atrs a ela e os lbios dele se contraram.
        "Est lendo suas revises, voc tem? Deus nos ajuda
        agora. Por que voc no vai adquirir algum resto? Ns falaremos depois.
        Eu o levarei ao jantar."
        
        "Voc no veio tudo isso modo para me levar
        o jantar."
        
        "Eu desfrutaria isto s o mesmo."
        
        Havia algo diferente sobre ele, ela,
        decidido. Alguma mudana sutil em algum lugar fundo em
        esses olhos deslumbrantes seu. Tudo que que era, ele teve isto
        sob controle. Um par de horas com ela devem
        fixe que, Maggie concluiu, e sorriu a ele.
        
        "Ns entraremos na casa, tenha um pouco de ch e uma mordida para
        coma. Voc pode me falar por que voc veio."
        
        O ver, em primeiro lugar".
        
        Algo no tom dele lhe disse que a afiasse
        inteligncias trabalhar-entorpecidas. "Bem, voc me" viu.
        
        "Assim eu tenho." Ele apanhou a pasta dele e
        aberto a porta. "Eu poderia usar aquele ch."
        
        "Bom, voc pode ameaar isto." Ela atirou um olhar em cima dela
        assuma como ela pisou fora. "Se voc sabe como."
        
        "Eu acredito que eu fao. Seu jardim parece adorvel."
        
        "Brie tendeu isto enquanto eu tive sido ido. O que  isto? "
        Ela bateu um p contra uma caixa de papelo a ela
        porta dos fundos.
        
        "Alguns coisas que eu trouxe comigo. Seus sapatos para
        um. Voc os deixou na sala de estar."
        
        Ele lhe deu a pasta e puxou a caixa
        na cozinha. Depois de esvaziar isto na mesa, ele
        dado uma olhada ao redor da cozinha.
        
        "Onde o ch ? "
        
        "No armrio sobre o fogo."
        
        Enquanto ele foi trabalhar que ela racha a caixa aberto.
        Momentos depois ela estava se sentando, a segurando,
        inche como riu ela.
        
        "Nunca confie em voc esquecer de uma coisa. Rogan, se eu
        no atender o telefone, por que se eu deveria escutar um tolo
        secretria eletrnica? "
        
        "Porque eu o assassinarei se voc no faz. "
        
        H isso." Ela subiu novamente e arrancou um
        calendrio de parede. "Impressionistas franceses", ela mur -
        mured, estudando os quadros sobre cada ms.
        "Bem, pelo menos est bonito."
        
        "Use", ele simplesmente disse, e fixou a chaleira para ferver.
        "E a mquina, e isto." Ele alcanou no
        o encaixote e tirou de um caso aveludado longo.
        Sem cerimnia ele sacudiu isto aberto e tirou um
        relgio de ouro esbelto, sua face ambarina circulada por diamantes.
        
        "Deus, eu no posso usar isso.  o relgio de uma senhora. Eu vou
        esquea eu estou usando isto e com isto."
        
        " impermevel."
        
        "Eu quebrarei isto."
        
        "Ento eu o adquirirei outro." Ele levou o brao dela,
        comeado a desabotoar o punho de manga da camisa dela. Isso que o
        inferno isto ? " ele exigiu quando ele bateu a bandagem.
        "O que o tm terminado? "
        
        " uma queimadura." Ela ainda estava encarando o relgio e
        no veja a fria iluminar nos olhos dele. "Eu me pus um pouco
        descuidado."
        
        "Condene isto, Maggie. Voc tem nenhum certo ser descuidado.
        Nenhum nada.  eu ser preocupado sobre voc fixando
        voc em chamas agora? "
        
        "No seja ridculo. Voc pensaria que eu cortei meu
        mo." Ela teria apartado a mo dela, mas seu
        aperto apertou. "Rogan, para causa de piedade, artista de copo
        adquire uma queimadura de vez em quando. No  fatal."
        
        "Claro que no", ele disse stiffly. Ele forou atrs o
        enfurea ele estava sentindo ao descuido dela e apertou
        o relgio no pulso dela. "Eu no gosto do ouvir ter
        sido descuidado." Ele deixou o dela d v, deslizou o prprio dele
        nos bolsos dele. "No  srio, ento? "
        
        "No." Ela o assistiu cautelosamente quando ele foi
        responda a chaleira  estridente. "Deva eu nos fao uma areia -
        wich? "
        
        "Como voc goste."
        
        "Voc no disse quanto tempo voc estaria ficando."
        
        "Eu voltarei hoje  noite. Eu quis falar com voc dentro
        pessoa em lugar de tentar o localizar atravs de telefone." Em
        controle novamente, ele terminou fabricao o ch e trouxe
        a panela para a mesa. "Eu o trouxe para os recortes
        perguntado para minha av aproximadamente."
        
        "Oh, os recortes." Maggie encarou a pasta dele.
        "Sim, isso era bom outro. Eu os lerei depois." Quando
        ela estava s.
        
        "Certo. E havia qualquer outra coisa que eu quis
        o dar. Pessoalmente."
        
        "Qualquer outra coisa." Ela fatiou por um po de
        O po de Brianna. " um dia para presentes."
        
        Isto no qualificaria como um presente." Rogan abriu
        a pasta dele e tirou um envelope. "Voc pode querer
        abrir isto agora."
        
        "Certo, ento." Ela tirou o p das mos dela, rasgou
        abra o envelope. Ela teve que agarrar a parte de trs de um
        cadeira para manter o equilbrio dela como ela prosseguiu lendo a quantia
        o cheque. "Mary, me de Deus".
        
        "Ns vendemos todo pedao que ns tnhamos estimado." Mais que
        satisfeito pela reao dela, ele assistiu a pia dela em
        a cadeira. "Eu diria que a exibio era totalmente sucesso -
        ful."
        
        "Todo pedao", ela ecoou. "Para tanto."
        
        Ela pensou na lua, de sonhos, de mudanas.
        Fraco, ela ps a cabea dela na mesa.
        
        "Eu no posso respirar. Meus pulmes se desmoronaram." Em -
        ao, ela quase no poderia falar. "Eu no posso adquirir minha respirao."
        
        "Seguramente voc pode." Ele foi atrs dela, massaged ela
        ombros. "S em e fora. Lhe d um minuto para
        deixe levar cabo."
        
        " quase duzentas mil libras."
        
        "Muito quase. Com o interesse ns geraremos de
        visitando seu trabalho, e oferecendo s uma poro disto
        para o mercado, ns aumentaremos o preo." Os estrangularam
        soe ela fez o causado rir. "Em e fora,
        Maggie amam. H pouco empurre o ar fora e traga
        novamente. Eu organizarei por transportar para esses pedaos
        voc terminou. Ns fixaremos a excurso durante o outono,
        porque voc completou tanto j. Voc pode
        queira se ir algum tempo para se desfrutar. Tenha um
        feriado."
        
        "Um feriado." Ela sentou novamente para cima. "Eu no posso pensar aproximadamente
        aquele contudo. Eu no posso pensar nada."
        
        "Voc tem tempo." Ele bateu levemente a cabea dela, ento moveu
        ao redor dela verter o ch. "Voc jantar com
        eu hoje  noite, celebrar? "
        
        "Sim", ela murmurou. "Eu no sei o que dizer,
        Rogan. Eu nunca realmente acreditei vai... Eu h pouco
        no acredite." Ela apertou as mos dela a ela
        boca. Para um momento ele tinha medo que ela comearia
        chorar, mas era risada, selvagem e exultante, isso
        estoure fora outra boca. "Eu sou rico! Eu sou uma mulher rica,
        Rogan Sweeney." Ela estourou fora da cadeira beijar
        ele, ento girou fora. "Oh, eu sei que  uma gota dentro
        o balde para voc, mas para eu-para mim,  liberdade.
        As cadeias esto quebradas, se ela os quer
        seja ou no."
        
        Sobre "o que est falando voc? "
        
        Ela tremeu a cabea dela, enquanto pensando em Brianna. "Sonhos,
        Rogan, sonhos maravilhosos. Oh, eu tenho que lhe falar. Direito
        fora." Ela arrebatou para cima o cheque e impulsivamente
        enchido isto no bolso de parte de trs dela. "Voc ficar, por favor. Tenha
        seu ch, faa um pouco de comida. Faa uso do telefone
        voc  assim apaixonado por. Tudo que que voc gosta."
        
        "Onde voc vai? "
        
        "Eu no serei longo." Havia asas nos ps dela como
        ela girou atrs e o beijou novamente. Os lbios dela
        perdido o seu na pressa dela e pegou o queixo dele. "No faa
        v." Com isso ela estava correndo fora da porta e
        pelos campos.
        
        Ela estava soprando como uma mquina a vapor at que
        ela subiu em cima da cerca de pedra que limitou
        A terra de Brianna. Entretanto, ela tinha sido esfalfado
        antes de ela tivesse comeado a raa. Ela apenas perdeu
        pisoteando a irm dela  amor-perfeito-um pecado que ela teria
        pagado afetuosamente-e deslizou na pedra estreita
        caminho que feriu pelas flores aveludadas.
        
        Ela respirou ar para gritar, mas no desperdiou isto como ela
        Brianna manchado no pequeno caminho de alm verde
        o jardim, linho suspenso na linha.
        
        Prendedores de roupa na boca dela, folhas molhadas nas mos dela,
        Brianna fitou pelas aquilgias de aceno e
        margaridas enquanto Maggie apertou as mos dela ao baque dela -
        corao de ding. No dizendo nada, Brianna estalou o
        folha habilmente e comeou a cortar isto  linha.
        
        Ainda havia ferido no face da irm dela, Maggie,
        observado. E raiva. Tudo esfriaram ligeiramente com Brian -
        a mistura especial de na de orgulho e controle. O lobo -
        co de caa deu um latido feliz e comeou adiante, s
        parar curto  ordem quieta de Brianna. Ele resolveu,
        com o que poderia ser s um olhar de pesar a Maggie,
        atrs ao ps do amante dele. Ela levou outra folha
        da cesta ao lado dela, sacudiu isto e cortou isto
        nitidamente secar.
        "Oi, Maggie."
        
        Assim o vento assoou resfriado deste trimestre, Maggie,
        meditado, e comprimiu as mos dela nos bolsos de parte de trs dela.
        "Oi, Brianna. Voc tem os convidados? "
        
        "Sim. Ns estamos cheios no momento. Um americano
        junte, uma famlia inglesa e um homem jovem de
        
        Blgica."
        
        "Uns Naes Unidas virtuais." Ela cheirou elaborately.
        
        "Voc tem tortas assando."
        
        'Eles so assados e esfriando no batente."
        Porque ela odiou confrontaes de qualquer amvel, Brianna
        manteve os olhos dela no trabalho dela como falou ela. "Eu pensei
        sobre o que voc disse, Maggie, e eu quero dizer eu sou
        arrependido. Eu deveria ter estado l para voc. Eu devo
        achou um modo."
        
        "Por que no o fez? "
        
        Brianna deixou sair uma respirao rpida, o nico sinal dela de
        agitao. "Voc nunca faz isto fcil, o faa? "
        
        "No."
        
        "Eu obrigao-no s tenho a ela", ela disse
        antes de Maggie pudesse falar. "Mas para este lugar. Voc 
        no a nica com ambies, ou com sonhos."
        
        As palavras aquecidas que queimaram na lngua de Maggie
        esfriado, ento deslizou fora. Ela virou estudar a parte de trs de
        a casa. A pintura estava fresca e branca; as janelas,
        aberto  tarde de vero, estava brilhando. Ate
        cortinas ondularam, romntico como um vu nupcial. Flores
        aglomerado o cho e despejou de panelas e lata
        baldes.
        
        "Voc fez trabalho bom aqui, Brianna. Gran vai
        aprovou."
        
        "Mas voc no faz. "
        
        "Voc est errado." Em uma desculpa dela prprio, ela se deitou
        uma mo no brao da irm dela. "Eu no reivindico eu debaixo de -
        esteja de p como voc faz isto, ou por que voc quer, mas isso 
        no para mim dizer. Se este lugar  seu sonho, Brie,
        voc fez isto lustrar. Eu sinto muito eu gritei a voc."
        
        "Oh, eu sou usado a isso." Apesar do tom resignado dela,
        estava claro que ela tinha descongelado. "Se voc esperar at que eu tenha
        terminado aqui, eu vestirei um pouco de ch. Eu tenho um pouco de ninharia
        ir com isto."
        
        O estmago vazio de Maggie respondeu avidamente, mas
        ela tremeu a cabea dela. "Eu no tenho tempo por isto. Eu parti
        Rogan atrs na cabana."
        
        "O deixado? Voc deveria o ter trazido junto
        com voc. Voc no pode deixar um convidado que chuta os saltos de sapatos dele
        aquele modo."
        
        "Ele no  um convidado, ele . . . bem, eu no sei
        o que ns o chamaramos, mas isso no importa. Eu quero
        lhe mostre para algo."
        
        Embora o senso dela de decoro estivesse ofendido,
        Brianna tirou a ltima fronha. "Certo, espetculo
        eu. Ento volte a Rogan. Se voc no tem nenhuma comida dentro o
        more, o traga aqui. O homem veio todo o modo
        de Dublin afinal de contas, e - "
        
        "Voc deixar de preocupar sobre Sweeney? " Maggie
        corte impacientemente dentro, e arrancou o cheque dela
        bolso. "E olha para isto? "
        
        Uma mo na linha, Brianna olhou ao
        papel. A boca dela derrubou aberto e o prendedor de roupa
        caia fora se estatelar no cho. A fronha flutuou
        depois disto.
        
        "O que ? "
        
        "Isto um cheque , voc  cego? Um grande, gordo, bonito
        cheque. Ele vendeu tudo, Brie. Tudo que ele teria a inteno de vender."
        
        "Para tanto? " Brianna s poderia bocejar a todos o
        zeros. "Para tanto? Como isso pode ser? "
        
        "Eu sou um gnio." Maggie agarrou os ombros de Brianna
        e a girou ao redor. "Voc no l minhas revises?
        Eu tenho profundidades inexploradas de criatividade." Rindo, ela,
        Brianna arrastado em um hornpipe vivo. "Oh, e
        h algo mais sobre minha alma e meu sexual -
        ity. Eu no memorizei tudo contudo."
        
        "Maggie, espera. Minha cabea est girando."
        
        "Deixe girar. Ns somos ricos, voc no v? " Eles
        cado junto ao cho, Maggie gritando,
        com risada e Trapaceiro que pulam para dentro de crculos frenticos
        ao redor deles. "Eu posso comprar aquele torno mecnico de copo que eu fui
        querendo, e voc pode ter aquele fogo novo que voc tem
        est fingindo voc no precisa. E ns teremos um
        feriado. Em qualquer lugar no mundo, em qualquer lugar a'tall. Eu vou
        tenha uma cama nova." Ela se estatelou atrs na grama para
        lute com Trapaceiro. "E voc pode somar uma asa inteira
        sobre Blackthorn se voc tem uma mente para."
        
        "Eu no posso levar isto dentro. Eu h pouco no posso levar isto dentro."
        
        "Ns acharemos uma casa." Se empurrando novamente,
        Maggie enganchou um brao ao redor do pescoo de Trapaceiro. Isso que -
        j tipo que ela quer. E contrata algum para ir buscar e
        leve para ela."
        
        Brianna fechou os olhos dela e lutou o primeiro atrs
        chama culpada de elao. "Ela poderia no querer - "
        
        "Ser o que ela quer. Me" escute. Maggie
        as mos de Brianna agarrado e apertou. "Ela ir,
        Brie. E ela ser levada bem ao cuidado de. Ela ter
        tudo que a agrada. Amanh ns entraremos em Ennis
        e fala com Pat O'Shea. Ele vende casas. Ns a fixaremos
        para cima como grandly como podemos ns, e como depressa. Eu prometi
        Da eu faria meu melhor por ambos voc, e isso  o que eu sou
        indo fazer."
        
        "O tenha nenhuma considerao? " Maeve estava no
        alia, um mant ao redor os ombros dela apesar de
        o calor do sol. O vestido em baixo disto era
        engomado e apertar-por a mo de Brianna, Maggie
        no tido nenhuma dvida. "Fora aqui gritando e gritando
        enquanto um corpo est tentando para descansar." Ela puxou o mant
        mais ntimo e espetou um dedo  filha mais jovem dela.
        "Se levante fora o cho. O que est errado com voc?
        Se comportando como um hoyden, e voc com convidados no
        casa."
        
        Brianna subiu stiffly, escovado s calas compridas dela. " um
        dia bom. Talvez voc gostaria de sentar ao sol."
        
        "Eu posso como bem. Cancele aquele cachorro vicioso."
        
        "Sente, Trapaceiro." Protectively, Brianna ps uma mo no
        a cabea de cachorro. "Eu posso trazer um pouco de ch para voc? "
        
        "Sim, e ameaa isto esta geada" corretamente. Maeve arrastou
        para a cadeira e mesa Brianna tinha fixado para cima ao lado do
        jardim. "Aquele menino que belga, ele moveu para cima
        os degraus duas vezes hoje. Voc ter que lhe dizer que note
        a raquete.  o que vem quando os pais deixaram o deles/delas
        crianas passeiam o pas" por toda parte.
        
        "Eu terei o ch em um momento. Maggie, o v
        
        fique? "
        
        "No para ch. Mas eu terei uma palavra com Me." Ela
        enviado para a irm dela um olhar de ao prevenir qualquer argumento.
        "O enlate esteja pronto para dirigir em Ennis antes das dez
        amanh. Brie? "
        
        "Eu-sim, eu estarei pronto."
        
        "O que  isto? " Maeve exigiu como Brie caminhou
        para a porta de cozinha. O que  os dois de voc
        planejando? "
        
        "Seu futuro." Maggie levou a cadeira ao lado dela
        me, expulsa as pernas dela. Ela tinha querido ir
        sobre isto diferentemente. Depois do que ela tinha comeado a aprender,
        ela tinha esperado que ela e a me dela pudessem achar um
        cho se encontrando em algum lugar alm das leses velhas.
        Mas j as velhas raivas e culpas estavam trabalhando dentro
        o dela. Se lembrando da lua de ontem  noite e os pensamentos dela
        sobre sonhos perdidos, falou ela quietamente. "Ns estamos depois
        lhe comprando uma casa."
        
        Maeve fez um som de desgosto e arrancou ao
        franja do mant dela. "Tolice. Eu estou contente aqui,
        com Brianna me" cuidar.
        
        "Eu estou seguro voc , mas est a ponto de terminar. Oh, eu vou
        o contrate um companheiro. Voc no precisa de preocupao que voc vai
        tenha que aprender fazer para voc. Mas voc no ser
        Brie usando mais.
        
        "Brianna entende as responsabilidades de um
        criana para a me" dela.
        
        "Mais que", Maggie concordou. "Ela  terminada tudo no poder dela lhe fazer contedo. Me. Isto
        no foi bastante, e talvez eu comecei a entender isso."
        
        "Voc no entende nada."
        
        "Talvez, mas eu gostaria de entender." Ela levou um
        respirao funda. Embora ela no pudesse alcanar fora para ela
        me, fisicamente ou emocionalmente, a voz dela macio -
        ened. "Eu verdadeiramente vou. Eu sinto muito pelo para cima o qual voc deu.
        Eu aprendi do s cantar - "
        
        "Voc no falar disto." A voz de Maeve era frgida.
        O dela j pele plida embranqueceu mais adiante com o
        choque de uma dor do que ela nunca tinha esquecido, nunca para -
        dado. "Voc nunca falar daquele tempo."
        
        "Eu s quis dizer eu sinto muito."
        
        "Eu no quero sua tristeza." Com a boca dela apertado,
        Maeve olhou aparte. Ela no pde agentar para ter o
        passado lanou na face dela, ser compadecido porque ela teve
        pecado e perdeu o que tinha importado a maioria a ela. "Voc
        no falar novamente" disto comigo.
        
        "Certo." Maggie apoiou adiante at Maeve
        olhar concordou nela. "Eu direi isto. Voc me culpa para
        o que voc perdeu, e talvez isso o conforta alguns -
        como. Eu no posso me desejar por nascer. Mas eu farei isso que eu
        lata. Voc ter uma casa, um bom, e um respeito -
        mulher capaz, competente para cuidar de suas necessidades, alguns -
        um que eu espero pode ser um amigo a voc como tambm um
        companheiro. Isto que eu farei para Da, e para Brie. E para
        voc."
        
        "Voc no fez nada para mim em sua vida mas causa
        eu misria."
        
        Assim no haveria nenhum amolecimento, Maggie percebeu.
        Nenhuma reunio em cho novo. "Assim voc me falou,
        tempo e novamente. Ns acharemos um fim de lugar bastante assim
        aquele Brie pode o visitar, porque ela sentir ela deve. E
        Eu mobiliarei o lugar como bem, porm voc gosta. Voc vai
        tenha um mensal mesada-para comida, para roupas, para
        tudo que que  que voc precisa. Mas eu juro antes de Deus que voc vai
        esteja fora da casa dele e em seu prprio antes de um
        ms  para cima."
        
        "Sonhos de tubo." O tom dela era cego e dismissive,
        mas Maggie sentia um pequeno frisson de medo abaixo.
        "Como seu pai, voc est cheio de sonhos vazios e
        esquemas tolos."
        
        "No vazio, e no tolo." Novamente, Maggie puxou
        o cheque fora do bolso dela. Este tempo teve ela o
        satisfao de ver o olhos da me dela vai larga e
        espao em branco. "Sim,  real, e  meu. Eu ganhei isto. EU
        ganhou isto porque Da teve a f em eu me deixar
        aprenda, me deixar tentar."
        
        Os olhos de Maeve sacudiram a Maggie, enquanto calculando. "O que
        ele deu voc pertenceu como bem" a mim.
        
        "O dinheiro para Veneza, por educar e para o
        telhe em cima de minha cabea que  verdade. Que mais ele me deu
        no tido nada que ver com voc. E voc adquirir seu
        parte disto." Maggie comprimiu fora novamente o cheque.
        "Ento eu no deverei nada" para voc.
        
        "Voc deve sua vida", briga de Maeve, para mim.
        
        Os "meus significaram pouco bastante para voc. Eu posso saber por que
        quer dizer, mas no muda como me faz sentir
        dentro de. Me entenda, voc ir sem reclamao,
        sem fazer seus ltimos dias com Brianna uma misria
        para ela."
        
        "Eu no irei nada." Maeve cavou no bolso dela para um
        hanky atar-afiado. "Uma me precisa do conforto de
        a criana" dela.
        
        "Voc no tem nenhum mais amor por Brianna que voc faz para
        eu. Ns ambos conhecem isto. Me. Ela poderia acreditar
        diferentemente, mas aqui, agora, seja pelo menos honesto.
        
        Voc jogou no corao dela,  verdade, e Deus sabe
        ela est merecendo de qualquer amor que voc tem naquele resfriado
        corao seu." Depois de uma respirao longa, arrancou ela
        o carto de trunfo que ela tinha estado segurando durante cinco anos.
        "V voc me tem lhe falar por que Rory McAvery foi
        fora para a Amrica e sem dinheiro o corao dela? "
        
        As mos de Maeve deram um pequeno puxo rpido. "No
        saiba o sobre o qual voc est falando? "
        
        "Oh, mas voc faz. Voc o levou aparte quando voc viu
        ele estava se pondo srio no cortejo dele. E voc contou
        ele que voc no pde em conscincia boa o deixe
        d o corao dele a sua filha. No quando ela
        dado o corpo dela a outro. Voc o convenceu, e
        afinal de contas, ele era s um menino que ela tinha estado dormindo
        com Murphy."
        
        " uma mentira." O queixo de Maeve empurrou fora, mas havia
        tema nos olhos dela. "Voc  um mal, criana mentirosa, Margaret,
        Mary."
        
        "Voc  o mentiroso, e pior, muito pior que isso.
         que tipo de uma mulher rouba isso felicidade de
        o prprio sangue dela porque ela no tem nenhum ela? Eu ouvi
        de Murphy", Maggie disse tersely. "Depois que ele e
        Rory bateu um ao outro para sangrar polpas. Rory no fez
        acredite a negao dele. Por que deve ele, quando Brianna
        prpria me tinha lhe contado em pranto o conto? "
        
        "Ela era muito jovem se casar", Maeve disse depressa.
        "Eu no a teria cometendo o mesmo erro como eu
        fez, enquanto arruinando a vida dela que modo. O menino no tinha razo
        para ela, eu lhe falo. Ele nunca teria chegado para
        qualquer coisa."
        
        "Ela o" amou.
        
        "Amor no pe po na mesa." Maeve
        fisted as mos dela, torcendo o leno neles.
        "Por que voc no lhe falou? "
        
        "Porque eu pensei que s a feriria mais. EU
        Murphy perguntado para no dizer nada, Brianna instrudo,
        orgulho, e como seria quebrado. E talvez
        porque eu estava bravo que ele teria o acreditado,
        que ele no a amou bastante ver a mentira. Mas eu
        lhe falar agora. Eu entrarei direito naquela cozinha e
        lhe fale agora. E se eu tiver, eu arrastarei Murphy pobre
        em cima de se levantar comigo. Voc ter ningum ento."
        
        Ela no tinha sabido o sabor de vingana seria
        to amargo. Isto resfriado secular e desagradvel em Maggie
        lngua como continuou ela. "Eu no direi nada se voc faz
        como digo eu. E eu o prometerei que eu proverei para
        voc contanto que voc viva e faz tudo que que eu posso para ver
        que voc est contente. Eu no lhe posso devolver isso que voc
        tido, ou quis ter antes de voc me concebesse. Mas
        Eu posso lhe dar algo que poderia o fazer
        mais feliz que voc foi desde ento. Sua prpria casa.
        Voc s tem que aceitar minha oferta para ter
        tudo voc sempre tem querer-dinheiro, uma multa,
        casa e um criado para cuidar de voc."
        
        Maeve apertou os lbios dela junto. Oh, esmagou
        o orgulho para pechinchar com a menina. "Como eu sei
        voc manter sua palavra? "
        
        "Porque eu dou isto a voc. Porque eu juro estes
        coisas para voc na "alma de meu pai. Maggie subiu.
        "Isso ter a contedo voc. Conte para Brianna pelo que eu serei
        a escolher em dez amanh." E com estes
        palavras, Maggie virou no salto de sapato dela e caminhou fora.
        
        
        
        Captulo Doze
        
        
        ELE levou de volta o andar de tempo dela, enquanto escolhendo novamente
        os campos em lugar de a estrada. Como foi ela ela
        wildflowers juntado, o meadowsweet e valeriana
        isso se ps ao sol entre a grama. Murphy
        vacas bem nutrido, os beres deles/delas engordam e quase pronto
        por ordenhar, pastou unconcernedly como escalou ela
        em cima das paredes de pedra das que separaram pasto
        campo arado e campo de feno de vero.
        
        Ento ela viu o prprio Murphy, sobre o trator dele,
        com Brian O'Shay jovem e Dougal Finnian com
        ele, tudo para colher o feno ondulante. Eles chamaram isto
        comhair em irlands, mas Maggie soube que aqui, no
        oeste, a palavra significou muito mais que seu literal
        traduo de "ajuda." Significou a comunidade. Nenhum homem
        estava s aqui, no quando veio a dar feno a, ou
        abrindo um banco de turfa ou semeando pela primavera.
        
        Se hoje O'Shay e Finnian estivessem trabalhando Mur -
        a terra de phy, ento amanh, ou o dia depois de, ele vai
        est trabalhando o seu. Ningum teria que perguntar. O
        trator ou arado ou duas mos boas e uma parte de trs forte
        simplesmente viria, e o trabalho seria feito.
        
        Cercas de pedra poderiam separar os campos de um homem de
        outro, mas o amor da terra os uniu.
        
        Ela ergueu uma mo para responder a saudao dos trs
        fazendeiros e, juntando as flores dela, continuado em para a casa dela.
        Um jackdaw se abateu em cima, enquanto reclamando fiercely. Um momento Maggie posterior viu por que como Trapaceiro embarrilado pela beira do feno, a lngua 
dele se refestelando felizmente.
        Murphy ajudando" novamente, voc ? " Ela alcanou at arrepie a pele dele. "E um fazendeiro bom que voc , tambm. Volte em, ento".
        Com um aguaceiro de latidos presunosos, Trapaceiro correu atrs para o trator. Maggie estava, enquanto dando uma olhada ao redor dela, o ouro do feno, o 
verde do pasto com suas vacas preguiosas e as sombras lanadas pelo sol no crculo de pedras que geraes de Concannons, e agora Murphy, tinha partido imperturbado 
durante intervalo de mente. Ela viu o marrom rico da terra onde tinham sido cavadas batatas. E em cima de tudo, um cu to azul quanto um cornflower floresce por 
completo.
        Um riso rpido borbulhou para cima na garganta dela, e ela se achou correndo o resto do modo.
        Talvez era o puro prazer do dia, juntou com a excitao vertiginosa dela primeiro sucesso principal que fez o sangue dela bombeie rapidamente. Poderia ter 
sido o som de pssaros que cantam como se os coraes deles/delas quebrassem, ou o cheiro de wildflowers juntou pelas prprias mos dela. Mas quando ela h pouco 
parou externo a prpria porta dela e olhou na prpria cozinha dela, ela era ofegante com mais que um passeio rpido em cima dos campos.
        Ele estava  mesa, elegante no terno ingls dele e sapatos feitos  mo. A pasta dele estava aberta, a caneta dele fora. A fez sorrir o ver trabalhar l, 
entre a desordem, em uma mesa de madeira crua ele poderia ter usado para lenha em casa.
        
        O sol fluiu pelas janelas e porta aberta, enquanto brilhando ouro fora a caneta dele como ele escreveu na mo limpa dele. Ento os dedos dele bateram em 
cima das chaves de uma calculadora, hesitou, bateu novamente. Ela poderia ver o perfil dele, a linha lnguida de concentrao entre as sobrancelhas pretas fortes, 
o jogo firme da boca dele.
        Ele alcanou para o ch dele, tomou um gole como ele estudou as figuras dele. Fixe novamente abaixo. Escrito, leitura.
        Elegante, ele era. E bonito, ela pensou, de certo modo to exclusivamente macho, e to maravilhosamente competente e preciso quanto a pequena mquina  mo 
ele corria as figuras dele. No um homem para correr por campos ensolarados ou mentira que sonham debaixo da lua.
        Mas ele era mais que ela tinha o imaginado ser primeiro, muito mais, ela entendeu agora.
        O desejo dominando aconteceu com ela soltar aquele n cuidadoso na gravata dele, desabotoa aquele colarinho justo e acha o homem abaixo.
        Raramente feito Maggie recusam os prprios desejos dela.
        Ela deslizou dentro. At mesmo como a sombra dela caiu em cima dos documentos dele, ela estava escarranchando o colo dele e estava firmando a boca dela a 
seu.
        Choque, prazer e luxria lancearam nele como uma seta trs-inclinada, todo afiado, todo verdadeiro apontar. A caneta tinha tagarelado dos dedos dele e as 
mos dele tinha mergulhado no cabelo dela antes de ele levasse a prxima respirao. Por uma neblina ele sentia o puxo na gravata dele.
        "O que? " ele administrou em algo como um coaxe. A necessidade para dignidade o teve clareando a garganta dele e apertando o dela atrs. "O que  tudo isso? 
"
        "Voc sabe. ... " Ela pontuou as palavras dela empenando beijos claros em cima da face dele. Ele cheirou caro, ela percebeu, todo o sabo de multa e linho 
engomado. "Eu sempre pensei uma gravata uma coisa tola, um tipo,
        de castigo para um homem por simplesmente ser um homem. No o sufoca? "
        No fez, a menos que o corao dele estivesse na garganta dele. "No." Ele empurrou as mos dela fora, mas o dano j era terminado. Debaixo dos dedos rpidos 
dela, a gravata dele estava solta e o colarinho dele desfeito. Sobre "o que  voc, Maggie? "
        "Isso deveria ser bastante bvio, at mesmo para um Dubliner". Ela riu dele, o verde de wickedly de olhos dela. "Eu trouxe flores" para voc.
        O posterior era, naquele momento, esmagou entre eles. Rogan olhou abaixo s ptalas contundidas. "Muito agradvel. Eles poderiam usar um pouco de gua, eu 
imagino."
        Ela lanou atrs o dela encabece e riu. "Sempre  primeiro primeiras coisas com voc, no ? Mas Rogan, donde eu estou sentando, eu estou atento h algo 
em sua mente diferente de indo buscar um vaso."
        Ele no pde negar a reao bvia, e muito humana dele. "Voc endureceria um homem morto", ele murmurou, e ps as mos dele firmemente nos quadris dela a 
erguer fora. Ela s ziguezagueou mais ntimo, enquanto o torturando.
        "Agora, isso  um bonito elogio, estar seguro. Mas voc no est morto, voc ? " Ela o beijou novamente, enquanto usando os dentes dela para provar o ponto 
de vista dela. "Voc est pensando que voc tem trabalho para acabar, e nenhum tempo desperdiar? "
        "No." As mos dele ainda estavam nos quadris dela, mas os dedos tinham cavado dentro e tinham comeado a misturar. Ela cheirou de wildflowers e fumaa. 
Tudo que ele poderia ver eram a face dela, a pele branca com seu rubor de rosa, espanando de sardas de ouro, o depthless verde dos olhos dela. Ele fez um esforo 
herico para nivelar a voz dele. "Mas eu estou pensando que este  um engano." Um gemido soou na garganta dele quando ela moveu os lbios dela  orelha dele. 'Que 
h um tempo e um lugar."
        
        "E que voc deveria escolher isto", ela murmurou como os dedos geis dela sacudidos aberto o resto dos botes na camisa dele.
        "Sim-nenhum. " Deus bom, como era suposto que um homem pensava? 'Que ns ambos deveriam escolher isto, depois que ns fixssemos um pouco de prioridades."
        "Eu tenho s uma prioridade no momento." As mos dela viajaram o trax dele, enquanto esmagando ptalas de wildflowers contra a pele dele. "Eu vou o ter 
agora, Rogan". O riso dela veio novamente, baixo e desafiando, antes de os lbios dela afundassem em seu. "Prossiga, me lute fora."
        Ele no tinha pretendido a tocar. Isso foi o ltimo pensamento coerente dele antes das mos dele riscadas para cima e se encheu dos peitos dela. O gemido 
gutural dela derramou na boca dele como vinho, rico e drogando.
        Ento ele estava arrastando a camisa dela fora e estava empurrando atrs tudo de uma vez da mesa. "A inferno com isto", ele murmurou contra a boca gananciosa 
dela, e estava a erguendo.
        Os braos dela e pernas embrulhadas ao redor dele gostam de corda sedosa, a camisa dela oscilando de um pulso onde os botes seguraram. Em baixo de, ela 
usou uma camiseta de algodo clara como ertico para ele como marfim ate.
        Ela era pequena e ilumina, mas com o sangue que trombeteia dentro. o crebro dele, ele pensou que ele pudesse ter levado uma montanha. A boca ocupada dela 
nunca pausou, enquanto correndo de bochecha a mandbula para orelha e atrs, enquanto pequenas choradeiras sensuais ronronaram na garganta dela.
        Ele partiu da cozinha, tropeou em cima de um tapete de lanamento solto e bateu o dela atrs contra o batente de porta. Ela s riu, breathlessly agora, 
e apertou o vcio das pernas dela ao redor a cintura dele.
        Os lbios deles/delas fundiram novamente em um beijo spero, desesperado. Com a entrada e os prprios membros dela a suportando, ele rasgou a boca dele livre 
firmar isto no peito dela, greedily lactente por algodo.
        O prazer disto, escuro e condenando, lanceou como uma lana pelo sistema dela. Isto era mais, ela percebeu como o sangue que chia pelas veias dela comeou 
a zumbir como uma mquina. Mais que ela tinha esperado. Mais que ela poderia ter estado pronto para. Mas no estava nenhum torneamento de volta.
        Ele girou longe da parede.
        "Se apresse", era tudo que ela poderia dizer como ele escarranchou para os degraus. "Pressa."
        As palavras dela bombearam como um pulso do sangue dele. Pressa. Pressa. Contra o corao trovejando dele, os seus bateram em resposta furiosa. Com Maggie 
que agarra como um bur, ele todos menos saltou para cima os degraus, enquanto deixando um rastro de flores quebradas na esteira deles/delas.
        Ele virou unerringly  esquerda, no quarto onde o sol verteu para ouro e para a brisa fragrante ergueram as cortinas abertas. Ele j caiu com ela sobre caiu 
folhas.
        Se fosse loucura que o superou, regeu o dela como bem. No havia nenhum pensamento, ou precisa, em qualquer um deles para carcias suaves, para palavras 
macias ou mos lentas. Eles rasgaram a um ao outro, descuidado como bestas, arrastando a roupas, puxando, arrastando, dando o chute inicial em sapatos, alimentando 
greedily o tempo todo com beijos violentos,.
        O corpo dela estava como uma mquina, abastecida para correr. Ela resistiu e rolou e criou enquanto a respirao dela queimou fora em suspiros ardentes. 
Costuras rasgaram, necessidades explodiram.
        As mos dele eram lisas. Outro tempo eles poderiam ter planado em cima do corpo dela como gua. Mas agora eles agarraram e contundiram e saqueou, enquanto 
a trazendo
        prazer indizvel que rasgou por ela cobrou demais sistema igual raio rasga um cu escurecido. Ele encheu as palmas dele novamente do peito dela, e agora, 
sem barreiras, puxou as gorjetas rgidas na boca dele.
        Ela clamou, no em dor ao rapap spero dos dentes dele e lngua, mas em glria como o primeiro orgasmo severo, vicioso golpeado como um sopro.
        Ela no tinha esperado isto para a esbofetear to rapidamente e duro, nem ela alguma vez tinha sofrido o desamparo absoluto que seguiu to rpido nos saltos 
de sapatos de tempestade de dado. Antes de ela pudesse fazer mais que maravilha, necessidades frescas enrolaram whiplike dentro dela.
        Ela falou em Gaelic, palavras meio-se lembradas que ela no tinha sabido que ela tinha contido o corao dela. Ela nunca tinha acreditado, nunca, aquela 
fome poderia a engolir para cima e poderia deixar o tremendo dela. Mas ela tremeu debaixo das mos dele, debaixo da demanda selvagem da boca dele. Para outro interldio 
ofuscado ela era totalmente vulnervel, os ossos dela fundido e o mente bobinando dela, atordoado em rendio pelo ponche do prprio clmax dela.
        Ele nunca sentia a mudana. Ele s soube que ela vibrou em baixo dele como um arco arrancado. Ela estava molhada e quente e unbearably despertando. O corpo 
dela era liso, macio, flexvel, todos os mergulhos adorveis e encurva o seu para explorar. Ele soube s o desejo desesperado para conquistar, possuir, e assim se 
engoliu no sabor da carne dela at que parecia a essncia dela corrida pelas veias dele como o prprio sangue dele.
        Ele apertou a mo flcida dela dentro o dele e saqueou at que ela clamou uma vez mais, e o nome dele estava no ar como um soluo.
        Com o quarto que gira como um carrossel ao redor dela, ela arrastou as mos dela de seu, enroscou os dedos dela no cabelo dele. Necessidade jorrou novamente 
por ela, voraciously. Ela empurrou os quadris dela para cima.
        "Agora! " A demanda quebrou da garganta dela. "Rogan, pelo amor de Deus - "
        Mas ele j tinha mergulhado dentro dela, fundo e duro. Ela arqueou atrs, curvado para cima, em acolhimento glorioso como geysered de prazer fresco por ela 
em um lanceando, flash fundido. O corpo dela acasalou com seu, enquanto emparelhando ritmos, golpe para golpe desesperado. A mordida das unhas dela na parte de trs 
dele era unfelt.
        Com viso obscurecida e escureceu, ele a assistiu, viu cada luz bruxuleante de sensao atordoante em cima da face dela. No ser bastante, ele pensou dizzily. 
At mesmo como a tristeza cortou pela proteo polida de paixo, ela abriu os olhos dela e disse o nome dele novamente.
        Assim ele se afogou naquele mar de verde, e enterrando a face dele no fogo do cabelo dela, rendeu. Com um ltimo flash de ganncia gloriosa, ele se esvaziou 
nela.
        Em uma guerra de qualquer amvel, h as vtimas. Ningum, Maggie pensou, soube melhor que o irlands a glria, a tristeza ou o preo de batalha. E se, como 
ela tinha muito medo no momento, o corpo dela foi paralisado para vida como o resultado desta pouca guerra maravilhosa, ela no contaria o custo.
        O sol ainda estava lustrando. Agora que o corao dela tinha deixado de bater como trovo na cabea dela, ela ouviu o gorjeio de pssaros, o rugido do forno 
dela, e o zumba de uma abelha que zumbe pela janela.
        Ela se deita pela cama, a cabea dela claro fora o colcho e arrastou abaixo por gravidade. Os braos dela estavam doendo. Talvez porque eles ainda foram 
embrulhados
        ainda goste de vcios ao redor de Rogan que foi alargado em cima dela como morte.
        Ela sentia, quando ela prendeu o prprio flego dela, a raa de mercrio do corao dele. Era, ela decidiu, uma maravilha eles no tinham matado um ao outro. 
Contedo com o peso dele, e o drouzy sentem de teias de aranha no crebro dela, ela assistiu a dana de sol no teto.
        A prpria mente dele clareou lentamente, o mellowing de neblina vermelho, enfraquecendo completamente ento at que ele se deu conta novamente da luz quieta 
e o corpo pequeno, morno em baixo de seu. Ele fechou os olhos dele novamente e secular ainda.
        O que foi as palavras que ele deveria dizer? ele desejou saber. Se ele lhe falasse que ele tinha descoberto, para o prprio choque dele e confuso, que ele 
a amou, por que ela deveria acreditar isto? Dizer essas palavras agora, quando eles ainda eram ambos sated e ofuscado de sexo, agradaria uma mulher quase no goste 
de Maggie, ou a faa ver a verdade nua deles.
        Que palavras estavam l, depois que um homem tivesse lanado uma mulher abaixo e tinha saqueado como um animal? Oh, ele nenhuma dvida ela tinha desfrutado 
isto, mas isso apenas mudou o fato que ele tinha perdido controle completamente, da mente dele, do corpo dele, de tudo que era aquele separado os civilizaram do 
selvagem.
        Pela primeira vez na vida dele, ele tinha levado uma mulher sem sutileza, sem cuidado e, ele pensou com um comeo sbito, sem um pensamento sobre as conseqncias.
        Ele comeou a trocar, mas ela murmurou em protesto e j a apertou aperto feroz.
        "No v embora.
        "Eu no sou. Ele percebeu a cabea dela era sem assistncia e, cupping uma mo em baixo disto, rolou para inverter as posies deles/delas. E quase os enviou 
em cima do outro
        extremidade. "Como voc dorme em uma cama este tamanho? Dificilmente grande bastante para um gato."
        "Oh,  bem terminado bastante para mim. Mas eu estou pensando de comprar outro agora que eu tenho dinheiro para poupar. Uma multa grande, como o um em sua 
casa".
        Ele pensou em um quatro-cartaz de Chippendale no sto minsculo e sorriu. Ento os pensamentos dele mudaram de direo atrs e limparam o sorriso. "Maggie." 
A face dela estava ardendo, os olhos dela meio-fecharam. Havia um pequeno sorriso presumido na face dela.
        "Rogan", ela disse no mesmo tom srio, ento riu. "Oh, voc no vai comear me falando lhe est arrependido para ter pisoteado minha honra ou alguma tal 
coisa? Afinal de contas, se qualquer um que honra foi pisoteada era seu. E eu no sou um pouco arrependido para isto."
        "Maggie", ele disse novamente, e escovou o cabelo amarrotado da bochecha dela. "O que uma mulher que voc .  difcil sentir muito por pisotear, ou para 
ser pisoteado quando eu - " Ele rompeu. Ele tinha erguido a mo dela como falou ele, comeou a beijar os dedos dela, quando o olhar dele pousou nas manchas escuras 
no brao dela. Intimidado, ele comeou. "Eu o" feri.
        "Mmm. Agora que voc menciona isto, eu estou comeando a sentir isto." Ela rodou o ombro dela. "Eu devo ter batido a entrada bem duro. Agora, voc estava 
a ponto de dizer? "
        Ele trocou fora dela. "Eu sinto terrivelmente muito", ele disse em uma voz estranha. " indesculpvel. Uma desculpa dificilmente adequado para meu comportamento."
        A cabea dela inclinou, e ela deu uma olhada nele. Criando, ela pensou novamente. Como outro pde um homem coro-nu que senta em uma cama amarrotada se aparea 
to dignificado. "Seu comportamento? " ela repetiu. "Eu diria que era mais nosso comportamento, Rogan, e que era bem terminado em ambas as partes." Rindo dele, ela 
empurrou
        ela para cima e fechou os braos dela ao redor o pescoo dele. "Voc pensa que alguns contuses me murcharo goste de uma rosa, Rogan? Eles no vo, eu o 
prometo, especialmente quando eu os" ganhei.
        O ponto  - "
        "O ponto  ns camos um ao outro. Agora deixe de agir como se eu sou uma flor frgil que no pode admitir a ter desfrutado um bem, turno quente de sexo. 
Porque eu desfrutei muito isto, e assim, meu companheiro bom, o" fez.
        Ele arrastou uma ponta do dedo em cima da contuso lnguida sobre o pulso dela. "Eu bastante eu no o" tinha marcado.
        "Bem, no  uma marca que  permanente."
        No, no era. Mas havia qualquer outra coisa, no descuido dele que poderia ser. "Maggie, eu no estava pensando antes, e eu no deixei Dublin certamente 
hoje planejando terminar goste isto.  um pequeno tarde estar pensando agora" em ser responsvel. Em frustrao ele arrastou uma mo pelo cabelo dele. "Eu poderia 
o ter adquirido grvida? "
        Ela piscou, sentou atrs nas coxas dela. Deixe sair uma respirao longa. Nascido em fogo. Ela se lembrou do pai dela tinha lhe falado ela teve nascido em 
fogo. E isto era o que ele tinha querido dizer. "No." Ela disse flatly para isto, as emoes dela muito misturado e instvel para ela explorar. "A cronometragem 
erradamente. E eu sou responsvel por mim, Rogan".
        "Eu deveria ter cuidado disto." Ele alcanou em cima de esfregar as juntas dele abaixo a bochecha dela. "Voc me, Maggie, sentando em meu colo com seu wildflowers, 
deslumbrou. Voc me deslumbra agora."
        O sorriso dela voltou, enquanto iluminando os olhos dela primeiro, encurvando os lbios dela ento. "Eu estava me encontrando com os campos longe de minha 
irm e para casa. O sol era
        luminoso, Murphy estava dando feno a no campo dele, e havia flores a meus ps. Eu no senti to feliz desde que meu pai morreu cinco anos atrs. Ento eu 
o vi na cozinha, enquanto trabalhando. E pode ser eu fui deslumbrado como bem." 
        Ela ajoelhou novamente, descansou a cabea dela no ombro dele. "Voc tem que voltar hoje  noite para Dublin, Rogan? " 
        Todos os detalhes minuciosos e tediosos do horrio dele correram como um rio pelo crebro dele. O cheiro dela, misturado com o prprio dele, resolveu em 
cima deles goste de uma nvoa. "Eu posso rearranjar algumas coisas, parta pela manh."
        Ela apoiou atrs, sorriu. "E eu no vou bastante, fora para o jantar."
        "Eu cancelarei as reservas." Ele olhou o quarto ao redor. "Voc no tem um telefone para cima aqui? " 
        Tor isso que? Assim pode tocar em minha orelha e pode me acordar? " 
        "Eu no posso pensar por que eu perguntei." Ele aliviou para arrastar nas calas compridas enrugadas do terno dele fora. "Eu abaixarei, faa algumas ligaes." 
Ele olhou atrs para onde ela ajoelhou no centro da cama estreita, amarrotada. Chamadas "muito rpidas."
        "Eles poderiam esperar", ela gritou depois dele.
        "Eu no pretendo ser interrompido por qualquer coisa at manh." Ele se apressou abaixo, enquanto escavando sentimentalmente para cima um meadowsweet esfarrapado 
como foi ele.
        Escada acima, Maggie esperou cinco minutos, ento seis antes de escalar fora de cama. Ela estirou, enquanto estremecendo um pouco s dores. Ela considerou 
o roupo que foi lanado negligentemente em cima de uma cadeira, enquanto zumbindo ento a ela, passeou escada abaixo sem isto. 
        Ele ainda estava no telefone, o receptor armou no ombro dele como ele fez notas no livro dele. A luz, mais macio agora, agrupou aos ps dele. "Replaneje 
que para 
        onze. No, onze", ele repetiu. "Eu estarei de volta no escritrio antes das dez. Sim, e contato o Joseph, o, Eileen, v? Lhe fale eu tenho tendo outra remessa 
enviado de Clare. O trabalho de Concannon, sim. EU... "
        Ele ouviu o som atrs dele, olhou atrs. Maggie estava como alguns chama-coroado deusa, toda a pele de alabastro, curvas macio e lustroso e olhos instrudos. 
O voz do secretrio dele zumbiu na orelha dele como uma mosca aborrecedora.
        "O que? O isso que? " Os olhos dele, a expresso deles/delas ofuscou no princpio, ento aquecido, deslizou para cima, ento abaixo,
        ento para cima novamente fechar na face de Maggie. "Eu lidarei com isto quando eu voltar. Os msculos de estmago dele tremeram quando Maggie pisou adiante 
e empurrou abaixo o zper das calas compridas dele. "No", ele disse em uma voz estrangulada. "Voc no me pode localizar hoje mais. Eu sou. . . " A respirao 
assobiou entre os dentes dele quando Maggie o levou nela longo, os dedos de artista. Doce Jesus."
        Amanh", ele disse com o ltimo do controle dele. "Eu vou sotavento voc amanh."
        Ele esbofeteou o receptor no bero onde gingou ento se retirou para bater contra o contador. "Eu interrompi sua chamada", ela comeou, ento riu quando 
ele a arrastou contra ele.
        Estava acontecendo novamente. Ele quase poderia se levantar fora dele e poderia assistir o animal dentro de objeto pegado em cima de. Com um puxo desesperado, 
ele retirou a cabea dela pelo cabelo e savaged a garganta dela, a boca dela. A necessidade para a levar estava se enfurecendo, alguma droga fatal que apunhalou 
nas veias dele, enquanto acelerando a batida do corao dele e nublando a mente dele.
        Ele a feriria novamente. Conhecendo isto at mesmo, ele no pde parar. Com um som, raiva de parte, triunfo de parte, ele empurrou o dela atrs na mesa de 
cozinha.
        Ele teve a escurido, satisfao tranada de ver os olhos dela alarga em surpresa. "Rogan, seus documentos".
        Ele empurrou os quadris dela da extremidade da madeira, enquanto os elevando com as mos dele. Os olhos dele eram o guerreiro luminoso em seu como ele se 
dirigiu nela.
        A mo dela bateu fora, bateu a xcara de seu pires e enviou para ambos voando ao cho. China quebrou, at mesmo como a mesa sacudindo enviou a pasta aberta 
dele batendo ao cho.
        Estrelas pareciam explodir em frente aos olhos de Maggie como ela se deu at o delrio. Ela sentia a madeira spera na parte de trs dela, o suor que floresceu 
at slicken a pele dela. E quando ele suportou as pernas dela mais alto e se empurrou fundo, ela poderia ter jurado ela o sentia toque o corao dela.
        Ento ela sentia nada mas o vento selvagem para cima os que a lanaram e para cima e em cima disso denteado-afiou cume. Ela tomou flego como um mulher se 
afogar, ento expeliu isto em um gemido longo, abatido.
        Depois, algum dia depois, quando ela achou que ela poderia falar, ela foi embalada nos braos dele. "Voc terminou suas chamadas, ento? "
        Ele riu e a levou a cabo da cozinha.
        Era cedo quando ele a deixou. Um sunshower lanou oscilando arco-ris no cu matutino. Ela tinha feito algum sonolento oferea a ameaar o ch, ento tinha 
acumulado novamente fora. Assim ele tinha ido s para a cozinha.
        Havido um jarro miservel de endurecer caf imediato no armrio dela. Embora ele tivesse estremecido, Rogan tinha se conformado com isto, e para o nico 
ovo no refrigerador dela.
        Ele estava recolhendo, e tentando ordenar fora, os documentos se espalhados dele quando ela tropeou na cozinha.
        
        Ela era pesado-de olhos e amarrotada, e apenas grunhiu a ele como ela foi  chaleira.
        Tanto, ele pensou, para despedidas de loverlike.
        "Eu usei o que parecia ser sua ltima toalha limpa."
        Ela grunhiu novamente e escavou fora ch.
        "E voc faltou gua quente no meio de minha chuva."
        Este tempo bocejou s ela.
        "Voc no tem nenhum ovo."
        Ela murmurou algo que pareceu as "galinhas de Murphy."
        Ele bateu os documentos enrugados dele junto e os empilhou na pasta dele. "Eu deixei os recortes que voc quis no contador. Haver um caminho antes desta 
tarde apanhar a remessa. Voc precisar a engradado isto antes de uma hora. "
        Quando ele no fez nenhuma resposta nada para isto, ele rompeu a pasta dele fechada. "Eu tenho que ir." Aborrecido, ele escarranchou a ela, levou o queixo 
dela firmemente em mo e a beijou. "Eu sentirei falta de voc, tambm".
        Ele estava fora a porta da frente antes de ela pudesse juntar as inteligncias dela e poderia perseguir depois dele. "Rogan! Para a causa de piedade, sustente 
um momento. Eu tenho apenas adquiriu meus olhos abrem."
        Ele virou da mesma maneira que ela se lanou a ele. Fora equilbrio, ele caiu eles quase ambos no canteiro de flores. Ento ela foi pegada ntimo e eles 
estavam beijando um ao outro ofegante na chuva macia, luminosa.
        "Eu sentirei falta de voc, condene." Ela apertou a face dela no ombro dele, respirou profundamente.
        "Venha comigo. V lanar algumas coisas em uma bolsa e vem comigo."
        "Eu no posso. " Ela se retirou, surpreso a como arrependido ela
        230 Nora Roberts
        era ter que recusar. "Eu tenho algumas coisas que eu preciso fazer. E eu-eu realmente no posso trabalhar em Dublin."
        "No", ele disse depois de um momento longo. "Eu no suponho voc pode."
        "Voc poderia voltar? Leve um dia ou dois."
        "No  agora possvel. Talvez em um par de semanas, pude" eu.
        "Bem, isso no  to longo." Parecia como eternidade. "Ns ambos podem adquirir o que precisa ser feito terminado, e ento. . . "
        "E ento." Ele dobrou para a beijar. "Voc pensar em mim, Margaret Mary".
        "Eu vou."
        Ela o assistiu v, enquanto levando a pasta dele ao carro, comeando a mquina, se retirando na estrada.
        Ela estava de p por muito tempo depois que o som do carro tinha enfraquecido, at que a chuva parou e o sol dourou a manh.
        
        
        
        Captulo Treze
        
        
        MAGGIE caminhou para o outro lado da sala de estar vazia, deu uma olhada longa fora da janela dianteira, ento repassou os passos dela. Foi a quinta casa 
que ela tinha considerado por uma semana, o nico ocupou no atualmente por vendedores esperanosos, e o ltimo que ela pretendeu ver.
        Estava nos arredores de Ennis, um pouco mais distante fora que Brianna poderia ter gostar-e no distante bastante para o gosto de Maggie. Era novo que estava 
em seu favor uma caixa de uma casa com os quartos tudo em um cho.
        Dois quartos, Maggie meditou como ela caminhou por contudo novamente. Um banho, uma cozinha com quarto por comer, uma rea viva com bastante luz e forno 
de tijolo limpo.
        Ela levou um ltimo relance, fixe os punhos dela nos quadris dela. 'Este  isto."
        "Maggie,  certamente o tamanho certo para ela." Brianna lambiscou o lbio dela como ela esquadrinhou o quarto vazio. "Mas ns no deveramos ter algo mais 
ntimo para casa? "
        "Por que? Ela odeia l em todo caso" isto.
        "Mas - "
        "E isto  mais ntimo a mais convenincias. Comida faz compras, o qumico, lugares para comer fora se ela  de uma mente para."
        "Ela nunca sai.
        " tempo que ela fez. E desde que ela no o ter saltando a todo estalo do dedo dela, ela ter, no v ela? "
        "Eu no salto." Cadver de espinha, Brianna caminhou  janela. "E o fato do assunto ,  provvel que ela recuse mover aqui em todo caso."
        "Ela no recusar." No, Maggie pensou, com o machado eu agento a cabea dela. "Se voc deixar v daquela culpa voc ama embrulhando sobre voc para um 
momento, voc admitir isto  melhor para todo o mundo. Ela estar mais contente nela prprio lugar-ou to feliz quanto uma mulher da natureza dela pode ser. Voc 
pode lhe dar tudo que que ela quer fora da casa se isso alivia sua conscincia, ou eu darei o dinheiro dela para comprar novo. Que  isso que ela bastante."
        "Maggie, o lugar  charmless."
        "E assim  nossa me." Antes de Brianna pudesse replicar, Maggie cruzou a ela e balanou um brao ao redor dos ombros endurecidos. "Voc far um jardim, 
corrija l fora da porta. Ns teremos as paredes pintadas ou empapelaremos ou tudo que que leva."
        "Poderia ser feito agradvel."
        "Ningum serviu melhor para fazer que que voc. Voc tirar qualquer dinheiro leva at os dois de voc est satisfeito."
        "No  justo, Maggie, que voc deveria agentar tudo isso despesa."
        Mais "justo que voc poderia pensar." O tempo tinha vindo, Maggie decidiu, falar com Brianna sobre a me deles/delas. "Voc soube ela cantava? Professionally? 
"
        "Me? " A idia era assim farfetched, Brianna riu. "Onde voc adquiriu uma noo assim? "
        
        " verdade. Eu aprendi sem querer disto, e eu conferi para estar seguro." Alcanando na bolsa dela, Maggie tirou de os recortes amarelados. "Voc pode ver 
para voc, ela foi escrita at mesmo para cima alguns vezes."
        Estupefato, Brianna esquadrinhou o papel de jornal, encarou a fotografia enfraquecida. "Ela cantou em Dublin", ela murmurou. "Ela teve um vivendo. 'Uma voz 
como claro e docemente como sinos de igreja em manh de Pscoa', diz. Mas como isto pode ser? Ela nunca  falada uma vez disto. Nem Da ou."
        "Eu pensei nisto muitos entre o ltimo dias." Se virando, Maggie caminhou novamente  janela. "Ela perdeu algo que ela quis, e adquiriu algo que ela no 
fez. Tudo isso tempo ela  se castigada, e todos ns."
        Ofuscado, Brianna abaixou o recorte. "Mas ela nunca cantou em casa. No uma nota. J."
        "Eu estou pensando ela no pde agentar, ou considerou a penitncia de recusa dela para o pecado dela. Provavelmente ambos." Um cansao veio Maggie e ela 
lutou lutar isto atrs. "Eu estou tentando a desculpar para isto, Brie, imaginar como devastou ela deveria ter sido quando ela aprendeu que ela estava grvida comigo. 
E sendo o que ela , no houve nada para ela mas matrimnio."
        "Estava errado dela o culpar, Maggie. Sempre era. Isso  nenhum menos verdadeiro hoje."
        "Talvez. Ainda, me d mais de uma compreenso porque ela nunca  me amada. Nunca v."
        "O tenha... " Cuidadosamente Brianna dobrou os recortes e passou despercebido eles na prpria bolsa dela. "Voc falou com ela disto? "
        "Eu tentei. Ela no falar sobre isto. Poderia ter sido diferente." Maggie girou atrs, enquanto odiando o fardo de culpa que ela no pde tremer. "Poderia 
ter sido. Se ela no pudesse ter a carreira que ela quis, ainda poderia ter havido msica. Ela teve que fechar fora tudo porque ela no pudesse ter tudo? "
        "Eu no sei a resposta. Algumas pessoas no esto contentes com menos que tudo."
        "No pode ser mudado", Maggie disse firmemente. "Mas ns lhe daremos isto, ns daremos tudo de ns isto."
        Como depressa dinheiro pingou fora, Maggie pensou alguns dias depois. Parecia o mais que voc teve, o mais que voc precisou. Mas a ao para a casa estava 
agora no nome de Maeve, e os detalhes, as dzias deles que isso veio de estabelecer uma casa, estavam sendo negociados com, um por um.
        Uma piedade que os detalhes da prpria vida dela pareciam se manter limbo.
        Ela apenas tinha falado com Rogan, ela pensou como ela amuou  mesa de cozinha dela. Oh, havido mensagens retransmitidas pelo Eileen dele e Joseph, mas ele 
raramente aborreceu para a contatar diretamente. Ou voltar, como tinha dito ele que ele vai.
        Bem, isso estava bem, ela pensou. Ela estava em todo caso ocupada. Havia qualquer nmero de esboos que estavam implorando para ser se transformado em copo. 
Se ela fosse tarde um pouco sido comeado esta manh, s era porque ela contudo decidir qual projeto para procurar primeiro.
        No era certamente porque ela estava esperando pelo telefone dinamitado para tocar.
        Ela se levantou e comeou  porta quando ela viu Brianna pela janela, o co de caa dedicado aos saltos de sapatos dela.
        "Bom. Eu esperei que eu o pegasse antes de voc comeasse durante o dia." Brianna levou a cesta do brao dela como ela entrou na cozinha.
        "Voc fez, h pouco. Vai bem? "
        "Mesmo." Vivo e eficiente, Brianna descobriu os bolinhos redondos cozinhando em vapor que ela tinha trazido. "Achando Lottie Sullivan como um presente de 
Deus." Ela sorriu, enquanto pensando no enfermeira aposentado que eles tinham contratado como o companheiro de Maeve. "Ela  simplesmente maravilhosa, Maggie. Como 
parte da famlia j. Ontem, quando eu estava trabalhando nos canteiros de flores dianteiros, a Me estava levando em aproximadamente como estava muito tarde pelo 
ano por plantar e como a pintura era no lado de fora da casa a cor errada. E, oh, h pouco ser contrrio. E Lottie estava parado rindo l, enquanto discordando com 
tudo que ela disse. Eu juro, os dois deles estavam tendo o tempo das vidas" deles/delas.
        "Eu desejo que eu tinha visto isto." Maggie quebrou aberto um bolinho redondo. O cheiro disto, e o quadro que Brianna tinha posto na cabea dela, quase compensada 
adiando o trabalho da manh dela. "Voc achou um tesouro, Brie, l. Lote-gravata a manter em ordem."
        " mais que isso. Ela realmente gosta de fazer isto. Toda vez Me diz algo horrendo, Lottie h pouco ri e piscadelas e faz sobre o negcio dela. Eu nunca 
pensei que eu realmente diria que, Maggie, mas eu acreditam que isto vai trabalhar."
        "Claro que vai trabalhar." Maggie lanou um pouco de bolinho redondo para o pacientemente o Trapaceiro esperanoso. "Voc perguntou para Murphy se ele ajudasse 
movimento a cama dela e as outras coisas que ela quer? "
        "Eu no tive. Word fora isso voc lhe comprou uma casa perto de Ennis. Eu tive uma dzia de que as pessoas derrubam por nas ltimas duas semanas, casuallike. 
Murphy j ofereceu a parte de trs dele e a zorra" dele.
        
        "Ento ela ser se mudada para tidily com Lottie antes de a prxima semana fosse para cima. Eu nos comprei uma garrafa de champanha, e ns vamos nos beber 
bbado quando for terminado."
        Os lbios de Brianna se contraram, mas a voz dela estava sbria. "No  algo que celebrar."
        'Ento eu h pouco derrubarei dentro, casual goste", Maggie disse com um sorriso astuto. "Com uma garrafa de borbulhante debaixo de mim brao."
        Embora Brianna sorrisse atrs, o corao dela no estava nisto. "Maggie, eu tentei falar com ela sobre ela cantando." Ela estava arrependida de para ver 
a luz sair do olhos da irm dela. "Eu pensei que eu devo."
        "Claro que voc fez." Perdendo o apetite dela para o bolinho redondo, Maggie lanou o resto para Decorar. "Voc teve sorte que eu? "
        "No. Ela no falaria comigo, s se ps bravo." No valeu que reconta os sopros verbais perfure por ponche, pensamento de Brianna. Fazer serviriam assim 
s esparramar a infelicidade mais densamente. "Ela foi embora para o quarto dela, mas ela levou os recortes com ela."
        "Bem, isso  algo. Talvez eles a" confortaro. Maggie sacudiu quando o telefone tocou e subiu to depressa fora da cadeira dela que aquele Brianna abriu 
brecha. "Oi. Oh, Eileen, ? " A decepo na voz dela era inconfundvel. "Sim, eu tenho as fotografias que voc chamou o catlogo. Eles olham mais que multa. Talvez 
eu deveria falar para Sr. Sweeney me que - oh, uma reunio. No, quer dizer certo, ento, voc pode lhe falar eu os aprovei. Voc  bem-vindo. Adeus."
        "Voc atendeu o telefone", Brianna comentou.
        "Claro que eu fiz. Tocou, no fez isto? "
        O tom rabugento do voz da irm dela teve o sobrancelha arqueando de Brianna. "Voc estava esperando uma chamada? "
        "No. Por que voc pensaria assim? "
        "Bem, o modo que voc foi saltar para cima, como voc buscou arrebatando uma criana de em frente a um carro."
        Oh, ela teve? Maggie pensou. Ela tinha feito isso? Estava humilhando. "Eu no gosto da coisa de maldio que toca minhas orelhas fora, isso  tudo. Eu tenho 
que conseguir trabalhar." Com isso como um tarifa-thee-bem, ela espiou fora da cozinha.
        No importou a maldio de um funileiro a ela se ele chamou ou no, Maggie se falou. Talvez tinha sido trs semanas desde que ele tinha voltado para Dublin, 
talvez ela s tinha falado duas vezes com ele em tudo aquilo tempo, mas apenas importou a ela. Ela era muito muito ocupado para ser aborrecido tagarelando em cima 
do telefone, ou o entretendo se ele viesse a ver.
        Como ele sangraria bem dito que ele vai, ela somou silenciosamente, e bateu a porta de loja atrs dela.
        Ela no precisou da companhia de Rogan Sweeney, ou qualquer um. Ela se teve.
        Maggie apanhou o tubo dela e foi trabalhar.
        O quarto jantando formal do Connellys teria lembrado Maggie de um jogo que ela tinha visto na novela lustrosa que tinha sido na televiso o dia o pai dela 
morreu. Tudo vislumbrou e brilhou e lustrou. Vinho da muito melhor vindima brilhou ouro no cristal, enquanto atirando arco-ris nas facetas. Velas, esbelto e branco, 
acrescentaram  elegncia de luz abaixo do cinco-tiered lustre.
        As pessoas que cercam a mesa atar-enfeitada eram todo pedao to polido quanto o quarto. Anne, em seda de safira e o diamantes da av dela, era o quadro 
da anfitri cortesa. Dennis, corado da refeio boa e companhia melhor, para a filha dele. Patricia parecia particularmente adorvel, e to delicado quanto o pastel 
prolas rosas e cremosas que ela usou.
        Em frente a ela, Rogan tomou um gole ao vinho dele e lutou manter a mente dele de oeste vagante, para Maggie.
        " to agradvel para ter uma refeio familiar quieta." Anne escolheu  poro avarenta de faiso no prato dela. A balana tinha a advertido que ela tinha 
somado duas libras no ltimo ms, e isso nunca faria. "Eu espero que voc no  desapontado que eu no convidei uma festa, Rogan".
        "Claro que no.  um prazer, um raro para mim estes dias, passar uma noite quieta com amigos".
        "Exatamente o que eu fui o Dennis revelador", a Anne foi em. "Por que, ns o vimos quase no em meses. Voc trabalha muito muito duro, Rogan".
        "Um homem no pode trabalhar muito duro a algo que ele ama", o Dennis ps dentro.
        "Ah, voc e o "trabalho de seu homem. Anne riu resistido chutando o smartly de marido dela debaixo da mesa ligeiramente e apenas. 'Muito negcio faz um homem 
enrijecer, eu digo. Especialmente se ele no tem nenhuma esposa para o" acalmar. H pouco sabendo onde isto estava conduzindo, a Patricia a fez melhor mudar o assunto. 
"Voc teve um sucesso maravilhoso com Senhorita Concannon est mostrando, Rogan. E eu ouvi a arte ndia americana foi muito bem recebida."
        "Sim, em ambas as contas. A arte americana est se mudando para a galeria de Cortia esta semana, e Maggie's-Senhorita Concannon's-move brevemente para Paris. 
Ela  acabado alguns pedaos surpreendentes este ltimo ms."
        "Eu vi alguns deles. Eu acredito que o Joseph deseja o globo. O um com todas as cores e formas dentro de. Realmente"  bastante fascinante. Patricia dobrou 
as mos dela no colo dela como o curso de sobremesa foi servido. "Eu desejo saber como era terminado."
        "Como acontece, eu estava l quando ela fez isto." Ele se lembrou do calor, a hemorragia colore, as fascas de zling de siz. "E eu ainda no posso explicar 
isto a voc."
        O olhar nos olhos dele ps a Anne em alerta cheio. "Sabendo muito sobre o processo artstico podem deteriorar o prazer, voc no pensa? Eu estou seguro  
toda a rotina a Senhorita Concannon, afinal de contas. Patricia, voc no nos falou sobre seu pequeno projeto? Como o dia  andamento escolar? "
        "Est vindo bem, obrigado."
        "Imagine nossa pequena Patricia comeando uma escola." Anne sorriu indulgently.
        Rogan percebeu com um comeo culpado que ele no tinha perguntado para a Patricia por ela acaricie projeto em semanas. "Voc achou um local, ento? "
        "Sim, eu tenho.  uma casa fora Quadrado de Mountjoy. O edifcio requerer alguma renovao, claro que. Eu contratei um arquiteto. Os chos so mais que 
satisfatrio, com bastante espao para reas de jogo. Eu espero ter isto pronto para crianas antes de primavera" que vem.
        E ela poderia imaginar isto. Os bebs e crianas cujas as mes precisaram de um lugar seguro para deixar as crianas deles/delas enquanto eles trabalharam. 
As crianas mais velhas que viriam atrs de escola e antes do fim de negcio. Encheria alguma da dor, ela pensou, e a vacuidade que pulsou dentro dela. Ela e Robert 
no tinham tido as crianas. Eles tinham estado to seguros havia bastante tempo. To seguramente.
        "Eu sou Rogan seguro poderia o ajudar com o fim empresarial disto, Patricia", no que a Anne foi. "Afinal de contas, voc no tem nenhuma experincia."
        "Ela minha filha , ela no ? " Dennis inseriu com uma piscadela. "Ela far bom."
        "Eu estou seguro ela vai." Novamente Anne coou para conectar o p dela com o canela do marido dela.
        Ela esperou at que ela estava na sala de estar com a filha dela e os homens estavam demorando em cima de culos de porto o jantando quarto-um costume a 
Anne recusou acreditar estava antiquado. Ela despediu a empregada que teve que tem rodas em caf, e arredondou na filha dela.
        Por "o que est esperando voc, Patricia? Voc est deixando o homem deslizar entre seus dedos."
        "Por favor, no comece isto." J Patricia poderia sentir a palpitao sombria, insistente de uma dor de cabea em desenvolvimento.
        "Voc quer ser uma viva todos sua vida, eu suponho." Severo-de olhos, a Anne acrescentou nata  xcara dela. "Eu estou lhe falando  sido cronometre bastante."
        "Voc tem me falado que desde um ano depois que Robbie morresse."
        "E  no mais que a verdade." Anne suspirou. Ela tinha odiado assistir a filha dela aflija, tinha lamentado muito tempo e duro ela, no s em cima da perda 
do genro ela tinha amado, mas para a dor ela no tinha podido apagar dos olhos de Patricia. "Bem, at ns tudo desejam que no fosse assim, o Robert foi."
        "Eu sei isso. Eu aceitei isto e eu estou tentando para me mudar.
        "Comeando um servio de dia-cuidado para as crianas de outras pessoas? "
        "Sim, em parte. Eu estou fazendo que para mim, Me. Porque eu preciso de trabalho, a satisfao disto".
        "Eu terminei de tentar o discutir disso." Em um gesto de paz, Anne elevou as mos dela. "E se  o que voc quer, verdadeiramente, que  o que eu quero como 
bem."
        Obrigado por isso." A face de Patricia amoleceu como ela se inclinou para beijar o bochecha da me dela. "Eu sei que voc s quer o melhor para mim."
        "Sim. Que  exatamente por que eu quero Rogan para voc. No, no feche em mim, menina. Voc no me pode falar voc no o quer como bem."
        "Eu o" quero, a Patricia disse cuidadosamente. "Muito. Eu sempre tenho."
        "E ele para voc. Mas voc est de volta parado, tudo muito pacientemente, e esperando por ele dar o prximo passo. E enquanto voc est esperando que ele 
est ficando distrado. Uma mulher cega poderia ver que ele est interessado em mais que a arte daquela mulher de Concannon. E ela no  o tipo para esperar", a 
Anne somou com um abano do dedo. "Oh, no, realmente. Ela ver um homem do fundo de Rogan e meios e o rompe para cima antes de ele pudesse piscar."
        "Eu duvido muito Rogan pode ser estalado para cima", a Patricia disse secamente. "Ele conhece a prpria mente" dele.
        "Em a maioria das reas", concordou a Anne. "Mas os homens precisam ser guiados, Patricia. Fascinado. Voc no se teve a inteno de fascinar Rogan Sweeney. 
Voc tem que o fazer o ver como uma mulher, no como o viva do amigo dele. Voc o quer, no o faa? "
        "Eu penso - "
        "Claro que voc faz. Agora cuida disto que ele o, tambm", quer.
        A Patricia disse pequeno quando Rogan dirigiu a casa dela. Casa para a casa ela tinha compartilhado com Robert, a casa para cima a que ela no pde dar. 
Ela j no caminhou
        em um quarto que espera o achar esperando por ela, ou sofreu esses golpes prateados de dor em momentos estranhos quando ela se lembrou de repente junto da 
vida deles/delas.
        Simplesmente era uma casa que segurou recordaes boas.
        Mas ela quis viver nisto s para o resto da vida dela? Ela quis passar os dias dela querendo as crianas de outras mulheres enquanto no havia nenhum dela 
prprio clarear a vida dela?
        Se a me dela tivesse razo e Rogan era o que ela quis, ento o com o qual estava errado um pequeno fascine.
        "Voc no entrar durante algum tempo? " ela perguntou quando ele caminhou ela  porta. " cedo ainda, e eu estou inquieto."
        Ele pensou na prpria casa vazia dele, e as horas antes do dia de trabalho comearam. "Se voc me prometer um conhaque."
        "No terrao", concordou ela, e caminhou dentro.
        A casa refletiu a elegncia quieta e gosto sem defeito de seu amante. Embora ele sempre tivesse sentido completamente l em casa, Rogan pensou na cabana 
atravancada de Maggie e cama amarrotada estreita.
        At mesmo o snifter de conhaque o fizeram lembrar de Maggie. Ele pensou no modo ela tinha esmagado a pessoa contra o forno em uma raiva de paixo. E do pacote 
que tinha vindo dias depois, enquanto segurando o um que ela tinha feito substituir isto.
        " uma noite adorvel", a Patricia disse, e impediu a ateno vagante dele.
        "O que? Oh, sim. Sim, ." Ele rodou o conhaque, mas no bebeu.
        Uma lua crescente montou o cu, nublou atravs de nuvens, enquanto ardendo branco ento e emagrece como a brisa os cutucou claro. O ar estava morno e fragrante, 
transtornado
        s pelo som amortecido de trfico alm das cercas vivas.
        Me conte mais sobre a escola", ele comeou. "Que arquiteto o tem escolhido? " Ela nomeou uma empresa que ele aprovou. Eles fazem trabalho bom. Ns os usamos 
ns mesmos."
        "Eu sei. Joseph os recomendou. Ele  sido maravilhosamente til, entretanto eu sinto tomada culpada a mente dele fora o trabalho" dele.
        "Ele pode bem fazer uma meio-dzia imediatamente" coisas.
        "Ele nunca parece prestar ateno a meu derrubar na galeria." O testando, ela, a Patricia moveu mais ntimo. "Eu senti falta de voc."
        Coisas estiveram apressadas." Ele comprimiu o cabelo dela atrs da orelha dela, um gesto velho, um hbito velho do que ele era nem mesmo atento. "Ns teremos 
que fazer algum tempo. Ns no fomos para o teatro em semanas, tenha ns? "
        "No." Ela pegou a mo dele, segurou isto. "Mas eu estou alegre ns temos tempo agora. S."
        Um sinal de advertncia soou na cabea dele. Ele dis perderam isto como ridculo e sorriram a ela. "Ns faremos mais. Por que eu no venho aquela propriedade 
que voc comprou, examine isto para voc? "
        "Voc sabe que eu avalio sua opinio." O corao dela bateu luz, rpido, no trax dela. "Eu o" avalio.
        Antes de ela pudesse mudar a mente dela, ela apoiou adiante e apertou a boca dela a seu. Se tinha havido alarme nos olhos dele, ela recusou ver isto.
        Nenhum doce, platnico beijo este tempo. A Patricia enrolou os dedos dela no cabelo dele e se verteu nisto. Ela quis, desesperadamente quis, sentir algo 
novamente.
        Mas os braos dele no vieram ao redor dela. Os lbios dele no aqueceram. Ele estava de p, ainda como uma esttua. No era nenhum prazer, nem foi deseja 
que isso tremesse entre eles. Era o ar frio de choque.
        Ela se retirou, viu a surpresa e, pior, muito pior, o pesar nos olhos dele. Picado, ela girou fora.
        Rogan fixou o conhaque intato dele abaixo. "Patricia."
        "No faa. " Ela apertou os olhos dela apertado. "No diga nada."
        "Claro que eu vou. Eu tenho." As mos dele hesitaram em cima dos ombros dela e finalmente resolveram suavemente. "Patricia, voc sabe quanto eu... " Que 
palavras estavam l? ele pensou frantically. Que possveis palavras? "Eu me preocupo com voc", ele disse, e se odiou.
        "Deixe a isso." Ela agarrou as mos dela junto at que os dedos dela doeram. "Eu sou humilhado bastante."
        "Eu nunca pensei - " Ele se amaldioou novamente e, porque ele sentia Maggie to miservel, amaldioado por ser certo. "Empanada", ele disse helplessly. 
"Eu sinto muito."
        "Eu estou seguro voc ." A voz dela estava novamente fresca, apesar do uso dele do apelido velho dela. "E assim  eu, pelo colocar em tal uma posio desajeitada".
        " minha falta. Eu deveria ter entendido."
        "Por que o deva? " Esfriado, ela pisou longe das mos dele, se fez volta. Na luz estrelada manchada, a face dela era frgil como copo, os olhos dela como 
em branco. "Eu sempre estou l, eu no sou? Derrubando por, disponvel durante qualquer noite voc poderia ter livre. Patricia pobre, a tais fins soltos, que inventa 
os pequenos projetos dela para se manter ocupado. A viva jovem que est contente com um tapinha na cabea e um sorriso indulgente."
        "Isso no  verdade. No  o modo que eu sinto."
        "Eu no sei como voc sente." A voz dela subiu, rachou, enquanto os alarmando ambos. "Eu no sei como eu sinto. Eu s sei que eu quero que voc v, antes 
de ns dissssemos
        coisas que nos envergonhariam ambos mais que ns j somos."
        "Eu no o posso deixar deste modo. Por favor venha dentro, se sente. Ns falaremos."
        No, ela pensou, ela lamentaria e completaria a mortificao dela. "Eu quero dizer isto, Rogan", ela disse flatly. "Eu quero que voc v. No h nada para 
qualquer um de ns dizer mas boa noite. Voc sabe o modo fora." Ela passou rapidamente por ele, na casa.
        Condene todas as mulheres, Rogan pensou como ele escarranchou na galeria a tarde seguinte. Os condene para a habilidade misteriosa deles/delas para fazer 
um homem sinta culpado e necessitado e idiota.
        Ele tinha perdido um amigo, um que era muito querido a ele. A perdido, ele pensou, porque ele tinha sido cego aos sentimentos dela. Sentimentos, ele se lembrou 
com ressentimento crescente que Maggie tinha visto e tinha entendido na piscadela de um olho.
        Ele espiou para cima os degraus, furioso com ele. Por que era ele no teve nenhuma idia como controlar dois das mulheres que quiseram dizer tanto a ele?
        Ele tinha quebrado o corao de Patricia, negligentemente. E gie de Mag, Deus a amaldioou, teve o poder para quebrar o seu.
        Pessoas nunca se apaixonaram por qualquer um que estava ansioso para devolver isto?
        Bem, ele no seria tolo bastante lanar os sentimentos dele aos ps de Maggie e a ter os esmague. No agora. No depois que ele tivesse feito algum achatamento 
inadvertidamente do prprio dele. Ele poderia seguir muito bem junto o prprio dele, obrigado.
        Ele entrou no quarto primeiro sentando e fez carranca. Eles poriam alguns  mostra mais pedaos do trabalho dela. Um mero olhar rpido do em cima do qual 
seria viajado o
        logo doze meses. O globo que ela tinha criado em frente aos olhos dele vislumbrou atrs a ele, enquanto parecendo conter todos os sonhos que ela tinha reivindicado 
foi segurado dentro, sonhos que agora escarneceram a ele como ele fitou em suas profundidades.
        Era da mesma maneira que bem ela no tinha atendido o telefone quando ele tinha chamado a noite antes. Talvez ele tinha a precisado naquele momento enquanto 
a culpa miservel em cima de Patricia tinha arranhado a ele. Ele tinha precisado ouvir o dela expresse, se acalmar com isto. Ao invs ele tinha ouvido o prprio 
dele, cortou e preciso na secretria eletrnica. Ela tinha recusado fazer a gravao ela.
        Assim em vez de um quieto, talvez conversao de tarde-noite ntima, ele tinha deixado uma mensagem concisa que vai, nenhuma dvida, aborrece Maggie tanto 
quanto o aborreceu.
        Deus, ele a quis.
        "Ah, s o homem que eu quis ver." Alegre como um pisco-de-peito-ruivo, Joseph estourou no quarto. "Eu vendi a Carlotta". o sorriso presumido de Joseph enfraqueceu 
em curiosidade quando Rogan virou. Dia ruim", ? "
        "Eu tive melhor. Carlotta, voc diz? Para quem? "
        "Para um turista americano que passeou por esta manh. Ela foi escravizada absolutamente por Carlotta. Ns estamos a tendo transportar-a pintura que ser-para 
Tucson em algum lugar chamada."
        Joseph sentou no canto do sof de dois assentos e iluminado um cigarro celebrvel. "O americano reivindicou que ela adora nus primitivos, e nossa Carlotta 
era certamente primitiva. Eu estou totalmente apaixonado por nus eu, mas a Carlotta nunca era meu tipo. Muito pesado ao quadril-e os golpes de escova. Bem, o artista 
faltou sutileza, deva ns dizemos."
        "Era um leo excelente", Rogan disse absently.
        "De seu tipo. Considerando que eu prefiro algo um pouco menos bvio, eu no estarei arrependido de para transportar a Carlotta fora para Tucson." Ele arrancou 
um pequeno cinzeiro de sacudir-topo do bolso dele e bateu o cigarro dele nisto. "Oh, e aquelas sries de aquarela, do escocs? Chegado uma hora atrs.  trabalho 
bonito, Rogan. Eu penso que voc descobriu outra estrela."
        Sorte cega." Se eu no tivesse estado inspecionando a fbrica em Inverness, eu nunca teria visto as pinturas."
        "Artista de rua. Joseph tremeu a cabea dele. "Bem, no para longo, eu posso garantir isso. H uma qualidade maravilhosamente mstica ao trabalho, bastante 
frgil e austero". O dente dele flamejou em um sorriso. "E um nu como bem, compensar a perda de Carlotta. Mais para meu gosto, eu terei que dizer. Ela  elegante, 
bastante delicada e h pouco um pouco triste-de olhos. Eu me apaixonei desesperadamente."
        Ele rompeu, enquanto corando um pequeno ao redor do colarinho como ele viu a Patricia na entrada. O corao dele tremeu desesperadamente. Fora de seu alcance, 
menino-o, ele se lembrou. Modo fora de seu alcance. O sorriso dele estava colidindo como subiu ele.
        "Oi, Patricia. Como adorvel o" ver.
        Rogan virou, decidiu que ele deveria ser aoitado por pr essas sombras debaixo dos olhos dela.
        "Oi, Joseph. Eu espero que eu no o" esteja perturbando.
        "No. Beleza sempre  bem-vinda aqui." Ele levou a mo dela, beijou isto, e se chamou um idiota. "Voc gostaria de ch? "
        "No, no aborrea."
        " nenhum problema, nenhum problema nada. Est perto de fechar."
        "Eu sei. Eu tinha esperado... " Patricia se suportou.
        "Joseph, voc notaria? Eu preciso ter um momento s com Rogan."
        "Claro que no." Bobo. Tolo. Imbecil. "Eu h pouco abaixarei em. Eu vestirei a chaleira se voc mudar sua mente."
        Obrigado." Ela esperou at que ele tinha ido, ento feche a porta. "Eu espero que voc no presta ateno a minha vinda, desde que  to prxima concluso."
        "No, claro que no." Rogan no estava preparado, novamente, ele descobriu, se controlar. "Eu estou alegre voc veio."
        "No, voc no . Ela sorriu um pequeno como ela disse isto, aliviar a picada. "Voc est l parado, frantically que tenta pensar do que dizer, como se comportar. 
Eu o conheci muito longo, Rogan. Ns podemos sentar? "
        "Sim, claro que." Ele comeou a oferecer uma mo, ento deixe se retirar ao lado dele. Patricia ergueu uma sobrancelha ao movimento. Ela sentou, dobrou as 
mos dela no colo dela. "Eu vim me desculpar."
        Agora a angstia dele estava completa. "Por favor, no faa. No h nenhuma necessidade."
        H toda necessidade. Voc me far a cortesia de me ouvir fora."
        "Empanada." Ele sentou como bem, sentia a sacudida de estmago dele. "Eu lhe fiz grito." Era agora tudo muito bvio que eles eram ntimos. Porm cuidadoso 
a maquilagem dela, ele poderia ver os sinais.
        "Sim, voc fez. E depois que eu tinha terminado de chorar, eu comecei a pensar. Para mim." Ela suspirou. "Eu tive muito muito pequeno pensamento de prtica 
para mim, Rogan. A me e Papai levaram tal fim ao cuidado de mim. E eles tiveram tais expectativas. Eu sempre tinha medo eu no os" pude conhecer.
        "Isso  absurdo - "
        "Eu lhe pedi que me oua fora", ela disse em um tom que o teve fitando em surpresa. "E voc vai. Voc sempre estava l, do tempo eu o que era - quatorze, 
quinze? E ento havia Robbie. Eu estava to apaixonado havia nenhuma necessidade para pensar, nenhum quarto para isto. Era tudo ele, e reunindo a casa, fazendo uma 
casa. Quando eu o perdi, eu pensei que eu morreria, tambm. Deus sabe eu quis."
        Havia nada mais Rogan poderia fazer mas poderia levar a mo dela. "Eu o, tambm", amei.
        "Eu sei voc fez. E era voc que me consumiu isto. Voc que me ajudou a afligir, ento mova alm do afligir. Eu poderia falar sobre Robbie com voc, e riso 
ou grito. Voc foi o melhor de amigos para mim, assim era natural que eu o amaria. Se parecia sensato para eu esperar at que voc comeou a ver me como uma mulher 
em vez de um velho amigo. Ento, no seria natural bastante para voc se apaixonar por mim, me pea que o me case? "
        Os dedos dele moveram restlessly debaixo de seu. "Se eu tivesse prestado ateno mais ntima - "
        "Voc ainda no teria visto nada eu no lhe desejei que visse", ela terminou. "Por razes eu bastante no dis maldizem, eu decidi que eu daria o prximo 
passo eu, ontem  noite Quando eu o beijei, eu esperei sentir, oh, Stardust e raios lunares. Eu me lancei em o beijar, enquanto esperando isto para ser tudo que 
eu tinha estado esperando para, tudo esse maravilhoso, terrificando puxes e puxa. Eu quis os sentir novamente tanto. Mas eu no fiz. "
        "Patricia, no  que eu - " Ele rompeu, estreitamento de olhos. "Eu imploro seu perdo? "
        Ela riu, enquanto o confundindo ainda mais. "Quando eu tinha terminado meu turno bem merecido de lamentar, eu refleti para o episdio inteiro. H pouco no 
era
        voc que foi levado por surpresa, Rogan. Eu percebi eu no tinha sentido nada quando eu tinha o" beijado.
        "Nada", ele repetiu depois de um momento. "Nada alm de embarao para ter nos posto ambos dentro tal um potencialmente situao terrvel. Veio a mim que 
enquanto eu o amar afetuosamente, eu no estou apaixonado por voc nada. Eu estava beijando meu amigo mais ntimo" simplesmente.
        "Eu vejo." Era ridculo a tato como se o manhood dele tinham sido impugnados. Mas ele era, afinal de contas, um homem. "Isso sorte tem, no ? "
        Ela o conheceu bem. Rindo, ela apertou a mo dele  bochecha dela. "Agora eu o" insultei.
        "No, voc no tem. Eu sou aliviado ns ordenamos isto fora." O olhar inspido dela o teve amaldioando. "Certo, condene, voc me insultou. Ou pelo menos 
cortou meu orgulho masculino." Ele sorriu atrs a ela. "Amigos, ento? "
        "Sempre." Ela deixou sair uma respirao longa. "Eu no lhe posso falar como aliviou eu sou que em cima de que . Voc sabe, eu penso que eu levarei o Joseph 
naquele ch. Voc pode nos unir? "
        "Arrependido. Ns h pouco obtivemos em uma remessa de Inverness que eu quero examinar.
        Ela subiu. "Voc sabe, eu tenho que concordar com Me em uma coisa. Voc est trabalhando muito duro, Rogan. Est comeando a mostrar. Voc precisa de alguns 
dias para relaxar." "Em um ms ou dois."
        Tremendo a cabea dela, ela apoiou at o beije. 'Voc sempre diz isso. Eu desejo que eu pensasse que voc quisesse dizer isto este tempo." Ela inclinou a 
cabea dela, sorriu. "Eu acredito sua vila dentro o sul de Frana um lugar excelente  no s relaxar, mas para inspirao criativa. As cores e as texturas atrairiam 
indubitavelmente a um artista."
        
        Ele abriu a boca dele, fechou isto novamente. "Voc me conhece muito bem", ele murmurou.
        "Sim. Leve em conta isto. Ela deixou pensando para ele e abaixou para a cozinha. Considerando que o Joseph estava na galeria principal com alguns clientes 
prolongados, ela comeou a ameaar o ch ela.
        O Joseph entrou da mesma maneira que ela estava vertendo a primeira xcara. "Eu sinto muito", ele disse. 'Eles no seriam acelerados junto, nem eles poderiam 
ser seduzidos em se separar de uma nica libra. Aqui eu pensei que eu terminaria o dia vendendo aquela escultura de cobre. Voc sabe, o que parece um pouco como 
um arbusto de azevinho, mas eles adquiriram longe de mim."
        "Tenha um pouco de ch e o" console.
        "Eu vou, obrigado. O tenha - " Ele parou quando ela virou a ele e ele viu o dela enfrente na luz cheia. "O que ? O que est errado? "
        "Por que, nada." Ela trouxe as xcaras  mesa, enquanto os derrubando ambos quase quando ele a pegou pelos braos.
        "Voc tem chorado", ele disse em uma voz apertada. "E h sombras debaixo de seus olhos."
        Em uma respirao impaciente ela fixou as xcaras empurrando abaixo. "Por que cosmticas so assim condena caro se eles no fizerem o trabalho? Uma mulher 
no pode se favorecer em um feitio choro bom se ela no puder depender do p" dela. Ela comeou a sentar, mas as mos dele permaneceram firmes nos ombros dela. 
Surpreso, ela olhou para ele. O que ela viu nos olhos dele a teve apalpando. "Nada-realmente no  nada. H pouco alguma tolice. Eu sou. . . Eu estou agora" bem.
        Ele no pensou. Ele tinha a segurado antes, claro que. Eles tinham danado junto. Mas no havia nenhuma msica agora. S ela. Lentamente, ele ergueu uma 
mo, escovou um
        folheie suavemente em cima das manchas lnguidas debaixo dos olhos dela. "Voc ainda sente falta dele. Robbie."
        "Sim. Eu sempre vou." Mas o face do marido dela, to bem amou, borrado. Ela viu s Joseph. "Eu no estava chorando para Robbie. No realmente. Eu no estou 
exatamente seguro o para" o qual eu estava chorando.
        Ela era to adorvel, ele diought. Os olhos dela to macio e confuso. E o dela pele-ele nunca tinha ousado toque o dela goste isto antes de-era como seda. 
"Voc no deve chorar, Empanada", ele se ouviu dizer. Ento ele estava a beijando, a boca dele de correo de rumo a seu como uma seta, a mo dele escavando para 
cima naquele balano macio de cabelo.
        Ele se perdeu, enquanto se afogando no cheiro dela, doendo ao modo os lbios dela separaram em surpresa para lhe permitir um gosto longo, encorpado dela.
        O corpo dela deu a seu, um balano delicado de fragilidade que despertou necessidades insuportveis e contraditrias. Levar, proteger, confortar e possuir.
        Era o suspiro dela, choque de parte, maravilha de parte que o rompeu atrs como um faceful de gua de gelo.
        "Eu-eu imploro seu perdo." Ele apalpou em cima das palavras, ento foi rgido com pesar quando ela s o encarou. Emoes agitaram doentio dentro dele como 
pisou atrs ele. 'Isso era indesculpvel."
        Ele virou no salto de sapato dele e caminhou fora antes da cabea dela deixou de girar.
        Ela deu um passo depois dele, o nome dele nos lbios dela. Ento ela parou, apertou a mo dela ao corao de corrida dela e deixou as pernas tremendo dela 
a afivelarem em uma cadeira.
        Joseph? A mo dela rastejou para cima do peito dela para ela corou bochecha. Joseph, ela pensou novamente, cambaleante. Por que, era ridculo. Eles eram 
amigos mais casuais que compartilharam um afeto para Rogan e para arte. Ele era. . . bem, a coisa mais ntima que ela conheceu a um bomio, ela decidiu. Encantando, 
certamente, como toda mulher que entrou na galeria atestariam.
        E tinha sido s um beijo. H pouco um beijo, ela se falou como ela alcanou para a xcara dela. Mas a mo dela tremeu e derramou ch sobre a mesa.
        Um beijo, ela percebeu com um sacuda, isso tinha lhe dado esses raios lunares, o Stardust, e todos o maravilhoso e terrificando puxes e puxa ela tinha esperado 
para.
        Joseph, ela pensou novamente, e correu fora da cozinha o achar.
        Ela pegou um olhar rpido dele fora e arremessou Rogan passado com apenas uma palavra.
        'O Joseph! "
        Ele parou, jurou. Aqui estava, ele pensou amargamente. Ela o esbofetearia abaixo bem e prprio, e - desde que ele no tinha feito um rpido bastante sada-em 
pblico como bem. Resignado a enfrentar a realidade, ele virou, lanou o cabelo fluindo dele atrs em cima do ombro dele.
        Ela deslizou a uma parada avana lentamente em frente a ele. "Eu - " Ela esqueceu o que ela tinha esperado dizer completamente.
        "Voc tem todo direito para estar bravo", ele lhe falou. "Apenas importa que eu nunca significar-aquele , eu s tinha querido para... Goddamn isto, o que 
espera voc? Voc entra olhando to triste e bonito. To perdido. Eu me esqueci, e eu me desculpei para isto."
        Ela tinha estado sentindo perdido, ela percebeu. Ela desejou saber se ele entendesse o que era que gosta de h pouco saber onde voc era, e o acreditar souberam 
onde voc ia, mas h pouco ser perdido o mesmo. Ela pensou que ele pode.
        "Voc jantar comigo? "
        Ele piscou, pisou atrs. Fitado. "O que? "
        "Voc jantar comigo? " ela repetiu. Ela sentia vertiginoso, quase despreocupado. "Hoje  noite. Agora."
        "Voc quer jantar? " Ele falou lentamente, enquanto espaando cada palavra. "Comigo? Hoje  noite? "
        Ele olhou assim confundiu, to alerta, que ela riu. "Sim. De fato, no, isso no  o que eu quero nada."
        "Certo, ento." Ele acernar com a cabea stiffly e encabeou rua abaixo.
        "Eu no quero o jantar", ela convocou, ruidosamente bastante ter volta de cabeas. Quase despreocupado? ela pensou Oh, no, completamente despreocupado. 
"Eu quero que voc me beije novamente."
        Isso o parou. Ele retrocedeu, ignorou a piscadela e palavra encorajadora de um homem em uma camisa florescida. Como um sentimento de homem cego o modo dele, 
ele caminhou para ela. "Eu no estou seguro eu peguei isso."
        "Ento eu falarei claramente." Ela engoliu uma bolha tola de orgulho. "Eu o quero me levar casa com voc, Joseph. E eu quero que voc me beije novamente. 
E a menos que eu equivocasse isso muito que ns ambos esto sentindo, eu quero que voc faa amor comigo." Ela deu o ltimo passo para ele. "Voc entendeu que, e 
 agradvel a voc? "
        "Agradvel? " Ele levou a face dela nas mos dele, fitou duro nos olhos dela. "Voc perdeu sua cabea. Agradea Deus." Ele riu e a se abateu contra ele. 
"Oh,  mais que agradvel, bem de Empanada. Muito mais."
        
        
        Captulo Quatorze
        
        
        MAGGIE cochilou fora  mesa de cozinha dela, a cabea dela nos braos dobrados dela.
        Dia comovente tinha sido inferno completamente.
        A me dela constantemente tinha reclamado, ceda lessly, sobre tudo do outono fixo de chuva para as cortinas Brianna tinha pendurado  janela dianteira larga 
da casa nova. Mas valeu a misria do dia ver Maeve afinal se instalou no prprio lugar dela. Maggie tinha mantido a palavra dela, e Brianna era grtis.
        Ainda, Maggie no tinha esperado a onda de culpa que a submergiu quando Maeve teve os atrs dobraram dela, a face dela enterrou nas mos dela e as lgrimas 
rpidas quentes que escoam pelos dedos dela. No, ela no tinha esperado sentir culpado, ou sentir arrependido to miseravelmente para a mulher que amaldioando 
pouco terminado ela antes de ela se desmoronasse em soluos.
        No fim era Lottie, com ela vivo, alegria de pable de unflap que tinha levado controle. Ela fugiu Brianna e Maggie fora da casa, lhes dizendo que no preocupassem, 
no, no preocupar um pouco, como as lgrimas eram to naturais quanto a chuva. E isso que um lugar adorvel que era, ela tinha ido em dizer, enquanto cutucando 
o tempo todo e os empurrando junto. Como um dollhouse e da mesma maneira que limpo. Eles estariam bem. Eles estariam confortveis como gatos.
        Ela todos menos os empurrou na zorra de Maggie.
        Assim era terminado, e estava certo. Mas haveria nenhuma abertura de garrafas de champanha que noturno.
        Maggie tinha abaixado um usque tonificante e simplesmente dobrou em um monto de emoes exaustas  mesa enquanto a chuva tocou tambor no telhado e crepsculo 
afundou a escurido.
        O telefone no a despertou. Tocou ingly de demanda enquanto ela cochilou. Mas a voz de Rogan apunhalou pela fadiga e a teve sacudindo para cima, enquanto 
tremendo fora sono.
        "Eu esperarei ter notcias de voc antes de manh, como eu no tenho nem o tempo nem a pacincia para vir o v buscar eu."
        "O que? " Embriagado, ela piscou como uma coruja e fitou o quarto escurecido ao redor. Por que, ela teria jurado ele tinha sido a mesmo, enquanto a molestando.
        Aborreceu que o cochilo dela tinha estado suspenso, e que a interrupo a lembrou que ela tinha fome e havia nenhum mais para comer na casa que satisfaria 
um pssaro, ela empurrou longe da mesa.
        Ela abaixaria Erie, ela decidiu. Invada a cozinha dela. Talvez eles poderiam animar um ao outro. Ela estava alcanando para um bon quando ela viu o blip 
vermelho impaciente na secretria eletrnica.
        Amolao sangrenta", ela murmurou, mas apunhalou os botes at que a fita rebobinou, ento jogou.
        "Maggie." Novamente, a voz de Rogan encheu o quarto. A fez sorrir como percebeu ela que ele teve sido o um a se despertar afinal de contas. "Por que o diabo 
voc nunca responde esta coisa?  meio-dia. Eu quero que voc chame o momento voc entra de seu estdio. Eu quero dizer isto.
        
        H algo que eu preciso discutir com voc. Assim-eu sinto falta de voc. O, Maggie, condene eu sinto falta de voc."
        A mensagem clicou fora, e antes de ela pudesse sentir muito presumido sobre isto, outro comeou.
        "Voc pensa que eu no tenho melhor nada que fazer que gaste meu tempo falando com isto dinamitou mquina? "
        "Eu no fao, ela respondeu atrs, "mas voc  o que ps isto aqui."
        " agora meio quatro, e eu preciso passar pela galeria. Talvez eu no me fiz claro. Eu preciso falar com voc, hoje. Eu estarei na galeria at as seis, ento 
voc pode me localizar em casa. Eu no dou uma maldio como embrulhou para cima voc est em seu trabalho. O condene por ser to longe."
        O homem gasta mais tempo me condenando que qualquer outra coisa", ela murmurou. "E voc  da mesma maneira que longe de mim como eu sou de voc, Sweeney".
        Como se em resposta, entrasse a voz dele novamente. "Voc sponsible de irre, pirralho idiota, insensvel.  suposto que eu preocupo agora que voc se explodiu 
com suas substncias qumicas e ateou fogo a seu cabelo? Graas a sua irm que atende o telefone dela conheo perfeitamente bem eu voc est l. Tem quase oito anos, 
e eu tenho uma reunio de jantar. Agora voc me, Margaret Mary, escuta. O chegue para Dublin, e traga seu porto de passagem. Eu no desperdiarei meu tempo explicando 
por que, h pouco faa como voc  contado. Se voc no puder organizar um vo, eu enviarei o avio para voc. Eu espero ter notcias de voc antes de manh, como 
eu no tenho nem o tempo nem a pacincia para o ir buscar eu."
        "Me v buscar? Como se voc pudesse." Ela agentou um momento, enquanto fazendo carranca  mquina. Assim ela era que sup posaram para se chegar para Dublin, 
ela era? S porque
        ele exigiu isto. Nunca um por favor ou um testamento voc, s faa o que voc  contado.
        Gelo fluiria em inferno antes de ela lhe desse a satisfao.
        Esquecendo da fome dela, ela fez temporal do quarto e para cima os degraus. A chegue para Dublin, ela fumou. O nervo do homem, a comandando.
        Ela arrancou a mala fora do armrio dela e levantou isto sobre a cama.
        Ele pensou que ela estava to ansiosa para o ver que ela derrubaria tudo e subiria fora fazer a licitao dele? Ele ia descobrir diferentemente. Oh, sim, 
ela decidiu como ela lanou roupas no caso. Ela ia lhe falar diferentemente, pessoalmente. Face-para-face.
        Ela duvidou que ele lhe agradecesse isto.
        "Eileen, eu precisarei de Limerick para me enviar fax essas figuras ajustadas antes do fim do dia." Atrs da escrivaninha dele, Rogan conferiu fora uma linha 
da lista dele, esfregada  tenso  base do pescoo dele. "E eu quererei ver o relatrio l na construo o momento isto entra.
        "Foi prometido antes do meio-dia." Eileen, uma morena em bom estado que administrou o escritrio to habilmente quanto ela fez o marido dela e trs crianas, 
anotou rapidamente uma nota. "Voc tem umas duas horas que se encontram com Sr. Greenwald. Isso  re as mudanas no "catlogo de Londres.
        "Sim, eu tenho isso. Ele querer martnis."
        "Vodca", Eileen disse. Duas azeitonas. Eu deveria cuidar de uma bandeja de queijo para o impedir cambalear fora? "
        "Voc melhoraria." Rogan tocou tambor os dedos dele na escrivaninha. "No houve nenhuma chamada de Clare? "
        "Nenhum esta manh." Ela atirou um olhar rpido, interessado de debaixo das chicotadas dela. "Eu irei o deixar saber o momento Senhorita "chamadas de Concannon.
        Ele fez um som, o vocal equivalente de um encolha os ombros. "Prossiga e ponha aquela chamada por para Roma se voc vai."
        "Imediatamente. Oh, e eu tenho aquele desenho da carta a Inverness em minha escrivaninha se voc quiser aprovar isto."
        "Multa. E ns enviaramos melhor um arame para Boston. O que est l o tempo? " Ele comeou a conferir o relgio dele quando um borro de cor na entrada 
o parou. "Maggie."
        "Sim. Maggie." Ela lanou a mala dela abaixo com um baque e fisted as mos dela nos quadris dela. "Eu tenho alguns palavras escolhidas para voc, Sr. Sweeney". 
Ela mordeu bastante abaixo no temperamento dela longo acernar com a cabea  mulher que sobe da cadeira em frente  escrivaninha de Rogan. "Voc seria Eileen? "
        "Sim.  um prazer para o conhecer afinal, Senhorita Concannon".
        " agradvel de voc dizer assim. Eu lhe tenho que dizer notavelmente bem olhar para uma mulher que trabalha para um tirano." A voz dela subiu na ltima 
palavra.
        Os lbios de Eileen se contraram. Ela clareou a garganta dela, fechado o bloco de steno dela. " agradvel de voc dizer assim. H qualquer outra coisa, 
Sr. Sweeney? "
        "No. Segure minhas chamadas agradam."
        "Sim, senhor." Eileen caminhou fora, enquanto fechando a porta discretamente atrs dela.
        "Assim." Rogan apoiou atrs na cadeira dele, bateu a caneta dele contra a palma dele. "Voc adquiriu minha mensagem."
        "Eu adquiri isto."
        Ela caminhou para o outro lado do quarto. No, Rogan pensou, ela se vangloriou por isto, ainda passa fisted quadris, olhos flamejando.
        
        Ele no estava envergonhado admitir que a boca dele molhou  vista dela.
        "Quem neste mundo largo voc pensa que voc ? " Ela esbofeteou as palmas dela na escrivaninha dele, enquanto sacudindo canetas. "Eu assinei meu trabalho 
a voc, Rogan Sweeney, e sim, eu dormi com voc-para meu pesar eterno. Mas nenhum disto lhe d o direito me comandar ou me xingar cada cinco minutos."
        "Eu no falei com voc em dias", ele a lembrou. "Assim como eu posso o ter xingado? "
        "Em cima de seu horroroso mquina-o qual eu lancei no lixo isto muito manh."
        Muito calmamente, ele fez uma nota em um bloco.
        "No comece isso."
        "Eu somente estou anotando que voc precisa de uma substituio para sua secretria eletrnica. Voc teve nenhuma dificuldade que entra um vo, eu vejo."
        "Nenhuma dificuldade? Voc esteve nada mais que dificuldade a mim como o momento que voc entrou em minha casa de copo. Nada mais que. Voc pensa que voc 
h pouco pode assumir tudo, no s meu trabalhar-o qual  como bem ruim bastante-menos mim. Eu estou aqui para lhe falar que voc no pode. Eu wo no no inferno 
voc vai? Eu no terminei."
        "Eu nunca pensei voc teve." Ele continuou  porta, fechou isto, retrocedeu.
        "Destranque aquela porta."
        "No."
        O fato que ele estava sorrindo que como ele voltou para ela no ajude os nervos dela. "No faa voc ps suas mos em mim."
        "Eu sou aproximadamente para. Na realidade, eu estou a ponto de fazer algo eu no fiz nos doze anos que eu trabalhei neste escritrio."
        
        O corao dela comeou uma tatuagem dura rpida na garganta dela. "Voc no .
        Assim, ele pensou, ele tinha a chocado finalmente. Ele assistiu o deslizamento de olhar dela  porta, ento fez o agarramento dele. "Voc pode se enfurecer 
uma vez a mim eu terminei com voc."
        "Terminado comigo? " At mesmo como ela levou um balano a ele que ele estava esmagando a boca dele a seu. "Desa de mim, voc presunto-deu o bruto."
        "Voc gosta de minhas mos." E ele os usou arrastar o suter dela para cima. "Voc me falou assim."
        "Isso  uma mentira. Eu no terei isto, Rogan". Mas a negao terminou em um gemido como os lbios dele deslizados quente em cima da garganta dela. Ento, 
"eu gritarei abaixo o telhado", uma vez ela voltou a respirao dela.
        "Prossiga. Ele a mordeu, nenhum muito suavemente. "Eu gosto quando voc gritar."
        "O" amaldioe, ela murmurou, e foi de boa vontade quando ele a abaixou ao cho.
        Era rpido e quente, uma juno frentica em cima da que quase era assim que tivesse comeado. Mas a velocidade no diminuiu o poder. Eles se deitam enroscado 
um momento junto mais longo, membros vibrando. Rogan virou a cabea dele para apertar um beijo  mandbula dela.
        "Agradvel de voc derrubar por, Maggie".
        Ela convocou a fora para saltar o punho dela fora o ombro dele. "Desa de mim, voc o bruto." Ela teria o empurrado, mas ele j era inconstante, enquanto 
a puxando com ele at que ela foi escarranchada pelo colo dele.
        Melhor? "
        Que o que? " Ela sorriu, ento se lembrou ela estava furiosa com ele. Repelindo, ela sentou no tapete e limpou as roupas dela. "Voc tem coragem, voc faz, 
Rogan Sweeney."
        "Porque eu o arrastei ao cho? "
        "No." Ela rompeu as calas jeans dela. "Seria tolo dizer que quando  bvio que eu desfrutei isto."
        "Muito bvio."
        Ela lhe enviou um olhar de ao como ele subiu e lhe ofereceu uma mo.
        "Isso est aqui nem l. Voc pensa quem  voc, enquanto me comandando, me contando o que fazer sem um testamento voc ou um no o v? "
        Ele se ajoelhou e a puxou aos ps dela. "Voc aqui , voc no ? "
        "Eu estou aqui, voc sunos, lhe falar que eu no tolerarei isto. Aqui  estado quase um ms desde que voc caminhou longe de meu porta assobiar, e - "
        "Voc sentiu falta de mim."
        Ela assobiou a ele. "No. Eu tenho que manter meu tempo enchido mais que suficiente. Oh, endireite aquela gravata tola. Voc se parece um bbedo."
        Ele a obrigou. "Voc sentiu falta de mim, Margaret Mary, entretanto voc nunca aborreceu para dizer assim sempre que eu consegui o localizar atravs de telefone."
        "Eu no posso falar no telefone. Como  suposto que eu digo qualquer coisa a algum eu no posso ver? E voc est evadindo o assunto."
        "O que  o assunto? " Ele apoiou atrs confortavelmente contra a escrivaninha dele.
        "Eu no serei dado ordens. Eu no sou nenhum de seus criados ou um de seu pessoal, assim consuma isso sua cabea. Remarque naquela fantasia caderno de couro 
seu se voc precisar lembrar. Mas nunca faz voc me conta o que fazer novamente." Ela deixou sair uma respirao curta, satisfeita. "Agora que eu fiz aquele claro, 
eu estarei a caminho.
        "Maggie. Se voc nenhuma inteno para ficar, por que voc empacotou uma mala? "
        Ele a teve l. Pacientemente ele esperou enquanto aborrecimento, desnimo e flitted de confuso pela face dela.
        "Talvez eu tenho uma mente para ficar em Dublin para um dia ou dois. Eu posso vir e posso ir como agrado eu, no possa eu? "
        "Mmm. Voc trouxe seu passaporte? "
        Ela de olhos ele cautelosamente. "E o que se eu fizesse? "
        "Bom." Ele circulou a escrivaninha dele ao redor, sentou. "Ganhar tempo. Eu pensei que voc poderia ter sido teimoso e poderia ter deixado isto em casa. 
Teria sido uma amolao para voltar e adquirir isto." Ele apoiou atrs, enquanto sorrindo. "Por que voc no se senta? Eu pedirei para Eileen que traga um pouco 
de ch? "
        "Eu no quero sentar, e eu no quero ch." Dobrando os braos dela, ela virou longe dele e encarou duro o Gergia O'Keeffe na parede. "Por que voc no voltou? 
"
        Havia um par de razes. Um, eu fui submergido aqui. Eu tive vrios assuntos que eu quis clarear assim eu teria um bloco de tempo livre. Segundo, eu quis 
ficar durante algum tempo" longe de voc.
        "Oh, o fez? " Ela manteve os olhos dela treinados nas cores corajosas. "O feito agora? "
        "Porque eu no quis admitir quanto quis eu para estar com voc." Ele esperou, tremeu a cabea dele. "Nenhuma resposta para isso, eu vejo. Nenhum Eu-querer-para-ser-com-voc


-como-bem? "
        "Sim. No que eu no tenho uma vida de meu prprio. Mas havia momentos estranhos quando eu teria gostado de sua companhia."
        E ele vai, parecia, tenha que se conformar com isso. "Voc est a ponto de adquirir isto. Voc sentaria agora, Maggie? H algumas coisas que ns precisamos 
discutir."
        "Certo, ento." Ela retrocedeu, sentou em frente  escrivaninha dele. Ele parecia perfeito l, ela pensou. Digno, competente, em custo. No como um homem 
que teria se viciado em uma luta selvagem no tapete de escritrio. A idia fez o dela sorria.
        "O que? "
        "Eu estava desejando saber o que seu secretrio poderia estar pensando l fora."
        Ele ergueu uma sobrancelha. "Eu estou seguro ela assume ns estamos tendo uma discusso empresarial civilizada."
        "Hah! Ela se parecia uma mulher sensata a mim, mas voc vai certo em acreditar isso." Agradado a propsito os olhos dele chamejaram  porta, ela apoiou o 
tornozelo dela no joelho dela. "Assim, que negcio estamos a ponto de ns para discutir? "
        "Ah-seu trabalho durante as ltimas semanas foi excepcional. Como voc saiba, ns ocultamos dez pedaos  primeira exibio com o propsito dos visitar durante 
o prximo ano. Eu gostaria de manter alguns de seus pedaos mais novos em Dublin, mas o resto j est a caminho de Paris."
        "Assim seu Eileen muito eficiente e muito sensato me" falou. Ela comeou a bater os dedos dela no tornozelo dela. "Voc no me chamou todo o modo para Dublin 
contar que eu novamente-nem eu pensamos que voc me chamou aqui para uma mancha de sexo quente no "tapete de escritrio.
        "No, eu no fiz. Eu teria preferido discutir os planos com voc em cima do telefone, mas voc nunca aborreceu para devolver minhas chamadas."
        "Eu estava fora bastante o tempo. Voc pode ter direitos exclusivos a meu trabalho, mas no para mim, Rogan. Eu tenho minha prpria vida, como expliquei" 
j eu.
        "Vrias vezes." Ele poderia sentir o temperamento que vaza atrs nele. "Eu no estou interferindo com sua vida. Eu estou administrando sua carreira. E para 
aquele propsito, eu estarei viajando para Paris para vigiar a exibio, e a exibio."
        Paris. Ela tinha tido uma hora apenas com ele e ele j estava falando sobre partir. Afligido por ela prprio corao mergulhando, ela falou crisply. "'Tis 
uma maravilha voc continua seu prosperando empresarial, Rogan. Eu pensaria que voc estaria contratando as pessoas capaz de controlar detalhes assim sem voc sentir 
a necessidade para espiar em cima dos ombros" deles/delas.
        "Eu o asseguro, eu tenho as pessoas muito competentes. Como acontece, eu tenho um interesse adquirido em seu trabalho, e eu quero controlar esses detalhes 
eu. Eu quero isto corrija."
        "Quais meios voc quer isto feito seu modo."
        "Precisamente. E eu quero que voc venha comigo."
        O pequeno comentrio sarcstico que tinha pulado aos lbios dela se retirou. "Com voc? Para Paris? "
        "Eu percebo voc tem alguma objeo artstica ou possivelmente moral a promover seu prprio trabalho, mas voc fez bem bastante ao espetculo de Dublin. 
Seria vantajoso a voc tem se aparea, porm brevemente, a seu primeiro espetculo internacional."
        "Meu primeiro espetculo internacional", ela repetiu, pasmado como a frase afundou na cabea dela. "Eu no faz falo o francs."
        "Isso no ser um problema. Voc ter um olhar na galeria de Paris, dispensar um pouco de charme e ter bastante tempo para ver as vises." Ele esperou 
pela resposta dela, recebida nada mais que um olhar fixo em branco. "Bem? "
        "Quando? "
        'Amanh."
        Amanh." O primeiro skitter de pnico a tiveram apertando uma mo ao estmago dela. "Voc quer que eu v com voc para Paris amanh? "
        "A menos que voc tenha algum compromisso prvio urgente."
        "Eu no fao, no."
        'Ento  resolvido." O alvio era quase brutal. "Depois que ns nos satisfizssemos que o espetculo de Paris tem xito, eu gostaria que voc fosse sul comigo."
        "Sul? "
        "Eu estou usando uma vila o mediterrneo. Eu quero estar s com voc, Maggie. Nenhuma distrao, nenhuma interrupo. H pouco voc."
        Os olhos dela ergueram a seu. 'O bloco de tempo voc tem trabalhado em durante estas semanas? "
        "Sim."
        "Eu no teria gritado a voc se voc tivesse explicado isto a mim."
        "Eu tive que explicar isto primeiro a mim. Voc vir? "
        "Sim, eu virei com voc." Ela sorriu. "Voc s perguntar."
        Uma hora depois ela estourou na galeria, s parar e chiar com frustrao como ela esperou por Joseph terminar com um cliente. Enquanto ele encantou uma mulher 
velho bastante ser a me dele, Maggie vagou o quarto principal ao redor, enquanto notando que a exibio ndia americana tinha sido substituda por uma seleo de 
esculturas de metal. Intrigado pelas formas, ela perdeu o senso dela de urgncia em admirao.
        Artista alemo", o Joseph a disse por detrs.
        "Este trabalho particular , eu sinto, visceral e jovial. Uma celebrao de foras elementares."
        "Terra, fogo, gua, a sugesto de vento o empenando do cobre". Ela vestiu um acento areo para emparelhar o seu. "Poderoso realmente em extenso, mas com 
um dano subjacente que sugestiona stira."
        "E pode ser seu para umas meras duas mil libras."
        "Uma pechincha. Uma piedade que eu estou sem um farthing a mim nome." Ela virou, enquanto rindo, e o beijou. 'Voc est olhando ajuste, Joseph. Quantos coraes 
quebrou voc desde que eu o deixei? "
        "Nary um um. Desde ento o meu pertence a voc."
        "Hah! Uma coisa boa para ns ambos que eu sei que voc est cheio de bajulao. O tenha um minuto poupar? "
        'Tor voc, dias. Semanas." Ele beijou a mo dela. 'Anos."
        "Um minuto me far. Joseph, o que preciso eu para Paris? "
        "Um suter preto apertado, uma saia curta e saltos de sapatos muito altos."
        Isso ser o dia. Realmente, eu sou ir, e eu no tenho uma pista o que eu precisarei. Eu tentei alcanar Sra. Sweeney, mas ela est fora hoje."
        "Assim eu sou sua segunda escolha. Voc me" devasta. Ele sinalizou a um do pessoal dele para levar o quarto. "Tudo que voc precisa para Paris, Maggie, so 
um corao romntico."
        "Onde eu posso comprar um? "
        "Voc tem seu prprio. Voc no pode esconder isto de mim, eu vi seu trabalho."
        Ela fez careta, ento deslizou o brao dela por seu. "Escute agora, eu no admitiria isto para s qualquer um, mas eu nunca viajei. Em Veneza eu tive s 
que preocupar sobre aprender e no usar nada que pegaria fogo. E pagando o alugar. Se eu for ter uma viagem para Paris, eu no quero fazer um bobo de mim."
        "Voc no vai. Voc ir com Rogan, eu levo isto, e ele conhece Paris como tambm um nativo. Voc s tem que agir um pouco arrogante, um pouco entediado, 
e voc ajustar direito dentro."
        "Eu vim a voc para conselho de moda. Oh, est humilhando para dizer isto, mas eu no posso ir se parecer. No que eu quero me pintar para cima como um manequim, 
mas eu no quero ou" me parecer o primo de pas de Rogan.
        "Hmm." O Joseph levou a pergunta seriamente, enquanto puxando o dela atrs para o comprimento de brao para um estudo lento, cuidadoso. "Voc h pouco faria 
multa como voc , mas. . . "
        "Mas? "
        "Lhe compre uma blusa de seda, muito costurado, mas macio. Cores vvidas, minha menina, nenhum pastel para voc. Calas compridas do mesmo tipo. Use seu 
olho para cor. V pelo estrondo. E aquela saia curta  um imperativo. Voc tem aquele vestido de preto? "
        "Eu no trouxe isto comigo."
        Ele cacarejou a lngua dele como uma tia inicial. "Voc sempre deveria estar preparado. Certo, quer dizer fora, assim v por resplendor este tempo. Algo 
que deslumbramentos o olho." Ele bateu a escultura ao lado deles. 'Estes tons de metal o vestiriam. No v para clssico, v por tipo negrito." Agradado com o pensamento, 
ele acernar com a cabea. "Como  que? "
        "Confundindo. Eu estou envergonhado de achar isto importa a mim."
        No h nada vergonhoso sobre isto. Simplesmente  uma questo de apresentao."
        "Isso pode ser, mas eu agradeceria a voc se voc no mencionasse isto a Rogan."
        "Me considere seu confessor, bem". Ele olhou
        em cima do ombro dela, e Maggie viu pulo de alegria nos olhos dele.
        Patricia entrou, hesitou, ento cruzou os azulejos lustrosos. "Oi, Maggie. Eu no soube que voc estava vindo para Dublin."
        Eu" "nem. Que mudana era isto? Maggie desejou saber. Ido era a tristeza sombreada, a reserva frgil. S levou um momento, enquanto vendo o modo os olhos 
de Patricia iluminado em Joseph, lhe dar a resposta. Aha, ela pensou. Assim h onde os sopros de vento.
        "Eu sinto muito a interrupo. Eu h pouco quis falar para o Joseph. . . A "Patricia estalou a uma parada. "Ah, quer dizer, eu estava passando e me lembrei 
do negcio que ns tnhamos discutido. O sete compromisso de hora? "
        "Sim." Joseph imergiu as mos dele nos bolsos dele os impedir alcanar para ela. "Sete horas. "
        "Eu tenho medo eu tenho que fazer isto sete-trinta. Eu tenho um pouco de um conflito. Eu quis estar seguro que no transtornaria o horrio."
        "Eu ajustarei isto."
        "Bom. Isso  bom." Ela agentou um momento, enquanto o encarando tolamente antes de ela se lembrasse de Maggie e os modos dela. "Voc ser na cidade longo? 
"
        De fato, "nenhum eu estou partindo amanh." O modo que o ar estava chiando, Maggie pensou, era uma maravilha que as esculturas no derreteram. "Na realidade, 
eu estou partindo agora."
        "Oh, no, por favor, no escape em minha conta. Eu tenho que ir." Patricia enviou um olhar mais ardente na direo de Joseph. "Eu tenho as pessoas que esperam 
por mim. Eu h pouco quis para-bem, adeus."
        Maggie esperou a pessoa bateu. " voc h pouco andamento para
        se levante aqui? " ela assobiou a Joseph como Patricia foi  porta.
        "Hmm? O que? Com licena." Ele fez a coliso  porta em dois segundo apartamento. Ela assistiu a Patricia volta, se ruborize, sorriso. Ento eles estavam 
em um ao outro braos.
        O corao romntico que Maggie recusou acreditar que ela teve, inchou. Ela esperou at que a Patricia se apressou fora e o Joseph estava de p, enquanto 
fitando depois o dela como um homem recentemente golpeado iluminando.
        "Assim seu corao pertence a mim, faz isto? "
        O olhar ofuscado clareou dos olhos dele. "Ela est bonita, ela no ? "
        No h nenhum negando isto."
        "Eu estive apaixonado por ela to longo, at mesmo antes de ela se casasse Robbie. Eu nunca pensei, nunca acreditou. . . " Ele riu um pouco, silncio deslumbrado 
por amor. "Eu pensei que era Rogan."
        "Assim fez eu. Est claro para o ver a fazer feliz." Ela beijou a bochecha dele. "Eu estou alegre para voc."
        "It's-ns estamos tentando para manter isto entre ns. Pelo menos at. . . durante algum tempo. A famlia dela... Eu posso garantir a me dela no me" aprovar.
        "O inferno com a me" dela.
        "Patricia disse quase a mesma coisa." Trouxe um sorriso aos lbios dele se lembrar disto. "Mas eu no estarei l a causa de qualquer dificuldade. Assim eu 
apreciaria isto se voc no dissesse nada."
        "No para Rogan qualquer um? "
        "Eu trabalho para ele, Maggie. Ele  um amigo, sim, mas eu trabalho para ele. Patricia  a viva de um dos mais velhos amigos dele, uma mulher ele  se escoltado. 
Umas grandes muitos pessoas pensaram que ela se tornaria a esposa" dele.
        "Eu no acredito que Rogan estava entre eles."
        
        "Seja que como pode, eu lhe preferiria falar me quando o "direito de tempo.
        " seu negcio, Joseph. Seu e Patricia. Assim ns comerciaremos confisso para confisso."
        "Eu agradeo a voc."
        "Nenhuma necessidade. Se Rogan duro-beijou bastante para desaprovar, ele merece ser enganado."
        
        
        
        Captulo Quinze
        
        
        PARIS tinha calor, mormacento e abarrotado. O trfico era abominvel. Carros, nibus, motocicletas guincharam e desviaram e acelerou, os motoristas deles/delas 
aparentemente dobrado em desafiar um ao outro a duelos de estrada infinitos. Ao longo das caladas, passearam as pessoas e se vangloriaram em uma parada pedestre 
colorida. Mulheres nessas saias curtas o Joseph parecia assim apaixonado por parecia magro e entediado e impossivelmente chique. Homens, igualmente  moda, os assistiram 
de pequenas mesas de caf onde eles tomaram um gole de vinho tinto ou caf preto forte.
        Flores floresceram em todos lugares-rosas, gladolo, calndulas, snapdragons, begnias que caem fora das baias de vendedores, tomando sol em bancos, caindo 
dos braos de meninas jovens cujas pernas brilharam luminoso como lminas no sol,.
        Meninos patinados por com jardas de po dourado que lanceia para cima fora de bolsas. Pacotes de turistas apontaram mquinas fotogrficas gostam de tantos 
espingardas para dinamitar fora  viso de veneziana deles/delas de vida de Paris.
        E havia cachorros. A cidade parecia uma verdadeira guarida deles, enquanto se empinando em correias, se escondendo de modos de ruela, arremessando atravs 
de lojas. At mesmo o peared de ap de vira-lata mais humilde extico, maravilhosamente estrangeiro e arrogantemente francs.
        
        Maggie levou tudo dentro da janela dela negligenciando o la de de de Lugar Concorde.
        Ela estava em Paris. O ar estava cheio de som e cheiro e luz enfeitada. E o amante dela estava dormindo como uma pedra na cama atrs dela.
        Ou assim ela pensou.
        Ele tinha estado assistindo o relgio dela Paris durante algum tempo. Ela apoiou fora da janela principal, descuidado da camisola de algodo que cai do ombro 
esquerdo dela. Ela tinha agido indiferente completamente para a cidade quando eles tinham chegado a noite antes. Os olhos dela tinham alargado no salo de entrada 
luxuriante do de de Hotel Crillon, mas ela no tinha feito nenhum comentrio quando eles tinham se registrado.
        Ela tinha dito mais para pouco quando eles entraram no apartamento de pelcia e alto, e vagou fora quando Rogan inclinou o bellman.
        Quando ele lhe perguntou que se o quarto a vestisse, ela simplesmente tinha encolhido os ombros e tinha dito faria bem bastante.
        O fez rir e a arrasta fora para cama.
        Mas ela no estava isso mesmo agora farta, ele notou. Ele pde todos menos veja a excitao que vislumbra ao redor do dela como ela encarou fora a rua e 
absorvido morre, enquanto se apressando vida da cidade. Nada poderia o ter agradado mais que dar a Paris dela.
        "Se voc apia fora muito mais distante, voc parar trfico."
        Ela sacudiu e, arrastando o cabelo dela dos olhos dela, olhou ao redor de para onde ele se deita entre folhas amarrotadas e uma montanha de travesseiros.
        "Uma bomba no pde parar aquele trfico. Por que diey querem matar um ao outro? "
        " uma questo de honra. O que acha voc da cidade em luz do dia? "
        " abarrotado. Pior que Dublin." Ento ela
        cedido e sorriu a ele. " adorvel, Rogan. Como uma mulher velha, mal-humorada que segura tribunal. H um vendedor abaixo l com um oceano de flores. E toda 
vez algum pra olhar ou comprar, ele os ignora, como isto est em baixo da dignidade dele os notar. Mas ele leva o dinheiro deles/delas, e contas toda moeda."
        Ela rastejou atrs em cama e se estirou em cima dele. "Eu sei exatamente como ele sente", ela murmurou. "Nada o faz mais irritvel que vendendo isso que 
voc amor."
        "Se ele no os vendesse, eles morreriam." Ele inclinou para cima o queixo dela. "Se voc no vendesse isso que voc amor, parte de voc morreria, tambm."
        "Bem, a parte que precisa comer vai sem dvida. Voc vai chamar um desses garons caprichosos e o ter traga o caf da manh para ns? "
        "O que gostaria voc? "
        Os olhos dela danaram. "Oh, tudo. Comeando com isto. . . "
        Ela arrastou as folhas fora e caiu nele.
        Bastante depois ela saiu da chuva, enquanto se embrulhando no roupo branco de pelcia que tinha esperado a parte de trs da porta. Ela achou Rogan a uma 
mesa pela janela de sala de estar, vertendo caf e lendo o papel.
        "Aquele jornal em francs." Ela cheirou a uma cesta de croissants. "Voc leu o francs e italiano? "
        "Mmm." As sobrancelhas dele eram tricote em cima das pginas financeiras. Ele estava pensando em chamada o corretor dele.
        "Que mais? "
        "Que mais isso que? "
        "Que mais voc ler-fala. Idioma que eu quero dizer."
        "Algum alemo. Bastante espanhol sobreviver.
        "Gaelic? "
        "No." Ele virou a pgina, enquanto esquadrinhando para notcias de leiles de arte. "O faa? "
        O me de "meu pai falou isto, assim eu aprendi." Os ombros dela moveram restlessly como ela slathered esmagam sobre um croissant cozinhando em vapor. "No 
 muito bem, eu suponho, com exceo de amaldioar. No o adquirir a melhor mesa em um restaurante francs."
        " valioso. Ns perdemos uma quantia considervel de nossa herana." Que era algo no que ele pensou, freqentemente. " uma pena que h s bolsos em Irlanda 
onde voc pode ouvir o irlands falada." Porque isto o fez lembrar de uma idia que ele tinha estado brincando com, ele dobrou o papel dele e ps de lado isto. "Diga 
algo em Gaelic."
        "Eu estou comendo."
        "Diga algo para mim, Maggie, na lngua velha".
        Ela fez um pequeno som de impacincia, mas o obrigou. Era musical, extico e como estrangeiro a ele como grego.
        "O que disse voc? "
        "Que voc tem uma face agradvel para ver de uma manh." Ela sorriu. "Voc v  um idioma como til para lisonja como  por amaldioar. Agora diga algo a 
mim em francs."
        Ele fez mais que fale. Ele se inclinou, tocou os lbios dele suavemente a seu, ento murmurou, "eu reveiller um toi de de de cote, le de c'est mais toneladas 
de de de namorado reves de les. " O corao dela fez um redemoinho longo, lento no trax dela.
        "O que significa? "
        'Que se despertando ao lado de voc  mais adorvel que qualquer sonho."
        Ela abaixou os olhos dela. "Bem. Parece o francs  um
        lngua mais determinado a bonitos sons que o ingls claro."
        A reao feminina rpida, no planejada dela divertiu e fascinou. "Eu o toquei. Eu deveria ter tentado francs antes."
        "No seja tolo." Mas ele tinha a, profundamente, tocado. Ela combated a fraqueza intranqila atacando a refeio dela. "O que estou comendo eu? "
        "Ovos o Benedict."
        " bom", ela disse com a boca dela cheio. "Um pouco no lado rico, mas bem. O que buscamos ns fazendo hoje, Rogan? "
        "Voc ainda est se ruborizando, Maggie."
        "Eu no sou. Ela conheceu os olhos dele, em um desafio, estreitamente. "Eu gostaria de saber o que os planos so. Eu estou assumindo este tempo voc os discutir 
primeiro com eu em vez de h pouco me arrastar junto como um "cachorro de idiota.
        "Eu estou crescendo mesmo apaixonado por aquela vespa voc chama uma lngua", ele disse agradavelmente. "Eu estou perdendo minha cabea provavelmente. E 
antes de voc me picar novamente, eu pensei que voc gostaria de ver alguma da cidade. Voc nenhuma dvida desfruta a Clarabia. Assim eu parti a manh bastante 
claro para viso-ver, ou fazendo compras, ou tudo que que voc gostaria. Ento ns passaremos pela galeria depois esta tarde."
        A noo de passear pelo grande museu a agradou. Ela tampou fora o caf de Rogan, ento aquecido a prpria xcara dela de ch. "Eu gostaria de vagar aproximadamente, 
eu suponho. Como por fazer compras, eu quererei achar algo que levar de volta para Brie."
        "Voc deveria ter algo como bem" para Maggie.
        "Maggie no precisa nada. Alm, eu no posso dispor isto."
        Isso  absurdo. Voc tem nenhuma necessidade para se negar um presente ou dois. Voc ganhou isto."
        
        "Eu gastei o que eu ganhei." Ela fez careta em cima da xcara dela. "Eles tm coragem para chamar este ch? "
        Voc quer dizer "o que gastou voc isto? " Ele fixou abaixo o garfo dele. "S um ms atrs eu lhe dei um cheque nas seis figuras. Voc quase no pode ter 
picado fora" isso.
        "Picado? " Ela gesticulou perigosamente com a faca dela. "Eu me pareo um fritterer? "
        Deus bom", no."
        "E o que  suposto isso para significar? Que eu no tenho o gosto ou nomeio para gastar bem meu dinheiro? "
        Ele sustentou uma mo para paz. "Significa nada alm de no. Mas se voc desperdiou o dinheiro que eu lhe dei, eu gostaria de saber como."
        "Eu no desperdicei nada, como se fosse seu negcio para comear com."
        "Voc  meu negcio. Se voc no puder administrar seu dinheiro, eu farei isto para voc."
        "Voc no vai. Por que voc pomposo, centavo-beliscando asno, 'tis minam, no ? E foi, ou a maioria disto. Assim voc h pouco ter que ver que voc vende 
meu trabalho e me adquire mais."
        'Isso  precisamente o que eu farei. Agora, onde foi? "
        "Fora." Enfurecido, envergonhado, ela empurrou atrs da mesa. "Eu tenho despesas, no faa eu? Eu precisei de materiais, e eu era tolo bastante comprar um 
vestido". '
        Ele dobrou as mos dele. "Voc gastou, no tempo de um ms, quase duzentas mil libras em materiais e um vestido".
        "Eu tive uma dvida para pagar", ela se enfureceu a ele. "E por que eu deveria ter que explicar a voc? No diz nada de como eu gasto meu dinheiro em seu 
contrato sangrento."
        "O contrato no tem nada que ver com isto", ele disse pacientemente, porque ele pudesse ver que era no enfurea tanto como mortificao que estava a dirigindo. 
"Eu estou lhe perguntando onde o dinheiro foi. Mas voc est certamente debaixo de nenhuma obrigao legal me" falar.
        O tom razovel dele s beliscou mais duro  humilhao dela. "Eu comprei para minha me uma casa, entretanto ela nunca me agradecer isto. E eu tive que 
fornecer isto para ela, no fez eu? Ela teria levado toda vara e teria almofadado caso contrrio" de Brianna. Frustrado, ela arrastou ambas as mos pelo cabelo dela 
e enviou isto em topetes gneos. "E eu tive que contratar Lottie, e v eles tiveram um carro. E ela ter que ser pagada todas as semanas, assim eu dei para Brie 
bastante durante seis meses em salrio e para comida e tal. Ento havia a garantia, entretanto Brie estar furioso quando ela acha que eu paguei isto. Mas era meu 
para pagar, como Da tirou isto para mim. Assim  terminado. Eu mantive minha palavra a ele e eu no vou voc tem me contando o que eu devo ou no deveria fazer com 
meu prprio dinheiro."
        Ela tinha atacado violentamente o quarto ao redor enquanto ela falou e veio agora a uma parada pela mesa onde Rogan continuou sentando, silenciosamente, 
pacientemente.
        "Se eu poderia resumir? " ele disse. "Voc comprou uma casa para sua me, forneceu isto, comprou um carro e contratou um companheiro para ela. Voc pagou 
integralmente uma garantia que desagradar sua irm mas que voc feltro era sua responsabilidade. Voc deu para Brianna bastante manter sua me durante seis meses, 
materiais comprados. E com o que era esquerdo, voc se comprou um vestido."
        Isso  certo. Isso  o que eu disse. O que disto? "
        Ela estava de p l, enquanto tremendo com fria, os olhos dela afiado e luminoso e ansioso para a batalha. Ele pde, ele meditou, lhe fale ele admirou a 
generosidade incrvel dela, a lealdade dela para a famlia dela. Mas ele duvidou que ela apreciasse o esforo.
        Isso explica isto." Ele apanhou o caf dele novamente. "Eu verei que voc adquire um avano."
        Ela no estava segura ela poderia falar. Quando ela fez, a voz dela entrou fora um perigoso assobie. "Eu no quero seu avano sangrento. Eu no quero isto. 
Eu ganharei meu prprio mantenha."
        "O qual voc  fazer-e bastante bem. No  caridade, Maggie, ou at mesmo um emprstimo.  uma transao empresarial simples."
        Seja condenado a seu negcio." A face dela era agora rosa com embarao. "Eu no levarei um centavo at que eu ganhei isto. Eu h pouco me sa de dvida, 
eu no irei novamente" nisto.
        "Deus, voc  teimoso." Ele bateu os dedos dele na mesa como ele refletiu para a reao dela, enquanto tentando entender a exibio dela de paixo. Se fosse 
orgulho que ela precisou to mal, ele poderia lhe ajudar a manter isto. "Muito bem, ns faremos isto completamente outro modo. Ns tivemos vrias ofertas em sua 
Rendio abaixo" a qual eu virei.
        "Virado abaixo? "
        "Mmm. O ltimo, eu acredito, era trinta mil." "Libras! " A palavra estourou dela. "Eu fui oferecido trinta mil libras para isto, e voc dobrou isto? Voc 
est furioso? Pode parecer como pequeno ou nada para voc, Rogan Sweeney, mas eu poderia viver handsomely naquela quantia para mais que um ano. Se isto  como voc 
administra - "
        "Esteja quieto." E porque ele disse isto to casualmente, assim absently, ela fez h pouco isso. "Eu recusei a oferta porque eu pretendi comprar para o pedao 
me, depois que ns tivssemos visitado isto. Eu simplesmente comprarei agora isto e continuar na excurso como parte de minha coleo. Ns faremos isto trinta-cinco 
mil."
        Ele lanou fora a quantia como se era casualmente mudana solta derrubada em uma agncia.
        Algo dentro dela estava tremendo como o corao de um pssaro amedrontado. "Por que? "
        "Eu no posso, eticamente, compre para mim  mesma quantia oferecida por um cliente."
        "No, eu quero dizer por que voc quer isto? "
        Ele parou os clculos mentais dele e olhou para ela. "Porque  trabalho bonito, trabalho ntimo. E porque sempre que eu olho para isto, eu me lembro de amor 
de fabricao com voc na primeira vez. Voc no quis vender isto. Voc pensou que eu no pudesse ver isso em sua face o dia que voc mostrou isto a mim? Voc realmente 
pensou eu no pude entender quanto feriu voc deixar isto? "
        Incapaz falar, ela tremeu a cabea dela simplesmente e se virou.
        "Era meu, Maggie, at mesmo antes de voc terminasse isto. Como muito, eu penso, como era seu. E ir para ningum mais. Eu nunca pretendi isto para ir outro" 
para qualquer um.
        Ainda silencioso, ela caminhou  janela. "Eu no quero que voc me pague por isto."
        "No seja absurdo - "
        "Eu no quero seu dinheiro", ela disse depressa, enquanto ela pde. "Voc  direito-aquele pedao era terrivelmente especial a mim, e eu agradeceria se voc 
aceitasse isto." Ela deixou sair uma respirao longa, enquanto fitando duro pelo copo. "Eu seria agradado para conhecer isto era seu."
        "Nosso", ele disse em um tom para o que retirou o olhar dela o dele como um m. "Como foi significado ser."
        "Nosso, ento". Ela suspirou. "Como possa eu fico bravo
        com voc? " ela disse quietamente. "Como eu posso lutar o que voc faz a mim? "
        "Voc no pode. "
        Ela tinha medo ele tinha razo sobre isso. Mas ela pde, pelo menos, leve um posto em um assunto menor. "Eu agradeo a voc por oferecer um avano, mas eu 
no quero isto.  importante a eu levar o que eu fao, quando eu fao isto. Eu parti para sobreviver bastante. Eu quero no mais que que para agora. O que precisou 
ser feito  terminado. Deste ponto em, o que vem ser meu."
        " s dinheiro, Maggie".
        "To fcil dizer quando voc tem mais que voc alguma vez precisou." A extremidade na voz dela, tanto goste da me dela, parou o resfriado dela. Ela levou 
uma respirao funda e deixou sair o que estava no prprio corao dela. "Dinheiro estava como uma ferida aberta dentro meu casa-a falta disto, a habilidade de meu 
pai por perder isto, e o constante de minha me que importuna mais para. Eu no quero depender de libras para minha felicidade, Rogan. E amedronta e me envergonha 
que eu posso."
        Assim, ele pensou, enquanto a estudando, isto era por que ela tinha o lutado todo passo do modo. "Voc no me falou uma vez que voc no apanhou seu tubo 
cada dia pensando no lucro no outro fim disto? "
        "Sim, mas - "
        "Voc pensa agora nisto? "
        "No. Rogan - "
        "Voc est discutindo contra sombras, Maggie". Ele subiu para cruzar a ela. 'A mulher que voc  j decidiu que o futuro ser muito diferente do passado."
        "Eu no posso voltar, ela murmurou. "At mesmo se eu quis, eu no pude voltar.
        "No, voc no pode. Voc sempre ser a pessoa para ir adiante." Ele a beijou suavemente na sobrancelha. Voc ser vestido agora, Maggie? Me deixe lhe dar 
Paris."
        Sim. Durante quase uma semana ele lhe deu tudo a cidade teve que oferecer, da magnificncia de Senhora de Notre para a intimidade de cafs escuros. Ele comprou 
as flores dela do vendedor ambulante apertado-labiado todas as manhs at que o apartamento cheirou como um jardim. Eles passearam ao longo do Sena no luar, Maggie 
com os sapatos dela na mo dela e a brisa do rio nas bochechas dela. Eles danaram em clubes a msica americana jogada mal, e jantou em comida gloriosa e entretm 
a Mxima.
        Ela o assistiu poro em cima da arte de calada, sempre procurando para outro diamante dentro o spero. E entretanto ele estremeceu quando ela comprou um 
pintando indubitavelmente ruim da Torre de Eiffel, ela s riu e lhe falou arte estava na alma, no sempre na execuo.
        As horas que ela passou na galeria de Paris eram da mesma maneira que excitando a ela. Enquanto Rogan ordenou, dirigiu e organizou que ela viu o trabalho 
dela lustrar debaixo do olho vigilante dele.
        Um interesse adquirido, ele tinha dito. Ela no pde negar que ele tendesse bem os interesses dele. Ele era como apaixonado e atento para a arte dela durante 
essas tardes como ele era ao corpo dela durante as noites.
        Quando era terminado, e o ltimo pedao foi fixado para lustrar debaixo das luzes, ela pensou que o espetculo era todo pedao como muito um resultado dos 
esforos dele a partir dela prprio.
        Mas sociedade sempre no igualou harmonia.
        "Condene isto, Maggie, se voc continuar exagerando em l
        ns estaremos atrasados." Durante a terceira vez em como muitos minutos, Rogan bateu na porta de quarto que ela tinha fechado.
        "E se voc continuar me aborrecendo, ns seremos depois ainda", ela convocou. "V embora. Melhor ainda, v em para a galeria voc. Eu posso me chegar l 
quando eu estiver pronto."
        Em "voc no pode ser confiado", ele murmurou, mas as orelhas dela eram afiadas.
        "Eu no preciso de guardio, Rogan Sweeney". Ela era ofegante de lutar alcanar o baixo zper do vestido dela. "Eu nunca vi um homem to regido pelas mos 
de um relgio."
        "E eu nunca vi uma mulher mais descuidado de tempo. Voc destrancaria esta porta? Est enfurecendo para ter que gritar por isto."
        "Certo, certo." Deslocando o brao dela quase, ela conseguiu firmar o vestido. Ela ziguezagueou os ps dela em ridiculamente saltos de sapatos de bronze 
altos, se amaldioou por ser tolo bastante seguir o conselho de Joseph, ento torceu a fechadura. "Eu no teria levado to longo se eles fizessem as roupas de mulheres 
com a mesma considerao que eles fazem para homens. Seus zperes esto dentro de alcance fcil." Ela parou, arrastou uma vez na bainha curta do vestido. "Bem? Tudo 
 direito ou no? "
        Ele no disse nada, s girou o dedo dele para indicar ele queria que ela circulasse. Rodando os olhos dela a cu, ela concordou.
        O vestido era tomara-que-caia, quase sem encosto, com uma saia que parou teasingly a midthigh. Brilhou, bronze, cobre, ouro, reluzindo fogo a toda respirao. 
Os cabelos dela ecoados o tom de forma que ela pareciam como uma chama de vela, esbelto e luminoso.
        "Maggie. Voc toma minha respirao.
        'A costureira no era generosa com material."
        "Eu admiro a parcimnia" dela.
        Quando ele continuou fitando, ela ergueu as sobrancelhas dela. "Voc disse que ns estvamos com pressa.
        "Eu mudei minha mente."
        As sobrancelhas dela ergueram mais alto como ele comeou para ela. "Eu estou o advertindo, se voc me sair deste vestido, ser sua responsabilidade para 
me voltar dentro."
        To atraente quanto isso soa, ter que esperar. Eu tenho um presente para voc, e parece que os destinos guiaram minha mo. Eu acredito que isto complementar 
seu vestido bem."
        Ele alcanou no bolso interior do tux dele e tirou uma caixa aveludada esbelta.
        "Voc j me comprou um presente. Aquela garrafa enorme de cheiro."
        Isso era para mim." Ele se inclinou para cheirar o ombro nu dela. O perfume esfumaado poderia ter sido criado com ela em mente. "Muito para mim. Isto  
para voc."
        "Bem, desde que  muito pequeno para para ser outra secretria eletrnica, eu levarei isto." Mas quando ela abriu a caixa, o ria morto na garganta dela. 
Rubis, chamas quadradas deles, chiaram com diamantes branco-quentes dentro um trs-tiered sufocador amarrado junto por tores de ouro refletindo. Nenhuma bugiganga 
delicada, mas um flash corajoso, um flash de raio de cor calor rido e vislumbre.
        "Algo para se lembrar de Paris por", Rogan lhe falou como ele deslizou isto da caixa. O colar correu como sangue e molha pelos dedos dele.
        " diamantes. Rogan, eu no posso usar diamantes."
        "Claro que voc pode." Ele trouxe isto  garganta dela, os olhos dele em seu como ele firmou o gancho. "No s talvez. Eles estariam frios e no o vestiriam. 
Mas com as outras pedras... " Ele pisou para levar atrs
        no efeito. "Sim, precisamente direito. Voc se parece uma deusa pag."
        Ela no pde parar a mo dela de alcanar para cima, de correr pelas pedras preciosas. Eles sentiam morno contra a pele dela. "Eu no sei o que dizer a voc."
        "Diga obrigado, Rogan.  adorvel."
        Obrigado, Rogan". O sorriso dela floresceu e esparramou. " uma grande transao mais que graciosamente. Est deslumbrando."
        "E assim  voc." Ele apoiou no beijo, ento bateu levemente o fundo dela. "Agora siga um movimento, ou ns estaremos atrasados. Onde sua envoltura ? "
        "Eu tenho no adquiriu um."
        'Tpico", ele murmurou, e a tirou de a porta.
        Maggie pensou que ela a controlou segunda exibio com uma grande transao mais verve que ela teve o primeiro. O estmago dela quase no era como nervoso, 
o temperamento dela no quase como curto. Se ela fizesse, algumas vezes, pense wistfully de fuga, ela cobriu bem isto.
        E se ela ansiasse para algo que ela no pde ter, ela se lembrou que sucesso s vezes teve que ser bastante em si mesmo.
        "Maggie."
        Ela virou do ramblings pesadamente acentuado de um Frenchman cujo olhos raramente tinham deixado a diviso dela e tinham encarado dumbstruck a irm dela.
        "Brianna? "
        "" certamente. Sorrindo, Brianna juntou a irm surpresa dela em um abrao. "Eu teria estado aqui uma hora atrs, mas havia uma demora no aeroporto."
        "Mas como? Como voc est aqui nada? "
        "Rogan enviou o avio dele para mim."
        "Rogan? " Confundido, Maggie esquadrinhou o quarto at que ela o achou. Ele s sorriu a ela, ento a Brianna, antes de devolver a ateno dele a uma mulher 
enorme em fcsia ate. Maggie cutucou a irm dela a um canto do quarto. "Voc veio no avio de Rogan? "
        "Eu pensei que eu teria que o decepcionar novamente, Maggie". Mais que um pouco subjugado pela viso do trabalho de Maggie que brilha em um roomful de estranhos 
exticos, Brianna passou despercebido a mo dela na irm dela. "Eu estava tentando para pensar de como administrar isto. A multa de me com Lottie, claro que, e 
eu soube que eu pudesse deixar o Trapaceiro com Murphy. Eu igualo perguntado para Sra. McGee se ela cuidasse Blackthorn para um dia ou dois. Entretanto havia o como 
chegar aqui."
        "Voc quis vir", Maggie disse suavemente. "Voc quis."
        "Claro que eu fiz. Eu quis nada alm de estar com voc. Mas eu nunca imaginei estaria assim." Brie encarou o garom branco-coberto que ofereceu o champanha 
dela da bandeja prateada dele. 'Obrigado."
        "Eu no pensei que importou a voc." Para clarear a emoo da garganta dela, bebeu Maggie profundamente. "Eu era, agora mesmo, se levantando aqui pensando 
que eu desejei que importou a voc."
        "Eu estou orgulhoso de voc, Maggie, to orgulhoso. Eu lhe" falei.
        "Eu no o acreditei. Oh Deus." Ela sentia bem as lgrimas para cima e piscou eles furiosamente fora.
        "Voc deveria estar envergonhado de voc, enquanto pensando poucos de meus sentimentos" assim, Brie ralhou.
        "Voc nunca mostrou algum interesse", Maggie incendiou
        atrs.
        "Eu mostrei todo o interesse que eu pude. Eu no entendo o que voc faz, mas isso no significa no me faz orgulhoso que voc faz isto." Coolly, Brianna 
inclinou o copo dela atrs. "Oh", ela murmurou, enquanto encarando o vinho borbulhante, "mas isso  adorvel. Quem pensaram qualquer coisa poderia provar como que? 
"
        Com um pio de risada, Maggie beijou a irm dela duro na boca. "Jesus exceto ns, Brie, o que estamos fazendo ns aqui? Os dois de ns, bebendo champanha 
dentro,
        Paris."
        "Eu para um vou desfrutar isto. Eu tenho que agradecer Rogan. Voc pensa que eu pudesse o interromper para um momento? "
        "Depois que voc me contasse o resto. Quando voc chamou
        ele? "
        "Eu no fiz, ele me chamou. Uma semana atrs."
        "Ele o chamou? "
        "Sim, e antes de eu pudesse lhe desejar bom dia, ele estava me contando o que eu faria e como eu faria isto."
        "Isso  Rogan."
        "Ele disse que ele estaria enviando o avio, e que eu era conhecer o motorista dele no aeroporto em Paris. Eu tentei entrar uma palavra, mas ele rodou direito 
em cima de mim. O motorista me levaria para o hotel. Voc alguma vez viu o igual daquele lugar, Maggie? Est como um palcio."
        "Eu engoli minha lngua quase quando eu entrei. V em."
        "Ento, eu era se adquirir pronto, e o motorista me traria aqui. O qual ele fez, entretanto eu pensei com certeza ele me mataria no caminho. E havia isto 
no quarto de hotel, com uma nota de
        ele falando isto a mim o agradariam se eu usasse isto." Ela escovou uma mo abaixo a seda azul nublada do terno de noite que ela usou. "Eu no teria levado 
isto, mas ele ps o pedido de tal um modo para" o que eu no teria sentido rude.
        "Ele  bom a isso. E voc parece maravilhoso nisto."
        "Eu sinto maravilhoso nisto. Eu confesso, minha cabea ainda est girando de avies e carros e tudo isso. Tudo isto", ela disse novamente, enquanto fitando 
o quarto ao redor. Estas pessoas, Maggie, eles so todo aqui para voc."
        "Eu estou alegre voc . Eu o levarei ao redor assim voc pode os encantar para mim? "
        "Eles j esto encantados, enquanto h pouco vendo os dois de voc." Rogan pisou ao lado deles e levou a mo de Brianna. " encantador para o ver novamente."
        "Eu agradeo a voc por organizar isto. Eu no posso comear a agradecer lhe."
        "Voc h pouco tem. Voc no nota se eu o apresentar ao redor? Sr. LeClair - l, o homem bastante extravagante-olhando pelo Impulso de Maggie? Ele h pouco 
 confessado a mim que ele est cado apaixonado com voc."
        "Ele cai certamente facilmente, mas eu serei agradado para o conhecer. Eu gostaria de vagar como bem aproximadamente. Eu nunca vi o trabalho de Maggie mostrado 
assim."
        Levou s minutos antes de Maggie pudesse tomar Rogan novamente  parte. "No me fale eu preciso circular", ela disse antes de ele pudesse fazer h pouco 
isso. "Eu tenho algo que eu preciso dizer a voc."
        monopolizar o artista."
        "No levar muito tempo para eu lhe falar que esta era a coisa mais amvel que qualquer um tem todo terminado para mim. Eu nunca esquecerei isto."
        Ele ignorou a distrao do francs rpido um
        a mulher tagarelou ao ombro dele e levou a mo de Maggie aos lbios dele. "Eu no o quis infeliz novamente, e era a coisa mais simples no mundo organizar 
para Brianna para estar aqui."
        "Poderia ter sido simples." Ela se lembrou do artista roto que ele tinha escoltado para cima os passos elegantes da galeria. Tambm, isso tinha sido simples. 
'Isso no faz isto qualquer menos amvel. E para lhe mostrar para o que significa a mim, eu ficarei no s pela noite inteira, at que o ltimo convidado titubeia 
a porta, eu falarei com todo um deles."
        "Bem? "
        "Bem. No importa com que freqncia eu ouo a palavra visceral"
        "Isso  minha menina." Ele beijou a gorjeta do nariz dela. "Agora consiga trabalhar."
        
        
        
        Captulo Dezesseis
        
        
        SE Paris tivesse cambaleado ela, o sul de Frana com sua varredura de praias e montanhas coberto de neve partiram awestruck de Maggie. Havia nenhum chocalho 
de trfico aqui em Rogan est brilhando vila que negligencia as guas azuis queimando do mediterrneo, nenhum alvoroo de multides para lojas ou cafs.
        As pessoas que pontilharam a praia eram no mais que parte da pintura que cercou gua e lixa, enquanto subindo e descer barcos e um cu infinito, sem nuvens.
        A zona rural da qual ela poderia ver de um o muitos terraos que enfeitaram a vila, esparramados fora em campos quadrados limpos limitados por cercas de 
pedra como o ones que ela viu da prpria entrada dela em Clare. Mas aqui, o cho se levantou em declives terraplenados, de pomares em diques ensolarados para o verde 
mais alto das florestas e em para os contrafortes do Alpes magnfico.
        Os chos de Rogan eram luxuriantes com flores e florescendo ervas, extico com azeitona e rvores de caixa e a fasca de fontes. O quieto s estava transtornado 
pela chamada de gaivotas e a msica de gua caindo.
        Contedo, Maggie vadiou em um do chaises acolchoado em um terrao sol-lavado e esboou.
        "Eu pensei que eu o acharia aqui." Rogan saiu e derrubou um beijo, ambos casual e intima, no topo da cabea dela.
        " impossvel ficar dentro em tal um dia." Ela piscou nele at que ele levou os culos sombreados ela tinha lanado em uma mesa e tinha deslizado eles no 
nariz dela. "Voc terminou seu negcio? "
        "Para agora." Ele sentou ao lado dela, enquanto trocando para no bloquear a viso dela. "Eu sinto muito eu fui to longo. Uma chamada parecia conduzir a 
outro."
        "No importa. Eu gosto de ser em meu prprio."
        "Eu notei." Ele espiou no caderno de esboos. "Um seascape? "
        " irresistvel. E eu pensei que eu puxaria alguma da paisagem, assim Brie pudesse ver isto. Ela teve tal um tempo maravilhoso em Paris."
        "Eu sinto muito ela poderia ficar s um dia."
        "Um dia adorvel.  duro acreditar eu passeei ao longo do Banco Esquerdo com minha irm. As irms de Concannon em Paris." Ainda a fez rir para pensar nisto". 
Ela no esquecer isto, Rogan". Comprimindo o lpis dela atrs da orelha dela, Maggie levou a mo dele. Eu" "nem.
        "Voc me, ambos voc, agradeceu. E a verdade  eu fiz nada alm de faa alguns ligaes. Falando de chamadas, um que me manteve distante agora mesmo era 
de Paris." Alcanando em cima de, Rogan selecionou uma uva adoada da cesta de fruta ao lado deles. "Voc tem uma oferta, Maggie, do de de Comte Lorraine."
        "De Lorraine? " Lbios enrugaram, ela procurou a memria dela. "Ah, o homem velho magro com uma cana que falou em sussurros".
        "Sim." Rogan foi divertido para a ouvir descrever um dos homens mais ricos na Frana como um homem velho magro. "Ele gostaria do comissionar para fazer um 
presente para a neta dele est se casando este dezembro."
        O hackles dela subiram instintivamente. "Eu levarei nenhuma comisso, Rogan. Eu fiz aquele claro desde o comeo."
        "Voc fez, sim." Rogan levou outra uva e estourou isto na boca de Maggie a manter quieto. "Mas  minha obrigao para o informar de qualquer pedido. Eu no 
estou sugerindo que voc concorda, entretanto seria uma real pena impressionante dentro seu-e Mundialmente - bon. Eu estou cumprindo meus deveres simplesmente como 
seu gerente."
        Eyeing ele, Maggie engoliu a uva. O tom dele, ela notou, era como sugarcoated como a fruta. "Eu no farei isto."
        'Sua escolha, naturalmente". Ele renunciou ao assunto inteiro fora. "Eu tocarei para algo frio? Onade de Lem talvez, ou ch de iced? "
        "No." Maggie levou o lpis por detrs a orelha dela, bateu isto no bloco dela. "Eu no estou interessado em fazer-para-ordem. "
        "E por que voc deveria ser? " ele respondeu, toda a razo. "Seu Paris mostrar era todo pedao to prspero quanto o um em Dublin. Eu tenho toda confiana 
que isto continuar em Roma e alm. Voc est a caminho bem. Ele apoiou abaixo e a beijou. "No que o pedido do comte tem qualquer coisa que ver com fazer-para-ordem. 
Ele est bastante disposto para deixar isto completamente em suas mos."
        Cauteloso, Maggie inclinou abaixo os culos dela e o estudou em cima da gorjeta. "Voc est tentando para me bajular nisto."
        "Quase no." Mas, claro que, ele era. Porm, "eu deveria somar que o comte-um conhecedor de arte muito bem-respeitado, pelo modo- disposto para pagar "somely 
de mo.
        "Eu no estou interessado." Ela empurrou os culos dela novamente em lugar, ento jurou. "Quanto est bonito? "
        
        "At o equivalente de cinqenta mil libras. Mas eu sei como inflexvel voc  sobre o ngulo de dinheiro, assim voc no precisa levar em conta isto. Eu 
lhe falei era improvvel voc seria interessado. Voc gostaria de abaixar para a praia? D um passeio? "
        Antes de ele pudesse subir, Maggie impediu o colarinho dele. "Oh, voc um furtivo , voc no , Sweeney? "
        "Quando necessidades so."
        "Seria tudo que que eu escolho fazer? Tudo que veio a mim? "
        "Vai." Ele localizou um dedo em cima do ombro nu dela que estava comeando a virar a cor de um pssego ao sol. "Exclua. . . "
        "Ah, aqui ns estamos."
        "Azule", Rogan disse, e sorriu. "Ele quer azul."
        "Azule, ? " O riso comeou a tremer a. "Qualquer sombra particular? "
        "Igual ao olhos da neta dele. Ele reivindica eles so to azuis quanto o cu de vero. Parece ela  o favorito dele, e depois que ele viu seu trabalho em 
Paris, nada faria mas que ela tem algo a trazido s de suas mos adorveis."
        As palavras dele ou seu? "
        "Um pouco de ambos", respondeu Rogan, enquanto beijando um dessas mos adorveis.
        "Eu pensarei nisto.
        "Eu tinha esperado que voc v." J no interessado com bloquear a viso dela, ele se inclinou para lambiscar aos lbios dela. "Mas pensa depois nisto, o 
v? "
        "Excusez-moi, monsieur". Um criado inspido-enfrentado se levantou na extremidade do terrao, as mos dele aos lados dele e os olhos dele discretamente apontados 
para o mar.
        "Oui, Henri? "
        
        "Vous et mademoiselle, voudriez-vous dejeuner sur la terrasse maintenant? "
        "Non, dejeuner de allons de nous mais tard. "
        Bien de Trs", monsieur". Henri diminuiu, silencioso como uma sombra na casa.
        "E sobre o que foi isso? " Maggie perguntou.
        "Ele quis saber se ns quisssemos o almoo. Eu disse que ns comeramos depois." Quando Rogan comeou a apoiar novamente abaixo, Maggie o parou com uma 
mo esbofeteada ao trax dele. "Problema? " Rogan murmurou. "Eu posso o me ligar de volta e posso lhe falar ns estamos afinal de contas" prontos.
        "No, eu no quero que voc o" chame. A fez intranqilo para pensar em Henri, ou quaisquer dos outros criados, espreitando em um canto, esperando servir. 
Ela ziguezagueou fora o chaise. "Voc nunca quer estar s? "
        "Ns estamos ss. Isso  exatamente por que eu quis o trazer aqui."
        "S? Voc tem que ter seis puttering de pessoas ao redor da casa. Os jardineiros e cozinheiros, empregadas e mordomos. Se eu fosse romper meus dedos agora 
mesmo, um deles viria, enquanto correndo."
        "Que  exatamente o propsito tendo os criados."
        "Bem, eu no os quero. Voc sabe um dessas pequenas empregadas quis lavar fora minha roupa ntima? "
        'Isso  porque  o trabalho dela para cuidar de voc, no porque ela quis a riffle suas gavetas."
        "Eu posso cuidar de mim. Rogan, eu quero que voc os despache. Todos eles."
        Ele subiu a isso. "Voc quer que eu incendeie a ajuda? "
        "No, para causas de piedade, eu no sou um monstro, enquanto lanando as pessoas inocentes fora na rua. Eu quero que voc os envie, isso  tudo. Em um feriado, 
ou tudo que voc chamaria isto."
        "Eu posso emitir certamente para o pessoal um dia, se voc gostasse."
        "No um dia, a semana". Ela apagou uma respirao, enquanto vendo o puzzlement dele. "No faz sentido a voc, e por que deve isto? Voc  usado assim a eles, 
voc faz nem mesmo os" veja.
        O nome dele era Henri, o cozinheiro  o Jacques, a empregada que assim cheekily ofereceram a lavar seu lingerie  a Marie." Ou possivelmente, ele pensou, 
Monique.
        "Eu no busquei comeando uma disputa." Ela avanou, as mos dela alcanando para seu. "Eu no posso relaxar como voc faa com todas estas pessoas que andam 
sem destino aproximadamente. Eu h pouco no sou usado a isto-mim no pensa que eu quero ser. Faa isto para mim, por favor, Rogan. Lhes emita alguns dias.
        "Espere aqui um momento."
        Quando ele partiu, ela se levantou no terrao, enquanto sentindo tolo. Aqui ela estava, ela meditou, enquanto vadiando em uma vila mediterrnea com qualquer 
coisa que ela poderia perguntar para dentro do alcance dela. E ela ainda no estava satisfeita.
        Ela tinha mudado, ela percebeu. Nos poucos meses curtos desde que ela conheceu Rogan, ela tinha mudado. Ela no s desejou agora para mais, ela desejou mais 
do que ela no teve. Ela quis a facilidade e o dinheiro de prazer poderia trazer, e no s para a famlia dela. Ela quis isto para ela.
        Ela tinha usado diamantes e tinha danado em Paris.
        E ela quis fazer to novamente.
        Ainda, fundo dentro dela, l permaneceu aquele pequeno, quente precise se ser s, no precisar nada e ningum. Se ela perdesse que, Maggie pensou com um 
chicote de pnico, ela teria perdido tudo.
        Ela arrebatou para cima o bloco de desenho dela, pginas sacudidas.
        
        Mas para um momento, um momento terrificando, a mente dela era to em branco quanto a folha em frente a ela. Ento ela comeou a puxar frantically, com uma 
intensidade violenta que estourou dela como um vento forte.
        Se era ela puxou. As duas partes, torceu junto, rompeu e tentando se encontrar novamente to desesperadamente. Mas como pde eles, quando a pessoa foi oposto 
assim completamente para o outro?
        Arte para a causa de arte, solido para sanidade, independncia para orgulho. E na outra lado-ambio, fomes e necessidades.
        Ela encarou o esboo completado, pasmado que tinha despejado to rapidamente dela. E agora que teve, ela estava esquisitamente tranqila. Talvez foi essas 
duas foras adversrias que lhe fizeram o que ela era. E talvez se ela j estivesse realmente a paz, ela seria menos que ela pudesse ser.
        Eles foram."
        A mente dela ainda acumulando, ela olhou inexpressivamente para Rogan. "O que? Quem tem sido ido? "
        Em um meio riso, ele tremeu a cabea dele. "O pessoal. Isso voc  o que quis, no ? "
        "O pessoal? Oh." A mente dela clareou, resolveu. "Voc os enviou? Todos eles? "
        "Eu fiz, entretanto Deus s sabe como ns comeremos durante os prximos dias. Ainda - " Ele rompeu quando ela saltou nos braos dele. Como ela tinha atirado 
a ele como uma bala de uma arma, ele cambaleou atrs, overbalancing para os impedir bater pela porta de chanfrar-copo atrs dele e cair eles quase em cima da grade.
        "Voc  um homem maravilhoso, Rogan. Prncipe de um homem."
        Ele a trocou nos braos dele e olhou wearily para a gota em cima da grade. "Eu era quase um homem morto."
        "Ns estamos ss? Completamente? "
        "Ns somos, e eu ganhei a gratido eterna de todo o mundo do mordomo abaixo. A empregada de sala de estar lamentou com alegria." Como sups ele que ela deve, 
com a gratificao de feriado ele tinha dado a e o resto dos criados. "To agora elas vo para a praia ou para o pas ou para onde quer que os coraes deles/delas 
os conduzam. E ns temos a casa a ns mesmos."
        Ela o, duro, beijou. "E ns estamos a ponto de usar toda polegada disto. Ns s comearemos com aquele sof no quarto por l."
        "V ns? " Divertido, ele no fez nenhum protesto como ela comeou a desabotoar a camisa dele. "Voc est cheio de demandas hoje, Margaret Mary".
        "O negcio com os criados era um pedido. O sof  uma demanda."
        Ele levantou uma sobrancelha. "O chaise  mais ntimo."
        "Assim ." Ela riu como ele a abaixou a isto. "Assim ."
        Durante os prximos dias eles tomaram sol no terrao, caminharam na praia ou nadaram colos preguiosos no lagoonlike agrupe  msica das fontes. Havia refeies 
doente-preparadas para ser comido na cozinha e tarde dirige pela zona rural.
        Tambm havia, para a mente de Maggie, completamente muitos telefones.
        Poderia ter sido um feriado, mas Rogan nunca era mais distante que um telefone ou um fac-smile longe de negcio. Havia algo sobre uma fbrica em Limerick, 
qualquer outra coisa sobre uma leilo em Nova Iorque, e murmrios ininteligveis sobre propriedade ele estava procurando para acrescentar outra filial a Galerias 
Mundiais.
        Poderia a ter aborrecido se ela no tivesse comeado a ver que o trabalho dele era como muito uma parte da identidade dele como o trabalho dela era a seu. 
Tudo diferenciam aparte, ela quase no poderia se queixar dele gastando uma hora ou dois closeted no escritrio dele quando ele levou a absoro dela nos esboos 
dela em passo largo.
        Se ela tivesse acreditado em um homem e mulher que acha o tipo de harmonia que foi precisada durar toda vida, ela poderia ter acreditado que ela fundaria 
isto com Rogan.
        "Me deixe ver o que voc fez."
        Com um bocejo contente, Maggie lhe ofereceu o caderno de esboos dela. O sol estava fixando, submergindo varrido de cores o cu ocidental. Entre eles a garrafa 
de vinho que ele tinha escolhido do poro dele se conchegou em um balde prateado gelado com gelo. Maggie ergueu o copo dela, tomou um gole e resolveu para a desfrutar 
noite passada na Frana atrs.
        "Voc estar ocupado quando voc chega em casa", Rogan comentou como ele estudou cada esboo. "Como voc escolher qual trabalhar em primeiro? "
        "Me escolher. E at eu gostou de estar preguioso, eu estou coando voltar e incendiar para cima meu forno."
        "Eu posso ter o ones que voc se aproximou para Brianna esteirado e posso moldar. Para esboos de lpis simples eles so bastante bons. Eu particularmente 
goste. . . " Ele arrastou fora quando ele virou uma pgina e se encontrou com algo completamente diferente de um esboo do mar ou uma paisagem. "E o que tm ns 
aqui? "
        Quase muito preguioso para movimento, ela olhou em cima de. "Oh, sim, isso. Eu no fao freqentemente retratos, mas aquele era irresistvel."
        Se era, esticado em cima da cama, o brao dele arremessou fora como se ele tivesse estado alcanando para algo. Para ela.
        Levado por surpresa e no completamente contente, ele carranqueou abaixo ao esboo. "Voc puxou isto enquanto eu era adormecido."
        "Bem, eu no quis o me despertar e deteriorar o momento." Ela escondeu o sorriso dela no copo dela. "Voc estava dormindo to docemente. Talvez voc gostaria 
de pendurar aquele em sua "galeria de Dublin. "Eu sou nu."
        "Nu  a palavra, eu o lembrarei. Quando  arte. E voc olha nu muito artstico, Rogan. Eu assinei isto, voc v, assim voc pode adquirir um preo agradvel 
para isto." "Eu no penso.
        Ela comprimiu a lngua dela na bochecha dela. "Como meu gerente  seu dever para comercializar meu trabalho. Voc sempre est dizendo assim voc. E isto, 
se eu digo assim,  um de meus desenhos melhores. Voc notar a luz, e o modo joga nos msculos de seu - "
        "Eu vejo", ele disse em uma voz estrangulada. "E assim vai todo o mundo outro."
        "Nenhuma necessidade para ser modesto. Voc tem uma forma boa. Eu penso que eu capturei at melhor isto neste outro."
        O sangue dele, bastante simplesmente, correu resfriado. Outro"? " "Sim. Vejamos agora." Ela alcanou em cima de sacudir pginas ela. "Aqui ns estamos. Espetculos 
um pouco mais. . . contraste quando voc estiver parado, eu penso. E um pouco daquela arrogncia passa como bem."
        Palavras o fracassaram. Ela tinha o puxado se levantando no terrao, um brao que descansa na grade atrs dele, o outro cupping um snifter de conhaque. E 
um sorriso-um particularmente presumido sorriso-em a face dele. Era tudo que ele estava usando.
        "Eu nunca posei para isto. E eu nunca me levantei nu no terrao que bebe conhaque."
        "Licena artstica", ela disse airly, se encantou que ela flummoxed ele to completamente. "Eu sei bem seu corpo bastante tirar isto de memria. Teria deteriorado 
o tema para aborrecer com roupas."
        "O tema? O qual ? "
        "Mestre da casa. Eu pensei que isso  o que eu intitularia isto Ambos eles de fato. Voc poderia os oferecer como um jogo"
        "Eu no os" estarei vendendo.
        "E por que no? Eu gostaria de saber? Voc vendeu vrios de meus outros desenhos como os que quase no so bem feitos. Esses eu no queria que voc vendesse, 
mas eu tinha assinado na linha pontilhada, assim voc fez. Eu quero que voc comercialize estes." Os olhos dela danaram. "Na realidade, eu insisto, como acredito 
eu  meu direito, "orao de contractually.
        "Eu lhes comprarei me, ento".
        "O que  sua oferta? Meu negociante me fala meu preo est subindo."
        "Voc est me, Maggie", chantageando.
        "Oh, sim." Ela o brindou ento tomou um gole de mais vinho. "Voc ter que conhecer meu preo."
        Ele olhou novamente ao esboo antes de fechar o livro firmemente. "O qual ? "
        Vejamos agora. ... Eu penso se eu fui levado escada acima e fiz amor para at nascido da lua, ns poderamos ter uma transao."
        "Voc tem um senso empresarial astuto."
        "Eu aprendi isto de um mestre." Ela comeou a estar de p, mas ele tremeu a cabea dele e a escavou nos braos dele.
        "Eu no quero nenhum deslizar por falhas nesta transao. Eu acredito que suas condies eram que voc seja levado escada acima."
        "Corrija voc . Eu suponho isso  por que eu preciso de um gerente." Ela feriu uma fechadura do cabelo dele ao redor os dedos dela como ele a levou na casa. 
"Voc sabe, claro que, se eu no estiver satisfeito com o resto das condies, a transao  fora."
        "Voc ser satisfeito."
        Ao topo dos degraus ele parou para a beijar. Como sempre, a resposta dela era rpida e urgente, e como sempre, acelerou o sangue dele. Ele entrou no quarto 
onde a luz amolecida de pr-do-sol nadou pelas janelas. Logo a luz iria cinza com crepsculo.
        O deles/delas ontem  noite s no seria gastado na escurido.
        Pensando isto, ele a ps na cama, e quando ela alcanou para ele, ele se escapuliu para acender velas. Eles se espalharam pelo quarto, alguns tocos, algumas 
velas esbeltas, que tudo queimaram completamente comprimentos variados. Maggie ajoelhou na cama enquanto Rogan golpeou as chamas e enviou o ouro danando claro.
        "Romance." Ela sorriu e sentia tocado esquisitamente. "Parece uma mancha de chantagem valeu bem o esforo."
        Ele pausou, uma partida chamejando entre os dedos dele. "Eu lhe dei to pequeno romance, Maggie? "
        "Eu s era engraado." Ela lanou a apie brisa-arrepiou cabelo. A voz dele tinha sido muito muito srio. "Eu no tenho nenhuma necessidade por romance. 
Luxria honesta  totalmente bem bastante para mim."
        
        " que o que ns temos? " Pensativamente ele fixou a partida ento ao pavio tremeu isto fora. "Luxria."
        Rindo, ela ofereceu os braos dela. "Se voc deixaria de vagar sobre o quarto e viria aqui, eu lhe mostrarei exatamente para o que ns temos."
        Ela olhou, enquanto deslumbrando no brilho de vela com as ltimas cores de dia que sangra pelas janelas ao lado da cama. O cabelo dela em chamas, a pele 
dela beijou antes dos dias dela ao sol e os olhos dela atento, escarnecendo e convidando inquestionavelmente.
        Em outros dias e outras noites ele teria mergulhado naquele convite, aceitou isto, se divertiu nisto e o firestorm que eles poderiam fazer entre eles. Mas 
o humor dele tinha trocado. Ele cruzou lentamente a ela, enquanto levando as mos dela que antes de eles pudessem o arrastar avidamente na cama com ela, os erguendo 
aos lbios dele como os olhos dele a assistiram.
        Isso no era a pechincha, Margaret Mary. Eu era fazer amor a voc.  tempo que eu fiz." Ele manteve as mos dela em seu, enquanto puxando os braos dela 
at os lados dela como ele apoiou para brincar com os lbios dela adiante. "Est na hora voc me" deixou.
        "Que tolice  que? " A voz dela no era fixa. Ele estava a beijando como ele teve uma vez antes, lentamente, suavemente, e com a concentrao extrema. "Eu 
fiz mais que o deixe um grande muitas vezes antes de."
        No goste isto." Ele sentia as mos dela dobram contra seu, o corpo dela se retira. "Voc  to amedrontado de ternura, Maggie? "
        "Claro que eu no sou. Ela no pde adquirir a respirao dela, contudo ela poderia ouvir isto, sinta vindo lento e pesado pelos lbios dela. O corpo inteiro 
dela estava formigando, contudo ele estava a tocando apenas. Algo estava deslizando longe dela. "Rogan, eu no quero - "
        Ser seduzido? " Ele levou os lbios dele de seu, os deixe vagar devagar em cima da face dela.
        "No, eu no fao. " Mas a cabea dela inclinou atrs como ele deslizou a boca dele abaixo a garganta dela.
        "Voc est a ponto de ser."
        Ele libertou as mos dela ento para a puxar mais ntimo. Nenhum fevered abraam este tempo, mas uma posse inevitvel. Os braos dela pareciam impossivelmente 
pesados como ela os feriu arredonde o pescoo dele. Ela poderia fazer no mais que agarra como ele acariciou o cabelo dela, a face dela, com pontas do dedo suaves 
que sentiam nenhum mais significativo que um sussurro no ar.
        A boca dele voltou a seu em um beijo mido, fundo, suntuoso no que foi eternamente, eternamente, at que ela era to flexvel quanto cera nos braos dele.
        Ele tinha enganado ambos eles, Rogan percebeu como se deitou ele o dela atrs na cama. Deixando s o fogo os leve, ele tinha os impedido ambos experimentar 
todos os poos mornos, de espera de ternura.
        Hoje  noite seria diferente.
        Hoje  noite ele a levaria por um labirinto de sonhos antes das chamas.
        O gosto dele vazou nela, enquanto a aturdindo, cambaleando ela com ternura. A ganncia que sempre tinha sido tanto uma parte do lovemaking deles/delas teve 
mellowed em uma pacincia preguiosa ela nem poderia resistir nem poderia recusar. Longo antes de ele abrisse a blusa dela e deslizou esses pontas do dedo lisas, 
inteligentes em cima da pele dela, ela estava flutuando.
        Limply que as mos dela deslizaram dos ombros dele. A respirao dela pegou e expeliu como ele laved a lngua dele em cima dela, buscando gostos de segredo 
pequenos, demorando em cima deles. Saboreando. Vagueando naquela varredura lenta de sensao, ela estava atenta de todo ponto de pulso que ele despertado, do longo, 
quieto puxe de bem fundo ela. To diferente de uma exploso. Tanto mais devastador.
        Ela murmurou o nome dele quando ele cupped uma mo debaixo da cabea dela e ergueu o corpo de derretimento dela a seu.
        "Voc  meu, Maggie. Ningum mais j o levar aqui."
        Ela deveria ter contestado a esta demanda nova para exclusividade. Mas ela no pde. Porque a boca dele estava viajando novamente em cima dela como se ele 
tivesse anos, dcadas, completar a explorao.
        A luz de vela chamejou dreamily contra as tampas pesadas dela. Ela poderia cheirar as flores ela tinha escolhido s aquela manh e tinha colocado em um vaso 
azul pela janela. Ela ouviu a brisa que anuncia a noite mediterrnea com os cheiros de flores e molha em sua esteira. Em baixo dos dedos dele e lbios amoleceu a 
pele dela e os msculos dela tremeram.
        Como ele no poderia ter sabido que ele tinha a querido assim? Todos os fogos aterraram, enquanto s ardendo brasas e acumulando fumaa. Ela moveu debaixo 
do helplessly de mos dele, incapaz fazer qualquer coisa mas absorver o que ele lhe deu, segue onde ele conduziu. At mesmo como o sangue bateu na cabea dele, nos 
lombos dele, que ele manteve que as carcias iluminam, enquanto arreliando, esperando por ela, assistindo o deslizamento dela de um na prxima sensao de derretimento.
        Quando ela tremeu, quando um gemido suspirando novo deslizou pelos lbios dela, ele levou as mos dela novamente, braceleting eles em um seu de forma que 
ele eram grtis para a urgir em cima da primeira extremidade.
        O corpo dela se curvou, as chicotadas dela tremularam. Ele assistiu como que primeiro punho aveludado levou a respirao dela. Ento ela foi fluida novamente, 
desfalecido e flcido. O welled de prazer dela dentro dele.
        O sol afundou. Guttered de velas. Ele a guiou novamente para cima, um cume mais alto que a fez clama debilmente. O som ecoou fora em suspiros e murmrios. 
Quando o corao dela estava to cheio que, tambm, parecia lamentar, ele deslizou nela, enquanto a levando ternamente enquanto a rosa de lua.
        Talvez ela dormiu. Ela soube que ela sonhou. Quando ela abriu os olhos dela novamente, a lua era para cima e o quarto estava vazio. Desfalecido como um gato, 
ela considerou se enrolando novamente. Mas at mesmo como ela aninhou no travesseiro que ela soube que ela no dormiria sem ele.
        Ela subiu, enquanto flutuando um pequeno como se a mente dela era ofuscada com vinho. Ela achou um roupo, um swatch magro de seda que Rogan tinha teimado 
em a dar. Resolveu suavemente contra a pele dela como ela foi o achar.
        "Eu deveria ter sabido que voc estaria aqui."
        Ele estava na cozinha, shirtless parado em frente ao fogo vislumbrando na cozinha branco-e-preta brilhante. Pensando em seu estmago? "
        "E de seu, minha menina." Ele virou fora o fogo debaixo da frigideira antes de ele virasse. "Ovos."
        "Que mais? " Era tudo qualquer um deles poderia cozinhar competentemente. "Eu no serei pegado de surpresa se ns estivermos cacarejando quando ns voltarmos 
para a Irlanda amanh." Porque ela sentia desajeitado inesperadamente, ela limpou uma mo uma vez pelo cabelo dela, ento duas vezes. "Voc deveria me ter feito 
se levantar e deveria ter fixado isto."
        "O feito? " Ele alcanou para cima para pratos. Isso seria um primeiro."
        Quer dizer que eu quero dizer, eu teria feito isto. Afinal de contas, eu no sinto eu fiz minha parte antes."
        
        "Antes de? "
        "Escada acima. Em cama. Eu no fiz minha parte" exatamente.
        "Uma pechincha  uma pechincha." Ele escavou ovos em pratos. "E de meu ponto de vista, fez muito bem realmente voc. O assistindo desvendam era um prazer 
incrvel para mim." Um que ele pretendeu experimentar novamente, muito logo. "Por que no faz voc se senta e come. O moon'11 acabou para algum tempo contudo."
        "Eu suponho vai." Mais  vontade, ela o uniu  mesa. "E isto pode h pouco me devolver minha energia. Voc sabe", ela disse com a boca dela cheio. "Eu nenhuma 
idia que sexo pudesse o fazer to fraco."
        "No era s sexo."
        O garfo dela pausou a meio caminho aos lbios dela ao tom dele. Havia ferido em baixo do aborrecimento afiado, e ela estava arrependida para ter causado 
isto. Pasmou que ela pde. "Eu no quis dizer isto que modo, Rogan. No assim impersonally. Quando duas pessoas esto apaixonado por um ao outro - "
        "Eu sou uma grande transao mais que apaixonado por voc, Maggie. Eu estou apaixonado por voc."
        O garfo deslizou dos dedos dela e tagarelou no prato. Pnico rasgou  garganta dela em colmilhos afiados, famintos. "Voc no .
        "Eu sou." Ele calmamente disse isto, entretanto ele estava se amaldioando por fazer a declarao dele em um brightly iluminou cozinha em cima de ovos mal 
cozinhados. "E voc est apaixonado por mim."
        " no-I'm no-voc no me pode contar o que eu sou."
        "Eu posso quando voc for muito tolo dizer assim voc. O que est entre ns  muito mais que atrao fsica. Se voc no fosse assim pigheaded, voc deixaria 
de fingir isto era."
        "Eu no sou nenhum pigheaded."
        "Voc , mas eu acho isso  um das coisas que eu gosto sobre voc." Ele estava pensando coolly agora, contente estar de volta em controle. "Ns poderamos 
ter discutido tudo isso debaixo de circunstncias mais atmosfricas, mas o conhecendo, apenas importa. Eu estou apaixonado por voc, e eu quero que voc me" se case.
        
        
        
        Captulo Dezessete
        
        
        MATRIMNIO? A palavra aderiu na garganta dela, ameaada a sufocar. Ela no ousou repita.
        "Voc est fora de sua mente."
        "Me acredite, eu considerei a possibilidade." Ele apanhou o garfo dele e comeu com o aparecimento de sanidade. Mas a leso, inesperado e cru, raspou a ele. 
"Voc  teimoso, freqentemente rude, mais que ocasionalmente ego-absorvido e no um pequeno temperamental."
        Para um momento a boca dela trabalhou como um guppy. "Oh, eu sou? "
        "Voc  certamente, e um homem teria que ter sado de licena dos sensos dele para querer aquele tipo de bagagem toda vida para. But"-ele despejou o ch 
ele tinha tido macerando - "l voc est. Eu acredito que  habitual para usar a igreja da noiva, assim ns nos casaremos em Clare."
        "Habitual? Pendure suas alfndegas, Rogan, e voc com eles." Este pnico era ela sentia, enquanto deslizando ao longo da espinha dela gostam de gelo denteado? 
Seguramente no, ela se falou. Teve que ser temperamento. Ela no teve nada que temer. "Eu no o ou qualquer um estou me casando. J."
        "Isso  absurdo. Claro que voc me se casar. Ns somos vestidos incrivelmente bem, Maggie."
        "Um momento atrs eu era teimoso e temperamental e rude."
        "Assim voc . E me" veste. Ele levou a mo dela, ignorou a resistncia dela e arrastou isto aos lbios dele. "E me veste formosamente."
        "Bem, no me veste. No. Talvez eu amoleci para sua arrogncia, Rogan, mas isso est mudando antes do segundo. Me" entenda. Ela arrancou a mo dela livre 
de seu. "Eu serei a "esposa de nenhum homem.
        "Nenhum homem  mas mina."
        Ela assobiou fora uma maldio. Quando ele s sorriu a isso, ela levou um aperto duro no temperamento dela. Uma briga, ela pensou, poderia estar satisfazendo, 
mas no resolveria nada. 'Voc me trouxe aqui para isto, no o fez? "
        De fato, "nenhum eu no fiz. Eu tinha pensado ocupar mais tempo antes de lanar meus sentimentos a seus ps." Muito cuidadosamente, muito deliberadamente, 
ele trocou o prato dele aparte. O "conhecendo muito bem os chutariam atrs a mim." Os olhos dele ficaram em seu, nivele, paciente. "Voc v eu o, Margaret Mary", 
conheo muito bem.
        "Voc no faz. " Tempere, e o pnico que ela no quis admitir, escoado fora dela, enquanto deixando quarto para tristeza. "Eu tenho razes por manter meu 
todo de corao, Rogan, e por j considerar no a possibilidade de matrimnio."
        Interessou e o acalmou entender que no era nenhum matrimnio a ele que isso parecia a intimidar, mas matrimnio isto. "O que so eles? "
        Ela abaixou o olhar dela  xcara dela. Depois que a hesitao de um momento ela a somou trs cubos habituais de acar e mexeu. "Voc perdeu seus pais."
        "Sim." A sobrancelha dele enrugado. Esta no era certamente a tacha ele tinha esperado que ela levasse. "Quase dez anos atrs."
        
        " famlia perdedora dura. Tira uma camada inteira de segurana fora, o expe ao fato frio simples de mortalidade. Voc os amou? " "Muito. Maggie - "
        "No, eu gostaria de ouvir o que voc tem que dizer sobre isto.  importante. Eles o amaram? " "Sim, eles fizeram."
        "Como voc conheceu isto? " Ela bebeu agora, enquanto segurando a xcara em duas mos. "Era porque eles lhe deram uma vida boa, uma casa boa? "
        "No teve nada que ver com conforto material. Eu soube que eles me amaram porque eu sentia isto, porque eles mostraram para isto. E eu poderia ver eles amaram 
um ao outro como bem."
        Havia amor em sua casa. E risada? Havia risada, Rogan? "
        "Bastante disto." Ele ainda poderia se lembrar disto. "Eu fui devastado quando eles morreram. To sbito, to brutalmente sbito... " A voz dele se afilou 
fora, ento fortaleceu novamente. "Mas depois de, quando os piores disto tinham passado, eu estava alegre eles tinham ido junto. Cada um deles s teria estado meio-vivo 
sem o outro."
        "Voc no tem nenhuma notificao como afortunado voc , isso que um presente voc era determinados crescendo para cima um amando, casa feliz. Eu nunca 
soube isso. Eu nunca vou. No havia nenhum amor entre meus pais. Havia raiva e culpa e culpa e havia dever, mas nenhum amor. Voc pode imaginar o como o qual era, 
enquanto crescendo em uma casa onde as duas pessoas que tinham o feito no quiseram nada um ao outro? S estava l porque o matrimnio deles/delas era uma priso 
exceto eles dentro com conscincia e "lei de igreja.
        "No, eu no posso. " Ele cobriu a mo dela com seu. "Eu sinto muito voc pode."
        "Eu jurei, quando eu ainda era uma menina, eu jurei eu nunca seria prendido em uma priso assim."
        "Matrimnio no s  uma priso, Maggie", que ele disse suavemente. "Meus prprios pais era uma alegria."
        "E voc pode fazer a pessoa para voc um dia. Mas no eu. Voc faz o que voc sabe, Rogan. E voc no pode mudar o do qual voc veio. Minha me me" odeia.
        Ele teria protestado, mas ela tinha dito isto assim assunto-de-factly, to simplesmente, ele no pde.
        "At mesmo antes de eu nascesse que ela me odiou. O fato que eu cresci dentro o dela arruinou a vida dela que ela me conta to freqentemente quanto possvel. 
Todos estes anos soube nunca eu como fundo verdadeiramente foi, at que sua av me falou para minha me tinha tido uma carreira."
        "Uma carreira? " Ele lanou a mente dele atrs. O cantando? O que tem isso para ver com voc? "
        "Tudo. Que escolha teve ela mas deixar a carreira dela? Que carreira teria deixado ela como uma nica, grvida mulher em um pas goste o nosso? Nenhum." 
Frio, ela tremeu e deixou sair uma respirao trmula. Feriu dizer em voz alta deste modo isto, dizer tudo em voz alta. "Ela quis algo para ela. Eu entendo que, 
Rogan. Eu sei o que  ter ambies. E eu posso imaginar, tudo muito bem, os que seria gostam dos ter colidido. Voc v, eles nunca teriam se casado se eu no tivesse 
sido concebido. Um momento de paixo, de necessidade que era tudo. Meu pai mais que quarenta, e ela passado trinta. Ela que sonha, eu suponho, de romance e ele que 
vem uma mulher adorvel. Ela era ento adorvel. H quadros. Ela era adorvel antes da amargura corroeu tudo. E eu era a semente disto, eu beb de sete-ms que 
a humilhou e arruinou os sonhos dela. E seu, tambm. Sim e seu."
        
        "Voc pode se culpar quase no por nascer, Maggie".
        "Oh, eu sei isso. Voc no pensa que eu sei? Para cima aqui? " Repentinamente feroz, ela bateu a cabea dela. "Mas em meu corao-ca no voc v? Eu sei 
que minha mesma existncia e toda respirao que eu levo carregado as vidas de duas pessoas alm de medida. Eu s vim de paixo, e toda vez ela olhou para mim, a 
lembrou que ela tinha pecado."
        Isso no s  ridculo,  tolo."
        "Talvez . Meu pai disse que ele tinha a amado uma vez, e talvez era verdade." Ela poderia o imaginar, enquanto entrando em O'Malley, vendo Maeve, enquanto 
a ouvindo e deixando o vo de objeto pegado de corao romntico dele.
        Mas tinha batido logo bastante. Para ambos eles.
        "Eu tinha doze anos quando ela me falou que eu no tinha sido concebido dentro de matrimnio. Isso  como ela pe isto. Talvez ela tinha comeado a ver que 
eu estava fazendo aquela troca lenta de menina para mulher. Eu tinha comeado a olhar para meninos, voc v. Tinha praticado meu paquerando em Murphy e um ou dois 
outros da aldeia. Ela me pegou a isto, enquanto se levantando pelo celeiro de feno com Murphy, experimentando um beijo. H pouco um beijo que era tudo ao lado do 
feno em uma tarde de vero morna, ambos ns jovem e curioso. Foi meu primeiro beijo, e era adorvel - macio e tmido e inofensivo.
        "E ela nos" achou. Quando Maggie fechou os olhos dela, a cena jogou atrs vividamente. "Ela foi branca, osso branco, e gritou e se enfureceu, me arrastou 
na casa. Eu era mau, ela disse, e pecador, e porque meu pai no estava em casa para a parar, ela me" chicoteou.
        "O chicoteado? " Choque o teve subindo fora da cadeira dele. "Voc est me falando ela o bateu porque voc tinha beijado um menino? "
        "Ela me" bateu, Maggie disse flatly. "Era mais que a parte de trs da mo dela para a que eu tinha sido usado. Ela levou um cinto e me bateu at que eu pensei 
que ela me mataria. Enquanto ela fez que ela gritou scripture e se enfureceu sobre o marcar com ferro de pecado."
        "Ela teve nenhum certo o tratar assim." Ele ajoelhou em frente a ela, cupped a face dela nas mos dele.
        "No, ningum tem tal um direito, mas no os pra. Eu poderia ver o dio ento nela, e o medo, tambm. O medo, eu vim entender, era que eu terminaria como 
teve ela, com um beb em minha barriga e vacuidade em meu corao. Eu sempre tinha sabido que ela no me amou como mes foi significado amar as crianas deles/delas. 
Eu tinha sabido que ela era mais fcil, um pouco mais macio em Brie. Mas at aquele dia, no tinha sabido eu por que."
        Ela no pde sentar mais. Subindo, ela foi para a porta que conduziu fora para um pequeno ptio de pedra enfeitada com panelas de barro enchidas de gernios 
brilhantes.
        'No h nenhuma necessidade por voc falar mais" sobre isto, Rogan a disse por detrs.
        "Eu terminarei." O cu foi espalhado com estrelas, a brisa um sussurro suave pelas rvores. "Ela me falou que eu era marcado. E ela me bateu de forma que 
a marca seria no lado de fora como bem, de forma que mim entenderia isso que um fardo que uma mulher agenta porque  ela que leva a criana."
        "Isso  vil, Maggie". Incapaz segurar abaixo nas prprias emoes dele, ele a girou ao redor, as mos dele duro nos ombros dela, os olhos dele frio azul 
e furioso. "Voc era h pouco uma menina."
        "Se eu fosse, eu deixei de ser um aquele dia. Porque eu entendi, Rogan, que ela quis dizer o que ela disse" exatamente.
        "Era uma mentira, um lamentvel".
        "No para ela. A ela era verdade esterlina. Ela me falou eu era a penitncia dela, aquele Deus tinha a castigado durante a noite dela de pecado, comigo. 
Ela acreditou que, completamente, e toda vez ela olhou para mim lhe fizeram lembrar disto. Que at mesmo a dor e misria de nascimento que eu no era bastante. Por 
causa de mim ela foi apanhada em um matrimnio que ela menosprezou, salte a um homem ela no pde amar e me para uma criana ela nunca tinha querido. E, como eu 
descobri s recentemente, a runa de tudo que ela realmente quis. Talvez a runa de tudo que ela era."
        "Ela  o que deveria ter sido chicoteado. Ningum tem o direito para abusar uma criana assim, e pior usar um pouco de viso entortada de Deus como a correia."
        "Engraado, meu pai disse quase a mesma coisa quando ele veio casa e viu o que ela tinha feito. Eu pensei que ele a golpearia.  o nico tempo em minha vida 
eu alguma vez tinha o visto perto de violncia. Eles tiveram uma briga horrvel. Era quase pior que a batida escute isto. Eu subi para o quarto para adquirir longe 
do pior disto, e Brie entrou com pomada. Ela cuidou de mim gosta de uma pequena me, enquanto falando os gritos e maldies o tempo todo para tolice prosperaram 
para cima os degraus. As mos dela estavam tremendo."
        Ela no contestou quando Rogan a puxou nos braos dele, mas os olhos dela permaneceram secos, a calma de voz dela. "Eu pensei que ele iria ento. Eles disseram 
tais coisas viciosas a um ao outro, eu pensei que nenhuma dois pessoas pudesse viver debaixo do mesmo telhado depois. Eu pensei se ele h pouco nos levasse com ele, 
se Brie e eu h pouco pudssemos ir com ele, em qualquer lugar nada, que seria certo novamente. Ento eu o ouvi dizer que ele estava pagando, tambm. Que ele estava 
pagando tendo acreditado para sempre que ele amou e a quis. Que ele iria para o pagar srio dele. Claro que, ele no foi."
        Maggie apartou novamente. Pisado atrs. "Ele ficou mais de dez anos mais longo, e ela nunca me tocou novamente. No de qualquer forma. Mas nenhum de ns 
esqueceu que dia-eu penso nenhum de ns querido. Ele tentou compensar isto me dando mais, enquanto me amando mais. Mas ele no pde. Se ele tivesse a deixado, se 
ele nos levado e a deixou, teria mudado coisas. Mas que ele no pudesse fazer, assim ns moramos naquela casa, como pecadores em inferno. E eu no soube no importa 
como ele me amou que havia tempos que ele deve ter pensado que se no tivesse que ser-se eu no tivesse sido, ele teria sido grtis."
        "Voc culpa a criana honestamente, Maggie? "
        'Os pecados dos pais. . . " Ela tremeu a cabea dela. "Um do expresses favoritas de minha me que. No, Rogan, eu no culpo a criana. Mas no muda os resultados." 
Ela levou uma respirao funda. Ela era melhor para ter dito tudo. "Eu arriscarei nunca se prendendo naquela priso."
        "Voc  muito inteligente uma mulher acreditar o que aconteceu a seus pais acontece a todo o mundo."
        "No para todo o mundo, no. Um dia, agora que ela no  mancada pelo demandas de minha me, Brie se casar. Ela  uma mulher que quer a famlia."
        "E voc no faz. "
        "Eu no fao, ela disse, mas as palavras soaram buraco. "Eu tenho meu trabalho, e uma necessidade para estar s."
        Ele pegou o queixo dela na mo dele. "Voc tem medo.
        "Se eu for, eu tenho um direito para ser." Ela tremeu livre dele. "Que tipo de esposa ou me faria eu com o do qual eu vim? "
        
        "Ainda voc disse que h pouco sua irm ser ambos."
        "A afetou diferentemente que me fez. Ela tem como muita necessidade por pessoas e para uma casa como eu tenho que fazer sem eles. Voc tinha razo bastante 
quando voc disse que eu era teimoso e rude e ego-absorvido. Eu sou."
        "Talvez voc teve que ser. Mas isso no  tudo que voc , Maggie. Voc  compassivo e leal e amoroso. No  s parte de voc eu me apaixonei com, mas o 
todo. Eu quero gastar minha vida com voc."
        Algo tremeu dentro dela, frgil como cristal golpeado por uma mo descuidada. "Voc no escutou uma palavra eu disse? "
        "Toda palavra. Agora eu sei que voc no h pouco me ama. Voc precisa de mim."
        Ela arrastou ambas as mos pelo cabelo dela, dedos cavando dentro e tirando em frustrao. "Eu no preciso ningum."
        "Claro que voc faz. Voc tem medo de admitir isto, mas isso  compreensvel." Ele sentia muito, amargamente, para a criana tinha sido ela. Mas ele no 
pde permitir isso para mudar os planos dele para a mulher. "Voc se prendeu em uma priso, Maggie. Uma vez voc admite essas necessidades, a porta abrir."
        "Eu estou contente com as coisas de modo . Por que voc tem que os mudar? "
        "Porque eu quero mais de alguns dias um ms com voc. Eu quero uma vida com voc, crianas com voc". Ele deslizou uma mo em cima do cabelo dela para xcara 
a parte de trs do pescoo dela. "Porque voc  o primeiro e s mulher que eu alguma vez amei. Eu no o, Maggie, perderei. E eu no o deixarei me" perder.
        "Eu o tudo dei eu posso dar, Rogan." A voz dela era trmula, mas ela ficava firme. " mais que eu dei qualquer um outro. Esteja contente com o que eu posso 
dar, para se voc no puder, eu terei que terminar isto."
        "O enlate? "
        "Eu terei."
        A mo dele apertou uma vez  base do pescoo dela, ento libertou e caiu fora. "Teimoso", ele disse que com um rastro de diverso escondeu a dor. "Bem, assim 
 eu. Eu posso esperar por voc vir a mim. No, no me fale voc no vai, ele foi em como ela abriu a boca dela para protestar. "Far s isto mais difcil em voc 
quando voc fizer. Ns deixaremos coisas como so eles, Maggie. Com uma alterao."
        O alvio que ela tinha sentido trocado em cautela. "O qual ? "
        "Eu o" amo. Ele a puxou nos braos dele, coberto a boca dela com seu. "Voc ter que se acostumar a ouvir isto."
        Ela estava alegre de ser casa. Em casa ela poderia saborear a solido, desfrute a prpria companhia dela e os dias longos, longos onde a luz agarrada o cu 
at as dez. Em casa, ela no teve que pensar em qualquer coisa mas trabalho. Provar isto, ela se deu trs dias no copo dela more, trs dias sem interrupo.
        Ela era produtiva, contente com os resultados ela viu esfriando no forno recozendo. E ela era, pela primeira vez na memria dela, s.
        Isso estava na cabea dele, ela pensou como ela assistiu o crepsculo cresa e afunde e desliza formosamente para noite. Ele tinha a enganado em desfrutar 
a companhia dele, em desfrutar o giro de cidades e as pessoas. Ele tinha feito o dela queira muito.
        Ela o quis muito.
        Matrimnio. O pensamento a fez estremecer como ela juntou o que ela quis da mesa de cozinha. Que, pelo menos, ele nunca poderia fazer o desejo dela. Ela 
tinha certeza, determinada um pequeno tempo, ele veria isto o modo dela. Se no. . .
        Ela pisou fora, feche a porta. Era melhor para no pensar em qualquer se-nots. Rogan era, acima de tudo, um homem sensato.
        Ela deu o passeio para Brianna lentamente como noite resolvida ao redor dela. Uma nvoa lenta juntou aos ps dela, e uma brisa que segura um frio de advertncia 
sussurrou pelas rvores.
        Como uma baliza de boas-vindas, a luz na cozinha de Brianna ardeu contra a noite. Maggie trocou os esboos ela tinha moldado e tinha apertado os passos dela.
        Como se aproximou ela, um baixo resmungo soou fora das sombras do sicmoro. Maggie convocou suavemente e foi respondido por um latido feliz. O trapaceiro 
saltou fora das sombras, pela nvoa, e teria saltado nela mostrar o amor dele e devoo a teve no oferecido uma mo para o parar.
        "Eu no seja derrubado bastante, obrigado." Ela esfregou a cabea dele, o pescoo dele, enquanto o rabo de balano dele rasgou a nvoa magra como trapos. 
"Vigiando sua princesa hoje  noite, voc ? Bem, entremos e a" ache.
        O momento Maggie abriu a porta de cozinha, tiro Contra por em um borro de pele e msculo. Ele pausou pelo quarto  porta que conduziu no corredor, rabo 
golpeando.
        "L fora, ela ? " Maggie ps de lado os esboos e caminhou  porta. Ela ouviu vozes por isto, um riso macio, um acento britnico. "Ela tem os convidados", 
ela disse para Decorar, e desapontou o cachorro completamente quando ela apoiou longe da porta. "Ns no a perturbaremos, assim voc est preso comigo." Fazer o
        prospecto um pouco mais esperanoso, ela foi para o armrio onde Brianna manteve os biscoitos de Trapaceiro. "Bem, que truque far voc para mim, menino-o? 
"
        Trapaceiro de olhos o biscoito que ela estava segurando, beijocou o lbio dele. Com dignidade contida ele acolchoou a Maggie, sentou e ergueu uma pata.
        "Bem feito, rapaz."
        Uma vez ele teve o deleite entre os dentes dele, o Trapaceiro se empinou ao tapete em frente ao forno de cozinha, circulou trs vezes, ento se estabelecidas 
com um suspiro para se desfrutar.
        "Eu poderia fazer com algo eu."
        Um rpido bisbilhote ao redor da cozinha revelou um tesouro. Um quadrado de bolo de gengibre, meio-ido, descansou debaixo de um pano protegendo. Maggie comeu 
uma fatia enquanto a chaleira estava aquecendo, e se sentou outro com uma panela de homey de ch.
        Quando Brianna entrou, Maggie estava raspando miolos do prato.
        "Eu desejei saber quando voc viria. Brianna alcanou at acaricie o cachorro que subido para se apertar contra as pernas dela.
        "Teria sido mais cedo, se eu tivesse sabido que isto estava esperando. Voc tem os convidados, eu vejo."
        "Sim, um par de Londres, um estudante de Derry e duas doces senhoras abaixo de Edimburgo. Como voc desfrutou seu feriado? "
        "Era um lugar bonito, dias quentes, ensolarados, noites mornas. Eu o puxei alguns quadros assim voc veria para voc." Ela gesticulou a eles.
        Brie ergueu os quadros e a face dela iluminadas com alegria. "Oh, eles so maravilhosos."
        "Eu pensei que voc os gostaria mais que um carto postal."
        "Sim. Obrigado, Maggie. Eu tenho alguns recortes sobre seu espetculo em Paris."
        Maggie estava surpreso. "Oh, como voc os adquiriu? "
        "Eu pedi para Rogan que os enviasse a mim. Voc gostaria de ver? "
        "No agora, no. Eles h pouco me daro um estmago nervoso, e meu trabalho vai muito bem."
        "Voc ir para Roma quando os movimentos de espetculo em? "
        "Eu no sei. Eu no pensei nisto. Tudo aquilo que parte disto parece longe daqui."
        "Como um sonho." Brianna suspirou como ela se sentou. "Eu quase no posso acreditar eu estava em Paris."
        "Voc poderia viajar mais agora, se voc gostasse."
        "Mmm." Talvez havia lugares que ela gostaria de ver, mas casa a segurou. "Alice Quinn teve um menino. David eles esto o chamando. Ele foi batizado ontem 
mesmo. Ele lamentou tudo pelo servio."
        "E a Alice provavelmente tremulou ao redor como um pssaro."
        "No, ela segurou pequeno David e o acalmou, ento o se foi alimentar. Matrimnio e maternidade a mudaram. Voc no pensaria que era a mesma Alice."
        "Matrimnio sempre muda as pessoas."
        "Freqentemente para o melhor." Mas Brianna soube o que Maggie estava pensando. "Me est se dando bem."
        "Eu no perguntei."
        "No", Brianna disse uniformemente. "Mas eu estou lhe falando. Lottie a molestou em sentar diariamente fora no jardim, e em dar passeios."
        "Caminhando? " Apesar dela, foi impedido o interesse de Maggie. "Me, caminhando? "
        "Eu no sei como ela faz isto, mas Lottie tem um modo com ela. A ltima vez que eu visitei a Me estava segurando estame enquanto balled de Lottie isto. 
Quando eu entrei, ela lanou isto abaixo e comeou a altercar aproximadamente como a mulher a dirigiria na sepultura. Reivindicado ela despediu Lottie duas vezes, 
mas Lottie no iria. O tempo todo Me reclamou, Lottie balanou na cadeira dela, enquanto sorrindo e rodando o estame" dela.
        "Se a mulher afugenta Lottie - "
        "No, me deixe terminar." Brianna apoiou adiante, o olhos danando dela. "Eu estava de p l, enquanto fazendo desculpas e desculpas e esperando pelo pior. 
E depois que um tempo Lottie deixou de balanar. 'Maeve', ela disse, 'deixe de importunar a menina. Voc parece um pega.' E ela devolveu o estame a ela e me falou 
como ela era depois que Mothing pedaggico tricote."
        A "ensinando para-oh, isso ser o dia."
        "A coisa era, a Me continuou murmurando debaixo da respirao dela e discutindo com Lottie. Mas ela parecia estar desfrutando isto. Voc tinha razo sobre 
ela tendo o prprio lugar dela, Maggie. Ela pode no perceber isto contudo, mas ela est l mais contente que ela  a maioria da vida" dela.
        'O ponto  ela est fora daqui." Inquieto, Maggie subiu para rondar ao redor da cozinha. "Eu no o quero se iludindo em pensar eu privei isto da bondade 
de meu corao."
        "Mas voc fez", Brianna disse quietamente. "Se voc quiser ningum menos eu conhecer isto, isso  sua escolha."
        "Eu no vim aqui para falar sobre ela, mas ver como voc estava seguindo. Voc passou ao quarto fora a cozinha? "
        "Sim. Me d escada acima outro quarto livre para convidados."
        "Lhe d alguma privacidade."
        H isso. Eu tenho um lugar para uma escrivaninha em l assim eu posso fazer os livros e a papelada. Eu gosto de ter um direito de janela em cima do jardim. 
Murphy disse que eu pudesse ter uma porta posta dentro, se eu quero, assim eu pudesse entrar e fora sem passar pelo resto da casa."
        "Bom." Maggie ergueu entreaberto de groselhas, fixe novamente abaixo. "O tenha bastante para o trabalho? "
        "Eu tenho bastante.  sido um vero bom. Maggie, voc no me contar o que est o aborrecendo? "
        "Nada ", Maggie respondeu abruptamente. "Eu estou usando muito minha mente que  tudo."
        "Voc disputou com Rogan? "
        "No." No pde ser chamado uma disputa, ela pensou. "Por que voc deveria assumir eu estaria pensando nele? "
        "Porque eu o vi junto, viu quanto voc cuidado por um ao outro."
        "Isso deveria ser bastante, no deva? " Maggie exigiu. "Eu o e o quero para mim. O negcio que ns temos tem junto xito e continuar sendo provvel. Isso 
deveria ser bastante."
        "Eu no sei a resposta a isso. Voc est apaixonado por ele? "
        "Eu no sou. No seria. "Ele pensa que eu sou, mas eu no posso ser responsvel pelo que o homem pensa. Nem eu mudarei minha vida para ele, ou qualquer um. 
Ele j  feito isto mudar." Ela abraou o fim de braos dela, enquanto sentindo repentinamente frio. "E, o condene, eu no posso voltar.
        "Atrs para isso que? "
        'Para ser o que eu era, o que eu pensei que eu era. Ele  me feito querer mais. Eu sei eu sempre fiz, mas ele  me feito admitir isto. No  bastante para 
eu acreditar em meu trabalho, eu o preciso. Ele  se feito uma parte disto, e se eu falhar, eu no falho s. Quando eu tiver sucesso, a satisfao  no mine s 
ou. E eu penso
        Eu me cheguei a um acordo porque eu dei parte de mim, o melhor de mim, nas mos" dele.
        " sua arte sobre a que voc est falando, Maggie, ou  seu corao? " Brianna encarou duro a irm dela como ela fez a pergunta.
        Maggie sentou novamente, derrotou. "Eu no tenho a pessoa sem o outro. Assim parece que eu lhe dei um pedao de ambos."
        Rogan teria sido pegado de surpresa para ouvir isto. Ele tinha decidido, depois de muito pensamento, tratar a relao dele com Maggie como ele vai qualquer 
fuso empresarial com uma companhia relutante. Ele tinha feito a oferta dele. Agora estava na hora para estar de p atrs, se distanciar enquanto a outra festa considerou.
        Havia nenhuma razo profissional para a contatar. O espetculo em Paris permaneceria durante outras duas semanas antes de se mudar para Roma. Os pedaos 
tinham sido escolhidos, a base se deitou.
        Para o futuro previsvel, ela teve o trabalho dela e ele teve o seu. Qualquer contato empresarial poderia ser estabelecido contato pelo pessoal dele.
        Em outro palavra, ele deixaria o dela guise.
        Era importante ao orgulho dele e os planos dele para no a deixar sabe quanto tinha ferido a rejeio dela dos sentimentos dele. Separadamente, eles puderam 
cada avalie o futuro deles/delas objetivamente. Junto, eles simplesmente terminariam em cama. Isso era nenhum mais longo bastante.
        Pacincia e uma mo firme eram o que foi requerido. Rogan estava seguro disto. E se Maggie permanecesse obstinado to tolamente depois de uma quantia razovel 
de tempo, ele usaria qualquer meios estavam  disposio dele.
        Rogan bateu vivamente no porta da av dele. No era o tempo habitual deles/delas por visitar, mas depois de estar de volta em Dublin durante uma semana, 
ele precisou do conforto de famlia.
        Ele acernar com a cabea  empregada que abriu a porta. "Minha av est em casa? "
        'Sim, Sr. Sweeney. Ela est na sala de estar dianteira. Eu lhe falarei voc est aqui."
        "Nenhuma necessidade." Ele escarranchou abaixo o corredor e pelas portas de sala de estar abertas. A Christine subiu imediatamente e abriu os braos dela 
a ele.
        "Rogan! Isso que uma surpresa adorvel."
        "Eu tive uma reunio cancelada, assim eu pensei que eu derrubaria dentro e veria como voc era." Ele puxou o dela atrs, erguendo uma sobrancelha como ele 
estudou a face dela. 'Voc olha excepcionalmente bem."
        "Eu sinto excepcionalmente bem." Ela riu e o conduziu a uma cadeira. "Eu o adquirirei uma bebida? "
        "No. Eu no tenho muito longo, e eu s vim para a companhia."
        "Eu ouvi como bem entrou em Paris." Christine sentou ao lado dele, acalmado abaixo a saia do vestido feito de linho dela. "Eu almocei com Patricia semana 
passada, e ela me falou era um sucesso despertador."
        "Era. Embora eu no possa dizer como a Patricia saberia." Ele pensou no amigo dele com uma gota prolongada de culpa. "Ela  bem? "
        "Oh, mesmo. Florescendo, voc poderia dizer. E eu acredito que ela disse que o Joseph tinha lhe falado sobre o negcio de Paris. Ela est trabalhando muito 
duro na escola de dia dela, e o Joseph est a dando um pouco de ajuda."
        "Bom. Eu no tive muito tempo na galeria esta ltima semana, eu tenho medo. O fato  a expanso em Limerick est levando a maioria de meus esforos."
        "Como aquele andamento ? "
        
        "Bem bastante. Eu tive algumas complicaes, assim eu terei que tirar uma viagem os ordena fora."
        "Mas voc quase no voltou.
        "No deveria levar mais que um dia ou dois." Ele levantou a cabea dele, enquanto assistindo o puxo de av dele  saia dela, escove ao cabelo dela. "Algo 
est errado? "
        "No." Ela sorriu brightly e forado as mos dela para ainda. "No, entretanto h algo que eu quero discutir com voc. Voc v... " Ela arrastou fora, enquanto 
se chamando um covarde miservel. "Como Maggie ? Ela desfrutou a Frana? "
        "Ela parecia."
        " um tempo bonito de ano a feriado na vila. O tempo era bom? "
        "Era.  isto resista voc quer discutir, Av? "
        "No, eu era voc s- seguro voc no quer aquela bebida? "
        Uma gota de alarme deslizou abaixo a parte de trs dele. "Se algo errado, eu quero que voc me" fale.
        No h nada injustia, bem. Nada erradamente."
        Ao assombro dele ela se ruborizou como um aluna. "Av - "
        Ele estava suspenso por um rudo nos degraus e um grito. "Chrissy? Onde voc foi fora para, menina? "
        Rogan estava lentamente como um homem estourado na entrada. Ele era forte de trax, calvo como um ovo e vestiu em um terno doente-prprio a cor de calndulas. 
A face dele era redonda e enrugada. Brilhou como uma lua.
        'L voc est, minha menina de bem. Eu pensei que eu tinha o" perdido.
        "Eu estava a ponto de tocar para ch." O rubor de Christine afundado como o homem escarranchou no quarto e beijou ambas suas mos tremulando.
        "Rogan, este  Niall Feeney. Niall, meu neto, Rogan".
        "Assim, este se ." Rogan achou a mo dele envolvida e bombeou cordialmente. "Bem,  deleitado eu sou estar o conhecendo por ltimo a longo. Chrissy me falou 
em toda parte voc, rapaz. Por que, voc  a mesma ma do olho" dela.
        "I'm-contente o conhecer, Sr. Feeney".
        "No, no, agora, nenhum daquela formalidade entre ns. No com todas nossas conexes familiares." Ele piscou e riu at que a barriga dele gingou.
        "Conexes? " Rogan disse debilmente.
        "Sim, comigo crescendo nenhum mais distante que um sapo poderia cuspir de Chrissy aqui. Cinqenta anos passam, begad, e agora destino tem isto que voc est 
controlando tudo aquilo bonito copo que minha sobrinha faz."
        "Sua sobrinha? " Realizao golpeou como um punho. "Voc  o "tio de Maggie.
        "Eu realmente" sou. Niall sentou, muito em casa, a barriga significativa dele caindo em cima do cinto dele. "Orgulhoso como um pavo da menina, direi eu, 
entretanto eu no entendo uma coisa sangrenta sobre o que ela est fazendo. Eu tenho que levar a palavra de Chrissy que est bem."
        "Chrissy", Rogan repetiu em uma voz pequena.
        "No  adorvel, Rogan? " O sorriso nervoso de Christine feriu a face dela. "Parece Brianna escreveu a Niall em Galway lhe contar Maggie e voc estava trabalhando 
junto. Claro que, ela mencionou que voc era meu neto. Niall me escreveu de volta, e uma coisa conduziu a outro. Ele veio visitar por algum tempo."
        'Visita. Em Dublin? "
        "Uma cidade boa que , estar seguro". Niall beijocou uma mo no brao delicado do sof. "Com as mais bonitas meninas em tudo de Irlanda." Ele piscou a Christine. 
"Embora, em verdade, eu tenho s olhos para um."
        "V em com voc, Niall".
        Rogan encarou o par deles, todos menos faturamento e arrulhando antes dos olhos dele. "Eu acredito que eu tomarei aquela bebida afinal de contas", ele disse. 
"Um usque."
        
        
        
        Captulo Dezoito
        
        
        Era um Rogan muito conquistado que deixou o sala de estar da av dele e balanou pela galeria h pouco concluso passada. Ele no quis acreditar ele tinha 
visto o que ele soube que ele tinha visto. Da mesma maneira que Maggie tinha dito uma vez, quando um par for ntimo, eles se livram sinais.
        Pelo amor de Deus, a av dele estava paquerando com o tio lua-enfrentado de Maggie de Galway.
        No, ele decidiu como ele se deixou na galeria, no agentou pensamento de. Sinais poderia ter havido, mas indubitavelmente ele os leria incorretamente. 
Afinal de contas, a av dele era mais de setenta, uma mulher de gosto sem defeito, carter puro, estilo impecvel.
        E Niall Feeney era. . . simplesmente era indescrib capaz, Rogan decidiu.
        O que ele precisou era um par de horas de paz perfeita e aquieta escritrio-fora na galeria dele das pessoas e telefones e qualquer coisa remotamente pessoal.
        Ele tremeu a cabea dele como ele cruzou o quarto. Ele estava parecendo muito completamente Maggie.
        As vozes elevadas o paradas antes da mo dele conheceram a maaneta. Um argumento estava em capacidade total no outro lado da porta. Enquanto modos poderiam 
lhe ter urgido que se retirasse, curiosidade mudou a sorte.
        
        Ele abriu a porta por completo no Joseph e Patricia vapor.
        "Eu lhe falo, voc no est usando o Deus de cabea o" deu, o Joseph gritou. "Eu no serei a causa de uma alienao entre voc e sua me."
        "Eu no dou um alfinete sangrento para o que minha me pensa", a Patricia gritou direito atrs, enquanto fazendo a boca de Rogan cair aberto. "Isto no tem 
nada que ver com ela."
        'O fato que voc pudesse dizer assim prova meu ponto de vista. Voc no est usando sua cabea. She's-Rogan. " A face furiosa de Joseph ainda foi como uma 
pedra. "Eu no o esperei dentro."
        "Obviamente." Rogan olhou cautiously de Joseph para Patricia. "Eu pareo ter interrompido."
        "Talvez voc pode falar seu modo por aquele orgulho seu." Olhos que refletem com emoo, a Patricia lanou o cabelo dela atrs. "Eu no posso. "
        "Isto no tem nada que ver com Rogan." A voz de Joseph estava quieta, com o ao de advertir abaixo.
        "Oh, no, ns no devemos deixar ningum saber." A primeira lgrima transbordou. Patricia saiu apressado isto. "Ns deveramos continuar se se mover furtivamente 
ao redor como-como adlteros. Bem, eu no farei isto, Joseph, mais. Eu estou apaixonado por voc e eu no me preocupo que sabe." Ela girou em Rogan. "Bem? O que 
tem voc para dizer sobre isto? "
        Ele segurou para cima uma mo como se recuperar o equilbrio dele. "Eu penso que eu deveria o deixar s."
        "Nenhuma necessidade." Ela procurou desajeitadamente a bolsa dela. "Ele no me escutar. Era meu engano para acreditar que ele vai. Que ele era o nico que 
realmente vai."
        "Patricia."
        "No faa a Patricia eu naquele tom", ela estalou a Joseph. "Todos minha vida eu fui contado o que fazer e como fazer isto. O que  prprio, o que  aceitvel, 
e eu estou doente a morte disto. Eu tolerei a crtica em cima de abrir minha escola, e a no dita convico condenvel de meus amigos e famlia que eu falharia. 
Bem, eu no falharei." Ela girou novamente em Rogan como se ele tivesse falado. Voc ouve, eu no falharei. Eu farei o que eu desejo exatamente, e eu farei bem isto. 
O que eu no tolerarei  crtica de minha escolha de amantes. No de voc, no de minha me, e certamente no do amante eu escolhi."
        Queixo para cima, ela olhou atrs para Joseph com olhos lgrima-encharcados. "Se voc no me quer, ento  honesto e diz assim. Mas no faz voc ousa me 
conte o que  melhor para mim."
        O Joseph pisou para ela, mas ela j estava arremessando fora a porta. "Empanada! Condene." Melhor Joseph se disse que a deixasse ir. Melhor para ela. "Eu 
sinto muito, Rogan", ele disse stiffly. "Eu teria achado um modo ter evitado aquela cena se eu tivesse sabido que voc estava entrando.
        "Considerando que voc no fez, talvez voc poderia explicar isto." Igualmente duro, Rogan arredondou a escrivaninha dele e sentou, ing de assum a posio 
de autoridade. "Na realidade, eu insisto."
        Joseph no bateu um olho ao interruptor sem costura de Rogan de amigo para empregador. " bvio eu tenho visto a Patricia."
        "Eu acredito o termo que ela usou estava se se mover furtivamente aproximadamente."
        A cor lavou atrs na face de Joseph. "Ns-eu pensei melhor isto se ns fssemos discretos."
        "O feito? " Um fogo acendeu nos olhos de Rogan. "E tratando uma mulher como Patricia como um de seus negcios casuais sua idia de discrio era? "
        "Eu estava preparado para sua desaprovao, Rogan".
        
        Em baixo da jaqueta costurada dele, os ombros de Joseph eram rgidos como ao. "Eu esperei isto."
        "E bem voc deveria ter", Rogan disse uniformemente.
        "Assim eu fiz, da mesma maneira que eu esperei a reao que eu obtive da me dela quando a Patricia me persuadiu de jantar com eles noite" passada. As mos 
dele apertaram em punhos. Gerente de galeria sem uma gota de azul no sangue dele. Ela pode bem como disse isto, para isto estava nos olhos dela. A filha dela poderia 
fazer melhor. E por Cristo pode ela. Mas eu no me levantarei aqui e voc tem diz que o que est entre ns  um afazeres casual." A voz dele tinha subido a um grito 
at que ele fosse acabado.
        'Ento o que ? "
        "Eu estou apaixonado por ela. Eu estive apaixonado por ela desde a primeira vez eu a, quase dez anos atrs, vi. Entretanto havia o Robert. . . e havia voc."
        'Nunca havia eu." Confundido, Rogan esfregou as mos dele em cima da face dele. O mundo ia furioso? ele desejou saber. A av dele e o tio de Maggie, ele 
e Maggie e agora o Joseph e Patricia. "Quando isto aconteceu? "
        'A semana antes de voc se fosse para Paris." Joseph membered de re essas horas vertiginosas, esses dias maravilhosos e noites antes de realidade tivesse 
comeado. "Eu no planejei isto, mas isso apenas muda qualquer coisa. Eu percebo voc pode querer fazer outros arranjos agora."
        Rogan derrubou as mos dele. "O que outro organize ments? "
        "Por administrar a galeria."
        O que ele precisou, Rogan pensou, era ir para casa e achar uma garrafa de aspirina. "Por que? " ele perguntou wearily.
        "Eu sou seu empregado."
        "Voc , e eu espero que voc permanecer assim. Sua vida privada no tem nada que ver com seu trabalho aqui. Cristo bom, eu olho como algum amvel de monstro 
que o despediria por reivindicar estar apaixonado por um amigo meu? " Ele favoreceu a cabea agora pulsando dele um momento apertando os saltos de sapatos das mos 
dele aos olhos dele. "Eu entro aqui-em meu prprio escritrio, eu lembrarei voc-e acharei os dois de voc estalando como terriers. Antes de eu poder levar a prxima 
respirao, a Patricia est arranhando a eu por no a acreditar capaz de corrida uma escola." Ele tremeu a cabea dele e derrubou as mos dele. "Eu nunca pensei 
que ela era incapaz de qualquer coisa. Ela  um das mulheres mais inteligentes que eu sei."
        "Voc h pouco foi pegado no jogo morto", o Joseph murmurou, e cedeu ante a necessidade desesperada por um cigarro.
        "Assim parece. Voc tem um direito para me falar no  nenhum de meu negcio, mas como algum que  conhecido voc por dez anos, e Patricia mais longo que 
que, eu levo um interesse. O que o diabo voc estava lutando aproximadamente? "
        Joseph xingou fora fumaa. "Ela quer escapar."
        "Escape? " Se o Joseph tivesse lhe falado que a Patricia quis danar nu em St. o Quadrado de Stephen, ele teria sido nenhum mais cambaleante. "Patricia? 
"
        "Ela est cozida para cima algum esquema furioso sobre ns indo de carro a Esccia. Parece ela teve uma fila com a me dela e veio, enquanto fazendo temporal 
diretamente em cima daqui."
        "Eu nunca conheci a Patricia para fazer temporal em qualquer lugar. A me dela no a favor da relao, eu levo isto."
        "Qualquer coisa mas." Ele ofereceu um sorriso fraco. "A verdade , ela pensa a Patricia deveria pendurar fora para voc."
        Rogan estava dificilmente surpreso com isto notcias. "Ela  sentenciada l" a decepo, ele disse. "Eu tenho outros planos. Se ajudar assuntos, eu os farei 
clarear a ela."
        
        "Eu no sei como pudesse doer." Joseph hesitou, ento sentou como ele foi usado, no canto da escrivaninha de Rogan. "Voc no nota, ento? No o aborrece? 
"
        "Por que deva? E at onde a Anne interessou, o Dennis a trar ao redor."
        "Isso  o que a Patricia disse." O Joseph estudou o cigarro que queima sem chama entre os dedos dele, ento tirou de o pequeno cinzeiro de sacudir-topo dele 
e esmagou isto fora. "Ela parecia pensar se ns h pouco escapamos e nos casamos, a me dela cairia logo dentro com a idia como se tivesse sido desde o princpio" 
dela.
        "Eu poria vantagens nisto. Ela no era no princpio ou" aguda em Robbie.
        "Ela no era? " Joseph teve o olhar de um homem que estava comeando a ver a luz.
        "No seguro ele era bem bastante para a "filha de bem dela. Especulando, Rogan balanou atrs na cadeira dele. "No levou muito tempo para ela comear a 
amar loucamente o. Claro que, ele no usou um brinco."
        O sorriso de Joseph flamejou como ele ergueu uma mo  orelha dele. "Empanada gosta."
        "Hmm", era todo o Rogan poderia pensar de dizer. "Anne poderia ser um pouco difcil." Ele ignorou o bufo rude de Joseph. "Mas no fim, tudo que ela quer so 
a felicidade da filha dela. Se voc for a resposta a isso, a Anne o querer como bem. Voc sabe, ns poderamos administrar bem ao redor bastante aqui se voc fizesse 
uma viagem sbita para a Esccia."
        "Eu no pude. No seria justo a ela."
        "Seu negcio, claro que. Mas. . . " Rogan estirou atrs novamente na cadeira dele. "Parece a mim uma mulher poderia achar um passeio selvagem em cima da 
borda, uma cerimnia em alguma capela mofada e uma lua de mel nos Altiplanos muito romntico."
        
        "Eu no quero que ela lamente isto." Joseph era comece ning para soar menos certo.
        A mulher que caminhou agora mesmo fora daqui olhou a eu conhecer a prpria mente" dela.
        "Ela faz, e ela veio saber o meu muito depressa" tudo. Ele empurrou longe da escrivaninha. "Eu iria melhor a" ache. Ele parou  porta, lanou um sorriso 
em cima do ombro dele. "Rogan, voc pode me poupar durante uma semana? "
        "Leve dois. E beija a noiva para mim."
        O arame que veio trs dias Rogan posterior, revelador que Sr. e Sra. Joseph Donahoe seja bem e feliz provou a ele que ele no era um homem desumano. Na realidade, 
ele gostou de acreditar ele tinha feito a parte dele para fazer andar depressa os dois amantes no modo deles/delas.
        Mas havia dois outros amantes ele teria dado muito para ver v os caminhos separados deles/delas. Na realidade, ele fantasiou diariamente sobre calar as 
botas em Niall Feeney atrs todo o modo para Galway. No princpio Rogan tentou ignorar a situao. Quando mais que uma semana tinha passado e Niall ainda era cozily 
escondido na casa de Christine Sweeney, ele tentou pacincia. Afinal de contas, ele se falou, quanto tempo uma mulher do gosto da me principal dele e sensibilidades 
seria enganada por um charme menos, sharpie de oeste-municpio de borish?
        Depois de duas semanas, decidiu ele que estava na hora para tentar razo.
        Rogan esperou dentro o sala de estar-a sala de estar, ele re prestaram ateno a ele isso refletiu o estilo e criando de uma mulher adorvel, sensata e generosa.
        "Por que, Rogan." Christine planou no quarto olhar, o neto dela pensou, completamente muito atraente para uma mulher da idade dela. Isso que uma surpresa 
adorvel. Eu pensei que voc estava a caminho de Limerick."
        "Eu sou. Eu h pouco parei dentro a caminho do aeroporto." Ele a beijou, olhou em cima do ombro dela para a entrada. "Assim. . . voc est s? "
        "Sim, Niall fora resolver alguns negcios. Voc tem tempo por uma mordida comer antes de voc fosse? Cozinhe assado algumas tortas adorveis. Niall a encantou 
assim, que ela  assa deleites diariamente."
        "A encantado? " Como sentou a av dele que Rogan rodou os olhos dele.
        "Oh, sim. Ele sempre est estourando na cozinha para lhe contar isso que um modo que ela tem com sopa, ou o pato ou algum prato ou outro. Ela no pode fazer 
bastante para ele."
        "Ele se parece um homem que come bem" certamente.
        O sorriso de Christine era indulgente. "Oh, ele ama a comida dele, Niall faz."
        "Eu estou seguro abaixa fcil, quando  grtis."
        O comentrio teve Christine que eleva uma sobrancelha. "Voc me teria faturar um amigo para uma refeio, Rogan? "
        "Claro que no. Ele  sido na cidade agora" algum tempo, ele disse, tachas variveis. "Eu estou seguro ele tem que perder a casa dele, e o negcio" dele.
        "Oh, ele  aposentado. Como diz Niall, um homem no pode trabalhar todos sua vida."
        "Se ele trabalhou nada", Rogan disse debaixo da respirao dele. "Av, eu estou seguro  sido agradvel para voc para visitar com um amigo de sua infncia, 
mas - "
        "Tem.  sido verdadeiramente maravilhoso. Por que, eu sinto jovem novamente." Ela riu. "Como uma menina. H pouco ontem  noite ns fomos danar. Eu tinha 
esquecido o que um danarino Niall bom . E quando ns vamos para Galway - "
        "Ns? " Rogan se sentia plido. "Ns vamos para Galway? "
        
        "Sim, semana que vem ns estamos planejando para levar de volta um passeio longo ao oeste. Um pouco de nostalgia para mim. Claro que, eu estou interessado 
em ver a "casa de Niall.
        "Mas voc no pode.  absurdo. Voc no pode ir embora traisping para Galway com o homem."
        "Por que j no? "
        "Porque it's-voc  minha av, pelo amor de Deus. Eu no o terei. . . "
        "No me ter isso que? " ela perguntou muito quietamente.
        O tom, refletindo o tipo de raiva ela raramente dirigiu a ele, teve Rogan que guia dentro. Me principal", eu percebo voc se deixou seja varrido pelo homem, 
pelas recordaes. Eu estou seguro no h nenhum dano nisto. Mas a idia de voc que vai com um homem voc no viu para mais de cinqenta anos  absurdo."
        Como jovem ele era, a Christine pensou. E como distressingly prprio. "Eu acredito, a minha idade, eu gostaria de fazer algo absurdo. Porm, eu no acredito 
tomada atrs uma viagem para minha casa de infncia com um homem eu sou mesmo apaixonado por, um homem que eu conheci muito tempo antes de voc nasceu, ajustes naquela 
categoria. Agora, talvez", ela disse, enquanto sustentando uma mo antes de ele pudesse falar, "voc achado que a idia de meu ter uma relao, um adulto, enquanto 
satisfazendo relao com Niall, ajuste aquele "egory de gato.
        "Voc no est contando que eu-voc no  que declarao-voc no tem de fato. . . "
        "Dormido com ele? " A Christine apoiou atrs, enquanto a batendo bem-manicured unhas no brao do sof de dois assentos. 'Isso  certamente meu negcio, no 
? E eu no requeiro sua aprovao."
        "Claro que no." Ele se ouviu comeando a balbuciar. "Eu h pouco estou preocupado, naturalmente".
        "Sua preocupao  notvel." Ela subiu, regally. "Eu sinto muito que voc est chocado por meu comportamento, mas no pode ser ajudado."
        "Eu no sou nenhuma chocado-maldio, claro que eu estou chocado. Voc no pode s... " Ele poderia dizer as palavras quase no, ele pde? No sala de estar 
da av dele. "Bem, eu no sei nada do homem."
        "Eu sei dele. Eu estou usando nem todo planos definidos quanto tempo ns estaremos em Galway, mas ns estaremos parando dentro ver Maggie e a famlia dela 
no modo. Eu lhe darei seus cumprimentos? "
        "Voc no pode ter refletido para isto.
        "Eu sei melhor minha prpria mente e corao, parece, que voc pensa. Tenha uma viagem segura, Rogan".
        Despedido, ele teve nenhum escolhido mas beijar a bochecha dela e licena. O momento que ele estava no carro, ele arrancou ao telefone. "Eileen, replaneje 
Limerick para fila de tomor. . . . Sim, h um problema", ele murmurou. "Eu tenho que ir para Clare."
        Quando o primeiro toque de queda acariciou o ar e dourou as rvores, parecia um pecado para no desfrutar isto. Depois de duas semanas slidas de trabalho, 
decidiu Maggie ela de serviram um dia fora. Ela passou a manh no jardim, enquanto capinando com um vigor que teria feito Brianna orgulhoso. Para se recompensar, 
ela decidiu andar de bicicleta para a aldeia para um recente almoo a O'Malley.
        Havia uma mordida ao ar, e as nuvens estendidas em camadas para o oeste prometeram chuva antes de anoitecer. Ela puxou no bon dela, inflou o pneu traseiro 
dela que ia plano ento guiou a bicicleta ao redor da casa e pelo porto.
        Ela se partiu a um passo vagaroso, enquanto sonhando um pouco em cima do colher nos campos. A fcsia continuou florescendo em lgrimas de vermelho apesar 
da ameaa de
        congelao cedo. A paisagem mudaria assim que inverno fixasse isto, fica estril e passou rapidamente um vento amargo. Mas ainda estaria bonito. As noites 
alongariam, enquanto urgindo as pessoas aos fogos deles/delas. As chuvas viriam, enquanto varrendo pelo Atlntico com a lamria do vento.
        Ela esperou isto, e ao trabalho ela faria  frente nos meses frios.
        Ela desejou saber se ela pudesse convencer vir ocidental durante o inverno para Rogan, e se ela fez, v ele acha charme nas janelas sacudindo e fogos esfumaados. 
Ela esperou que ele v. E quando ele deixou da castigar, ela esperou que eles pudessem voltar para as coisas de modo tinha estado antes que ontem  noite na Frana.
        Ele veria razo, ela se falou, e se apoiou na bicicleta baixo contra o vento. Ela o faria ver isto. Ela o perdoaria at mesmo por ser arbitrrio, superconfiante 
e ditatorial. O momento que eles eram junto novamente, ela estaria tranqila e esfriaria e doce-tongued. Eles poriam esta discordncia tola atrs deles, e -
        Ela teve tempo para gritar, apenas, e desviar no hedgerows como um carro embarrilaram ao redor da curva. Freios gritaram, o carro mudou de direo, e Maggie 
terminou fundo primeiro no blackthorn.
        O "Jesus, a Mary e Joseph, que tipo de uma cortina, o bobo ignorante  quem tenta correr abaixo pessoas inocentes? " Ela empurrou o bon atrs isso tinha 
cado em cima dos olhos dela e tinha luzido. "Oh, claro que. Seria voc."
        "Voc est ferido? " Rogan estava fora do carro e ao lado dela em um momento. "No tente mover."
        "Eu posso mover, o" amaldioe. Ela bateu as mos explorando dele fora. "O que quer dizer voc dirigindo quela velocidade horrvel? Este no  um raceway."
        O corao que tinha hospedado duro na garganta dele se livrou. "Eu no estava dirigindo aquele jejum. Voc estava no meio da estrada, enquanto sonhando. 
Se eu viesse mais cedo ao redor daquela volta um segundo, eu teria aplainado voc gosta de um coelho."
        "Eu no estava sonhando. Prestando ateno a meu prprio negcio era o que eu estava fazendo, enquanto no esperando algum jackeen para vir, acelerando junto 
em um carro caprichoso". Ela fugiu o assento das calas dela, ento chutou a bicicleta dela. "Agora veja o que voc fez. Eu tenho um furo."
        "Voc tem sorte  o pneu que  plano e no voc."
        "O que est fazendo voc? " ela exigiu.
        "Eu estou pondo esta desculpa para transporte no carro." Uma vez ele tinha feito assim, ele retrocedeu a ela. "Venha, eu o dirigirei em casa."
        "Eu no ia para casa. Se voc tivesse qualquer senso de direo, voc veria 1 ia para a aldeia onde eu ia ter uma refeio."
        'Isso ter que esperar." Ele levou o brao dela da maneira proprietrio da que ela esqueceu ela fundaria divertindo.
        "Oh, vai? Bem, voc pode me dirigir para a aldeia ou em nenhuma parte nada, porque eu tenho fome.
        "Eu o dirigirei casa", ele disse novamente. "Eu tenho algo que discutir com voc, reservadamente. Se eu tivesse podido terminar para voc esta manh, eu 
poderia lhe ter falado eu estava vindo e voc no teria ido aquela bicicleta no meio da estrada."
        Com isto, ele bateu a porta de carro atrs dela e marginou o capuz.
        "Se voc tivesse podido consumir esta manh, e tinha tido este modo srdido sobre voc, eu teria lhe dito que no aborrecesse para vir nada."
        "Eu tive uma manh difcil, Maggie". Ele resistiu ao desejo para esfregar  dor de cabea que toca tambor atrs dos templos dele. "No me" empurre.
        Ela comeou, ento serra que ele tinha dito no mais que a verdade. Havia dificuldade nos olhos dele. " um problema no trabalho? "
        "No. De fato, eu tenho algumas complicaes com um projeto em Limerick. Eu estou a caminho l."
        "Assim voc no est ficando."
        "No." Ele olhou a ela. "Eu no estou ficando. Mas no  a expanso de fbrica que eu preciso falar com voc aproximadamente." Ele parou no porto dela, 
fechado fora o carro. "Se voc no tiver nada que comer, eu colidirei com a aldeia e devolverei algo.
        "No  um problema. Eu posso sobreviver. Ela cedeu bastante para fechar uma mo em cima de seu. "Eu estou alegre de o ver, embora voc me corresse quase 
abaixo."
        "Eu estou alegre de o" ver. Ele ergueu a mo aos lbios dele. "Embora voc quase se encontrasse comigo. Eu adquirirei sua bicicleta fora."
        "H pouco deixe na frente." Depois de escarranchar para cima o passeio, virou ela. "O tenha um prprio beijo para mim? "
        Era difcil de resistir quele flash rpido de sorriso, ou o modo que ela alcanou at ligao as mos dela atrs da cabea dele. "Eu tenho um beijo para 
voc, prprio ou no."
        Era fcil de conhecer o calor, atrair a energia. O que era difcil era conferir a necessidade, aquele momento deseja a apoiar pela porta e objeto pegado 
tudo.
        "Talvez eu estava sonhando um pouco antes", ela disse, enquanto arrastando nos lbios dele. "1 estava pensando em voc, e desejando saber quanto mais longo 
voc me" castigariam.
        "Como voc quer dizer? "
        "Ficando longe de mim." Ela falou levianamente como ela empurrou pela porta.
        "Eu no o" estava castigando.
        "H pouco se afastando, ento".
        "Se distanciando, lhe dar tempo pensar".
        "E tempo para sentir falta de voc."
        'Sentir falta de mim. E mudar sua mente."
        "Eu senti falta de voc, mas eu no mudei minha mente ou qualquer outra coisa. Por que voc no senta? Eu preciso adquirir um pouco mais relva para o fogo."
        "Eu o, Maggie", amo.
        
        Isso a parou, teve a concluso dela os olhos dela um momento antes de ela retrocedesse. "Eu acredito que voc pode, Rogan, e entretanto algo em mim esquenta 
a isto, no muda nada." Ela se apressou fora.
        Ele no tinha vindo implorar, ele se lembrou. Ele viria lhe pedir que o ajude com um problema. Embora da reao dela, acreditasse ele que coisas estavam 
mudando mais que ela estava pronta admitir.
        Ele paced para a janela, para o sof caindo, atrs novamente.
        "Voc sentar? " ela exigiu quando ela voltou com os braos dela empilhados com blocos de relva. "Voc usar fora o cho. O que  este negcio em Limerick? 
"
        "Alguns complicaes que so tudo." Ele assistiu como ela ajoelhou no forno e habilmente empilhou combustvel. O ocorreu que ele nunca tinha visto qualquer 
um construir um fogo de relva antes. Uma viso tranqila, ele meditou, isso puxou um homem perto de busque aquele corao vermelho morno. "Ns estamos ampliando 
a fbrica."
        "Oh, e o que faz voc em sua fbrica? " "China. A maior parte o tipo barato que  formado em mementos."
        "Mementos? " Ela pausou ao trabalho dela, apoiado atrs nas coxas dela. "Recordaes, voc quer dizer? No esses pequenos sinos e chvenas e tal nas lojas 
tursticas? "
        Eles so muito bem feitos."
        Ela lanou atrs o dela encabece e riu. "Oh,  rico. Eu me contratei um homem que faz pouco chapeia por toda parte com trevos eles."
        "O tenha qualquer idia que que por cento de nossa economia depende de turismo, na venda de pouco chapeia com trevos aceso eles, ou mo-tricota suteres, 
linho, atam, cartes postais sangrentos? "
        "No." Ela bufou atrs da mo dela. "Mas eu estou seguro voc pode me, at a pence, falar. Me, Rogan, fale voc faz muito negcio em leprechauns de gesso, 
ou shillelaghs de plstico? "
        "Eu no vim aqui para justificar meu negcio a voc, ou discutir o fato que isto expanso-que nos permitir fabricar alguma da porcelana melhor produziu 
dentro criar mais de cem trabalhos novos em uma parte do pas que desesperadamente precisa deles."
        Ela acenou uma mo para o parar. "Eu sinto muito, eu o insultei. Eu estou seguro h uma necessidade ascendente por dedais e cinzeiros e xcaras que dizem 
'Erin Go Bragh.' h pouco  duro para mim, voc v, pintar um homem que usa tais ternos maravilhosos que possuem um lugar que os" faz.
        "O fato que eu fao traz isto possvel Mundialmente subsidiar e oferecer concesses a vrios artistas cada ano. At mesmo se eles so os esnobes."
        Ela esfregou a parte de trs da mo dela em cima do nariz dela. Isso me pe em meu lugar. E desde que eu no quero desperdiar que que horas ns temos discutindo, 
ns diremos nenhum mais sobre isto. Voc vai sentar, ou s posto l e carranqueia a mim? No que voc no parece bom, at mesmo com uma carranca em sua face".
        Ele rendeu em uma respirao longa. "Seu trabalho vai bem? "
        "Muito bem." Ela trocou, enquanto cruzando as pernas dela no tapete. "Eu lhe mostrarei para o que  novo antes de voc ir, se houver tempo."
        "Ns somos um pequeno atrs de na galeria. Eu suponho eu deveria lhe falar que o Joseph e Patricia escaparam."
        "Sim, eu sei. Eu tive um carto deles."
        Ele inclinou a cabea dele. "Voc no parece a todo o sur computado."
        "Eu no sou. Eles estavam entre si" loucos apaixonado.
        "Eu pareo o recordar reivindicando a Patricia estava louco apaixonado comigo."
        "No. Eu disse que ela estava meio apaixonada por voc, e eu me levantarei por isso. Eu imagino ela quis estar apaixonado por voc-isto teria sido afinal 
de contas to conveniente. Mas era desde o princpio o Joseph. Isso no  o que est o aborrecendo, ? "
        "No. Eu admito me levou atravs de surpresa, mas no me aborrece. Eu vim perceber eu levei as habilidades de Joseph para concedeu. Ele estar de volta amanh, 
e eu sou ful de grelha para isto."
        "Ento o que ? "
        "Voc teve uma carta de seu tio Niall? "
        "Brianna tem. Ela  o que os adquire, como ela  o que se lembrar de responder atrs. Ele escreveu para lhe falar ele seria Dublin visitante e poderia atravessar 
em casa no modo dele. Voc o viu? "
        "O visto? " Em um som de desgosto, Rogan empurrou novamente fora da cadeira. "Eu no posso adquirir perto de minha me principal sem pisar ele por toda parte. 
Ele  resolvido
        ele na casa dela para dois passado de semanas. Ns temos que decidir o que fazer sobre isto.
        "Por que ns deveramos fazer qualquer coisa? "
        "Voc est me, Maggie, escutando? Eles tm vivido junto. Minha av e seu tio - "
        "Grande-tio, de fato".
        "Qualquer o diabo que ele  a voc, eles tm tido um afazeres flamejante."
        "Tenha eles? " Maggie deixou sair um rugido de aprovar risada. "Bem, isso  maravilhoso."
        "Maravilhoso?  insano. Ela  age como alguma menina vertiginosa, indo danar, ficando fora meio a noite, compartilhando a cama dela com um homem cujos ternos 
so a cor de ovos fritos".
        "Assim voc contesta ao gosto dele em roupas? "
        "Eu contesto a ele. Eu no o terei valsando no casa de minha av e se plantando na sala de estar como se ele pertencer l. Eu no sei o que o jogo dele , 
mas eu no o terei explorando o corao de ous de gener dela, a vulnerabilidade dela. Se ele pensa que ele adquirir as mos dele em um centavo do dinheiro dela 
- "
        "Segure que." Ela pulou para cima como um tigre. "'Tis meu sangue do que voc est falando, Sweeney".
        Isto no  nenhum tempo para ser demais sensvel."
        "Demais sensvel." Ela o espetou no trax. "Olhar que est falando. Voc tem cimes porque sua vov adquiriu algum alm de voc na vida" dela.
        "Isso  ridculo."
        " verdade como o dia. Voc pensa um homem no pde se interessar por ela, mas para o dinheiro dela? "
        Orgulho familiar endureceu a espinha dele. "Minha me principal  uma mulher bonita", inteligente.
        Eu no discordarei com isso. E meu Tio Niall no  nenhum caador de fortuna. Ele se aposentou confortavelmente do negcio dele jogo. Ele pode no ter uma 
vila em Frana ou ternos de uso costurados pelo sangrento britnico, mas ele  bem terminado bastante e tem nenhuma necessidade para jogar gigol. E eu no vou voc 
tem fala de mim famlia de tal um modo em mim prpria casa."
        "Eu no pretendi o ofender. Eu vim a voc porque, como a famlia deles/delas, est at ns fazer algo sobre a situao. Desde que eles esto planejando uma 
viagem a Galway dentro dos prximos dias, e passando por aqui no modo, eu tinha esperado voc poderia falar com ele."
        "Certamente eu falarei com ele. Ele minha famlia , ele no ? Eu o ignoraria quase no. Mas eu no lhe ajudarei a interferir. Voc  como bem" o esnobe, 
Rogan, e um prude.
        "Prude? "
        "Voc est ofendido pela idia de sua av tendo uma vida de sexo rica" e cheia.
        Ele estremeceu, assobiou pelos dentes dele. "Oh por favor. Eu no quero imaginar isto."
        "Nem o deve, desde que  o negcio privado" dela. A boca dela se contraiu. "Ainda. . .  interessante."
        "No faa. " Derrotado, ele afundou novamente na cadeira. "Se houver um quadro que eu no quero em minha mente,  isso."
        "De fato, eu no posso chegar totalmente l isto eu. Agora, no seria uma coisa estranha se eles se casassem? Ento ns estaramos afinal de contas" do modo 
de primos. Rindo, ela esbofeteou a parte de trs dele quando ele sufocou. "Voc poderia usar um usque, bem? "
        "Eu pude. Maggie." Ele levou vrias respiraes fundas. "Maggie", ele chamou novamente como ela revistou por na cozinha. "Eu no quero que ela seja doda."
        "Eu sei." Ela voltou, enquanto segurando dois culos. "Est sabendo que que me impediu sangrar seu nariz quando voc falou assim de Tio Niall. Seu gran  
uma mulher boa, Rogan, e um sbio."
        "Ela  - " Finalmente, ele disse isto em voz alta. "Ela  tudo que eu parti de minha famlia."
        O gentled de olhos de Maggie. "Voc no a" est perdendo.
        Ele deixou sair uma respirao, fitou no copo dele. "Eu suponho voc pensa que eu estou sendo um bobo."
        "No, eu no fao. " Ela sorriu quando os olhos dele ergueram a seu. Pode ser esperado que "um homem seja um pouco nervoso quando a vov dele assumir um 
namorado."
        Rogan estremeceu. Ela riu.
        "Por que no a deixe estar contente? Se aliviar sua mente, eu examinarei a situao quando eles pararem aqui."
        Isso  pelo menos" algo. Ele tocou o copo dele a seu, e eles lanaram atrs junto o usque. "Eu tenho que ir."
        "Voc quase no esteve aqui. Por que no faz voc vem para o bar comigo e ns teremos uma refeio junto. Or"-ela deslizou os braos dela ao redor dele - 
"ns ficaremos aqui e iremos faminto."
        No, ele pensou como ele abaixou a boca dele a seu. Eles no teriam muito tempo fome para.
        "Eu no posso ficar." Ele ps de lado o copo vazio para a levar pelos ombros dela. "Se eu fizesse que ns s terminaramos em cama. Isso no resolveria nada."
        L no tenha que ser qualquer coisa que resolver. Por que voc tem que fazer complicou? Ns somos bons a gether."
        "Ns somos." Ele moldou a face dela nas mos dele. "Muito bom junto. Isso  nico de razes de dado que eu quero gastar minha vida com voc. No, no se 
afaste. Nada voc me contou mudanas o que ns podemos ter. Uma vez voc percebe que, voc vir a mim. Eu posso esperar."
        "Voc h pouco ir, ento se afaste novamente? Assim, isto matrimnio  ou nada? "
        " matrimnio." Ele a beijou novamente. "E toda coisa. Eu estarei em Limerick durante quase uma semana. O escritrio sabe onde me" localizar.
        "Eu no chamarei."
        Ele localizou um dedo polegar em cima dos lbios dela. "Mas voc querer. Isso  agora" bastante para.
        
        
        Captulo Dezenove
        
        
        VOC est sendo pigheaded, Maggie".
        "Voc sabe, eu estou cansado de ter aquela palavra de particular aplicada a mim." Com culos de proteo que protege os olhos dela, Maggie experimentou com 
trabalho de abajur. Durante quase uma semana tudo o que ela tinha livre-assoado tido dis a satisfeito. Para uma mudana de passo ela tinha montado uma meio-dzia 
tochas, trs seguraram cada lateral de um banco, e estava aquecendo um tubo de copo no fogo cruzado.
        "Bem, se  aplicado freqentemente bastante a voc, pode ser verdade", Brianna atirou atrs. " familiar. Voc pode poupar uma noite para famlia."
        "No  uma questo de tempo." Ela quis dizer isto, entretanto por alguma razo, que Maggie sentia que tempo estava respirando abaixo o pescoo dela como 
um cachorro rosnando. "Por que eu deveria me sujeitar a jantar com ela? " Cuidadosamente, sobrancelhas tricotam, ela comeou a puxar e girar o copo amolecido. "Eu 
posso lhe falar eu no tenho nenhum apetite para isto. Nem vai ela."
        "'Tis no s Me que estar vindo. Tio Niall e Sra. Sweeney estaro l. E Lottie, claro que, seria rude de voc no vir."
        "Me fui falado que eu sou que, como tambm pigheaded." Como outro com tudo ela tinha tocado durante os ltimos dias, o copo recusou seguir a viso nela
        cabea. A prpria viso borrado, a enfurecendo como
        muito como a amedrontou. Puro obstinancy a mantiveram
        trabalhando.
        "Voc no viu Tio Niall desde a esteira de Da. E ele est trazendo a av de Rogan, para a causa de en de heav. Voc me falou voc a gostou muito."
        "Sim." Condene isto, o que estava errado com as mos dela? O que esteve errado com o corao dela? Ela fundiu uma vara para o outro, queimou isto fora, devolveu, 
queimou isto fora. "Talvez um das razes que eu no quero ser h assim ela no ser sujeitada a um de nossas refeies familiares felizes."
        O sarcasmo estava to quente quanto um dos pontos de Maggie de chama. Brianna enfrentou isto abaixo com gelo. "No o valeria muito apartar seus sentimentos 
durante uma noite. Se Tio Niall e Sra. Sweeney estiverem saindo do modo deles/delas para nos visitar antes de ir em para Galway, ns os daremos boas-vindas. Todos 
ns."
        "Deixe de me molestar, voc vai? Voc est bicando fora
        a mim goste de um pato de maldio. Voc no pode ver eu estou trabalhando? "
        "Voc apenas faz qualquer outra coisa, assim  necessrio para
        o interrompa se eu quiser uma palavra. Eles estaro aqui
        brevemente, Maggie, e eu no darei desculpas para voc."
        Em um gesto semelhante ao posio habitual da irm dela,
        Brianna dobrou os braos dela. "Eu estarei de p aqui mesmo e
        continue bicando at que voc faz o que  esperado de voc."
        "Certo, certo. Jesus. Eu virei  maldio
        o jantar."
        Brianna sorriu serenely. Ela nunca tinha esperado menos. " meia sete. Eu estou servindo meus convidados mais cedo assim ns teremos uma refeio familiar 
privada."
        "E oh, isso que um tempo alegre que ser."
        "Ir bem bastante se voc prometer a cabo que
        
        lngua srdida seu. Eu s estou pedindo o menor de esforos."
        "Eu sorrirei, eu serei corts. Eu no comerei comigo dedos." Com um suspiro amargo, Maggie empurrou para cima o culos de proteo dela e ofereceu a figura 
no fim do tubo das chamas.
        "O que fez voc l? " Curioso, Brianna pisou mais ntimo.
        "Ido furioso."
        "Est bonito.  um unicrnio? "
        "Sim, um unicrnio-s necessidades um toque de ouro no chifre para fazer isto completar." Ela riu, enquanto virando a figura mtica no ar. " uma piada, 
Brie, um pobre. Em mim. Ser cisnes prximo, eu estou seguro. Ou esses pequenos cachorros com bolos folhados para rabos." Ela ps de lado o trabalho dela, vivamente 
virado fora as tochas dela. "Bem, isso  que, eu suponho. Eu apenas farei qualquer coisa que vale a pena hoje, assim eu serei junto para sua festa de jantar. Deus 
ajuda voc."
        "Por que voc no descansa por algum tempo, Maggie? Voc parece muito cansado."
        "Talvez eu vou, depois que eu engradado para cima alguns pedaos." Ela lanou o culos de proteo aparte, esfregou as mos dela em cima da face dela. Ela 
estava cansada, Maggie percebeu. Outrageously assim. "Voc no precisa de preocupao, Brie, voc no ter que enviar os cachorros para mim. Eu disse que eu estarei 
l." . "Eu agradeo. Brianna alcanou at aperto o mo da irm dela. "Eu tenho que voltar, faa certo tudo em lugar. Meio sete, Maggie". "Eu sei."
        'f Ela renunciou  irm dela fora. Manter a mente dela em
        assuntos prticos, ela levou um dos engradados ela
        feito e empacotou isto com acolchoar. Depois de esparramar
        borbulhe envoltura em cima de uma mesa, ela virou s estantes  parte de trs da loja. Havia s um pedao, o ltimo que ela tinha completado antes da visita 
de Rogan, l. Alto e robusto, o tronco lanceou para cima, ento curvado, quase inundar abaixo em tapete de membros esbelto, gracioso pareciam balanar. Estaria de 
p, ela pensou, como o salgueiro que tinha inspirado isto. E dobraria, enquanto rendendo, at mesmo como permaneceu verdadeiro a si mesmo. A cor era um tapete azul 
fundo, puro inundado para cima da base e empalideceu suavemente s gorjetas delicadas.
        Ela embrulhou isto cuidadosamente, para isto era mais que uma escultura. Este foi o ltimo trabalho ela tinha podido tirar prosperamente do corao dela. 
Nada que ela tinha tentado tido gelled desde ento. Dia depois que dia que ela s tinha trabalhado a remelt e remelt. Dia depois que dia ela veio mais ntima a libertar 
o pnico que se agitou dentro dela.
        A falta dele, ela se falou como ela afianou o topo do engradado. A falta dele pela tentar com fama e fortuna, por expor a vaidade dela a tal um aturdir 
e sucesso rpido. Agora ela foi bloqueada, secou. To oco quanto o tubo ela tinha formado em um unicrnio.
        Ele tinha feito o dela queira muito. O queira muito. Ento ele tinha caminhado fora e tinha a deixado ver, brutalmente, o que era gosta de no ter nada.
        Ela no se renderia, nem ela cederia. Maggie se prometeu ela teria o orgulho dela pelo menos. Enquanto o forno dela rugiu zombeteiramente que ela sentou 
na cadeira dela, sentia a familiaridade de sua forma.
        S era que ela tinha estado trabalhando muito duro, seguramente. Ela tinha estado se empurrando fazer melhor e melhor trabalhe com cada pedao. A presso 
de se agarrar para sucesso tinha a bloqueado, isso era tudo. Ela no pde suprimir a idia que como a excurso se mudou de Paris que que quer seria achado. Que ela 
vai
        seja achado querendo.
        Que ela nunca apanharia novamente o tubo s para ela, s para o prazer disto. Rogan teve
        mudado tudo aquilo. Ele teve, como ela tinha lhe falado que ele vai, a mudou.
        '' 'E como era isto, ela pensou, enquanto fechando os olhos dela, como
        podido isto  que um homem pudesse o fazer o amar por
        indo embora?
        "Voc fez bem para voc, no o tenha, dar-ling? " Niall, encheu em um do dele luminoso-hued ternos como uma lingia feliz, sorriu para Brianna. "Eu sempre 
1 voc era uma moa inteligente. Objetos pegados depois de mim querida irm, faz Brianna, Chrissy".
        "Voc tem uma casa adorvel." Christine aceitou dado que i Brianna ofereceu. "E seus jardins so simplesmente empolgantes."
        Obrigado. Eles me do prazer." "Rogan me falou como ele desfrutou a permanncia breve dele ' a Christine suspirou, contedo com o calor do fogo e o brilho 
do abajur. "Eu posso ver por que." "Ela  adquiriu o toque." Niall deu para Brianna um aperto de osso-achatamento ao redor dos ombros. "No sangue, sabe voc. Corridas 
de sangue retificam." Assim parece. Eu conheci bastante bem" sua av.
        "Chrissy estava sob os ps todo o tempo." Niall piscou. Pensamento eu no a notei. Tmido era o que eu era." nunca tido um momento tmido em sua vida", a 
Christine disse com um riso. "Voc pensou que eu era uma amolao." Se eu fiz, eu me mudei a mente." Ele se inclinou e debaixo do olho curioso de Brianna, a Christine 
beijada firmemente na boca.
        "O levou mais de cinqenta anos."
        "Parece como ontem."
        "Bem... " Desconcertado, Brianna clareou a garganta dela. "Eu suponho eu deveria conferir em... Eu acredito que isso  a Me e Lottie", ela continuou quando 
levantou vozes prosperadas abaixo o corredor.
        "Voc dirige como uma mulher cega", Maeve com plained. "Eu caminharei atrs a Ennis antes de eu entrasse novamente" naquele carro com voc.
        "Se voc puder fazer melhor, voc deveria se dirigir. Ento voc teria um senso de independncia." Ously de Obvi desinteressado, Lottie passeou na sala de 
estar, enquanto desembrulhando um leno grosso de ao redor o pescoo dela. " uma noite fria", ela anunciou, rseo-cheeked e sorrindo.
        "E voc me tirando nisto me poro em cama durante uma semana."
        "Me." Ombros suportados contra envergonham ment, Brianna ajudou Maeve fora com o casaco dela. "Eu gostaria que voc conhecesse Sra. Sweeney. Sra. Sweeney, 
estas  minha me, Maeve Concannon, e nosso amigo Lottie Sullivan."
        "Eu sou deleitado para o conhecer ambos." Christine subiu para oferecer a mo dela a ambas as mulheres. "Eu era um amigo de sua me, Sra. Concannon. Ns 
ramos as meninas a gether em Galway. Eu era ento" Christine Rogan.
        "Ela falou de voc", Maeve disse brevemente. "Eu sou agradado para o" conhecer. O olhar dela trocou ao tio dela, estreitou. "Bem, Tio Niall, ? Voc no 
nos enfeitou com sua presena para muitos um dia."
        "Esquenta meu corao para o ver, Maeve". Ele oped de envel ela em um abrao, batendo levemente o cadver dela atrs com uma mo corpulenta. "Eu espero que 
os anos foram amveis a voc."
        "Por que v eles? " O momento que ela foi livrada, Maeve sentou em uma cadeira pelo fogo. "Este fogo est puxando pobremente, Brianna."
        No era, mas Brianna caminhou em cima de fazer ajustes minuciosos para o cano de chamin.
        "Deixe de exagerar", Niall ordenou com uma onda casual da mo dele. "Est puxando bom. Todos ns sabemos que Maeve vive para reclamar."
        "No faz ela, agora? " Lottie falou agradavelmente enquanto ela puxou as agulhas de tric dela da cesta que ela tinha trazido junto. "Eu no pago nenhuma 
mente a isto eu. Mas isso vem de criar quatro crianas, eu suponho."
        Inseguro que passo para levar, a Christine focalizou em Lottie. "Que l adorvel, Sra. Sullivan".
        Obrigado. Eu sou parcial a isto eu. O tido uma viagem agradvel de Dublin, ento? "
        "Um adorvel, sim. Eu tinha esquecido como bonito esta parte do pas era."
        "Nada mais que campos e vacas", Maeve lanou fora, aborreceu que a conversao estava circulando fora do controle dela. "Est bem morar em Dublin e atravessar 
em um dia de outono bom. Venha inverno, voc no pensaria isto to graciosamente." Ela poderia ter continuado o Acme, mas Maggie entrou.
        "Por que,  Tio Niall, grande como vida." Com um riso, ela entrou nos braos dele.
        . pequeno Maggie Mae, todo crescido para cima."
        "Como eu fui durante algum tempo." Ela pisou atrs, suspirou novamente. "Bem, voc perdeu quase tudo agora." esfregado uma mo afetuosa em cima da cabea 
dele.
        ajuste era tal uma cabea boa, voc v, o Deus bom viu nenhuma necessidade para cobrir isto com cabelo. Eu ouvi aproximadamente como bem voc est fazendo, 
bem. Eu estou orgulhoso de voc."
        "Sra. Sweeney est lhe falando que assim ela pode vangloriar no neto dela. Est o" vendo graciosamente, Maggie disse a Christine. "Eu espero que voc no 
deixar corrido este aqui que voc atormentou em Galway."
        "Eu acho eu posso manter. Eu estava esperando, se no  inconveniente a voc, que eu pudesse ter um olhar em sua casa de copo amanh antes de ns fssemos."
        "Seguramente eu estaria alegre de mostrar para voc. Oi, Lottie, voc  bem? "
        "Ajuste como um violino." O clacked de agulhas dela musicalmente. "Eu estava esperando que voc viesse a casa e nos falaria sobre sua viagem para a Frana."
        Esta declarao tirou uma inalao audvel de Maeve. Educando as caractersticas dela, Maggie virou. "Me."
        "Margaret Mary. Voc esteve ocupado com suas prprias aes, como sempre, que eu vejo."
        "Eu tenho."
        "Brianna acha tempo para vir duas vezes por semana para ver que eu tenho tudo que eu preciso."
        Maggie acernar com a cabea. 'Ento no  necessrio eu fazer o mesmo."
        "Eu servirei o jantar agora, se todo o mundo pronto", Brianna cortou dentro.
        "Eu sempre estou pronto para uma refeio", Niall manteve o Chris a mo de ponta em seu, usando o dele livra a pessoa para dar para o ombro de Maggie um 
aperto como eles entraram no quarto jantando.
        Havia feito de linho na mesa, e flores frescas, com o calor de velas que chamejam na tbua lateral. A comida estava graciosamente preparada e abundante. 
Deveria ter sido uma noite agradvel, congenial. Mas, claro que, no era.
        
        Maeve escolheu  comida dela. O isqueiro o humor  mesa se tornou, o mais escuro a cultivou prprio. Ela invejou a Christine o bom dela, vestido de bem-corte, 
o vislumbre de prolas ao redor a garganta dela, o cheiro quieto, caro que vagueou da pele dela. E a prpria pele, macio e amimalhou atravs de riqueza.
        O amigo da me dela, pensamento de Maeve. O colega de infncia dela, classifique para classificar. A vida que Christine Sweeney tinha conduzido deveria ter 
sido dela, ela pensou teria sido dela, mas para um engano. Mas para Maggie.
        Ela poderia ter lamentado da raiva disto, da vergonha disto. Da perda desamparada disto
        Ao redor dela a conversao borbulhou como um pouco de vinho caro, conversa espumosa e tola sobre flores e tempos velhos, sobre Paris e Dublin. Sobre crianas.
        "Como adorvel a Christine estava dizendo que a Lottie teve tal uma famlia grande", para voc. "Eu sempre sentia muito que o Michael e eu no pudssemos 
ter mais crianas. Embora ns amssemos loucamente nosso filho, ento em Rogan".
        "Um filho", Maeve murmurou. "Um filho no esquece da me" dele.
         verdade,  um lao especial." A Christine sorriu, enquanto esperando amolecer a aspereza ao redor da boca de Maeve. "Mas eu confesso, eu sempre quis uma 
filha de raio prprio. Voc  santificado com dois, Sra. Concannon".
        "Amaldioado, mais igual."
        Tente os cogumelos, Maeve". Deliberadamente Lottie pegou com colher alguns sobre o prato de Maeve. Eles so fritados a uma volta. Voc tem uma mo boa, Brianna".
        1 instrudo a destreza destes de meu gran", Brianna comeou. "Eu sempre estava a importunando mostrar para o OK como cozinhar."
        
        "E me culpando porque eu fiz no escolheu se amarrar ao fogo", Maeve lanou a cabea dela atrs. "Eu nenhuma preferncia para isto. Eu apostarei voc no 
gasta muito tempo na cozinha, Sra. Sweeney".
        "No uma grande transao, eu tenho medo. Atento a voz dela tinha esfriado, a Christine fez o esforo para iluminar isto novamente. "E eu terei que admitir 
que nenhum de meus esforos pode vir l perto do que voc nos serviu hoje  noite, Brianna. Rogan tinha razo para elogiar sua arte culinria."
        "Ela ganha dinheiro disto. Roupa de cama e subindo a bordo os estranhos."
        "Parta o s" dela. Maggie falou quietamente, mas o olhar nos olhos dela era to afiado quanto um grito. "Deus sabe ela bedded e o subiu a bordo como bem."
        "Como era o dever dela. H ningum a esta mesa negaria que  a obrigao de uma filha para cuidar da me dela. Que  mais que voc alguma vez fez, a Margaret 
Mary."
        "Ou j far, assim conta suas bnos que Brie o" tolera.
        "Eu no tenho uma bno para contar, com minhas prprias crianas me lanando fora de minha prpria casa. Me deixando ento, doente e s".
        "Por que, voc no esteve doente um dia, Maeve", que Lottie disse complacentemente. "E como voc pode estar s quando eu estou l, dia e noite? "
        "E voc puxa um salrio semanal para estar l. Deveria ser meu prprio sangue cuidando de mim, mas no. Minhas filhas viram as parte de trs deles/delas, 
e meu tio, com a casa boa dele em Galway, no paga nenhuma mente nada."
        "Bastante para o ver no mudou, Maeve." Niall a considerou com piedade. "No um bocado. Eu me desculpo, Chrissy, para o comportamento pobre" de minha sobrinha.
        "Eu penso que ns teremos nossa sobremesa na sala de estar." Plido e aquieta, rosa de Brianna. "Se voc gostaria de entrar e sentar, eu servirei isto."
        "Muito mais confortvel", Lottie concordou. "Eu o, Brianna", ajudarei.
        "Se voc vai com licena, Tio Niall, Sra. Sweeney, eu gostaria de uma palavra com minha me antes de ns o" unssemos. Maggie manteve o assento dela, enquanto 
esperando at que o emp de quarto amarraram fora. "Por que voc faria isto? " Maggie perguntou para Maeve. "Por que voc deterioraria isto para ela? Teria sido to 
difcil de lhe dar a iluso por uma noite que ns uma famlia seja? "
        Embarao s afiou a lngua de Maeve. "Eu no tenho nenhuma iluso, e nenhuma necessidade para impressionar Sra. Sweeney de Dublin."
        "Voc a impressionou s o mesmo-mal. Isto flects de re em ns tudo."
        "Voc pensa que voc pode ser melhor que o resto de ns, Margaret Mary? Melhor porque voc passeia fora para Veneza ou Paris? " Com as juntas dela embranquecendo 
na extremidade da mesa, apoiou Maeve adiante. "Voc pensa que eu no sei o que voc tem feito com o neto daquela mulher? Whoring voc sem uma ona de vergonha. Ah, 
ele o v sempre ter o dinheiro e a glria que voc quis. Voc s teve que vender corpo e alma para adquirir isto."
        Maggie apertou as mos dela em baixo da mesa tentar parar o tremendo. "Meu trabalho o que eu vendo, to talvez voc tem um ponto sobre minha alma. Mas o 
mina de meu corpo. Eu dei isto livremente" a Rogan.
        Maeve empalideceu como as suspeitas dela era confirmado. "E voc pagar por isto, como fiz eu. Um homem da classe dele no quer nada mais do gosta de voc 
que o que ele acha na escurido."
        "Voc no sabe nada sobre isto. Nada sobre ele."
        
        "Mas eu o conheo. O que acontecer a sua carreira boa quando voc descobre um beb em sua barriga? "
        "Se eu me achei com uma criana elevar, eu peo Deus eu faria um trabalho melhor que voc. Eu no deixaria toda coisa e embrulharia me e a criana em aniagem 
para o resto de meus dias."
        "E que voc no sabe nada aproximadamente", Maeve disse nitidamente. "Mas vai deste modo em, e voc vai. Voc saber o que  gostar de ver sua vida pare 
e sua "fratura de corao.
        "Mas no teve. Outros msicos tm as famlias."
        "Eu era determinado um presente."  prpria misria dela, sentia Maeve lgrimas queimam os olhos dela. "E porque eu era arrogante, como voc , foi levado 
de mim. No  havido nenhuma msica em mim como o momento que eu lhe" fiz.
        Poderia ter havido", Maggie sussurrou. "Se voc tivesse querido isto mal bastante."
        Querido isto? At mesmo agora Maeve poderia sentir a palpitao de cicatriz velha em cima do corao dela. "Que bem est querendo? " ela exigiu. "Todos sua 
vida que voc quis, e agora voc risco que tem isto levado fora para a emoo de ter um homem entre suas pernas."
        "Ele me" ama, Maggie se ouviu dizer.
        "Um homem fala facilmente de amar na escurido. Voc nunca estar contente. Nascido em pecado, viva em pecado, morra em pecado. E s. Da mesma maneira que 
eu estou s."
        "Voc fez me odiando seu trabalho de vida, e um trabalho bom que voc fez disto." Lentamente, unsteadily, rosa de Maggie. "Voc sabe o que me amedronta, 
me amedronta at o osso? Voc me odeia porque voc se v quando voc olhar para mim. Deus me ajuda se voc tiver razo."
        Ela fugiu fora do quarto, e na noite.
        
        * * *
        
        A plula mais dura para engolir era desculpa. Maggie adiou abaixando isto, enquanto se distraindo mostrando para a Christine e para Niall o estdio dela. 
Na luz fresca de manh, obscureceu a sordidez da noite prvia um pequeno. Ela pde se acalmar explicando vrias ferramentas e tcnicas, at mesmo, quando Niall insistiu, 
enquanto tentando o treinar por assoar a primeira bolha dele.
        "No  uma trompete." Maggie apertou uma mo no tubo como ele comeou a erguer isto alto. "Se exibindo gostam assim est bem no mais que tenha copo quente 
que o" derrama por toda parte.
        "Eu acredito que eu aderirei comigo golfe." Ele piscou e retrocedeu o tubo a ela. "Um artista na famlia  bastante."
        "E voc realmente faz seu prprio copo." Christine vagou a loja, em calas compridas costuradas e uma blusa de seda, ao redor. "De areia."
        "E alguns outras coisas. Lixe, refrigerante, lima. Feld lutam, dolomite. Um pouco de arsnico."
        "Arsnico." Os olhos de Christine alargaram.
        "E isto e que", Maggie disse com um sorriso. "Eu vigio minhas frmulas, como um feiticeiro com um feitio, de perto. Dependendo de que cor voc quer, voc 
soma outras substncias qumicas. Vrio colorants mudam dentro difira ent culos bsicos. Cobalto, cobre, mangans. Ento h os carbonato e os xidos. O senic de 
ar  um xido excelente."
        Christine olhou dubiously para as substncias qumicas que gie de Mag lhe mostraram. "Eu pensaria que seria mais simples para derreter copo usado" ou comercial.
        "Mas isto o seu no  ento, ? "
        "Eu no percebi voc teve que ser um qumico como tambm artista."
        
        "Nosso Maggie sempre era um luminoso." Niall balanou um brao em cima do ombro dela. A "Sarah sempre estava me escrevendo com como luminoso ela estava na 
escola, como a "disposio de doce Brianna.
        'Isso era isto", Maggie disse com um riso. "Eu era luminoso, Brie era doce."
        "Ela disse que Brie era como bem" luminoso, Niall disse firmemente.
        "Mas eu apostarei ela nunca disse que eu era doce." Maggie virou fossar a face dela no casaco dele. "Eu estou alegre de o ver novamente. Eu no percebi como 
contente eu seria."
        "Eu o negligenciei desde que o Tom morreu, Maggie Mae."
        "No. Todos ns tivemos nossas prprias vidas, e Brie e eu ambos compreendido aquela Me no fez isto fcil para voc visitar. Sobre isso. . . " Ela se retirou, 
levou uma respirao funda. "Eu gostaria de se desculpar durante noite passada. Eu no a deveria ter provocado, e eu no deveria ter partido certamente sem dizer 
boa noite."
        No h nenhuma necessidade por desculpas de voc, ou de Brianna como eu j lhe falei hoje." Niall bateu levemente a bochecha de Maggie. "Maeve tinha concordado 
no humor dela antes de ela chegasse. Voc no provocou nada. Voc  no culpar para o modo ela  escolhida passar por vida, Maggie".
        "Se eu sou ou no, eu sinto muito a noite era incmoda."
        "Eu teria chamado isto iluminando", a Christine calmamente disse.
        "Eu suponho era", Maggie concordou. "Tio Niall, voc j a ouviu cantar? "
        "Sim. Graciosamente como um rouxinol, estar seguro. E inquieto, como um desses gatos grandes voc v enjaulado no jardim zoolgico. Ela nunca era uma menina 
fcil, Maggie, feliz,
        s quando as pessoas silenciariam e escutariam a msica" dela.
        Ento havia meu pai."
        Ento havia o Tom. Do que eu sou contado que eles eram cegos e surdos a tudo mas um ao outro. Talvez para um ao outro como bem." Ele acariciou a mo grande 
abaixo o cabelo dela. "Poderia ser nenhum deles viu o dentro do qual era at que eles eram encadernados. E quando eles fizeram, o que eles viram era diferente que 
eles tinham esperado. Ela deixou isso a" azedar.
        "Voc pensa se eles no tivessem se encontrado, ela teria sido diferente? "
        Ele sorriu um pequeno e manteve a mo dele suave. "Ns somos lanados pelos ventos de destino, Maggie Mae. Uma vez ns terminamos onde eles nos assoam, ns 
fazemos de ns mesmos o que ns vamos."
        "Eu sinto muito por ela", Maggie disse suavemente. "Eu nunca pensei que eu pudesse ser."
        "E voc fez bem por ela." Ele beijou a sobrancelha de Maggie. "Agora est na hora para se fazer o que voc vai."
        "Eu estou trabalhando nisto." Ela sorriu novamente. "Muito duro nisto"
        Satisfeito que a cronometragem era certa, a Christine falou. "Niall, voc seria um bem e me daria um momento com Maggie? "
        Conversa de menina", ? " A redonda face dele dobrou em sorrisos. "Leve seu tempo, eu darei um passeio."
        "Agora ento", a Christine comeou assim que a porta fechasse atrs de Niall. "Eu tenho uma confisso. Eu no entrei ontem  noite no direito de sala de 
estar depois. Eu voltei, enquanto pensando que eu poderia poder alisar coisas em cima de." Maggie abaixou os olhos dela para encarar o cho. "Eu vejo."
        O que eu fiz, rudely, era escute. Levou todo meu controle para no esbarrar naquele quarto e dar para sua me um pedao de minha mente."
        "Teria feito s coisas pior." "Que era por que eu no cedi ante o desejo - entretanto grandemente teria satisfeito." Chris ponta levou Maggie pelos braos, 
lhe deu um pequeno tremor. "Ela no tem nenhuma idia o que ela tem em voc."
        "Talvez ela sabe muito bem. Eu vendi parte do que eu sou porque h uma necessidade em mim, da mesma maneira que h nela, para mais."
        "Voc ganhou mais."
        "Se eu ganhei isto, ou sido determinado isto como um presente, no muda coisas. Eu quis estar contente com o que eu tive, Sra. Sweeney. Eu quis ser tanto, 
porque caso contrrio eu estaria admitindo no tinha havido bastante. Que meu pai tinha nos fracassado, e ele no fez. Antes de Rogan caminhou por aquela porta, 
eu estava contente, ou eu tinha me persuadido de acreditar eu poderia ser. Mas a porta aberto agora e eu tive um gosto disto. Eu no fiz o trabalho de uma hora decente 
por uma semana."
        "Por que voc pensa que isso ? " "Ele  me empurrado em um canto que  por que. No pode ser mais para mim, eu no posso ser mais para mim. Ele  mudado 
que. Eu no sei o que fazer. Eu sempre sei o que fazer."
        "Seu trabalho passa por seu corao. Isso est claro para qualquer um em que  visto. Talvez voc est bloqueando seu corao, Maggie".
        "Se eu for,  porque eu tenho. Eu no farei o que ela fez. Nem o que meu pai fez. Eu no serei a causa de misria, ou a vtima disto."
        "Eu penso que voc  a vtima disto, meu querido Maggie. Voc est se deixando sentir culpado por ter tido sucesso, mais culpado contudo por abrigar a ambio 
para ter sucesso. E eu penso que voc est recusando para deixar sair o que est em seu corao, porque uma vez voc faz, voc no poder levar de volta isto novamente, 
embora contendo isto esteja o fazendo infeliz. Voc est apaixonado por Rogan, voc no ? "
        "Se eu sou, ele trouxe isto nele."
        "Eu estou seguro ele lidar admiravelmente" com isto.
        Maggie se virou arrastar ferramentas em um banco. "Ele nunca  a conhecido. Eu penso que eu tive certeza que ele no vai assim ele no pudesse ver que eu 
estava como ela. Mal-humorado e significa, insatisfeito."
        "S", a Christine disse suavemente, e retirou os olhos de Maggie a seu. "Ela  uma mulher s, Maggie, por ningum falta menos o prprio dela. Vai ele ningum 
mas seu se voc est s, tambm". Avanando, ela levou as mos de Maggie. "Eu no conheci seu pai, mas deve haver alguns dele como bem" em voc.
        "Ele sonhou. Assim faa eu."
        "E sua av, com a mente rpida dela e temperamento pronto. Ela est como bem em voc. Niall, com a luxria maravilhosa dele para vida. Tudo isso esto em 
voc. Nenhum disto compe o todo. O direito de Mall sobre isso, Maggie. To certo. Voc se far o que voc vai."
        "Eu pensei eu tive. Eu pensei que eu soube que exatamente que eu era e quis ser. Agora est todo misturado para cima em minha cabea."
        "Quando sua cabea no lhe dar a resposta,  melhor para escutar seu corao."
        "Eu no gosto da resposta que est me" dando.
        Christine riu. "Ento, minha querida criana, voc pode estar absolutamente seguro  o direito um."
        
        
        
        Captulo Vinte
        
        
        ATRAVS DE midmorning, a solido dela comprimiu ao redor dela, Maggie levou o tubo dela novamente. Duas horas depois o recipiente que ela tinha assoado foi 
lanado atrs na fundio para cullet.
        Ela se concentrou nos esboos dela, os rejeitou, tentou outros. Depois de fazer carranca ao unicrnio ela fixaria em uma estante, ela virou s tochas dela 
para o trabalho de abajur. Mas ela tinha levado uma vara de copo quase no antes da viso enfraquecida. Ela assistiu a gorjeta do mergulho de vara, derreta, comece 
a se inclinar. Quase no pensando do que ela estava fazendo, ela comeou a derrubar os pedaos de copo fundido em um recipiente de gua.
        Alguns quebraram, outros sobreviveram. Ela tirou a pessoa pela gorjeta estudar. Embora tivesse sido formado atravs de fogo, estava agora fresco, amoldado 
como uma lgrima. A gota de um Prncipe Rupert, no mais que a novidade de um artista de copo, um que uma criana poderia criar.
        Esfregando a uma gota entre os dedos dela, ela levou isto ao polariscope dela. Pela lente as tenses internas na gota explodida em um arco-ris deslumbrando 
de cores. Tanto, ela pensou, dentro de to pequeno.
        Ela passou despercebido a gota no bolso dela, pescado vrios mais fora do balde. Movendo com cuidado estudado, ela fechou os fornos dela. Dez minutos depois 
ela estava escarranchando no cozinha da irm dela.
        "Brianna. O que v voc quando voc olha para mim? "
        Apagando um cabelo perdido dos olhos dela, Brianna observou e continuou misturando a massa de po dela. "Minha irm, claro que".
        "No, no. Tente no ser literal-notado assim por uma vez.  o que v voc em mim? "
        "Uma mulher que parece estar na extremidade de algo, sempre. Um que tem bastante energia para me cansar ao osso. E raiva." Brianna encarou novamente abaixo 
as mos dela. "Raiva que me faz triste e arrependido."
        "Egosmo? "
        Assustado, Brianna olhou novamente para cima. "No, no isso. No j. Isso  uma falha que eu nunca vi em voc."
        "Mas outros? "
        "Voc tem bastante deles. O que, voc quer estar perfeito? "
        O tom de dismissive teve Maggie estremecendo. "Voc ainda  chateado comigo sobre noite" passada.
        "Eu no sou, no." Com vigor renovado Brianna comeou a bater a massa. "Comigo, com posies de circum, com destino, se voc gosta. Mas no com voc. No 
era seu fazendo, e Deus sabe que voc me advertiu que no trabalharia. Mas eu desejo que voc sempre no saltasse para me" defender.
        "Eu no posso ajudar isto."
        "Eu sei." Brianna alisou a massa em um montculo e passou despercebido isto em uma tigela para uma segunda subida. "Ela era melhor comportada depois que 
voc tivesse ido. E um pequeno envergonhado, eu penso. Antes de ela partisse que ela me falou eu tinha cozinhado uma refeio agradvel. No que ela comeu qualquer 
disto, mas pelo menos ela disse isto."
        
        "Ns tivemos noites piores."
        Isso  a verdade de Deus. Maggie, ela disse qualquer outra coisa."
        "Ela diz muitos coisas. Eu no vim revisar tudo disso."
        "Era sobre os castiais", Brianna contin ued, e teve Maggie que ergue ambas as sobrancelhas.
        "O que deles? "
        O ones que eu estava usando o aparador, o ones que voc tinha me feito ano passado. Ela disse que bonito trabalho eram" eles.
        Com um riso, Maggie tremeu a cabea dela. "Voc tem sonhado."
        "Eu estava acordado e se levantando em meu prprio corredor. Ela olhou para mim, e ela me falou. E ela manteve de p l, enquanto olhando para mim at que 
eu entendi que ela no pudesse dizer isto a voc ela, mas ela queria que voc soubesse."
        "Por que deva ela? " Maggie disse unsteadily.
        "Eu penso que era um tipo de desculpa, para tudo que passado entre voc no quarto jantando. O melhor ela poderia fazer. Quando ela viu que eu a entendi, 
ela comeou novamente dentro em Lottie, assim os dois deles deixaram o modo que eles entrariam. Discutindo."
        "Bem." Maggie no teve nenhuma idia como reagir, como sentir. Restlessly, os dedos dela alcanaram no bolso dela para brincar com as gotas de copo lisas.
        " um passo pequeno, mas um passo que ." Vivo, Brianna comeou a espanar farinha nas mos dela em preparao por misturar o prximo po. "Ela est contente 
na casa que voc lhe deu, at mesmo se ela no conhece isto contudo."
        "Voc poderia ter razo." A respirao dela escorregou um pouco como ela libertou isto. "Eu espero que voc seja. Mas no est planejando mais nenhum refeies 
familiares no prximo futuro."
        
        Que eu no vou. "
        "Brianna... " Maggie hesitou, terminou atravs de helplessly de ing de olhar  irm dela. "Eu estou dirigindo para Dublin hoje."
        "Oh, voc ter um dia longo, ento. Lhe precisam na galeria? "
        "No. Eu vou ver Rogan. Eu ou vou lhe falar eu no vou o ver novamente, ou que eu o" me casarei.
        "O se case? " Brianna mancou a prxima bola de massa. "Lhe pedem lhe o se casar? "
        "O ontem  noite ns estvamos na Frana. Eu lhe falei no, absolutamente no. Eu quis dizer isto. Eu poderia acalmar. Isso  por que eu estou dirigindo, 
se dar tempo refletir isto. Eu percebi que tem que ser um ou o outro." Ela tocou as gotas de copo no bolso dela. "Assim eu vou, e eu quis lhe" falar.
        "Maggie - " Brianna foi partido com as mos dela cheio de massa, enquanto encarando a porta dos fundos oscilante.
        A pior parte no o estava achando casa-e sabendo que ela deveria ter conferido antes de fazer o passeio. Na galeria, tinha dito o mordomo dele, mas quando 
ela chegou l, enquanto amaldioando trfico de Dublin todo o modo, ele j teve sido ido e a caminho do escritrio dele.
        Novamente, ela sentiu falta dele, por no mais que cinco minutos, ela estava informada. Ele estava indo ao aeroporto e um vo para Roma. Ela se preocuparia 
pr por uma chamada ao carro dele telefone?
        Ela no vai, Maggie decidiu, tropece por um das decises maiores da vida dela em cima do telefone. No fim, ela voltou na zorra dela e fez o passeio longo, 
s atrs a Clare.
        Era fcil de se chamar um bobo. E se falar ela era melhor fora no o ter achado nada. Esvaziado pelas horas de dirigir, ela dormiu como o morto at o meio-dia 
o prximo dia. Ento ela tentou trabalhar.
        "Eu quero o Investigador na vanguarda, e a Trade centrou, precisamente."
        Rogan estava na sala de exposio sol-lavada de Galeria Mundial, Roma, assistindo o pessoal dele organizam o trabalho de Maggie. As esculturas se levantavam 
bem na decorao rococ dourada. O veludo vermelho pesado que ele tinha escolhido drapejar os pedestais e mesas somadas um toque real. Algo que ele era do que Maggie 
seguro teria se queixado, mas que vestiu o tele de clien desta galeria particular.
        Ele conferiu o relgio dele, murmurado a ele debaixo da respirao dele. Ele teve uma reunio em vinte minutos. No havia nenhuma ajuda por isto, ele pensou 
como ele convocou outra ordem para um ajuste minucioso. Ele ia ser recente. A influncia de Maggie, ele sups. Ela tinha corrompido o senso dele de tempo.
        "A galeria abre em quinze minutos", ele re prestaram ateno ao pessoal. "Espere alguma imprensa, e veja que eles cada recebem um catlogo." Ele esquadrinhou 
o quarto uma ltima vez, enquanto notando a colocao de cada pedao, a dobra de toda cortina. "Bem feito."
        Ele entrou fora no sol italiano luminoso onde o motorista dele esperou.
        "Eu estou correndo tarde, Carlo." Rogan trocou no assento dele e abriu a pasta dele.
        Carlo sorriu, comprimiu o bon do chofer abaixe na sobrancelha dele e dobrou os dedos dele gostam de um pianista de concerto que prepara lanar em um arpejo. 
"No para longo, signore."
        
        Para o crdito de Rogan, ele ergueu uma sobrancelha apenas como o carro saltado como um tigre do meio-fio, enquanto rosnando e rosnando aos carros isto cortaram. 
Se suportando no canto do assento, Rogan virou a ateno dele a uma cpia imprimida de figuras da filial romana dele.
        Tinha sido um ano excelente, ele decidiu. Longe do estrondo cambaleante do mideighties, mas totalmente bem bastante. Ele pensou talvez era melhor que os 
dias quando uma pintura pudesse exigir dreds de hun de milhes de libras a leilo terminou. Arte, com to alto uma etiqueta de preos, tambm foi escondido freqentemente 
fora em uma abbada at que era to cruel quanto ouro em barra de ouro.
        Ainda, tinha sido um ano lucrativo. Lucrativo bastante, ele pensou, que ele pudesse implementar a idia dele de abrir outra filial menor de Mundo largo, 
um que exibiu e vendeu s os trabalhos de artistas irlandeses. Tinha sido um germe na mente dele durante os ltimos anos, mas ultimamente, s ultimamente, tinha 
crescido.
        Um pequeno, at mesmo confortvel galeria-muito acessvel, da decorao para a prpria arte. Um lugar que convidou folheando, com arte de bom-qualidade estimada 
em uma gama que convidou possuindo.
        Sim, ele pensou que o tempo estava perfeito. Absolutamente perfeito.
        O carro guinchou a uma parada, todos menos criando para cima como um garanho. Carlo se apressou fora abrir a porta de Rogan. "Voc  na hora certa, signore."
        "Voc  mgico, Carlo".
        Rogan passou trinta minutos com a cabea da filial romana, duas vezes que em uma reunio da diretoria, entrevistas de parte de trs-para-parte de trs ento 
concedidas para promover a excurso de Trapaceiro-canho. Foram dedicadas vrias horas a estudar as aquisies propostas de Roma e para conhecer os artistas.
        
        Ele planejou voar para Veneza que noite e pe a base para a prxima parada da excurso. Medindo o tempo dele, ele se escapuliu para fazer alguns chamadas 
para Dublin.
        "Joseph."
        "Rogan, como Roma ? "
        "Ensolarado. Eu acabei aqui. Eu deveria estar em Veneza antes das sete ao mais recente. Se houver tempo, eu passarei l hoje  noite pela galeria. Caso contrrio, 
eu farei os preliminares amanh."
        "Eu tenho seu horrio aqui. Voc estar de volta por uma semana? "
        "Mais cedo, se eu posso administrar isto. Qualquer coisa eu deveria saber? "
        "Aiman estava dentro. Eu comprei dois dos esboos de rua dele. Eles so razoavelmente bons."
        Isso est bem. Eu tenho uma idia ns poderamos poder vender mais do trabalho dele depois do primeiro do ano."
        "Oh? "
        "Um projeto que eu discutirei com voc quando eu volto. Qualquer outra coisa? "
        "Eu despedi sua av e o amigo dela para Galway."
        Rogan grunhiu. "O trazido pela galeria, fez ela? "
        "Ele quis ver alguns de Maggie trabalhar-em a prpria colocao. Ele  totalmente o carter."
        "Ele " certamente.
        "Oh, e falando de Maggie, ela era por mais cedo esta semana."
        "Por l? Em Dublin? Para que? "
        "No diga. Ela tipo de colidiu dentro e fora. Eu fiz nem mesmo fale com ela eu. Ela enviou uma remessa, com o que parece ser uma mensagem para voc".
        
        "Que mensagem? "
        "' azul.' "
        Os dedos de Rogan pausaram no caderno dele. "A mensagem  azul? "
        "No, no, a mensagem l, ' azul.'  um pedao deslumbrante, bastante delicado e coberto de salgueiros. Ently de Appar que ela pensou que voc saberia o 
que ela quis dizer."
        "Sim." Ele sorriu a ele, enquanto esfregando a ponte do nariz dele. " para o de de Comte Lorraine, Paris. Um presente de casamento para a neta dele. Voc 
querer o" contatar.
        "Eu vou, ento. Oh, e parece Maggie estava por seu escritrio, e a casa como bem. Eu suponho ela estava o procurando por alguma razo."
        "Pareceria assim." Ele debateu um momento, ento agiu em instinto. "Joseph, me faa um favor? Contate a galeria em Veneza. Lhes fale eu serei demorado alguns 
dias."
        "Eu estarei alegre para. Qualquer razo? "
        "Eu o deixarei saber. D a Patricia meu melhor. Eu entrarei em contato."
        Maggie tocou tambor os dedos dela em uma mesa em ley de O'Mal, bateu o p dela, apagou uma respirao longa. "Tim, voc me dar o sanduche de um editor 
de livros ir com este quartilho? Eu no posso esperar por Murphy todo sangrento depois do meio-dia em um estmago vazio."
        "Feliz de fazer isto. Adquirido uma data, o faa? " Ele sorriu a ela de em cima da barra, ziguezagueou as sobrancelhas dele.
        "Hah. O dia quando eu dato que Murphy Muldoon  o dia eu perco o que  partido de minha mente. Ele disse que ele teve algum empresarial na aldeia e vai eu 
o conheo aqui." Ela bateu a caixa no cho com ela. "Eu tenho o presente de aniversrio dele para a me" dele.
        
        "Algo que voc fez, ento? "
        "Sim. E se ele no est aqui que at que eu terminasse de comer, ele ter que vir vai buscar isto ele."
        "Alice Muldoon", disse David Ryan que sentou na barra que sopra um cigarro. "Ela est vivendo agora at Killarney, no v ela? "
        "Ela vai", Maggie concordou. "E foi estes ltimos dez anos ou mais."
        "No pense eu tinha a visto aproximadamente. Se casado novamente, fez ela, depois que Rory Muldoon passasse em cima de? "
        "Sim." O Tim levou a histria enquanto ele construiu um quartilho de Guinness. "Se casado um nome de doutor rico de Golin Brennan."
        "Famlia para Daniel Brennan." Outro protetor apanhou o conto, enquanto meditando em cima da tigela dele de guisado. "Voc sabe, ele isso dirige uma loja 
de comida em Clarecastle."
        "No, no." O Tim tremeu a cabea dele como ele caminhou em cima de servir o sanduche dela para Maggie. "'Tis no famlia para Daniel Brennan mas para Bobby 
Brennan de Newmarket em Fergus."
        "Eu penso que voc est errado sobre isso." David apontou com o toco do cigarro dele.
        "Eu apostarei duas libras nisto."
        "Feito. Ns perguntaremos para o prprio Murphy."
        "Se ele j chega aqui", Maggie murmurou, e mordeu no sanduche dela. "Voc pensaria que eu no tenho melhor nada que fazer que sentar aqui girando meus dedos 
polegares." "Eu conheci um Brennan uma vez." O homem velho ao trmino da barra falou, pausou, assoou um anel de fumaa preguioso. "Frankie Brennan, ele era, de 
Ballybunion onde eu vivi como um menino. Uma noite ele estava em casa ambulante do bar. Tido um abastecimento de zelador, ele fez, e nunca teve cabea para isto."
        
        Ele assoou outro anel de fumaa. Tempo passou, mas ningum falou. Uma histria estava na fabricao.
        "Assim ele foi para casa ambulante, enquanto bobinando um pouco, e cortou por um campo para encurtar o modo. Havia uma colina de fada, e no estado bbedo 
dele, ele andou direito em cima disto. Bem, um homem deveria saber melhor, bbado ou fica sbrio, mas Frankie Brennan adquiriu menos que a parte dele quando o Deus 
distribuiu senso. Agora, claro que, as fadas tiveram que lhe ensinar modos e respeitar, e assim eles arrastaram fora todas suas roupas como ele foi cambalear pelo 
campo. E ele chegou em casa, totalmente nu, mas para o chapu dele e um sapato." Ele pausou novamente, sorriu. "Nunca ache o outro sapato."
        Maggie deu um pio apreciativo de risada e apoiou os ps dela na cadeira vazia em frente a ela. Eles poderiam manter Paris e Roma e o resto, ela pensou. Ela 
h pouco era onde ela quis ser.
        Ento Rogan entrou.
        A entrada dele o ganhou alguns relances, avaliaes. No era freqentemente um homem dentro to bom um terno passeou em O'Malley em uma tarde nublada. Maggie, 
o quartilho copo quase para os lbios dela, gelou como pedra.
        Dia bom" para voc. H algo eu posso o adquirir? " Tim perguntou.
        "Um quartilho de Guinness, obrigado." Rogan apoiou atrs contra a barra, sorriu a Maggie enquanto o Tim virou a torneira. Dia bom" para voc, Margaret Mary."
        "O que est fazendo voc aqui? "
        "Por que, eu estou a ponto de ter um quartilho." Ainda sorrindo, ele deslizou moedas pela barra. "Voc est olhando bem."
        "Eu pensei que voc estava em Roma."
        "Eu era. Seu trabalho mostra bem l."
        "Voc seria Rogan Sweeney, ento? " Tim deslizou o copo a Rogan.
        
        "Eu vou, sim."
        "Eu sou O'Malley, Tim O'Malley. " A esfregar a mo dele em cima do avental dele, puxou o Tim Rogan  e bombeou. "Eu era um grande amigo do pai de Maggie. 
Ele teria estado contente com o que voc est fazendo para ela. Agradado e orgulhoso. Ns temos um lbum de recortes comeado, meu Deirdre e eu".
        "Eu posso o prometer voc estar acrescentando a isto. Sr. O'Malley, durante algum tempo vir."
        "Se voc veio ver que se eu tenho trabalho para mostrar para voc", Maggie convocou, "eu no tenho. E eu no vou se voc tomar flego abaixo meu pescoo."
        "Eu no vim ver seu trabalho." Com um aceno para Tim, Rogan caminhou a Maggie. Ele sentou ao lado dela, levou o queixo dela na mo dele e a beijou suavemente. 
E a beijou longo. "Eu vim o" ver.
        Ela deixou sair o flego do que ela tinha esquecido que ela estava prendendo. Um relance carranqueando na barra teve os espectadores curiosos que viram a 
ateno deles/delas em outro lugar. Ou fingindo.
        "Voc levou seu doce tempo."
        "Cronometre bastante para voc sentir falta de mim."
        "Eu quase no trabalhei nada desde que voc partiu." Porque era difcil admitir, ela manteve os olhos dela treinados no copo dela. "Eu comecei e parei, comeou 
e parou. Nada est saindo do modo eu quero isto para. Eu no me preocupo este sentimento, Rogan, longe. Eu no quero isto nada."
        "O que sentir  que? "
        Ela o atirou um olhar de debaixo das chicotadas dela. "Eu tenho sentido falta de voc. Eu vim para Dublin." "Eu sei." Ele brincou com os fins do cabelo dela. 
Teve um pouco, ele notou, e desejou saber quanto tempo seria que antes de ela golpeasse fora novamente com o i dela que como disse ela que ela s vezes fez. "Era 
isto to duro
        vir a mim, Maggie? "
        
        "Sim, era. To duro quanto qualquer coisa eu fiz. Ento voc no era l."
        "Eu estou agora" aqui.
        Ele era. E ela no estava segura ela poderia falar pelo bater do corao dela. H coisas que eu quero lhe falar. Eu no fao - " Ela rompeu como a porta 
aberta, e Murphy entrou. "Oh, a cronometragem dele est perfeita."
        Murphy sinalizou a Tim antes de ir em direo a Maggie. "Voc tomou o almoo, ento". Em um ture de ges casual, ele acumulou uma cadeira e arrebatou um das 
fatias dela. "Voc trouxe isto? "
        "Sim. E voc me manteve esperando meio o dia."
        "Apenas  uma hora. " Eyeing Rogan, Murphy comeu outras das fatias de Maggie. "Voc seria Sweeney, o v? "
        "Eu vou."
        "Twas o terno", Murphy explicou. "Maggie disse como era voc vestiu goste diariamente era domingo. Eu sou Murphy Muldoon, o "vizinho de Maggie.
        O primeiro beijo, Rogan se lembrou, e deu um aperto de mo como cautiously como Murphy. " bom para o" conhecer.
        "E voc." Murphy apoiou a cadeira dele em suas pernas de parte de trs como ele fez o medindo dele. "Voc poderia dizer que quase eu sou um irmo a Maggie. 
Como ela no  nenhum homem para olhar fora para ela."
        "E ela no est precisando um", Maggie lanou fora. Ela teria chutado a cadeira de Murphy fora de debaixo dele se ele no tivesse sido bastante rpido para 
derrubar isto novamente em lugar. "Eu olharei muito bem fora para mim, obrigado."
        "Assim ela  me" falada freqentemente. Rogan endereou phy de Mur. "Mas necessidade ou no, ela tem um."
        
        A mensagem passou, macho para macho. Depois da considerao de um ment de mo, acernar com a cabea Murphy. 'Isso est bem, ento. Voc trouxe isto ou no, 
Maggie? "
        "Eu disse eu fiz." Em um movimento impaciente, ela dobrou agarrar a caixa do cho e fixar isto na mesa entre eles. "Se no fosse para meu afeto de sua me, 
eu bateria isto em cima de sua cabea."
        "Ela agradecer voc" se conteve. Como o Tim arremessou outra cerveja que Murphy abriu a caixa. Isto  principal, Maggie. Ela ser agradada."
        Rogan imaginou assim. A tigela rosa plida era to fluida quanto gua, seus lados ondulando at fim em cristas delicadas. O copo estava to magro, to frgil, 
ele poderia ver a sombra das mos de Murphy por isto.
        "Voc lhe desejar como bem" um feliz aniversrio para mim.
        "Eu vou." Murphy deslizou um dedo de callused em cima do copo antes de fixar isto atrs na caixa. "Cinqenta libras, era? "
        "Era." Maggie ofereceu uma mo, palma para cima. "Dinheiro."
        Relutncia fingindo, Murphy arranhou a bochecha dele. "Parece sumamente querido para uma pequena tigela, Maggie nem mesmo os Mae-que voc pode comem de. 
Mas minha me gosta de coisas tolas", inteis.
        "Continue falando, Murphy, e o preo subir.
        "Cinqenta libras." Tremendo a cabea dele, Murphy alcanou para a carteira dele. Ele contou fora as contas na mo estendida dela. "Voc sabe que eu pudesse 
a ter adquirido um jogo inteiro de pratos para isso. E talvez uma frigideira nova boa"
        "E ela teria o batido na cabea com isto." Satisfeito, Maggie comprimiu as contas fora. "Nenhuma mulher quer uma frigideira para o aniversrio dela, e qualquer 
homem que pensa que ela faz merece as conseqncias."
        "Murphy." David Ryan trocou no tamborete dele. "Se voc terminou sua transao l, ns temos um tion de ques para voc."
        "Ento eu terei que responder isto." Levando a cerveja dele, rosa de Murphy. "Tis um terno bom, Sr. Sweeney". Ele caminhou para resolver a aposta do Brennans 
fora.
        "Cinqenta libras? " Rogan murmurou, enquanto acernar com a cabea para cuidar a caixa Murphy tinham partido na mesa. "Voc e eu somos ambos atento que voc 
pudesse adquirir mais de vinte vezes que."
        "O que disto? " Imediatamente defensiva, ela empurrou o copo dela aparte. " meu trabalho, e eu pedirei isto o que eu agrado. Voc tem sua clusula exclusiva 
maldita, Sweeney, assim voc pode me processar se voc gosta por quebrar isto, mas voc no ter a tigela."
        "Eu no fiz - "
        "Eu dei minha palavra a Murphy", ela embarrilou em. "E uma transao fez. Voc pode ter seu amaldioou vinte e cinco por cento das cinqenta libras. Mas 
se eu escolho fazer algo para um amigo - "
        "No era uma reclamao." Ele embrulhou a mo dele ao redor o fisted um dela. "Era um elogio. Voc tem um corao generoso, Maggie".
        Com o vento to prosperamente tirado das velas dela, suspirou ela. "Os documentos dizem que eu sou no fazer nada que no vai para voc."
        "Os documentos dizem que", ele concordou. "Eu imagino voc ir em rosnar sobre isto, e voc ir em deslizar seus presentes de amigos quando o" vestir. Ela 
o atirou um olhar de debaixo das chicotadas dela, to descaradamente culpado, ele riu. "Eu vejo eu poderia o ter processado um tempo ou dois durante os ltimos meses. 
Ns podemos fazer o que ns chamaramos uma transao lateral. Eu no levarei minha porcentagem de suas cinqenta libras, e voc far algo para minha av para Natal."
        
        Ela acernar com a cabea, abaixou as chicotadas dela novamente. "Quase no  dinheiro, , Rogan? Eu s vezes tenho medo que , que eu deixei isto ser. Porque 
eu gosto do dinheiro, voc v. Eu gosto muito isto, e tudo aquilo vai com isto."
        "Quase no  dinheiro, Maggie. Quase no  exibies de champanha ou recortes de jornal ou festas em Paris. Essas so s passamanarias. O sobre o qual realmente 
  o que est dentro de voc, e tudo aquilo que voc  isso vai em criar o bonito, o sem igual e o assustando."
        "Eu no posso voltar, voc v. Eu no posso voltar para as coisas de modo era, antes de voc." Ela olhou ento para ele, enquanto estudando a caracterstica 
de face dele atravs de caracterstica enquanto a posio de mo dele morno em cima de seu. "Voc dar um passeio comigo? H algo que eu quero mostrar para voc."
        "Eu tenho um carro fora. Eu j pus sua bicicleta nisto."
        Ela teve que sorrir. "Eu deveria ter sabido que voc vai."
        Com um vento de queda no ar, e as folhas uma revolta de cor, eles dirigiram para Volta Hea. Longe da estrada estreita, enquanto derramando atrs como o prprio 
mar, foi colhido campos e o verde fundo, doce to especial para a Irlanda. Maggie viu os caram abrigos de pedra que olharam nenhum diferente que eles tiveram quando 
ela tinha viajado esta estrada quase cinco anos antes. A terra estava l, e as pessoas tenderam isto, como tiveram sempre eles. Sempre v.
        Quando ela ouviu o mar, cheirou a primeira picada afiada disto no ar, o corao dela balanou. Ela apertou os olhos dela apertado, os abriu novamente. E 
leu o Sinal.
        POR LTIMO BAR AT NOVA IORQUE.
        
        Ns velejaremos em cima de para Nova Iorque, Maggie, e teremos um quartilho?
        Quando o carro parou, ela no disse nada, s adquiriu fora deixar o vento esbofetear esfrie em cima da pele dela. Alcanando para a mo de Rogan, ela segurou 
isto como eles caminharam abaixo o caminho batido para o mar.
        A guerra continuou, ondula contra pedra no estrondo ecoando e assobia isso era eterno. A nvoa tinha rolado dentro, de forma que l nenhuma borda estava 
entre mar e cu, s uma xcara larga, larga de macio cinza.
        "Eu no estive aqui em quase cinco anos. Eu no soube que eu j viria novamente me levantar assim." Ela apertou os lbios dela junto, enquanto desejando 
o punho ao redor o corao dela soltaria, s um pequeno. "Meu pai morreu aqui. Ns sairamos junto, s ns dois. Era inverno e resfriado amargo, mas ele amou esta 
mancha mais que qualquer outro eu posso pensar de. Eu tinha vendido alguns pedaos que dia para comerciante em Ennis, e ns tnhamos celebrado em "lleys de O'Ma.
        "Voc estava s com ele? " O horror disto cortou Rogan como um florete. Ele no poderia fazer nada para ela mas poderia a puxar nos braos dele e poderia 
esperar. "Eu sinto muito, Maggie. To arrependido."
        Ela escovou a bochecha dela em cima da l macia do casaco de Rogan, pegou o cheiro dele nisto. Ela deixou o fim de olhos dela. "Ns falamos, sobre minha 
me, o matrimnio deles/delas. Eu nunca tinha entendido por que ele ficou. Talvez eu nunca vou. Mas havia algo nele isso ansiou, e isso quis para eu e Brianna isso 
que j aquele anseio era. Eu penso que eu tenho o mesmo desejo, mas diat eu poderia ter a chance para agarrar segurar disto."
        Ela se retirou de forma que ela poderia olhar para a face dele como falou ela. "Eu tenho algo para voc." O assistindo, ela levou um das gotas de copo do 
bolso dela, ofereceu isto na palma dela.
        
        "Se parece uma lgrima."
        "Sim." Ela esperou enquanto ele segurou isto  luz e estudou isto.
        Ele esfregou um dedo polegar em cima do copo liso. "Voc est me dando suas lgrimas, Maggie? "
        "Talvez eu sou." Ela tirou outro do bolso dela. "Vem de derrubar copo quente em gua. Quando voc fizer, alguns quebram imediatamente, mas outros seguram 
e forma. Forte." Ela abaixou e escolheu uma pedra. Enquanto Rogan assistiu que ela golpeou o copo com pedra. "Forte bastante que no quebrar debaixo de um martelo." 
Ela subiu novamente, enquanto segurando a gota no danificada. "Segura, voc v. Faz nada alm de salto longe do sopro e brilho. Mas h este fim magro aqui e s 
leva uma toro descuidada." Ela levou o esbelto, arrastando fim entre os dedos dela. O copo virou a p inofensivo. "Foi, voc v. Como isto nunca era."
        "Uma lgrima vem do corao", Rogan disse. "E nem deveria ser controlado negligentemente. Eu no quebrarei seu, Maggie, nem voc o meu."
        "No." Ela levou uma respirao longa. "Mas ns martelaremos fora freqentemente bastante. Ns somos to diferentes quanto aquela gua e copo quente, Rogan".
        "E como capaz fazer algo forte entre ns."
        "Eu penso que ns podemos. Ainda eu desejo saber quanto tempo voc duraria em uma cabana em Clare, ou eu em uma casa cheio de criados em Dublin."
        "Ns poderamos mover ao midlands", ele disse, e watched o sorriso dela. "De fato, eu dei aquele lar de particu importam algum pensamento. A idia, Maggie, 
 tiation de nego e acordo."
        "Ah, o homem de negcios, at mesmo em tal um momento."
        
        Ele ignorou o sarcasmo. "Eu tenho planos para abrir uma galeria em Clare para refletor os artistas irlandeses."
        "Em Clare? " Empurrando o cabelo de windblown dela atrs, ela o encarou. "Uma filial de Mundial aqui em Clare? Voc faria que para mim? "
        "Eu vou. Eu tenho medo eu deteriorarei os poemas hericos lhe falando eu tinha pensado na idia longo antes de eu o conhecesse. A concepo no teve nada 
que ver com voc, mas o local faz. Ou eu deveria dizer que tem que ver conosco." Como o vento o apanhou reuniu a jaqueta dela e abotoou isto. "Eu acredito que eu 
posso morar em uma cabana de oeste-municpio para parte do ano, da mesma maneira que voc pudesse viver com criados para o outro."
        "Voc refletiu para isto tudo.
        "Eu tenho, sim. Certos aspectos so, claro que, "tiable de nego. Ele estudou a gota de copo novamente antes de passar despercebido isto no bolso dele. 'H 
um, porm, que isso no .
        "E isso seria? "
        "Exclusividade novamente, Maggie, na forma de um arruine contrato de riage. Toda vida termo sem "clusulas de fuga.
        O punho ao redor o corao dela apertou todos o mais apertado. "Voc  um bargainer duro, Sweeney".
        "Eu sou."
        Ela olhou novamente fora para mar, a pressa incessante de gua, que o indominable balanam, e a magia que eles fizeram entre eles. "Eu estive contente s", 
ela disse quietamente. "E eu estive infeliz sem voc. Eu nunca quis depender de qualquer um, ou se deixar me preocupar tanto eu poderia ser feito infeliz. Mas eu 
de voc, Rogan". Suavemente ela ergueu uma mo  bochecha dele. "E eu o" amo.
        A doura de ouvir isto enxameou por ele. Ele guiou a palma dela em cima dos lbios dele. "Eu sei."
        
        E o punho, to apertado ao redor o corao dela, soltou. "Voc sabe." Ela riu, tremeu a cabea dela. "Oh, deve ser uma coisa boa para sempre ser certa."
        "Nunca  sido uma coisa melhor." Ele a ergueu fora os ps dela, girou ao redor uma vez a antes de os lbios deles/delas se encontrassem e se se pegar a. 
O vento se abateu abaixo, ribboned ao redor deles, cheirando de mar de dado. "Se eu posso o fazer infeliz, Maggie, ento eu posso o fazer feliz como bem."
        Ela apertou os braos dela apertado ao redor dele. "Se voc no faz que eu farei seu inferno de vida. Eu juro isto. Deus, eu nunca quis ser uma esposa."
        "Voc ser meu, e contente disto."
        "Eu serei seu." Ela ergueu a face dela ao vento. "E contente disto."
        
        
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